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Posts de março 2011

Situação vence eleição da Unimed Florianópolis

31 de março de 2011 0

A chapa da situação, liderada pelo médico Genoir Simoni, foi a vencedora da eleição da nova diretoria e conselho da Unimed Grande Florianópolis, realizada hoje. O mandato vai até 2015. Na avaliação de Simoni, o resultado é o reconhecimento da boa administração da gestão anterior, liderada por Edevard de Araújo.  A receita bruta da cooperativa médica atingiu R$ 540 milhões em 2010, 11% maior do que a do ano anterior. A Unimed Florianópolis é uma das 10 maiores do Brasil, com 1,6 mil cooperados e 250 mil clientes. A chapa de oposição foi liderada por Rogério Moritz.

Chapa vencedora – União

 Diretoria 

 Presidente – Genoir Simoni

Vice-presidente – Alexandre Horn Vianna

Superintendente -  Márcia Regina Ghellar

Diretor de Contas Médicas – Reinaldo Brasiliense Machado

Diretor de Educação Cooperativista – Luiz Gustavo Escada Ferreira

Conselho de Administração

Genoir Simoni

Alexandre Horn Vianna

Márcia Regina Ghellar

Reinaldo Brasiliense Machado

Luiz Gustavo Escada Ferreira

Alexandre Posser

Eden Edimur Rossi Júnior

Ricardo Maia Samways

Ilnei Pereira Filho

Jorge Anastácio Kotzias Filho

Juliano Pereima de Oliveira Pinto

Tânia Elena Carnieletto Nicolodi

Fabiana Impalea Paleari

Roberto De Vincenzi

Sidney Pereira Dachi

Conselho de Ética

Adriana Isabel Coelho

Antônio Silveira Sbissa

Augusto Key Karazawa Takaschima

Daniel Di Pietro

Jairo Vieira

Jamil Cheren Schneider

Lygia Goretti Brüggemann Peters

Conselho fiscal (eleito pelos médicos cooperados presentes à AGO de 30/03/11)

Antoine Chryssovergis

Denise Bousfield da Silva

Katia Melo Machado Gerent

Fernando Carlos Buffon

Julio Cesar Marchi

Alberto Chterpensque

Comissão eleitoral

 Sérgio Wilson Duwe

Carlos Alberto Grijo Lacombe

José Antônio de Souza

Julio Gonçalves

Odi Jose Oleiniscki


Governo encaminha projeto para doação de terreno ao novo aeroporto da Capital

31 de março de 2011 2

O governo do Estado deu mais um passo, hoje, para viabilizar a doação de terreno e resolver a questão da área para a construção do novo terminal do Aeroporto Internacional Hercílio Luz. O goverador Raimundo Colombo encaminha hoje para a Assembleia Legislativa o projeto de lei que autoriza o Estado a comprar terreno de 476,1 mil metros quadrados, de propriedade da Celesc, anexo ao aeroporto, para ser permutado parcialmente à UFSC. E, junto com a Infraero, a universidade viabilizará a área para o novo terminal, que necessita de 449 mil metros quadrados.

O Estado vai investir R$ 11,2 milhões no terreno e vai permutar 320 mil metros quadrados para a UFSC. A universidade, por sua vez, doará outra área para a Infraero fazer o aeroporto. Como terá a maior parte do terreno que era da Celesc, a instituição poderá manter o seu plano de expansão de ensino e pesquisa no Sul da Ilha.

É grande a pressão de lideranças de todo o Estado para que a Infraero inicie, o mais cedo possível, as obras do novo aeroporto, e que seja concluído até 2014, antes do início da Copa do Mundo. O terminal será construído no outro lado da pista de pouso.  

Como fazer investimento social?

31 de março de 2011 0

O presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), Marcos Kisil, faz palestra hoje, das 17h às 19h, no Hotel Majestic, em Florianópolis, para um grupo de empresários. Vai indicar alternativas sobre como fazer a diferença na comunidade, por meio de investimentos sociais. Kisil é um dos maiores especialistas no Brasil nesse setor, diz a coordenadora geral do ICom, Lucia Dellagnelo.

Lucro da Celesc cresce 120% e chega a R$ 274 milhões

31 de março de 2011 0

A Celesc Holding fechou 2010 com lucro líquido de R$ 274 milhões, 120% maior do que os R$ 124 milhões obtidos no ano anterior.  A receita líquida de vendas do período alcançou R$ 4,037 bilhões, com crescimento de 15% frente a 2009, quando registrou R$ 3,498 bilhões. Os investimentos realizados ano passado totalizarm R$ 465 milhões, o que significou aumento de 41% em relação ao ano anterior.

