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Posts de outubro 2010

Promessas de Dilma

31 de outubro de 2010 1

Os desafios econômicos dominaram o primeiro pronunciamento da presidente eleita, Dilma Rousseff, que incluiu, também, temas importantes como o respeito às leis e à liberdade de imprensa. A principal promessa econômica é de luta pela erradicação da pobreza, para a qual pediu apoio dos empresários, igrejas, entidades civis, universidades, imprensa, governadores, prefeitos e todas as pessoas de bem. 

Pelo tamanho desta meta, ela tem razão em pedir todos esses apoios porque, para cumpri-la deverá ir além do que o presidente Lula fez com o Bolsa Família. Só uma educação de alta qualidade, em todos os níveis, especialmente no ensino fundamental, vai permitir a erradicação da miséria. Foi com essa conquista, aliada a mais ações, que outros países conseguiram atingir este objetivo. O principal exemplo é a Coréia do Sul, que há 40 anos tinha a mesma renda per capita do Brasil e hoje é desenvolvida.

Para qualificar o desenvolvimento econômico, Dilma prometeu medidas como o esforço pela melhoria da qualidade do gasto público, simplificação e atenuação da tributação e pela qualidade dos serviços públicos. Incluiu valorização do empreendedor individual, ampliação do limite do Supersimples e modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico. O discurso é positivo e propositivo, com temas prioritários.



No topo dos loteamentos no Brasil

31 de outubro de 2010 1

O empresário Reynaldo Leal entende muito de terrenos para construções residenciais. Foi graças a esta habilidade, aliada ao crescimento do mercado imobiliário do país, que a sua empresa, a GSP Loteamentos, que tem matriz em Ourinhos, interior de São Paulo, se tornou a maior do setor no Brasil, presente em 70 cidades. As belezas de Santa Catarina pesaram para Leal abrir escritório em Florianópolis, há quatro anos, e fixar na cidade uma das três residências que tem no país.

O slogan da GSP, Seu sonho possível, reflete o desejo de muitos brasileiros de morar numa casa. Adepto do estilo casual, com um boné de grife, o empresário não revela números estratégicos da empresa e faz questão de conferir pessoalmente cada negócio que lança. Sua empresa oferece lotes para alta renda e também unidades mais acessíveis. Em SC, predominam os produtos mais sofisticados, em 11 cidades.

  • Reynaldo Galves Leal
  • Fundador e presidente da GSP Loteamentos, a maior empresa brasileira do segmento de vendas de terrenos para imóveis residenciais. Técnico em Topografia e engenheiro civil pela Universidade de São Paulo (USP), Reynaldo Galves Leal, 57 anos, ingressou jovem no setor imobiliário, antes mesmo de concluir o curso universitário. Foi sócio de várias empresas e, desde 1996, está à frente da GSP, que tem matriz em Ourinhos, interior de São Paulo e, há quatro anos, tem escritório também em Florianópolis. A vinda para Santa Catarina foi para realizar um sonho do empresário e da mulher, de morar na capital catarinense.

  • Como ingressou no setor?
    Reynaldo Leal
    – Antes de me formar em Engenharia eu era topógrafo (profissional que avalia terrenos), fiz curso prático de topografia em Piraju, interior de São Paulo, minha cidade natal, onde morei até os 20 anos. Eu trabalhava em empresa de meu irmão, que é engenheiro agrônomo. Meu pai era cafeicultor e dono de farmácia. Chegou a ter 500 mil pés de café. Entrei no curso de Engenharia e me formei em 1977. Fiquei sócio de uma empresa que fazia topografia, transformei ela numa construtora, na qual trabalhei até 1980. Aí veio uma grande crise no setor imobiliário, porque a inflação chegou a 40% ao ano de 1979 a 1980. Como os contratos não previam correção monetária, tivemos que fechar a empresa e demitir os 500 trabalhadores.

    Como foi a recuperação?
    Reynaldo
    – Levei um tempão para pagar minhas contas. Cheguei a trincar, mas não quebrei. Comecei a trabalhar como engenheiro autônomo em Botucatu, SP. Eu fazia 40 casas por ano. Comprava o terreno para as pessoas que não tinham condições e fazia a casa para elas. Nesse período, já tinha me casado. Mudei para Ourinhos e comecei a trabalhar com loteamentos. Fui convidado por dois loteadores para fazer um empreendimento. Acompanhei eles numa reunião. Estava curioso para saber como definiam preço. Um virou para o outro e disse: “O que você acha de 24 pagamentos de R$ 500”. Ou outro falou: “Acho bom”. Eu fiquei de boca aberta. Se esses caras, fazendo desse jeito, estão ganhando dinheiro, eu vou nadar de braçada. Em 1985, comecei a prospectar e fiz o primeiro loteamento, em Santa Cruz de Rio Pardo, São Paulo, junto com dois sócios. Depois tive uma empresa com outros sócios no Paraná, a Santa Alice.

