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Posts de janeiro 2011

Senai/SC divulga lista dos aprovados para seus cursos técnicos

31 de janeiro de 2011 0

O Senai/SC acaba de diuulgar no site www.conhecimentoamais.com.br a lista de aprovados para as 99 turmas de cursos técnicos que vai oferecer este ano, no Estado. As aulas vão começar na próxima segunda-feira.

Abaixo, o texto da assessoria da instituição:

Técnicos e tecnólogos têm maiores chances de acesso ao mercado de trabalho, segundo a Fundação Getúlio Vargas

Florianópolis, 31.01.2011 – Já estão disponíveis no site www.conhecimentoamais.com.br a lista de aprovados para as 99 turma de cursos técnicos oferecidos pelo SENAI em Santa Catarina. Os candidatos passaram por teste de seleção no último dia 24. As aulas iniciam no dia 7 de fevereiro (segunda).

“Os técnicos e tecnólogos formados nesses cursos têm grande aceitação no mercado de trabalho”, salienta o diretor regional do SENAI de Santa Catarina, Sérgio Roberto Arruda. “Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, divulgada no ano passado, os egressos de cursos técnicos ou superiores de tecnologia têm 48% mais chances de obter um emprego”, salienta.

A pesquisa a que Arruda se refere revela também que as pessoas que passaram por algum dos cursos citados têm salários em média 12,9% superiores aos demais. As pesquisas realizadas pelo SENAI de Santa Catarina com seus egressos corroboram com os resultados dos estudos da FGV: mais de 90% dos técnicos e tecnólogos formados pela instituição garantem uma ocupação profissional até o término do curso ou alguns meses depois.

Os cursos oferecidos pelo SENAI atendem todas as regiões do Estado e os setores industriais proeminentes em cada uma delas. Entre eles estão formações para a atuação específica em cada setor (como os das áreas de alimentos, cerâmica, móveis ou moda). Existem também cursos que permitem a atuação em diversos segmentos econômicos, como os cursos de informática, meio ambiente, recursos humanos, segurança no trabalho ou de manutenção industrial (eletromecânica, mecânica, entre outros).



Ações cobram R$ 617 milhões de sonegação

31 de janeiro de 2011 0

Está cada vez mais difícil sonegar impostos no Estado em função do cerco feito pelos órgãos de cobrança e fiscalização. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuizou ações contra contribuintes para cobrar R$ 617 milhões referentes a não pagamento ou fraudes na arrecadação de impostos, principalmente o ICMS, nos últimos quatro anos. O total cobrado pelo MPSC em 2010 soma R$ 227,2 milhões, 9,4% mais do que o valor de 2009, que atingiu R$ 207,4 milhões.

Esse trabalho intensivo é realizado desde 2007, quando a Secretaria de Estado da Fazenda e o Ministério Público firmaram um acordo para desenvolver trabalho conjunto no combate à sonegação. E, no final do ano passado, a Procuradoria-Geral do Estado também entrou nesse grupo de trabalho, o que garante vigilância ainda maior. Todo o esforço dos órgãos responsáveis é importante para garantir os recursos que viabilizam oferta de educação, saúde e outros serviços públicos. A empresa que sonega normalmente cobra o imposto do consumidor e fica com o dinheiro, o que acaba concentrando renda e prejudicando a comunidade.

Lições para prevenção de riscos

31 de janeiro de 2011 0

Nesta fase de enxurradas que causam tragédias em diversas regiões do país, incluindo Santa Catarina, é importante tomar medidas para evitar esses danos. Um dos especialistas que detém experiência de 35 anos em consultoria de prevenção de riscos é o engenheiro de segurança e empresário blumenauense Hans Dieter Didjurgeit. Sobre os problemas com chuvas, ele é categórico ao afirmar que devem ser proibidas construções em morros com mais de 30% de declividade e em margens de rios. Também orienta sobre seguros empresariais e seguros para garantia de renda familiar e bens.

Após trabalhar na indústria da sua família, a Didjurgeit, que produz móveis de luxo, Hans Dieter iniciou a carreira de engenheiro na Proconsult, empresa que fazia usinas hidrelétricas, barragens, drenagens e projetos de urbanização para controle de águas pluviais. Depois, fundou a corretora ADDMakler e comprou a Herco, pelas quais ingressou no setor de seguros empresariais e consultoria de risco. As duas empresas, que vendeu há dois anos para a MDS e das quais ainda é executivo, têm clientes de peso como a Hering, Petrobras, Weg e Brasil Foods.

