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Posts de julho 2010

Marca Base faz campanha com modelos da Ilha, em Jurerê Internacional

31 de julho de 2010 1

Cinco modelos nascidos na Ilha de Santa Catarina são as estrelas da campanha da coleção verão da Base, a marca jovem masculina da blumenauense Dudalina, que tem como cenário o P12, na belíssima praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis. Na foto do making of, acima (a partir da esq.), Diego Zang, Felipe Rovaris, Iuri Heberle, Felipe Oliveira (costas) Fábio D Angelis aparecem em cena de jogo de vôlei, clicados por Marcos Luconi.

Desta vez, a presidente da Dudalina, Sônia Hess, decidiu fazer toda a campanha em SC, em homenagem ao Estado onde a empresa nasceu. Com três fábricas em solo catarinense e outra no Paraná, a companhia atua com três marcas: Dudalina, Base e Individual. Na primeira semana de agosto a nova coleção estará em centenas de multimarcas do país e nas seis lojas Dudalina Concept.

Tedesco investe no Meio_Oeste

30 de julho de 2010 0

O grupo Tedesco, do RS, investirá R$ 40 milhões em nova fábrica no município de Caçador, no Meio Oeste do Estado, para produzir inicialmente 2 mil toneladas de papel Sack Kraft por mês. O projeto foi anunciado pelo presidente do grupo, Júlio Ruas Tedesco ao governador Leonel Pavan. Parte dos recursos será de capital próprio e parte virá de financiamento do BNDES. Serão gerados cerca de 100 novos empregos diretos. A empresa também investe em caldeira para gerar 50 toneladas de vapor/hora. A produção da nova unidade deverá começar após 12 meses, e a caldeira será concluída em dois anos.

Globais em campanha da Arezzo

30 de julho de 2010 0

A Arezzo, de calçados femininos, já detém cadastro com mais de 1 milhão de clientes, e seu faturamento anual está em R$ 400 milhões. Presente nas principais cidades catarinenses, tem 225 lojas no país, em 90 municípios. Em mais um investimento em marketing, a Arezzo concluiu sua campanha para o verão com atores globais. Maitê Proença (C), Mariana Ximenes e Reynaldo Gianecchini aparecem em cenas sensuais.

Quanto custa tomar banho em casa?

29 de julho de 2010 0

O chuveiro elétrico não gera um gasto tão alto de energia. Segundo pesquisa da USP divulgada pela revista Revenda, um banho de oito minutos de chuveiro elétrico convencional custa R$ 0,30, incluindo energia e água, e um banho de chuveiro híbrido (solar e elétrico), sai por R$ 0,27. Com aquecedor a gás, o banho custa R$ 1,08.

O chuveiro elétrico foi inventado no Brasil há mais de 80 anos e está presente em 73% das residências do país. Quem gostou do resultado da pesquisa é a Botega Eletrônica, de Tubarão, fabricante das duchas ThermoSystem.

Tigre compra fábrica no Equador

29 de julho de 2010 0

A multinacional catarinense Tigre acaba de anunciar a compra da indústria equatoriana Israriego, o que permitirá duplicar a sua participação no mercado daquele país. A exemplo de outras aquisições, a companhia não divulgou o valor do negócio.

Leia a notícia divulgada pela empresa:

A Tigre, líder no mercado brasileiro de tubos e conexões e em diversos países da América Latina, adquire a planta e os ativos de produção de tubos de PVC da equatoriana Israriego. Com esta compra, a Tigre soma 8% ao seu market share, principalmente no segmento de irrigação. Desta forma, a empresa fortalece sua atuação no Equador, agregando uma área de 15 mil m², e aumenta sua capacidade produtiva em tubos de PVC. A Israriego é controlada pela Plastro, recentemente comprada pela Deere & Co.

Essa negociação está relacionada à estratégia da Tigre de expansão internacional acelerada e consolidação da liderança em todos os mercados onde o Grupo atua. A Tigre está presente em Quito com uma unidade fabril e um Centro de Distribuição desde 2007, e tem registrado um crescimento expressivo. Comparando janeiro a junho de 2010 com o mesmo o período do ano passado, a Tigre Equador apresenta um crescimento de 61%.