    Por que a marca GSP?
    Reynaldo
    – São as iniciais de Grupo Santa Paula, que fundei antes de ir para o Paraná e, mais tarde, em 1996, passei a me dedicar somente a ele. Como já existia o registro Grupo Santa Paula no Brasil, optamos pelas iniciais GSP. Desde aquela data estou sozinho na empresa. A maioria dos nossos empreendimentos é com aquisições de áreas. Temos poucas parcerias. Se existe a possibilidade de um preço razoável de um terreno, eu compro, corro todos os riscos do negócio e tenho uma rentabilidade maior.

    E a vinda para Florianópolis?
    Reynaldo
    – Eu gostei da cidade. Este era um sonho meu e da minha esposa. A gente escolheu Florianópolis para morar há quatro anos, e também abrimos escritório da empresa aqui. Temos mais duas residências no Brasil, uma casa em Ourinhos e um apartamento em São Paulo. Dois dos nossos filhos moram em São Paulo e outro mora em Ourinhos.

    A sua empresa é a maior do Brasil. Como chegou à liderança?
    Reynaldo
    – Estamos em 10 estados,70 cidades. Visito todos os nossos negócios. Eu é que dou o ok para a compra de terrenos. Não delego isso para ninguém. Esse é o grande segredo de sucesso da empresa, é saber comprar bem, enxergar o que os outros não enxergam. Muitas vezes eu vejo um grande empreendimento onde outros não veem. Esse é um dos dons que Deus me deu. Outra razão, é cumprir o prometido, sempre. Em todos os 160 empreendimentos que temos executados no país, nunca deixamos de fazer sequer um item que tenhamos prometido. O que é prometido é cumprido exatamente, sempre que possível, antes do prazo que a gente estipulou.

    Que terrenos vocês oferecem?
    Reynaldo
    – Temos loteamento popular, que denominamos Prata, e custam até R$ 50 mil. Depois, temos o Ouro, com preço de R$ 50 mil a R$ 150 mil, e o Platinum, produto premium para a classe A, de R$ 150 mil até mais de R$ 1 milhão. Todos são oferecidos com financiamento de até 10 anos e infraestrutura adequada ao perfil de cada segmento. Os mais simples têm água, luz, esgoto e área de lazer.

    O que o comprador de terreno quer saber quando faz o negócio?
    Reynaldo
    – Se o imóvel é legal, se tem a documentação em ordem. Nos nossos empreendimentos, temos um dossiê com todos os documentos para o cliente olhar. Os nosso produtos têm uma garantia de fiança bancária. Cada empreendimento é uma empresa separada, com garantia de 100% ao cliente. Vendemos terrenos porque a maioria das pessoas tem o sonho de ter uma casa bonita.

    Como está a presença da GSP em Santa Catarina?
    Reynaldo
    – Investimos em 11 cidades, entre as quais Florianópolis, São José, Governador Celso Ramos, Balneário Camboriú, Camboriú, Joinville, Jaraguá do Sul, Blumenau e Campo Alegre. A maioria dos nossos projetos é de alto padrão. Temos o GSP Platinum Jurerê; o Golfe em Joinville; e o Bosque Europeu em Blumenau, entre outros.

    Quanto vai crescer em 2011?
    Reynaldo
    – A GSP vem dobrando de tamanho todos os anos, o que significa crescer 100%, tanto no número de lotes quanto em faturamento. Nos últimos anos, houve um represamento grande dos nossos projetos por problemas ambientais, documentais, de sorte política, uma série de entraves. Mas coincidiu que em 2010 todos esses projetos em carteira foram desenrolados. Então, este ano vamos crescer 100% e, no ano que vem, devemos dar um salto de 500%. Isso porque, em janeiro, vamos lançar sete empreendimentos; em fevereiro, seis; março, três; abril, seis; maio, seis; junho, cinco; julho, dois; agosto, três; setembro, cinco; outubro, dois; e novembro, três.

    O crédito ajuda?
    Reynaldo
    – O plano Minha Casa, Minha Vida alavancou as vendas de imóveis. A economia está crescendo e pessoas estão tendo empregos, subindo na escala salarial e, assim, mudam para imóveis melhores.