Hans Dieter Didjurgeit

Presidente da consultoria de risco Herco, coordenador da integração da corretora ADDMakler na seguradora internacional MDS e empresário. O blumenauense Hans Dieter Didjurgeit é engenheiro mecânico pela Udesc, administrador de empresas pela Furb e pós-graduado em Engenharia de Segurança pela UFSC. Atuou como engenheiro de risco na Proconsult, fundou a corretora ADDMakler e comprou a Herco Consultoria de Risco, de Blumenau, empresas que vendeu para a MDS, do grupo português Sonae e a Suzano. Decidiu seguir como executivo da Herco e também investe em empresas nascentes, como angel investor (investidor anjo). É casado com Angela, com quem tem dois filhos. Também tem três filhas do primeiro casamento.

Que conselhos o senhor dá para as defesas civis?
Hans Dieter Didjurgeit –
É preciso fazer prevenção de risco. Os fenômenos deste ano na Serra fluminense e, em 2008, no Vale do Itajaí, ocorreram basicamente por falta de controle das águas superficiais. Os altos volumes de chuvas fazem com que as águas desçam morro abaixo, encham os rios que sobem rápido. Isso provoca deslizamentos, destruição de pontes e casas à beira de rios. No Brasil, não respeitaram as matas ciliares que preservam o leito dos rios. A gente vê em todos esses desastres aglomerados de casas nas margens dos rios, e isso diminui a capacidade da água fluir.

O que é básico na prevenção?
Hans Dieter –
Eu diria, sem considerar qualquer análise técnica, que construções em morros com declividade acima de 30% e construções na beira de rios são um risco potencial e deveriam ser proibidas. As autoridades, hoje, estão complicando um pouco, dizendo que são necessários estudos de bacias hidrográficas. Tudo isso é importante, mas, como ação imediata tem que haver uma decisão única tanto do poder público municipal, Ministério Público, todos os órgãos de meio ambiente, com apoio municipal, estadual e federal, para eliminar esses riscos.

Falta rigor do poder público?
Hans Dieter –
Muito mais. O poder público deveria proibir as construções em encostas e nas margens de rios. Temos muitas construções nessas áreas no Estado. É preciso remover essas construções, independentemente da renda das pessoas e valor dos imóveis.

Como avaliar o risco das chuvas?
Hans Dieter –
É fundamental considerar a diferença da infiltração da água em superfícies. Um gramado ou área degradada a terra só absorve de 1 a 10 milímetros de água por minuto, enquanto uma floresta é uma represa natural, absorve de 200 a 310 milímetros por minuto.

E as obras de engenharia?
Hans Dieter –
Asfalto, construções, não são uma coisa necessariamente ruim, só que é preciso canalizar bem as águas para locais onde não vão causar danos. Se você tem uma rua asfaltada, precisa ter boas bocas de lobo e tubulações muito bem calculadas para que essa água chegue ao rio ou ao mar sem que atinja casas ou outras construções. O que aconteceu em todos esses desastres foram águas de superfície não controladas que foram levando ruas, pontes e casas porque não havia drenagem suficiente. É preciso considerar que estamos enfrentando chuvas mais fortes. No Rio, havia montanhas muito verticais desmatadas. O grande desafio é controlar águas em solos degradados.

Que orientações dá a empresas?
Hans Dieter –
Normalmente, o investidor solicita uma análise de projetos. Nós sugerimos construções que podem sofrer menos com danos de fenômenos naturais, como vendaval, desmoronamento, enchentes (águas de rios que sobem) e enxurradas (águas que descem). Depois vem a prevenção para incêndios e explosões. Temos softwares que simulam desastres.

Os seguros estão caros?
Hans Dieter –
O seguro, hoje, é muito barato no mundo. O custo era três vezes maior há 15 anos. Isto porque aumentou a concorrência e as prevenções também aumentaram. Assim, o seguro fica mais acessível.

Quais são os seguros mais importantes para uma família?
Hans Dieter –
Os mais importantes são o seguro de vida e o seguro saúde (plano de saúde) principalmente para a pessoa que traz a renda para a família. Na sequência, o seguro para residência é o terceiro mais importante. Se a pessoa tiver dificuldade para trabalhar por motivos de saúde ou morrer, a família pode ter problema de renda. A maioria dá muita importância ao seguro de carro porque há uma grande probabilidade de ocorrer acidentes de trânsito. Mas não se preocupa com a dimensão do dano que a perda de uma vida pode causar.

Quando o senhor vendeu suas empresas, passou a investir em projetos promissores de jovens empresários. Em quantos empreendimentos participa?
Hans Dieter -
É uma participação de venture capital em duas empresas. Uma faz máquinas com tecnologia de ponta e outra atua em nicho diferenciado da construção civil. Estou analisando mais um projeto.

Notas

Brasil Foods

A BRF – Brasil Foods, uma das maiores empresas de alimentos do Brasil, contratou um programa de gerenciamento de risco da Herco. As grandes companhias fazem contrato especial de consultoria para a prevenção de sinistros.