 “Com esse investimento teremos um posicionamento mais fortalecido naquele país e nos demais mercados da América do Sul”, declara Maria Aparecida Hallack, vice-presidente da Tigre de Negócios Internacionais. Vale ressaltar que a Tigre Equador agregará também uma eficiente rede de distribuição, fazendo com que consumidores (final e revenda) tenham uma gama mais completa de produtos e serviços.

 Tigre e sua atuação no exterior

 A Tigre está entre as 10 empresas brasileiras mais internacionalizadas segundo o estudo da Fundação Dom Cabral, “Transacionais Brasileiras 2010”, pelo segundo ano consecutivo. Hoje, possui 12 fábricas no exterior, concentradas no continente Americano, e mantém negócios com mais de 40 países, que representam 25% de seu faturamento anual (em 2009, a Tigre registrou receita de R$ 2,3 bilhões). No primeiro semestre de 2010, o Grupo Tigre teve crescimento de 34% e duplicou o seu resultado operacional, em relação ao mesmo período de 2009, em todas suas unidades no exterior.

 A TIGRE NO EXTERIOR

Número de fábricas: 12 (Argentina, 2 na Bolívia, 3 no Chile – incluindo as plantas da joint-venture TigreADS, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai)

Funcionários no exterior: 1.500

Contratações no exterior em 2009: 200 colaboradores

 SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder absoluta na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC no Brasil, na maioria dos países da América Latina e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem 8 plantas no Brasil, incluindo fábrica de Pincéis (pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile(3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.250 funcionários e mais de 300 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

 

Floresta, um investimento de longo prazo

29 de julho de 2010 1

Quem tem dinheiro e não quer colocar todos os “ovos na mesma cesta” pode investir em florestas renováveis. É uma alternativa com pouco risco e bom retorno, avaliam o professor de Finanças Pessoais da UFSC, Jurandir Sell Macedo, e o empresário da área, Joselito Luiz Lovatto, de Chapecó. Segundo Jurandir Macedo, Santa Catarina tem áreas menores, de até 200 hectares, ideais para investidor pessoa física. Em média, o custo de cada hectare varia de R$ 8 mil a R$ 10 mil, e o plantio e tratamento de pinus saem em torno de R$ 4 mil. A taxa de retorno do investimento fica em cerca de12% a 13%.

Dono da Eco Empreendimentos ambientais, Lovatto faz plantio de florestas, especialmente de eucaliptos, no Oeste do Estado, para cerca de 60 investidores. Ele diz que o custo para plantar e manter é de R$ 5 mil por hectare e a rentabilidade varia de R$ 2 mil a R$ 3 mil por hectare/ano. O ideal é vender a madeira com 14 ou 15 anos, com valor médio de 42 mil por hectare. Nesse caso, sobra R$ 37 mil ao investidor.

 

Ovo de SC no Guinness

29 de julho de 2010 0

Mais uma vez, a rede de supermercados Imperatriz, da Grande Florianópolis, entra no Guinness World Records, o livro mundial dos recordes, de Londres. O ovo de chocolate maciço feito pela rede em parceria com a Nestlé Professional, na praça de eventos do Beiramar Shopping, da Capital, com 6.440 quilos, na Páscoa deste ano, foi reconhecido como o maior do mundo. A nova marca supera em 1,7 mil quilos o recorde anterior, batido na Austrália, em 1992.
_ Precisávamos quebrar uma marca que já era impressionante, e conseguimos _ festejou o diretor de marketing do Imperatriz, Júlio Lohn.
O maior ovo foi esculpido pelo consultor da Nestlé, Luiz Cequinel. Em 2007, o Imperatriz entrou no Guinness com o maior coelho de Páscoa, de 2.200 quilos e 3,20 metros de altura, recorde quebrado por duas empresas depois.

Hering cresce 48,5% no trimestre

29 de julho de 2010 0

 A Cia Hering, de Blumenau, uma das preferidas de investidores da Bovespa, obteve lucro líquido de R$ 42,6 milhões no segundo trimestre deste ano enquanto no mesmo período de 2009 lucrou R$ 10,9 milhões. A receita líquida da companhia alcançou R$ 252,978 milhões, 48,5% superior a do mesmo trimestre do ano passado, que ficou em R$ 170,3 milhões.

