Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de setembro 2010

SOS Cárdio e Baía Sul são complementares, diz diretor

30 de setembro de 2010 0

O presidente do Hospital Baía Sul, Irineu May Brodbeck, nega que um grupo de sócios da institução seja contra a compra do Hospital SOS Cárdio pela Unimed em função de possível concorrência. Ele diz que pode haver algum profissional que, como sócio da cooperativa médica, discorde da aquisição, mas esta não é a opinião do Baía Sul, que é uma SA e tem diversos sócios, inclusive empresas.

Segundo ele, o Baía Sul é favorável a abertura do novo SOS Cárdio porque é uma especialidade que seu hospital não terá e a região necessita. Os dois novos hospitais serão complementares. O Baía Sul terá 70 novos leitos, somará 90 com os do seu hospital dia. O SOS Cárdio tem 40 nas suas atuais instalações e terá 70 no novo prédio, garantindo um acrécimo de 30 leitos. Além disso, a expansão do Hospital de Caridade acrescentará cerca de 50 leitos. Conforme Irineu Brodbeck, a cidade precisa dessa maior oferta de serviços porque a procura está alta e seguido há falta de leitos.

Assembleia da Unimed sobre compra do SOS Cárdio será à noite

30 de setembro de 2010 0

Os associados da Unimed Florianópolis se reúnem hoje à noite, a partir das 19h, para decidir se a cooperativa médica vai comprar o novo hospital do SOS Cádio, na SC 401. Segundo fontes ligadas à Unimed, há um grupo de médicos que não é favorável à aquisição porque é sócio do Hospital Baía Sul, que será inaugurado dia 10 de novembro.

Mas diante da falta de leitos hospitalares na Grande Florianópolis e da demanda, também, de pessoas de outras regiões do Estado e de turistas, a expectativa é de que os dois novos hospitais terão lotação máxima em breve. Quem tem plano de saúde poderá deixar de usar os hospitais públicos, abrindo mais vagas para as pessoas que dependem do SUS e pacientes de cidades do interior que, muitas vezes, ficam sem atendimento por falta de leitos em hospitais de maior complexidade.

Outras cidades do Estado têm hospitais privados e públicos com alta ocupação.

CNDL firma parceria com a Escola Bolshoi no Brasil

30 de setembro de 2010 0

Associar a marca com a mais famosa grife de dança do mundo, o Bolshoi, significa projeção no mercado de luxo e investimento no futuro de jovens carentes do país. É por isto que o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, firmou, ontem, parceria com a Escola do Balé Bolshoi no Brasil, de Joinville, que fez o espetáculo de abertura da 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, domingo. Os detalhes foram acertados com o presidente da escola, Valdir Steglich. Pelo acordo, a CNDL vai conseguir patrocinadores do varejo para a instituição que precisa de recursos para continuar formando bailarinos. Médico traumatologista e pai de uma ex-aluna do Bolshoi, Steglich diz que assumiu a instituição pela sua importância social.

_ Temos 243 alunos de 98 cidades brasileiras e 97% são bolsistas. Quando formados, recebem, em média, salário inicial de R$ 2 mil, maior que o piso de médico, que é de R$ 1,2 mil, e muitos ganham mais do que seus pais, o que traz uma motivação para a vizinhança _ afirma.

Unimed com o hospital do SOS Cárdio?

29 de setembro de 2010 0

O novo hospital do SOS Cárdio, com 75 leitos, construído na SC-401, pode ser comprado pela Unimed Grande Florianópolis. Os 1.618 sócios da cooperativa médica decidem nesta quinta-feira se batem o martelo ou não. A aquisição significa ter um hospital moderno para atender os mais de 270 mil clientes da Unimed. As instalações permitem ampliar para 130 leitos. Em SC, a Unimed tem seis hospitais: Joinville, Chapecó, Balneário Camboriú, Cricúma e dois em Blumenau. No Brasil, o número de hospitais administados por planos de saúde aumentou 66% nos últimos dois anos e já chegam a 500.