Seguro

O seguro de vida, normalmente, prevê uma indenização de dois anos do salário do provedor da família em caso de morte natural. Em caso de morte acidental duas vezes esse valor, o que equivale a quatro ou seis anos da renda. Segundo Hans Dieter, o ideal é comprar seguro de corretora, que custa mais barato do que de banco.

MDS

Quando era dono da ADDMakler, uma das dificuldades que Hans Dieter tinha era atender seus clientes que têm unidades no exterior. Agora, com a incorporação das suas empresas pela MDS, este problema foi resolvido. Com sede em Portugal, a companhia atua no mundo inteiro, embora o foco maior seja a península Ibérica e o Brasil. Tem uma corretora de resseguros em Londres, a Coopergay, e uma rede mundial de corretores.

Didjurgeit

Hans Dieter começou a trabalhar cedo na empresa do seu pai, a indústria de móveis sob medida Didjurgeit Instalações Ambientais. Hoje, a empresa, que tem 73 anos, conta com um quadro de 50 empregados e fornece esquadrias e móveis de madeira para residências de luxo no Brasil e exterior. Um dos diferenciais são as instalações completas para residências.

PDVP da Celesc

30 de janeiro de 2011 0

As coincidências de audiências para processos de empregados da Celesc contra a suspensão do Programa de Desligamento Voluntário Programado (PDVP), em cidades diferentes mas no mesmo dia e horário, ocorreram em função da distribuição eletrônica dos processos, explicam os advogados Diego Onzi de Castro e Marcelo Ramos Peregrino Ferreira. Eles, que ingressaram na Justiça com ações de trabalhadores da estatal que cobram seus direitos, explicam que o sistema da Justiça do Trabalho é rigorosamente idôneo, não sofre qualquer tipo de ingerência externa. Segundo Diego Onzi, os empregados da estatal cobram perdas porque foram prejudicados porque retiraram ações trabalhistas contra a empresa e transferiram know how para aderir ao PDVP, que não foi aprovado pelo conselho da Celesc.

Batismo no Porto de Itapoá

30 de janeiro de 2011 0

O início da movimentação de cargas pelo Porto de Itapoá está previsto para o começo de abril, com o batismo do navio Santa Catarina, da Hamburg Süd, armadora alemã que é sócia do terminal. A embarcação, um post-panamax com capacidade para 8 mil contêineres, é uma das maiores que operam nos oceanos. O empresário José Suppi diz que a expectativa é de que até abril a rodovia que dá acesso ao porto esteja concluída. Mas pode ser difícil porque está chovendo muito. A intenção é não utilizar as vias da cidade de Itapoá para transportar contêineres porque danificaria o asfalto.

Presidente da Fiesc pede mudança na gestão do Dnit

28 de janeiro de 2011 1

O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, afirmou hoje, ao lado do governador Raimundo Colombo, na reunião da diretoria da federação, que os responsáveis pelo atraso nas obras de duplicação da BR-101 Sul devem ser demitidos. Segundo ele, o principal culpado é o superintendente do Dnit em SC, João José dos Santos.

_ Os culpados são os gestores. Não podemos ter gente sem competência administrando recursos, criando problemas para a sociedade, com muitas perdas de vidas. Isto é falta de gestão e alguém precisa tomar posição _ disse Alcantaro.

O governador convidou os industriais a ajudar o governo com sugestões e críticas, o que agradou o grupo presente. Para o presidente da Fiesc, isto é ótimo. O pior seria um governo que não aceita críticas.


SC reclama da guerra do aço

28 de janeiro de 2011 1

O governo catarinense, que está revisando o programa Pró-Emprego para oferecer maior segurança jurídica aos operadores, reage à perseguição nacional ao Estado, especialmente sobre a importação de aço, enquanto mais sete estados praticam tarifas até inferiores. Para o secretário de Estado da Fazenda, Ubiratan Rezende, é pouco razoável que o Pró-Emprego seja tratado de forma pejorativa no país. E pior, para encobrir referências a programas mais agressivos de outros estados. Segundo ele, a Força Sindical ingressou com Adin contra o programa de SC, mas não fez o mesmo contra Minas, Rio, Paraná, Espírito Santo, Tocantins, Paraíba e Rondônia, que praticam carga tributária menor. Enquanto o Estado cobra alíquota de ICMS de 3,4%, a mesma importação de aço por Minas ou Rio têm alíquota de 2%.

A propósito, Ubiratan questiona se a Adin seria por conta do acordo entre a Força Sindical e o Instituto Aço Brasil, que reúne as siderúrgicas do país. Isto porque as importações independentes competem com as dessas siderúrgicas que, por não produzirem o suficente para atender a demanda interna, estão importando da China, Turquia, Rússia e de outros países.