Utilização da capacidade instalada da indústria cai

28 de julho de 2010 1

A ocupação da capacidade instalada da indústria brasileira caiu de 85,5% para 85,1% em junho, segundo o indicador Nível de Utilização da Capacidade da Indústria (Nuci), calculado pela Fundação Getúlio Vargas. No trimestre de maio a julho, a média de ocupação ficou em 85,2%, segundo a instituição. O recuo da indústria brasileira reflete, principalmente, as dificuldades para exportar em função da crise em parte do mundo desenvolvido e do dólar baixo.

Weg lucra R$ 116 milhões no segundo trimestre

28 de julho de 2010 0

O grupo Weg, de Jaraguá do Sul, um dos maiores fabricantes mundiais de motores elétricos e outros equipamentos industriais ao setor elétrico, encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 116,1 milhões, 10,4% menor que o do segundo trimestre de 2009 e 2,5% inferior ao dos três meses anteriores _ janeiro a março deste ano. A receita operacional bruta alcançou R$ 1,2 bilhão, 2% inferior a obtida no mesmo período do ano passado, mas 8,5% maior que a do trimestre anterior.

Os investimentos em ativos fixos no primeiro semestre do ano totalizaram R$ 135,1 milhões. No segundo trimestre, a empresa comprou a Zest Group, distribuidor de motores elétricos líder na África do Sul e especialista na integração de sistemas elétricos; o controle da Voltran, companhia mexicana fabricante de transformadores, elevando participação a 60% do capital; e a Instrutech Ltda., empresa que desenvolve e fabrica sensores eletrônicos para automação industrial, comercial e de proteção humana.

 

Polêmica entre conselheiros da Celesc

28 de julho de 2010 0

Divulgado no último dia 15 aos trabalhadores da Celesc, o Boletim 11 do conselheiro Jair Maurino Fonseca, que representa os empregados da Celesc no conselho de administração da companhia, abriu mais um debate envolvendo divergências na maior estatal catarinense. Por não concordar com boa parte do que foi comunicado no boletim, outro conselheiro da empresa, Arlindo Magno de Oliveira, que representa a Previ, enviou uma carta aberta a Jair e aos celesquianos, ontem, contestando o que achou contraditório. Entrou em ação porque há uma campanha em andamento para a eleição dos novos diretores administrativo e financeiro, de seguridade e o conselho fiscal do Celos, o fundo de pensão da estatal. Jair faz campanha para o ex-conselheiro da empresa, Arno Veiga Gugnier, que disputará o posto de diretor administrativo e financeiro do Celos no pleito do dia primeiro de setembro.


Sobre o PDVP

Jair Fonseca comentou as dificuldades de alguns empregados diante da demora na aprovação do novo Programa de Demissão Voluntária Programada (PDVP). Comunicou que os sindicatos não tomaram a iniciativa de procurar o Ministério Público do Trabalho sobre o tema e informou que está marcada uma reunião para a manhã do dia 19 de agosto para discutir o plano, na qual ele espera uma solução definitiva.

Em resposta, o conselheiro Arlindo Magno argumentou que o conselho de administração tem clara a necessidade de implentar um PDVP para enquadrar a Celesc Distribuição a uma empresa de referência, mas que a diretoria executiva da empresa, até agora, não aprovou o plano. A responsabilidade de aprovar ficou apenas com o conselho de administração, com os impactos até hoje desconhecidos.

_ O debate público inclusive com a participação do Conselheiro Jair Maurino, transmitido pela TVCOM, trouxe para a reunião do conselho de administração da CELESC um desconforto enorme sobre o real impacto nos resultados da companhia. Por estes motivos o Conselho da CELESC suspendeu o PVDP _ escreveu Arlindo.


Eleição da diretoria

Jair Fonseca criticou um dos representantes da Previ, Paulo Roberto Evangelista de Lima, por defender a aplicação da Lei Estadual 13.570/05, que obriga o Estado ser majoritário na Celesc Distribuição, para mudar o diretor de Gestão da Celesc Distribuição. Isto porque Lima sempre teria desconsiderado esta lei e agora tem um interesse específico.