Chapecó vai sediar a próxima convenção estadual dos lojistas

29 de setembro de 2010 0

Chapecó vai realizar a Convenção Estadual do Comércio Lojista do ano que vem, com o tema Consumidor do Futuro. O evento será de 26 a 28 de maio, no Centro de Cultura Plínio de Ness. O presidente da CDL local, Dorneles Dávi, informa que as inscrições já estão abertas. O anúncio da cidade, feito pelo presidente da FCDL/SC, Sérgio Medeiros, durante a Convenção Nacional do Comércio Lojista que, paralelamente, também sedia a convenção estadual, contou com a presença do prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori. São esperados 2 mil lojistas.

Liderança da teoria à prática

29 de setembro de 2010 0

Se o elevado interesse pelo modelo de liderança servidora, difundido no mundo e, especialmente no Brasil, pelo consultor e escritor americano James Hunter, se converter em aplicação prática nas empresas, os resultados econômicos e de satisfação tenderão a ser cada vez melhores. Ontem, foi o principal tema da 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, em Florianópolis, em uma das palestras de Hunter com maior público no país. Com base no exemplo de Jesus Cristo, apontado pelo palestrante como o maior líder do mundo por ter milhões de seguidores, recomenda liderança, autoridade, serviço e sacrifício e amor.

Conforme Hunter, o maior desafio é fazer a transição do discurso à prática. Por isso, além do O Monge e o Executivo, ele escreveu o segundo livro, Como se tornar um líder servidor. Recomenda fazer um programa com metas, avaliação e melhoria contínua.

Aceitação no Brasil

Além de ter vendido 2,5 milhões de exemplares do livro O Monge e o Executivo no Brasil, James Hunter já fez mais de 60 palestras no país. Ele atribui esse sucesso no país a várias razões: o fato de quase 90% da população seguir uma religião cristã (católica ou evangélica); de o livro contar uma história, o que facilita a leitura; de executivos quererem se tornar líderes melhores; e de muitas pessoas terem a necessidade de uma liderança melhor porque consideram seus chefes ruins.

Vem aí a CDL Celular

28 de setembro de 2010 0

Para reduzir os altos custos dos serviços de celular, a CDL de Florianópolis lançou, durante a convenção dos lojistas, que se encerra hoje, o serviço CDL Celular. Com um contrato especial com operadora de telefonia móvel, a entidade oferecerá serviço para os associados falarem entre si gratuitamente, e um sistema tarifas menores, que permitirá uma redução de custos de aproximadamente 30%. O presidente da CDL, Osmar Silveira, diz que um dos objetivos é fomentar negócios entre os lojistas.

"Criamos felicidade" na Disney

28 de setembro de 2010 0

Os principais serviços da Disney estão nos parques de diversão pelo mundo. A empresa tem como lema criar felicidade aos clientes de todas as idades e de todos países. Esta é uma das estratégias da companhia reveladas por um dos seus ex-executivos, Jim Cunningham, ontem, em palestra a lojistas brasileiros no CentroSul, em Florianópolis.

Segundo ele, o foco deve ser a satisfação do cliente e o líder da empresa deve dar o exemplo. Outro conselho do executivo é demitir os empregados insatisfeitos. Recomentou até um plano de incentivo para isso.

Empreendedoras do varejo

28 de setembro de 2010 0

Um dos pontos altos da convenção dos lojistas é o 3º Encontro da Mulher Empreendedora, que terá a participação de mil empresárias, hoje, a partir das 10h, no CentroSul. Segundo Sônia Medeiros, uma das organizadoras, o grande interesse pelo evento surpreendeu. Cerca de mil empresárias não poderão participar porque o ambiente não comporta mais pessoas. Dhébora Pellizzaro, também da organização, diz que o objetivo é oferecer informações diversificadas, incluindo aspectos econômicos e comportamentais já que a maioria é empresária, esposa, mãe e gestora do lar. A palestra principal será da empresária Sônia Hess, presidente da Dudalina, de Blumenau, a maior camisaria da América Latina, que falará sobre mulher e o empreendedorismo. O evento terá um desfile de moda organizado pela Udesc. Participam da organização, Sônia Medeiros, Dhébora Pellizzaro, Evely Silveira e Gelda Tavares da Silva.