Pedágio da BR-101 subirá para R$ 1,30 ou R$ 1,40

28 de janeiro de 2011 1

A tarifa de pedágio das quatro praças da BR-101 em Santa Catarina e uma no Paraná será reajustada dia 22 de fevereiro. Segundo a assessoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o preço atual de R$ 1,20 para automóveis vai subir para R$ 1,30 ou R$ 1,40. Os arredondamentos são de 10 em 10 centavos. O reajuste é efetuado com base no índice de inflação (IPCA) e apurados os desequilíbrios do contrato do ano anterior (obras a mais ou a menos executadas pela concessionária), inclusão ou retirada de obrigações, apuração das receitas extraordinárias obtidas pela concessão, mais a compensação do arredondamento da tarifa anterior.

 O pedágio da BR-116, também operado pela empresa espanhola OHL, que teve reajuste mês passado, subiu de R$ 2,90 para R$ 3,10, o que significa uma variação de 6,9%. Se a tarifa da 101 aumentar para R$ 1,30, o reajuste será de pouco mais de 8%.

Tractebel fará leilão de compra de energia

28 de janeiro de 2011 0

A Tractebel fará um leilão na próxima quinta-feira, 3 de fevereiro, às 15h, para a compra de energia para os anos de 2011 e 2012. A empresa vai disponibilizar três produtos com lotes mínimos de 1 MW/médio e com ponto de entrega a ser definido pelo proponente vendedor no Sul, Sudeste ou Nordeste. O leilão será pela internet e os interessados podem enviar documentos até o dia 31. Outras informações no www.tractebelenergia.com.br.

Casan quer investir R$ 1,2 bilhão

28 de janeiro de 2011 1

A entrevista de Dalírio Beber, presidente da Casan, com menos cortes porque aqui no blog o espaço tem menos limitações.

Com as dívidas ajustadas, a Casan pretende investir R$ 1,221 bilhão nos próximos quatro anos. A maior parte na coleta e tratamento de esgoto. Do montante, R$ 255,3 milhões vêm da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), R$ 395,4 milhões da agência japonesa JICA, R$ 384,5 milhões do PAC e R$ 186,2 milhões serão recursos próprios, de contrapartidas. Quem vai liderar esses projetos é o novo presidente da estatal, o advogado e empresário do setor imobiliário, Dalírio Beber. Nascido em Massaranduba, mas com negócios em Blumenau, casado com Eliane, três filhos, Dalírio acumula bastante experiência na área pública. Presidente de honra do PSDB de SC, foi secretário de Administração e Fazenda de Blumenau e, nos últimos anos, presidiu o Badesc, a agência catarinense de fomento. Antenado, nesse quase um mês de trabalho no governo, já se informou sobre os principais desafios do novo cargo.  

Quais foram as recomendações que o governador Raimundo Colombo deu ao senhor quando assumiu a presidência da empresa?

 Dalírio Beber _ Ele solicitou a boa gestão da empresa, que tem 40 anos de história e que escreveu uma bela página na construção do saneamento que temos hoje. Dos 198 municípios que atedemos praticamente 99% da área urbana tem água de qualidade e com uma certa regularidade. Falo assim porque, eventualmente, temos dificuldades devido a enchentes ou dificuldades de captação. Por isso há investimentos. Foi noticiado que nesta virada de ano, pela primeira vez que não houve falta de água no Norte da Ilha de Santa Catarina. Isto foi fruto dos investimentos da Casan e, também, do público que está usando a água com mais racionalidade. Há três anos a empresa introduziu uma tarifa sazonal para consumo médio acima de 25% no verão, para evitar os fortes picos de consumo. A resposta foi favorável e, agora, será taxado somente o consumo acima de 50%. Em parte, esse consumo mais racional ocorreu porque a conta ficou mais cara. Outro fator que vai pesar é a expansão dos serviços de captação de esgoto, cujo custo é 100% o valor da tarifa de água, ou seja, um por um.  

Que regiões terão mais investimentos na oferta de água?

Dalírio _ Em algumas regiões, especialmente na Grande Florianópolis, estamos com dificuldades para sustentar a regularidade no abastecimento de água. Por isso estamos com projeto que devemos licitar muito breve que é o aumento da capacidade de tratamento e da qualidade da água que vai sair da estação do Morro dos Quadros, em Palhoça, com captação em Santo Amaro da Imperatriz. Hoje, naquela unidade, temos capacidade de 2 mil litros por segundo. Com a expansão, vamos chegar a 3 mil litros por segundo. É um investimento da ordem de R$ 14 milhões. Com essa melhoria, vamos garantir a água necessária por, pelo menos, cinco anos à Grande Florianópolis, incluindo a Capital, Palhoça, Biguaçu, São José, Antônio Carlos e Santo Amaro da Imperatriz. Teremos que fazer mais investimentos em adutoras para distribuir essa água. Uma, de um metro e 20 centímetros, trará a água até o Angeloni de Capoeiras. E aí se faz a distribuição para o continente e a Ilha.Temos que melhorar a distribuição em toda a bacia do Itacorubi e resolver o problema de abastecimento no Norte da Ilha, que não é pequeno. Contamos com uma pequena captação em Ingleses, de 380 litros por segundo, que não é suficiente. No Sul da Ilha, captamos na Lagoa do Peri.  