Arlindo Magno argumentou que os conselheiros têm que atuar em favor da companhia após eleitos, segundo a lei 6.404/76, e não a favor de acionista X, Y ou Z ou dos empregados. Observou, ainda, que a adesão ao Nível 2 de Governança Corporativa pela Celesc implica em cumprir a lei e esta diz que a eleição e destituição de diretores é atribuição do conselho de administração, não deve ser loteada pelo acionista controlador ou pelos funcionários. A eleição de diretor tem que ser por competência.

Conforme Arlindo Magno, o debate sobre a substituição do diretor de gestão revela a necessidade de melhorar o desempenho da diretoria executiva principalmente na área de recursos humanos. A não implementação do PVDP é um exemplo claro de ineficiência.Ele disse que defende a eleição de diretores por competência e remunneração variável meritória (PLR) para todos na CELESC, proporcional a participação de cada um no resultado.

 

A moderna CDL que faz 50 anos hoje

28 de julho de 2010 0

Com o desafio de atender a Capital catarinense, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Florianópolis (CDL) chega, hoje, aos 50 anos com tecnologia de ponta aos serviços e atenção maior para o associativismo. São 2,5 mil lojas onde trabalham cerca de 80 mil pessoas entre empresários, sócios e empregados, observa o presidente da entidade, Osmar Silveira, que há 20 anos atua no movimento lojista. Desse total, em torno de 30 mil são empregados com carteira assinada.

Foi a câmara de Florianópolis, fundada pelo empresário Moacyr Pereira Oliveira, que originou as demais 174 CDLs e a federação do setor. Para se ter idéia de como o setor está digital, apenas 3% das lojas associadas fazem consulta ao SPC por telefone. As demais usam o computador. Atualmente, de 30% a 40% das lojas usam cartão de crédito como meio de pagamento.  

Atenção ao futuro

Uma das principais características do varejo da Capital é o grande contingente de pequenas e microempresas. Conforme o presidente da CDL, Osmar Silveira, 95% das lojas são médias, pequenas e microempresas. Por isso, há uma disposição da entidade em garantir a continuidade desse perfil diversificado, que gera a renda de milhares de famílias, sem o avanço de grandes varejistas na região central, observa o empresário, que é sócio da Casa do Papel. Um dos fatos que preocupam a entidade é a ausência de grandes grupos locais de varejo. Há apenas um, e os demais são de fora.

Satisfação

A união dos lojistas garante avanços que seriam mais difíceis para as empresas obterem individualmente. Forte na defesa dos interesses do setor nas esferas políticas, a CDL também ajuda a melhorar a formação e qualidade de vida dos trabalhadores. Oferece cursos de capacitação, assessoria jurídica, plano de saúde e outros serviços.

Dinheiro para inovação industrial

27 de julho de 2010 0

As indústrias brasileiras terão linha de R$ 500 milhões para investir em inovação. O lançamento foi feito ontem pelo presidente Lula e ministros, em evento que levou boa parte do PIB industrial para Brasília. O presidente do Sistema Fiesc, Alcantaro Corrêa, que participou do encontro, disse que o objetivo maior é desonerar a subvenção econômica. Os recursos foram liberados para a CNI e 20 federações industriais.

Pela Fiesc

A Federação das Indústrias de SC (Fiesc) é uma das entidades que vão receber parte dos recursos. O presidente Alcantaro Corrêa acredita que as indústrias catarinenses poderão ficar com uma boa parte dos recursos tanto por estarem entre as mais inovadoras do Brasil quanto pelo peso que tem na economia brasileira, sempre em 5º ou 6º lugar. A Fiesc vai participar da coordenação para liberar os recursos, mas ainda não estão definidos detalhes sobre os critérios de distribuição e prazos. Corrêa diz que pequenas e microempresas também poderão buscar recursos.