Brasil não tem condições de manter o atual ritmo de crescimento, diz Giannetti

27 de setembro de 2010 1

As empresas devem aproveitar esta fase de maior crescimento econômico do país para definir e executar estratégias para um período de menor ritmo de expansâo. Este foi um dos alertas do economista Eduardo Giannetti da Fonseca para lojistas de todo o Brasil, em palestra, hoje, no CentroSul, em Florianópolis, durante a 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista.

Segundo ele, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, este ano, deverá ficar em torno de 7,5%. Mas, no ano que vem, esse ritmo deverá ser menor. A expansão estimada do PIB é de 4,5% porque a taxa de investimento do Brasil ainda é muito baixa. Está em cerca de 18% do PIB e, para crescer acima de 5%, o nível de investimentos deve ser maior. Como o mercado ficará mais competitivo, as empresas mais inovadoras, com propostas diferenciadas, terão melhores resultados, diz o economista.   

BNDES lança pacote de crédito ao setor lojista

27 de setembro de 2010 0

As baixas taxas de juros oferecidas pelo BNDES não serão privilégio apenas das indústrias e serviços. Está sendo lançado na Convenção Nacional do Comércio Lojista, que abriu ontem à noite, no CentroSul, em Florianópolis, o BNDES Varejo, pacote que reúne linhas de crédito do maior banco de fomento do país para o setor e contará com R$ 1 bilhão para financiar micro e e pequenas empresas do varejo.

_ O principal produto será o Cartão BNDES. O lojista poderá usar os recursos para investir em novas lojas, na renovação de fachadas, comprar equipamentos, fazer negócios com outros lojistas, adquirir veículos e outros investimentos _ diz o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, que anunciou o pacote ontem.

Uma equipe do Banco do Brasil estará na convenção e quem tem conta no banco já poderá sair do evento com o cartão. Pelo BNDES Automático, uma das linhas, a empresa pode financiar até R$ 10 milhões com taxa de 6% ao ano, mais 0,9% de remuneração da instituição mais a remuneração do agente financeiro.

Tendas protegem lojistas da chuva no CentroSul

27 de setembro de 2010 0

A infraestrutura para atender aos cerca de 5 mil lojistas do país que participam da maior convenção do setor ganhou reforço nos últimos dias. O principal acesso ao CentroSul, local onde acontece o evento, em Florianópolis, recebeu tendas de plástico (foto) para proteger os visitantes da chuva.

O acesso aos estacionamentos é pela área da passarela Nego Quirido, para evitar engarrafamento na entrada principal do pavilhão. A escolha de ônibus como meio de transporte das delegações de outras cidades e estados facilita o fluxo do trânsito. E grupos geradores foram instalados para atender o evento caso ocorra falta de energia elétrica.

Foto de Carlos Silva (FCDL, divulgação)

Brasil pode ganhar R$ 3 trilhões

27 de setembro de 2010 0

Dinheiro faz muita diferença, ainda mais quando as cifras são em R$ trilhões. Se o governo brasileiro fizer o dever de casa, ajustando as suas contas, poderá chegar a 2030 com um Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas do país, de R$ 9 trilhões. Se não controlar os gastos, terá só dois terços disso, R$ 6 trilhões, o dobro do PIB do ano passado. Quem faz este alerta é o empresário Carlos Rodolfo Schneider, presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij) e um dos idealizadores do Movimento Brasil Eficiente (MBE). O objetivo é mobilizar os brasileiros para que pressionem a classe política para fazer as reformas, e os governos, a reduzirem os gastos. Schneider, que era um empresário mais discreto, à frente do grupo da sua família, dono da Ciser, maior empresa de fixadores da América Latina, também liderou, este ano, o lançamento do prêmio Municípios que Fazem Render Mais, em parceria com a FGV. Em Joinville, acompanha de perto as ações da prefeitura voltadas à infraestrutura e os negócios da família. Leia a entrevista.