Quanto está projetado de investimento para ampliar a distribuição de água na Capital?

Dalírio _ A adutora maior para a Grande Florianópolis vai custar cerca de R$ 13 milhões. Depois, temos que fazer a distribuição no Itacorubi, que exigirá investimento da ordem de R$ 14 milhões. Seria em uma adutora que sai pela ponte, passa pelo túnel e vai em direção ao Pantanal e à UFSC, por onde passar a adutora que leva água para o norte da Ilha.

No interior do Estado, quais são os projetos para tratamento de água?

Dalírio _ Estamos fazendo licitação para investir mais R$ 3 milhões em Chapecó. Também estamos fazendo perfurações de poços que atingem o Aquífero Guarani em Xaxim, Maravilha e São Lourenço do Oeste. Em Seara já foi concluído. Em Chapecó há estudo para fazer uma grande captação no rio Chapecozinho, para garantir água no médio e longo prazo à cidade e a empresas do agronegócio, que estão em expansão e são importantes para a região. No Sul do Estado, a exemplo da barragem de São Bento, os estudos estão avançados para providenciar a desapropriação das áreas faltantes para uma grande barragem no município de Timbé do Sul, que vai envolver investimento de R$ 70 milhões. Além de garantir água para o consumo humano, vamos destinar uma parte para a irrigação de arroz. Temos um projeto de captação em Capivari de Baixo e Laguna. Temos captações em Imbituba e Rio do Sul.

Por que a renovação dos hidrômetros?

Dalírio _ Do total de água que tratamos na ponta há casos de perda de até 55%. Uma das razões dessa perda é o hidrômetro velho, que passa a medir menos do total de água utilizado. A Casan fez, em outubro passado, um empréstimo de R$ 40 milhões com a IFC – International Finance Corporation (entidade do Banco Mundial), para comprar 300 mil hidrômetros e também os macromedidores. Vamos demorar dois anos para instalar todos. Eles poderão significar uma redução considerável nas perdas. Com hidrômetros velhos, uma residência que esta pagando pelo consumo de 10 metros cúbicos de água, na verdade pode estar passando pelo relógio 12 ou 13 metros cúbicos. A perda média de água da Casan está de 38% a 39%. Quem tem excelentes índices no Brasil dificilmente chega abaixo de 20%. Sempre há perdas. Campinas se orgulha de ostentar 19%, a melhor média do Brasil.

Santa Catarina sempre é apontada como um dos “Patinhos Feios” em esgoto sanitário. Qual é a média do Estado e dos municípios tendidos pela Casan?

Dalírio_ A média de esgoto sanitário tratado no Estado é de 13%. Se considerarmos somente os municípios conveniados pela Casan a média é maior,18%. Na Ilha, temos 55% e a pretensão é chegarmos, em breve, a 80%. A propósito, sobre isso, o empresário Jorge Gerdau fez um artigo recentemente dizendo que nós estamos à frente do Rio Grande do Sul no ranking de esgoto sanitário, em 16 ou 17 lugar. Não concordo com o que dizem que estamos apenas à frente do Piauí. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tratamento por meio de fossa asséptica, exigência que fazemos para dar o habite-se no Litoral catarinense, é um tratamento de esgoto. Temos percentual baixo em rede coletora de esgoto tratado. Mas se considerarmos residências com algum dispositivo de esgoto, estamos muito acima dos 13% no Estado. Onde existe grande concentração urbana é preciso adotar outros mecanismos, não a fossa asséptica.

Quais são os principais projetos para o segmento de esgoto?

Dalírio _ O maior é o que envolve o empréstimo de R$ 200 milhões da Agencia Japonesa de Cooperação Internacional (Jica) para implantação de coleta e tratamento de esgoto, com montante maior para Florianópolis e distribuição, também, para outros municípios no Litoral. O contrato foi assinado em março do ano passado e envolve uma série de procedimentos. Até o final deste ano devemos ter os primeiros recursos para dar início a esse conjunto de obras. Entre as necessidades da Ilha está, também, a construção de dois emissários para estações de tratamento de esgoto, um no Campeche e outro nos Ingleses, orçados em R$ 100 milhões cada. Por orientação do ICMBio, eles devem canalizar efluentes em mar aberto, não nas baías. Temos projetos, também, para o Rio do Peixe, Caçador, Videira, Rio do Sul, Ituporanga, Taió e Indaial. Em Criciúma foram investidos quase R$ 100 milhões em coleta e tratamento de esgoto e há outra etapa de R$ 47 milhões para o bairro Próspera. A Casan tem projetos, também, para os municípios de Laguna, Imbituba, Braço do Norte, Capivari Debaixo e Garopaba.

