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Conselho da Celesc cancela o projeto do PDVI

14 de outubro de 2010 1

O conselho de administração da Celesc, em reunião que se encerrou há pouco, decidiu cancelar o projeto do novo Programa de Demissão Voluntária Incentivada (PDVI). Segundo o presidente da Celesc Holding, Sérgio Alves, as razões são a ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) questionando a falta de um concurso público para repor os técnicos que optariam pelo plano e a falta de garantia de que haveriam novas contratações de número semelhante de trabalhadores.

Conforme Sérgio Alves, a votação foi quase unânime. Dos 13 conselheiros, 12 votaram contra a adoção de um novo PDVI. O único que se absteve foi o Pedro Bittencourt.

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Comentários (1)

  • Reinaldo Becker diz: 18 de outubro de 2010

    A CELESC lançou o programa, lançou as regras, fêz as inscrições, programou as datas de saídas, iniciou o programa de preparo para aposentadoria e mudou completamente o destino e expectativa de vida desses funcionários – A viabilidade do PDVP foi amplamente divulgado na empresa e na mídia (é coisa séria e não brincadeira de criança).
    Muitos deles tiraram suas licenças prêmios, férias por imposição dos critérios de desligamento do referido programa, outros foram mais longe venderam casas, apartamentos, mudaram de cidades, criaram expectativas junto aos seus familiares, parentes, roda de amigos, entre outros, e fizeram gastos em função desse desligamento programado.
    Então, não sou jurista, mas acredito que todos os inscritos devam se unirem para fazerem uma ação conjunta, com o intuito de reveter esta situação. Pelo visto não podemos contar com os sindicatos, mas creio que cabe algumas ações:

    - Um processo cível coletivo (ou individual de forma coletiva – não sei a forma) de danos morais e materiais;
    - Um processo no Ministério do trabalho para salvaguardar nossos direitos trabalhista ( é grave, no meu entender, as declarações do nosso representante no CA, Sr. Jair, de que além de cancelarem uma condição liquida e certa, irão reduzir o crescimento vegetativo da folha de pagamento, cortando ganhos e vantagens históricas dos Celesquiano; e coisa mais séria – me induzindo a crer que vão praticar demissões);
    - Ação no Ministério Público por improbidade administrativa; e
    - Abaixo assinados dos 1600 e poucos inscritos para Assembléia Administrativa, Deputados saíntes e entrantes, representação na CVM, entre outras ações.

    No meu entender esta é mais uma ardilosa articulação dos gananciosos de plantão para botarem a mão na coisa pública em detrimento da sociedade e do povo de Santa Catrina, onde nós pagaremos o pato (nós funcionários inscritos no PDVP ou não).

    Não sou a pessoa indicada para isto mas creio que na Celesc ou dentro dos inscritos tenha alguém ou grupo de pessoas que possam fazer esta ação.

    No momento e rapidamente, penso que devemos criar a massa crítica para tal, fomentando os interessados, por meio da divulgação da idéia.

    Este é o lado do empregado da CELESC, portanto contamos com o apoio / colaboração da Jornalista / Economista Estela Benetti para a divulgação da situação que se criou.

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