Carlos Rodolfo Schneider

Presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij) e vice-presidente do grupo H. Carlos Schneider (dono da Ciser), o empresário Carlos Rodolfo Schneider assumiu outras funções nos últimos tempos. É um dos líderes do Movimento Brasil Eficiente e da premiação Municípios que Fazem Render Mais, para a Região Sul. Ex-presidente da Celesc, também é membro do conselho superior de formulação estratégica da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e do conselho da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). É administrador e também tem mestrado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Casado com Eliane, tem dois filhos, um de 19 anos e outro de 13 anos, que é tenista.

Por que um movimento pela eficiência de gastos públicos?
Carlos Schneider – O Movimento Brasil Eficiente foi lançado por nós, da Associação Empresarial de Joinville (Acij). Há algum tempo me preocupo com as questões estruturais no país. Precisamos fazer as grandes reformas: política, fiscal e a trabalhista. A fiscal inclui tributária, previdenciária e administrativa. Fui buscar apoio das federações empresariais catarinenses e da Fiesp, que prontamente aderiram ao movimento. Já temos o apoio de 60 entidades do país, e este número aumenta a cada semana. Estamos conversando com estados do Nordeste e já somos apoiados pela OAB, classe médica, contabilistas e economistas. Entendemos que o movimento deve reunir a sociedade civil organizada.

Por que iniciativas anteriores não deram certo?
Schneider – Por três motivos: cada entidade tinha sua proposta, nenhum governante aceitou reduzir receita e é preciso apoio da sociedade. Nossa proposta é que o gasto público cresça 1% menos do que cresce a economia, por ano. De 2002 a 2009, os gastos públicos do Brasil cresceram 6,9% ao ano e o PIB cresceu 3,6%. Se a gente quer um crescimento econômico de 6% ao ano, temos que ter gasto público crescendo 5% ao ano. Isto não requer grande sacrifício político. Se fizermos isso, em 10 anos reduzimos a carga tributária para 30%.

Que ganhos trará ao PIB?
Schneider –
Se não adotarmos as medidas, vamos chegar a 2030 com um PIB de R$ 6 trilhões. Se nós adotarmos, chegaremos com R$ 9 trilhões. A diferença é o PIB de hoje no país, R$ 3 trilhões. O poder público está acomodado com o sistema e não vai mudar isto. A sociedade deve participar junto com a classe política, União, estados e municípios.

Qual é o próximo passo?
Schneider – Entregamos as propostas do Brasil Eficiente aos dois principais candidatos à Presidência, Dilma Rousseff e José Serra. Vamos elaborar um projeto de lei com as propostas e, após a eleição, lançaremos em Brasília um abaixo assinado para colher 1 milhão de assinaturas e levar ao Congresso para disciplinar o gasto público.

E o prêmio às prefeituras?
Schneider – Lançamos o prêmio Municípios que Fazem Render Mais. A entrega será dia 25 de novembro, na Acij. Participam os três estados do Sul, com apoio das federações e da FGV. A melhor gestão pública aumenta a competitividade das empresas.

O que é urgente para a Acij?
Schneider - Infraestrutura. Defendemos a duplicação da BR-280 e, em Joinville, a construção do anel viário e a duplicação da Rua Dona Francisca, para melhorar a mobilidade urbana. Também precisamos de um aeroporto que feche menos e mais saneamento.

O senhor segue à frente da gestão da Ciser?
Schneider – O presidente é meu pai, Carlos Frederico Schneider, temos a nossa equipe, mas a decisão final é minha. Temos fábricas em Joinville e em Minas Gerais, 1,3 mil empregados e estamos sempre olhando novos segmentos. Estamos preocupados com a competitividade de produtos da China.

Dizem que a sua família é dona de muitos imóveis e nascentes em Joinville. É isto mesmo?
Schneider – Investimos muito em imóveis, há cem anos, até fora de SC. Temos uma grande reserva florestal, o Quiriri, onde estão 17% das nascentes de Joinville. Temos as empresas Hacasa (imobiliário), Intercarbo (logística), RBE (energia) e a Parati Agropecuária. Planejamos investir em geração de energia.