O risco de perder municípios está controlado?

Dalírio _ Os titulares das concessões são os municípios. Nós esperamos que, com as perspectivas de capacidade de investimento que a Casan tem no momento e vai ampliar no futuro, temos condições de dizer que é produtiva para a comunidades que atendemos. É nesse sentido que estamos conversando com todos os prefeitos. Dos 198, temos 20 que representam 75% do faturamento da empresa. Esses vão ver que essa parceria é boa para a comunidade. Rio do Sul, por exemplo, está recebendo investimento de R$ 75 milhões do PAC para esgotos. Os recursos foram obtidos via Caixa Econômica Federal.


A empresa foi criticada ano passado pela sua política de distribuição de lucros. O que está previsto atualmente?

Dalírio _ No ano passado houve uma resolução do conselho de administração da empresa colocando um limitador. De que o percentual que poderia, em tese, ser distribuído aos diretores ficaria limitado a três remunerações da diretoria, isto é, três salários. É o que acontece também na Celesc.  Este é um assunto com o qual eu ainda não me debrucei. Primeiro quero ter mais informações sobre a casa, sobre como ela funciona. Mas, com mais conhecimento, vou levar essa posição ao governador para saber o que ele pensa sobre o tema.

A Casan acumulou dívida milionária com a Celesc por não pagar a conta de luz. Em abril de 2008, foi feita uma operação com a SC Parcerias que se tornou acionista da empresa e assumiu o pagamento da dívida de R$ 176 milhões com a Celesc.  Depois disso a empresa passou a pagar regularmente sua conta de luz?

Dalirio _ Não existe nenhuma conta em atraso. A Casan mantém, regularmente, o pagamento da fatura de energia, que é de aproximadamente R$ 4 milhões por mês. Praticamente 10% da nossa receita vai para pagar energia elétrica. Temos um programa de eficiência energética, para a redução do consumo. Já conversei com o presidente da Celesc, Antonio Gavazzoni sobre a execução desse program.

Uma das críticas à empresa é que ela tem 11 diretores. Há plano de redução desse número?

Dalirio_ O número de diretores é uma coisa que não me preocupa neste momento. A Casan buscou levar a empresa mais proximidade dos nossos parceiros, que são as municipalidades. Foram criadas diretorias regionais no interior e na Grande Florianópolis, pela importância dos municípios. Isto respondeu satisfatoriamente durante um período da Casan. Vamos avaliar e ver o que é melhor nesse novo momento, frente às novas normas de regulação de saneamento no país, que é o estabelecimento de contratos-programa.

Como está o projeto de lançar uma água mineral com a marca Casan?

Dalírio _ A Casan desenvolveu estudo de prospecção de água mineral. No momento, não é desejo nosso concorrer com diversas empresas catarinenses que atuam nesse segmento. Nossa atividade principal é tratar e distribuir água, coletar e tratar esgoto. Nós embalamos água da nossa estação de Ingleses, que é de excelente qualidade, para consumo de órgãos do governo e também para doações. Doamos essa água para os atingidos pelas chuvas no Rio de Janeiro.  

Marisol reforça a rede One Store

28 de janeiro de 2011 0

O grupo Marisol, de Jaraguá do Sul, reforçou o marketing da rede de valor do segmento de moda One Store com campanha nacional em dezembro, que envolveu a premiação de três automóveis Uno zero quilômetro. O sorteio foi feito ontem pelo presidente da empresa, Giuliano Donini, acompanhado de auditores. Os contemplados são consumidores de Brasília, Minas e Pernambuco. A One Store Marisol é a primeira rede de valor do segmento de moda do Brasil. É um conceito que não exige exclusividade do lojista e oferece uma série de serviços como comunicação integrada, marketing e consultoria.

Moreira é advogado dos diretores

27 de janeiro de 2011 1

O escritório Fretta Moreira Advogados, no qual atua o advogado Paulo Fretta Moreira, filho do vice-governador Eduardo Moreira, atua na defesa dos diretores da Celesc Distribuição no caso do questionamento da suspensão do PDVI da estatal e não nas ações apresentadas pelos empregados, como publiquei no post anterior deste blog e na coluna Informe Econômico do Diário Catarinense de hoje. 

O Fretta Moreira defende os executivos que eram diretores da Celesc quando o plano de PDVI foi suspenso, que são o ex-presidente da empresa, Felipe Luz; os ex-diretores Eduardo Sitônio, Arnaldo Souza, Gilberto Eggers e Dilson Oliveira Luiz, que continua na diretoria comercial da Celesc Distribuição. 