    Notas

    Estilo

    O empresário Reynaldo Leal não revela números sobre os seus negócios, embora seja um dos homens mais ricos do Brasil. Apesar disso, faz questão de se vestir de forma casual, com calça jeans e um boné de grife.
    – A gente tem que ser o que é. Não pode vestir uma roupa e por dentro ser outra pessoa. Eu não sou um executivo engravatado, nunca fui e não gosto de usar terno. Para mim, todas as pessoas são iguais. Aqui na empresa, abraço tanto a menina que faz o café quanto o gerente-geral da empresa. Sou católico, acredito em Deus, que tem sido muito bom comigo – afirma Reynaldo.

    Casa

    Uma das razões pelas quais o fundador da GSP está confiante no crescimento dos negócios nos próximos anos é o elevado déficit habitacional do Brasil. Apesar de tudo o que foi feito nos últimos anos, ele diz que há necessidade de aproximadamente 10 milhões de moradias. À medida que as pessoas vão ampliando sua renda e patrimônio, vão mudando para imóveis melhores.

    Projetos

    Nesta onda de vendas pela internet, a oferta de imóveis pela rede também ajuda nos negócios. Reynaldo Leal afirma que o site da GSP permite compras, embora o sistema não seja um dos melhores e está sendo reformulado. Segundo ele, hoje, de 5% a 7% dos negócios são pela internet, e, com o novo sistema, a meta é comercializar de 20% a 30% virtualmente.

    Vendas

    O mercado imobiliário do Brasil vai crescer até 2016, com certeza, muito. As famílias podem financiar terreno e casa. Ficou mais fácil.

    Lixo Zero nos supermercados

    30 de outubro de 2010 1

    O projeto Supermercado Lixo Zero 2020, apresentado ontem, na 7ª Conferência Internacional Lixo Zero, em Florianópolis, pela Associação Catarinense de Supermercados (Acats) ,chamou a atenção de especialistas de meio ambiente do exterior. Uma das participantes, a carioca Ana Lucia Carvalho, que é gestora de meio ambiente da prefeitura de San Diego, Califórnia, EUA, disse que vai mostrar o projeto da entidade catarinense à associação de supermercados da região da Califórnia.
    – Fiquei maravilhada e orgulhosa ao ver um projeto com objetivo tão audacioso sendo implantado em meu país. Um projeto desses coloca o Brasil na vanguarda mundial da sustentabilidade – disse Ana Lucia.
    Pelo plano, até 2020, supermercados associados da Acats terão sistemas próprios de gestão de resíduos sólidos Lixo Zero, disse o diretor da entidade, Antônio Carlos Poletini.

    A economia no novo governo

    30 de outubro de 2010 0

    Desta vez, o mercado financeiro não registrou variações bruscas, independentemente da posição dos dois candidatos à Presidência da República nas pesquisas de intenções de voto. Mas com o fim do processo eleitoral, amanhã à noite, o país passará a ser informado sobre as medidas econômicas que a nova cúpula do Executivo federal vai fazer.

    Uma coisa é certa. Pelo menos uma reforma deverá sair do papel. Os dois candidatos prometeram mudanças na área tributária, e o ano para promover as alterações é o imediatamente após a eleição. A dúvida é se a mudança virá com redução da carga ou apenas facilidades para arrecadar. O ideal seria unir essas duas prioridades, porque empresas brasileiras estão perdendo mercado aqui e lá fora devido à alta carga tributária. A economia mostra, também, a necessidade de conter a valorização do real, a pressão inflacionária e o crescimento dos gastos públicos. Avanço na educação também ajudaria.

    Woa entrega praça revitalizada

    29 de outubro de 2010 0

    A família Koerich, sócia da nova empresa Woa Empreendimentos Imobiliários, entregou oficialmente, nesta manhã, a revitalização da Praça Governador Celso Ramos, que fica entre o Hotel Majestic e o McDonald's, na Avenida  Beira-mar Norte. Os 12.473 metros quadrados ganharam novo paisagismo, mas foram preservadas as árvores antigas. A feira de hortifrutigranjeiros, que acontecia dentro da praça, foi transferida para o estacionamento em frente.

    Agora, o desafio é manter o espaço seguro e organizado, afirmou o empresário Walter Silva Koerich, diretor da Woa, que patrocinou a renovação dos dois espaços com o apoio da prefeitura de Florianópolis, Floran, Ipuf, FloripaAmanhã e a Associação dos Moradores e Amigos da Praça Governador Celso Ramos, entre outros. Este não é o primeiro projeto urbanístico que recebe apoio dos Koerich. A Praça XV, no Centro da Capital, ganhou vitalização financiada pelas Lojas Koerich e Carioca Calçados. Segundo o empresário, o próximo projeto será fazer uma parceria com o Exército Brasileiro, dono da área em frente ao Beiramar Shopping e ao lado do Majestic, para fazer uma renovação por lá.