Crédito habitacional cresce 3,5% em junho

27 de julho de 2010 0

A compra da casa própria segue em ritmo acelerado no Brasil, ampara por linhas de crédito com juros mais acessíveis. Segundo relatório divulgado hoje pelo Banco Central, o saldo dos financiamentos habitacionais cresceu 3,5% em junho e acumulou taxa de expansão de 50,9% em doze meses, ao atingir R$106 bilhões.
Os financiamentos habitacionais, incluindo contratos para pessoas físicas e cooperativas habitacionais, atingiram saldo de R$111,6 bilhões em junho, com evolução mensal de 3,6%.

Câmara dá mais força ao turismo

27 de julho de 2010 0

O setor turístico catarinense, que responde por cerca de 13% da economia do Estado, ganhou mais força e representatividade com a posse, ontem, da diretoria da nova Câmara de Turismo da Federação do Comércio do Estado, a Fecomércio.
–Vamos cobrar com mais ênfase obras de infraestrutura fundamentais para o turismo, como a conclusão da duplicação da BR-101 Sul e a construção do novo Aeroporto Internacional Hercílio Luz – diz o presidente da nova câmara, João Eduardo do Amaral Moritz, que também preside a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/SC).
Entre as prioridades, segundo Moritz, estão também a qualificação da mão de obra, com oferta de cursos técnicos pelo Senac, e a realização de uma pesquisa científica sobre o perfil dos turistas que visitam Santa Catarina, incluindo origem, renda e atrativos que procuram no Estado.

Setores estratégicos

A gestão da Fecomércio, liderada pelo empresário Bruno Breithautp, de Jaraguá do Sul, inclui a criação de câmaras setoriais para setores estratégicos que têm estrutura sindical na base da entidade. Recentemente, foi criada a Câmara de Materiais de Construção e, agora, a Câmara de Turismo. A nova câmara é formada por representantes de 18 entidades empresariais, entre as quais, a Abrasel-SC, Sindetur, FCDL, Facisc, Sebrae/SC, Sinduscon e Conselho Estadual do Turismo. Segundo Breithaupt, o objetivo é fomentar o desenvolvimento do turismo.

Aposta no ambiental

26 de julho de 2010 0

A Tractebel Energia recebe homenagem amanhã à noite, durante a entrega do 3º Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental na sede da Associação Catarinense de Imprensa. A distinção é pelo estímulo à produção jornalística com foco em temas voltados à preservação do meio ambiente. A empresa patrocina o prêmio Fatma desde que foi lançado.

Déficit têxtil é de 62%

25 de julho de 2010 0

O déficit da balança comercial do setor têxtil brasileiro no primeiro trimestre deste ano alcançou Us$ 1,578 bilhão, 62,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), as importações totalizaram US$ 2,225 bilhões, com crescimento de 46,89% frente ao primeiro trimestre de 2009, e as exportações alcançaram US$ 674,7 milhões, com crescimento de 20% na comparação anual. A expectativa da Abit é de um déficit comercial de US$ 3 bilhões este ano, conforme informações divulgadas pelo O Estado de S. Paulo.

Este déficit ocorre em função da crescente importação de produtos asiáticos, especialmente da China, país que foi reconhecido pelo Brasil como economia de mercado e não enfrenta mais restrições para vendas aqui.

Empregos

O presidente da Abit, Aguinaldo Diniz Filho, diz que há crescimento das importações predatórias, especialmente em vestuário. Se não houvesse essa invasão asiática, o setor poderia oferecer bem mais empregos formais no Brasil. Apesar das dificuldades, o setor têxtil e de confecções abriu este ano 51.477 novas vagas. É o segundo maior empregador do Brasil, atrás, apenas, do setor de alimentos.

Ele produz, exporta, importa e empreende

25 de julho de 2010 0

A catarinense Olsen Odontomédica é um exemplo de empresa de médio porte que atua no mercado global e adota criatividade em várias frentes para se manter no mercado, especialmente em função da crise global, que continua na Europa. Fabricante de equipamentos odontológicos e para consultórios médicos, foca no atendimento para manter clientes no exterior, importa para equilibrar um pouco a conta cambial e enxuga custos no Brasil. Quem está à frente desse processo é o empresário César Augusto Olsen que, na melhor fase da empresa, chegou a planejar a abertura de uma filial nos EUA, mas recuou depois. Uma das novas cartadas da Olsen é a importação de equipamentos de diagnóstico por imagem para consultórios e hospitais. Em outra frente, o empresário encaminha a sucessão da empresa. Seu filho Augusto se prepara para assumir a presidência.

