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A escolha de Dilma para o Banco Central

24 de novembro de 2010 0

O economista gaúcho Alexandre Tombini, escolhido pela presidente Dilma Rousseff para presidir o Banco Central, é respeitado por seus pares pelos conhecimentos técnicos, experiência no BC, onde atua desde 1995, e discrição com a imprensa. A decisão da presidente foi muito bem pesada. Agora, resta provar que ele terá independência à frente da instituição para tomar as medidas necessárias para controlar a inflação. O mercado ficou com dúvidas sobre isto, porque o atual presidente do BC, Henrique Meirelles, disse que só ficaria à frente do banco se tivesse autonomia. Essa informação gerou alta dos juros futuros.

O primeiro compromisso de Tombini deverá ser a elevação da taxa Selic para controlar o atual surto inflacionário. Afinal, a taxa chegou a quase 0,9% na última apuração. Cerca da metade disso é alta de alimentos, que não tem muita influência diante da Selic. Se Meirelles não aumentar o juro antes de sair, o compromisso ficará para o ano que vem e aí, a decisão será da nova cúpula do BC.

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