    Entre os presentes no evento, o prefeito Dário Berger, o presidente da CDL da Capital, Osmar Silveira, o procurador Alexandre Herculano Abreu, o superintendente da Floram, Gerson Basso e a presidente da ONG FloripAmanhã, Zena Becker. Na foto, a partir da direita, os Koerich: Walter, Ronaldo, Orlando e Sérgio.

    Foto Guto Kuerten

    Mutirão para abrir empresas vai até amanhã

    29 de outubro de 2010 0

    O mutirão do Sebrae/SC e da  prefeitura de Florianópolis para formalizar empresas dentro da Lei do Microempreendedor Individual, realizado em barraca ao lado do Mercado Público, no Centro, vai até amanhã, às 12h. O serviço é para quem quer formalizar empresa individual ou simplesmente buscar mais informações sobre como abrir o novo negócio com menores riscos.

    De acordo com o coordenador do Sebrae para a Grande Florianópolis, Januário Serpa, até ontem mais de 2,5 mil pessoas tinham sido atendidas pelo mutirão e cerca de 250 aproveitaram para abrir a empresa. Além da consultoria para abrir o negócio, os interessados podem participar de palestras sobre administração de empresas. Nesta sexta, o atendimento começa às 9h e vai até às 18h, sem intervalo para almoço.

    Com parceira dos EUA

    28 de outubro de 2010 0

    A C-Pack, de São José, multinacional que é líder latino-americana no segmento de embalagens tipo bisnaga, anuncia joint venture com a americana Orange Product. A nova empresa vai produzir esferas de roll-on e complementos para o mercado de higiene pessoal, prevê faturamento de R$ 10 milhões e vai oferecer 60 empregos diretos, segundo informações do presidente da C-Pack, Luiz Gonzaga Coelho.

    A nova empresa ocupará prédio de 2 mil metros quadrados, no bairro Pagará, em Santo Amaro da Imperatriz.

    Um luxo só

    28 de outubro de 2010 0

    Um dos mais luxuosos condomínios da Beira-Mar Norte, que começou a ser edificado em frente ao bar Koxixo’s, deve ser lançado em breve. É o primeiro projeto da Woa, a nova empresa imobiliária dos Koerich, voltada a imóveis de alto padrão, que tem como sócias a Lojas Koerich e as construtoras Zita e Koerich.

     O diretor da Woa, Walter Silva Koerich, vai liderar amanhã, às 8h30min, no Majestic, evento de entrega da revitalização da Praça Governador Celso Ramos, feita com recursos da empresa, da prefeitura, Amapraça, FloripAmanhã e outras firmas.

    Preço de imóveis aumenta 15%

    28 de outubro de 2010 0

    Avalorização de imóveis em Florianópolis, uma das cidades com o setor imobiliário mais dinâmico do Brasil, segue em 15% ao ano, em média, apesar das dificuldades que a indústria do setor enfrentou nos últimos meses. Conforme o presidente do Sindicato da Indústria da Construção da Capital, Helio Bairros, esse aumento é registrado, principalmente, em imóveis de padrão A e B.
    Segundo o empresário, as empresas estão retomando o mesmo nível de produção do início deste ano, após enfrentarem dificuldades burocráticas nos últimos cinco meses, que causaram perdas de R$ 45 milhões em vendas, salários e impostos.

    Às classes A e B

    O preço médio do metro quadrado da construção para a classe AA, em Florianópolis, vai de R$ 10 mil ou mais, diz o presidente do Sinduscon, Helio Bairros. A maioria desses imóveis está na Beiramar Norte e Jurerê Internacional. Para a classe AB, o metro quadrado varia de R$ 4 mil a R$ 8 mil, também em regiões mais nobres, como a Beiramar, João Paulo, Cacupé e outras. Bairros observa que, com o crescimento imobiliário do Brasil, algumas áreas de São Paulo e Rio voltaram a ter valorizações maiores do que as de Florianópolis e Balneário Camboriú.

    Itaguaçu abre 346 vagas

    27 de outubro de 2010 0

    O Shopping Itaguaçu, de São José, está abrindo 346 novas vagas de trabalho neste final de ano com a inauguração de novas lojas e postos para as vendas de Natal. Só a Burger King, que abrirá nos próximos dias, gerou 60 empregos diretos. O Itaguaçu oferece 1.537 empregos diretos.