Alguns empregados apresentaram ações na Justiça porque entendem que foram prejudicados pelo fato de a empresa ter planejado um programa de demissão incentivada, solicitado para interessados fazerem a inscrição, e depois ter optado pela suspensão desse plano.  

Ações contra a Celesc pelo PDVI, mais um jogo de forças

27 de janeiro de 2011 0

Quatro ex-diretores da Celesc que ainda são empregados da companhia e se sentem prejudicados porque o conselho de administração suspendeu, no ano passado, um plano de PDVI (Programa de Demissão Voluntária Incentivada) entraram com ações na Justiça para cobrar perdas. Os réus são os seis diretores e os 13 conselheiros da estatal que atuavam na data da decisão, o que totaliza 19 pessoas. O escritório que apresentou a ação é do advogado Paulo Moreira, filho do vice-governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira.

Entre os fatos curiosos está a coincidência das audiências na Justiça. No dia 2 de fevereiro, a próxima quarta-feira, há duas, no mesmo horário, em Florianópolis e Lages. E no dia 21 de março, no mesmo horário, há mais duas, em Lages e Chapecó. Isso exigiu da defesa contatar o Fórum de Lages para adiar a audiência do dia 2 porque os 19 réus vão comparecer no Fórum da Capital. Haverá postergação de uma audiência também do dia 21. O departamento jurídico da Celesc disse que fará a defesa da companhia em todas as audiências e que a empresa vai elaborar um novo projeto de PDVI.

Cassol constrói fábrica em Governador Celso Ramos

26 de janeiro de 2011 0

Uma das maiores indústrias de pré-moldados do país, a Cassol, da Grande Florianópolis, vai instalar fábrica em Governador Celso Ramos, em terreno de 175 mil metros quadrados às margens da BR 101 (Areias de Baixo). A previsão é que o empreendimento gere 700 empregos diretos na comunidade. A LAP (Licença Ambiental Prévia) já foi concedida e a LAI (Licença Ambiental de Instalação) deve ser entregue em fevereiro.

O projeto da Cassol é o segundo empreendimento industrial de grande porte para Governador Celso Ramos, às margens da BR-101. O primeiro foi o estaleiro da OSX, que desistiu por problemas de licenciamento ambiental.

Com belas paisagens e ampla costa marítima, o município era alvo apenas de empreendimentos imobiliários. O pioneiro foi o Palmas do Arvoredo. Os projetos novos incluem o Txai Ganchos, Vilas do Sisial e o Quinta dos Ganchos.


Perdas na produção agrícola

26 de janeiro de 2011 0

As perdas na área agrícola em função das chuvas que caíram na última semana, no Estado, totalizam cerca de R$ 60 mil, segundo o primeiro levantamento divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Agricultura. Conforme o diretor da pasta, Airton Spies, a completa avaliação dos prejuízos será possível após a recuperação das vias de acesso às propriedades rurais. Ocorreram danos nas culturas de arroz, banana, celoba, feijão, fumo, milho e hortaliças. As estradas danificadas prejudicam o transporte de animais, leite, hortaliças e frutas.

Apagão de mão de obra até no varejo

25 de janeiro de 2011 0

A falta de trabalhadores qualificados está prejudicando o desempenho do comércio de Florianópolis. O alerta é do novo presidente da CDL da Capital, Pedro Paulo de Abreu. Segundo ele, muitas empresas não estão conseguindo completar seu quadro de funcionários por falta de candidatos qualificados. Por isso, a entidade vai priorizar a formação técnica. A CDL também criou um banco de currículos em seu site para os seus 2,7 mil associados.

Eike cria a EBX Internacional

25 de janeiro de 2011 0

O empresário Eike Batista, oitavo homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes, anunciou hoje à noite a criação da EBX Internacional, que terá sede em Nova York. O objetivo é intensificar as relações com investidores dos EUA, Europa, Ásia e Oriente Médio. Embora invista mais no Brasil, o grupo EBX vem conseguindo mais acionistas no exterior para os seus megaprojetos.

Leia o fato relevante divulgado pela EBX:


GRUPO EBX CONSOLIDA PRESENÇA NO EXTERIOR

. Grupo do empresário Eike Batista cria EBX Internacional e terá base em Nova York.
. Peter Nathanial será o presidente da EBX Internacional e terá Marcello Horcades Coutinho como diretor. 
. Expansão visa aproximação com investidores dos Estados Unidos, Europa, Ásia e Oriente Médio.