Notas

Celesc

Carlos Schneider foi presidente da Celesc de janeiro de 2003 a setembro de 2005. Diz que seu trabalho não teve continuidade em função da troca de gestores, mas elogiou a equipe de profissionais da estatal. Contestou críticas de que aproveitou sua passagem na empresa para identificar projetos na área energética.
– Os projetos de energia que estamos avaliando são todos fora do Estado – diz.

Crescimento

O Brasil não tem como sustentar crescimento acelerado com a taxa de investimento que tem hoje, de 18% a 19% do PIB, enfatiza Carlos Schneider. Ano passado, o país fechou com 16,7%. Para crescer 5% ao ano, tem que ter taxa de investimento de 25% do PIB, afirma. Para isso, tem que aumentar a poupança interna. A forma mais lógica é reduzir a participação do gasto corrente, de custeio, no orçamento público.

China

O avanço da competitividade dos produtos chineses no Brasil e no mundo preocupa Schneider. Diversas empresas catarinenses estão comprando produtos asiáticos, inclusive a Ciser, da família Schneider.
– A gente traz produtos da China, mas não é produção própria, é administrada, tem controle de qualidade. É complemento de linha. Representa uns 20% do total vendido, mas é um número que varia muito, conforme câmbio, setor aquecido no mercado – afirma Carlos Schneider.

Força do associativismo

26 de setembro de 2010 0

O acordo firmado entre as federações empresariais catarinenses com a Secretaria de Estado da Fazenda, que garantiu um fôlego às pequenas empresas do comércio diante do avanço do modelo de substituição tributária, foi citado como exemplo da força do associativismo empresarial pelo presidente da Federação das CDLs de SC, Sérgio Medeiros, hoje, na abertura da Convenção Nacional do Comércio Lojista, no CentroSul. Ele recomendou aos líderes do varejo no país buscarem solução semelhante nos seus estados. Em SC, após intensas negociações com a participação das federações, especialmente a FCDL, que levou números aos técnicos da Fazenda, foi possível conseguir uma redução de 70% na margem de valor agregado para a incidência do ICMS a pequenas empresas que atuam com produtos incluídos na substituição tributária.

Câmbio que causa perdas

25 de setembro de 2010 1

Há anos com o real valorizado e, agora, supervalorizado por razões como as altas taxas de juros que atraem capital especulativo do exterior e o elevado nível de exportações de commodities, a economia brasileira sofre consequências com a menor oferta de empregos diretos e indiretos, perda da competitividade das exportações, fim de etapas importantes de cadeias produtivas, excesso de importações e intenso turismo internacional. A melhor forma de enfrentar o problema, segundo os especialistas na área, é o governo federal reduzir seus gastos correntes, com salários e outros custos, que têm aumentado bem acima da expansão do PIB na última década.

O real valorizado compromete o presente e o futuro da competitividade das empresas do país porque, se elas não vão bem no momento, terão um futuro ainda pior. Nesta fase de economia em alta, a maioria da população está feliz porque está empregada e pode consumir mais, especialmente amparadas pelo crédito.
Mas se o país não der atenção aos estragos causados pelo câmbio agora, em um cenário econômico mais difícil, no futuro, poderá não ter condições nem de oferecer empregos com salários baixos para as pessoas continuarem comprando produtos, talvez ainda baratos, feitos na Ásia.

Le Monde com a Mitsubishi

24 de setembro de 2010 2

O grupo Le Monde oficializou ontem novo negócio na Grande Florianópolis, a concessionária da marca japonesa Mitsubishi, com foco no segmento de carros 4×4. A empresa, que já atua com a marca francesa Citroën no Estado, comprou a concessão da marca que era comercializada na região pela SuperAuto, construiu nova loja em São José, com 5 mil metros quadrados e já iniciou as vendas, informa o empresário Nelson Füchter Filho. Serão oferecidos 10 modelos, com preços de R$ 70 mil a R$ 190 mil.Na foto, diante da SUV Pajero Dakar, no restaurante Taikô, Nelson Füchter Filho (E), o diretor comercial da Mitsubishi no Brasil, Fernando Matarazzo, e os empresários Fernando e Nelson Füchter.