Perfil

Fundador e presidente da Olsen Odontomédica, de Palhoça, fabricante de equipamentos odontológicos e para procedimentos em consultórios. Técnico formado pelo Senai de Blumenau na área de ajuste mecânico, 56 anos, César Augusto Olsen também é representante da Federação das Indústrias (Fiesc) no conselho regional do Senai/SC.
Um dos projetos que mais motivaram o empresário foi a participação na instalação da Escola de Aviação do Senai em Palhoça. Nasceu em Mafra, é casado, tem um filho e duas filhas.

Frase

“Se não tivéssemos adotado o sistema Toyota de produção, conhecido também como produção enxuta, teríamos quebrado.”

Como estão os negócios nesse período pós-crise?
César Augusto Olsen – Adequamos a fábrica, mudamos processos e reduzimos o número de empregados de 245 para 180. Com a crise lá fora e as dificuldades cambiais, nossa receita bruta, este ano, será um pouco mais da metade do que poderíamos obter se o câmbio fosse favorável e a crise não tivesse ocorrido. Demitimos trabalhadores, mas ampliamos os treinamentos para aumentar a produtividade.

Quanto da receita da empresa vem das exportações?
Olsen – O Brasil perdeu competitividade nas exportações em função do câmbio e dos impactos negativos da crise em outros países. Na nossa melhor fase de exportações, com o dólar de R$ 2,80 a R$ 3,50, cerca de 60% do nosso faturamento vinha do exterior e chegamos a exportar para 101 países. Hoje, 15% da receita vem das vendas externas e temos clientes fiéis em 35 países. Nossa principal estratégia é o serviço de pós-venda, que os concorrentes asiáticos não têm. Como o Brasil perdeu competitividade nas exportações, estamos importando para equilibrar as finanças. Estamos trazendo da Alemanha o que existe de mais moderno de equipamentos por imagens. São tomógrafos, raios X e outros produtos de tecnologia para diagnóstico por imagem. Já importamos produtos da NSK, do Japão, e visitamos uma fábrica de tomógrafos na Coreia.

Que tipo de equipamentos a Olsen está produzindo?
Olsen – Atualmente, de 10% a 12% dos equipamentos que fabricamos são os de preços mais acessíveis, para prefeituras. Em torno de 20% da produção é de itens para um nível mais elevado. Os produtos médios responde por 40% e os sofisticados, por pouco menos de 30%. Nosso top de linha é o Infinity. Entre as estratégias de marketing estão contatos com formadores de opinião, especialmente professores universitários. Oferecemos uma linha popular de equipamentos, usados em prefeitura, mas o material, a robustez e visual são os mesmos que usamos para os nosso produtos mais modernos. Os equipamentos mais coloridos são comprados pelas dentistas.

Qual é a maior dificuldade do segmento da Olsen?
Olsen – O governo atrapalha. Esperamos há oito meses por um carimbo da Anvisa. Acho que não sai por retaliação. Pagamos R$ 12 mil por uma inspeção na fábrica. A gente espera seis meses por uma licença e ela não aparece. Mandamos e-mail para a Anvisa e para o gabinete da presidência da república. Oito meses, eu paguei, não recebi o serviço, já fui desclassificado em duas concorrências porque não tinha o documento. Eles vão inviabilizar as empresas da nossa área. Gastamos em normas R$ 120 mil por ano. Na china, o governo banca tudo. Isso é economia de mercado?

Como está a sucessão?
Olsen – O Augusto, meu segundo filho, começou a cursar design, foi até a metade e desistiu. Cursou eletrônica no Senai e está se preparando para assumir a empresa. Pretendo me aposentar aos 60 anos. Vou deixar o pessoal digital avançar. Tenho uma equipe qualificada, mas preciso de mais dois anos para me afastar com tranquilidade.