O Grupo EBX, do empresário Eike Batista, consolida presença no exterior com a criação da EBX Internacional e abertura de um escritório em Nova York. Com a expansão, o grupo, que tem sede no Rio e atuação em nove estados do País, vai intensificar o relacionamento com investidores dos Estados Unidos, Europa, Ásia e Oriente Médio, bem como a prospecção de novas oportunidades de negócios.

A EBX Internacional será presidida pelo executivo Peter Nathanial,  que ficará baseado no escritório em Nova York, e contará ainda com o executivo Marcello Horcades Coutinho na função de diretor.

Recém-contratado pelo grupo, Peter Nathanial foi sócio da Impala Partners e de 2007 a 2009 foi Diretor de Gestão de Risco (Chief Risk Officer) e membro do Comitê Executivo do The Royal Bank of Scotland Group, com sede em Edimburgo. Antes disso, ele passou dezesseis anos no Citigroup em funções de gestão de negócios internacionais com sede em Zurique, Londres, Moscou, Varsóvia e Nova York. Nathanial foi membro independente do Conselho de Administração da MMX, empresa de mineração do Grupo EBX, de abril de 2006 até a data de hoje.

Já o executivo Marcello Horcades Coutinho tem vinte anos de experiência no mercado financeiro, em grandes instituições como Chase Manhattan, Banco Garantia de Investimentos, Banco Icatu, Banco Tendência e Tática Asset.

“Com a criação da EBX Internacional e abertura do escritório em Nova York, vamos ficar ainda mais próximos dos investidores globais. Estamos avançando no mercado internacional para identificar novas oportunidades de negócios, com projetos diferenciados, eficientes e sintonizados com o que há de melhor no mundo”, afirma o presidente do Grupo EBX, Eike Batista.

Além do escritório da EBX em Nova York, a MPX (empresa de energia do grupo) e a OGX (empresa de petróleo e gás do grupo) têm escritórios na Colômbia, e a MMX e MPX, no Chile.

O Grupo EBX está investindo US$ 15 bilhões entre 2010 e 2012, nos setores de petróleo e gás, logística, energia, mineração e indústria offshore no País. O grupo é composto por cinco companhias listadas no Novo Mercado da BOVESPA, segmento com os mais elevados padrões de governança corporativa: OGX (petróleo e gás), MPX (energia), LLX (logística), MMX (mineração) e OSX (indústria offshore).

O Grupo EBX iniciou suas atividades no início dos anos de 1980 quando iniciou a operação de oito minas de ouro no Brasil, Chile e Canadá, além de três minas de minério de ferro no Brasil.


Bolsa, negócio de médio prazo

25 de janeiro de 2011 0

Quando alguém procura investir em ações, deve ter consciência de que vai se tornar sócio de uma empresa, que vai correr riscos e que nenhum negócio faz alguém ficar rico da noite para o dia. Investir na Bolsa é para médio e longo prazo, ensina a economista Tércia Rocha, consultora da BM&FBovespa, que ministrou curso, ontem, sobre mercado de ações, para jornalistas de Santa Catarina.
Segundo ela, médio prazo corresponde a cerca de 10 anos. Isto não significa que a pessoa terá que ficar com o papel por esse período. O Ibovespa mostra que, nas últimas décadas, a rentabilidade na Bolsa foi bem maior do que as de outras aplicações.

Chuvas não prejudicaram oferta na Ceasa

25 de janeiro de 2011 0

As chuvas dos últimos dias ainda não causaram impacto negativo na oferta de verduras e legumes catarinenses na Ceasa estadual, em São José. Segundo o presidente da central de distribuição, Ari João Martendal, a oferta de produtos continua elevada e os preços estão acessíveis. Ele acredita que as chuvas podem ter afetado as culturas plantadas recentemente, que serão colhidas em cerca de 20 dias ou mais.

Chuvas afetam a agropecuária do Estado

25 de janeiro de 2011 0

A agropecuária catarinense foi prejudicada pelas chuvas em quase todas as regiões do Estado. Segundo o secretário de Agricultura, João Rodrigues, a pasta terá uma projeção do total de perdas amanhã, mas as regiões do litoral Norte, Oeste, Vale do Itajaí, Sul do Estado e Grande Florianópolis tiveram a produção afetada.
No Meio-Oeste, os segmentos que tiveram mais perdas foram os de hortaliças, fumo, feijão, mandioca e frutas. Algumas pastagens também foram atingidas e isso afeta a produção leiteira. Conforme o presidente da Epagri, Luiz Hessmann, no Norte do Estado as águas alagaram plantações de arroz, mas, por enquanto, não dá para precisar se isso vai causar perdas ou não. Na região Sul, as culturas de arroz, milho e frutas foram prejudicadas. Na Grande Florianópolis, a produção de hortaliças teve danos na maioria dos municípios.
Segundo o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, a grande preocupação no Oeste é com as estradas no meio rural, que foram danificadas pelas chuvas.