 Atenção ao Brasil

A montadora japonesa Mitsubishi, a exemplo das demais, está dando atenção especial ao mercado brasileiro, que já responde por 6% da suas vendas globais. Segundo o diretor comercial da marca no Brasil, Fernando Matarazzo, estão sendo investidos R$ 800 milhões em expansão da produção na fábrica de Catalão, em Goiás. Este ano, devem ser vendidos 46 mil veículos no país e, no ano que vem, a estimativa é de expansão de 10%. A empresa produz no Brasil 70% dos carros que comercializa aqui. Os nacionais são o L200 Outdoor, L200 Savana, L200 Triton, Pajero TR4 e Pajero Sport. Os feitos no exterior são o Pajero Dakar, Pajero Full 3D, Pajero Full e Outlander.

Expo Money com a Geo Eventos

23 de setembro de 2010 0

A maior edição da Expo Money do país, que começou hoje à noite e vai até sábado, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, apresentou, entre as novidades, a incorporação da Trade Network Participações, realizadora da exposição, pela Geo Eventos, companhia formada pela Globo Participações e o Grupo RBS. A Trade realiza o Circuito Expo Money em 12 cidades do país, entre as quais Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba. São palestras gratuitas e feiras de produtos e serviços para incentivar investimentos e melhores práticas de gestão de finanças pessoais.

Conforme o presidente da Geo, Pedro Assunpção, o investimento é estratégico para a construção do pilar de eventos de negócios da empresa, composto por feiras, congressos e seminários. Robert Dannenberg, presidente da Trade Network, assume a vice-presidência da área de negócios da Geo.

_Nossa empresa está sendo reconhecida pelo ineditismo e modelo inovador de eventos _ comentou Dannenberg.  

 

Havaianas, do popular ao luxo

23 de setembro de 2010 0

Como as sandálias Havaianas, que eram um produto popular no Brasil, foram transformadas em artigo de luxo nos principais endereços do Primeiro Mundo? Ângela Hirata, executiva da São Paulo Alpargatas, dona da marca, contará as estratégias adotadas para os participantes da Convenção Nacional do Comércio Lojista, que abre domingo à tarde e vai até quarta-feira, no CentroSul, em Florianópolis. Em 2001, quando Ângela assumiu a gestão de marketing da empresa, as exportações representavam 1,5% da receita da empresa. Em quatro anos, subiu para 10%. Angela falará dia 29, às 8h30min. Lá fora, o chinelo de dedo criado em 1962 ganhou estilo fashion e custa até US$ 250 quando traz cristais Swarowski.

Cerâmicas catarinenses buscam tendências

23 de setembro de 2010 0

O setor de revestimentos cerâmicos de Santa Catarina e do país vai concentrar suas atenções, semana que vem, na Itália, especialmente em Bolonha e Rimeni. As cidades vão sediar a Cersaie, feira mundial que dita moda ao setor, e a mostra Tecnargila, que apresenta novas tecnologias. Desta vez, as empresas catarinenses Eliane, Cecrisa e Ceusa vão expor na Cersaie, e as demais vão conferir as novidades, informa o superintendente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmicas para Revestimentos (Anfacer), Antônio Carlos Kieling.

O foco dos empresários brasileiros será identificar tendências, porque o mercado interno vai muito bem, no ritmo da construção civil. Segundo Kieling, as vendas no Brasil, este ano, devem crescer de 8% a 12% em volume físico, e as exportações terão expansão de 3%. O setor acompanha, com atenção, as vendas de aços longos no país para ter ideia da expansão. Este ano, este segmento está crescendo 30%.

Angeloni reforça vendas pela internet

22 de setembro de 2010 0

A rede Angeloni de supermercados inaugurou novo site de comércio eletrônico e informações. Um dos focos é a sustentabilidade. Entre as inovações estão a possibilidade de o cliente escolher se quer receber as compras, em casa, com ou sem sacolas plásticas. A empresa manteve a oferta de cinco horários para as entregas.

O portal tem links que facilitam a localização de produtos. O objetivo é atender as regiões próximas às lojas com itens de supermercados e farmácia, e o Estado e a Grande Curitiba com os produtos de bazar e eletroeletrônicos.