Notas

Empresa

César Augusto Olsen abriu a empresa a partir de experiência que teve em multinacional fabricante de equipamentos odontológicos e de oficina própria para consertos de produtos do setor. Mas, questionado sobre que conselhos daria a quem quer empreender, traçou cenário difícil.

–Primeiro tem que ser um corajoso. E se não tiver capital que não tente porque não consegue. Só o que vai gastar com normas e procedimentos ambientais não conseguirá arrancar. Só 0,03% dos que começam têm a empresa após 10 anos – afirmou.

Nos EUA

Há cerca de quatro anos, o empresário quase abriu uma filial da Olsen nos EUA, mas recuou.

– Eu estava empolgado com o que ofereciam de benefício. Mas depois avaliei as dificuldades. A primeira seria o idioma, depois fui ver os fundamentos das leis americanas, que são muito diferentes das nossos. seria uma aventura, eu teria quebrado – comentou o empresário que ficou impressionado com o impacto da crise nos EUA.

Aviação

A escola de aviação do Senai, em Palhoça tem muito da paixão do empresário por aviões. Ele é dono de um helicóptero que pilota há alguns anos. Conseguiu terreno de 26 mil metros e um prédio a custo zero para a instituição. Ela tem 300 alunos e a maioria vai trabalhar fora do Estado. Cesar Olsen é presidente do Aeroclube de SC.

Foto de Charles Guerra

Consórcio até para casamento

24 de julho de 2010 0

Com a mudança da lei de consórcios, é possível adaptá-los para realizar quase todos os sonhos, desde a compra de carro, casa, até cirurgia plástica. Mas a Racon Consórcios, uma empresa do Grupo Randon, quer abrir ainda mais esse leque de opcões. Oferece em Itajaí, na mostra de decoração e arquitetura Casa Show, o consórcio de serviços. Segundo o gerente da empresa na região, Jorge Bof, o objetivo é permitir ao consumidor realizar pequenos sonhos, como fazer intercâmbio, pós-graduação, viajar pelo mundo, planejar um casamento ou uma formatura. O consórcio de serviços tem crédito mínimo de R$ 7 mil e máximo de R$ 14 mil.

O sistema de consórcios é alternativa principalmente para quem não tem disciplina para poupar. A Casa Show está aberta e vai até primeiro de agosto, no Parque da Marejada. Os horários de abertura são de segunda à sexta, das 16h às 22h; aos sábados, das 14h às 22h; e aos domingos, das 14h às 21h.

 

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Atenção ao cooperativismo e agroindústrias

24 de julho de 2010 0

Os grandes frigoríficos, num eventual governo de José Serra, não serão os únicos do setor com atenção especial e empréstimos com juros baixos do BNDES. As cooperativas agrícolas e pequenas agroindústrias também terão acesso a linhas acessíveis de crédito. Serra disse ter interesse especial em apoiar o setor cooperativista do Sul do Brasil por ser um modelo de sucesso. O presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, aproveitou a reunião na Fiesc para cobrar crédito do BNDES ao setor. A Aurora tem mais de 70 mil famílias associadas, nunca teve problemas com bancos, mas não conseguiu nenhuma linha de crédito do BNDES em 2009, ano em que mais sofreu em função da crise global.

Investimentos prioritários

Parte das prioridades catarinenses na área de infraestrutura pode ser resolvida com mais rapidez junto com a iniciativa privada. Este foi um dos pontos defendidos pelo candidato à Presidência da República, José Serra, no Painel RBS, ontem à tarde. Ele propôs o regime de concessão para novos aeroportos e para a duplicação de rodovias no interior de Santa Catarina, como as BRs 282 e 470, com a transferência das duas para o governo do Estado.

Sobre a carência de trabalhadores qualificados em praticamente todas as áreas, o candidato disse que o seu programa de governo prevê a formação de 1 milhão de pessoas no país. Além disso, prometeu que, se eleito, vai dar continuidade aos projetos em andamento. Também disse ser favorável a mais investimentos em geração térmica a carvão com tecnologias limpas e prometeu executar os investimentos da União no projeto de recuperação de passivo ambiental da região carbonífera do Estado.