Segundo o diretor de Relações Institucionais e com Investidores da companhia, André de Rezende, o crescimento do lucro ocorreu, principalmente, em função do crescimento do consumo impulsiondo pela expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, que alcançou 7,5%, frente a uma expansão negativa de 0,6% em 2009, devido a impactos da crise global. O reajuste tarifário de agosto, com impacto médio de 9,85% para os consumidores da empresa também colaborou.

O Ebitda de 2010 alcançou R$ 421,7 milhões, com crescimento de 92,4% frente ao ano anterior.

Unimed elege novo conselho

30 de março de 2011 0

A Unimed Grande Florianópolis, que é uma das 10 maiores do Brasil, elege amanhã o seu novo conselho de administração. O posto de presidente, ocupado pelo médico Edevard de Araújo, é disputado por dois candidatos, Genoir Simoni e Rogério Paulo Moritz. Ontem à noite, a cooperativa médica divulgou o balanço de 2010 e o relatório de gestão dos últimos oito anos. No ano passado, a Unimed faturou R$ 540 milhões, 11% mais do que em 2009. Encerra a atual gestão com crescimento de 193%.

Em defesa do setor têxtil

30 de março de 2011 1

Um dos setores industriais brasileiros mais afetados pela desindustrialização provocada pela China, o têxtil, pretende cobrar, de forma mais incisiva este ano, medidas que permitam aumentar a competitividade, especialmente no mercado interno. O principal foco desse trabalho será por meio da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, gestão 2011-2014, que será lançada terça-feira da próxima semana. O senador catarinense Luiz Henrique da Silveira foi convidado ontem pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), para coordenar a frente no Senado e aceitou. A sugestão veio do ex-presidente da CNI, Armando Monteiro, e do presidente da Abit, Agnaldo Diniz Filho. Na Câmara dos Deputados, a coordenação ficará com o deputado Henrique Fontana, do PT do Rio Grande do Sul.
O objetivo é ampliar as discussões e propostas com o objetivo de apoiar iniciativas governamentais e não governamentais para desenvolver atividades de produção e geração de empregos nos setores têxteis e de confecções. Uma das maiores reivindicações do setor é a redução dos custos sociais sobre o trabalho porque o setor de confecções é intensivo em mão de obra.

Votações no Congresso só semana que vem

30 de março de 2011 0

Com a morte do vice-presidente José Alencar, a Câmara e o Senado transferiram para  a próxima semana as votações previstas para estes dias. Então, o pleito das pequenas empresas de mudança da tabela do Simples nacional também ficou para  a semana que vem. Vai dar mais tempo para o setor pressionar.

Lições de Alencar

30 de março de 2011 0

O ex-vice-presidente José Alencar foi mais empresário do que político. Aos 20 anos, estreou nos negócios com a loja Queimadeira, em Caratinga, Minas Gerais. Nos anos seguintes, ingressou no setor de transformação e se tornou um dos maiores industriais têxteis do mundo, com a Coteminas, que comprou a blumenauense Artex, nos anos de 1990. Mesmo no governo, jamais deixou de apontar as mazelas do custo Brasil, como os juros altos.
_ O que eu tenho medo é da desonra, porque um homem honrado não morre nunca, e o homem que perdeu a honorabilidade morre em vida. Pensa que está vivo, mas as pessoas o evitam, não querem conhecê-lo, não querem conviver com ele, fazem questão de dizer que não o conhecem _ afirmou na sua biografia, escrita pela jornalista Eliane Catanhede.

Pequenas empresas cobram atualização da tabela do Simples

29 de março de 2011 1

O segmento de micro e pequenas empresas do país espera que os parlamentares votem até esta quinta-feira a atualização da tabela do Simples nacional. Se a variação, com base na inflação, não for aprovada, muitas empresas limitarão as vendas para não sair fora do Simples e perder o benefício de tributação menor. O pouco interesse do governo federal e dos parlamentares para atualizar essa tabela está estressando empresários do setor. Isto que a presidente Dilma já decidiu criar um ministério exclusivo para o segmento de micro e pequenas empresas.

Famílias de SC vão comprar mais materiais de construção

29 de março de 2011 0

Os produtos mais desejados pelas famílias catarinenses, no momento, são materiais de construção. Segundo o Índice de Predição de Mercado (IPM), divulgado na manhã de hoje pela ADVB/SC e o Instituto Mapa, 25% das famílias entrevistadas pretendem comprar, nos próximos meses, materiais de construção; 17% informaram que vão adquirir móveis residenciais e 11% pretendem comprar eletrodomésticos. Segundo a presidente da ADVB, Maria Carolina Linhares, o IPM mostrou a tendência do mercado brasileiro, ainda com forte crescimento do setor de construção, impulsionado pelas políticas de financiamento em vigor no país.

A pesquisa apurou que 52% dos consumidores pretendem gastar, para a Páscoa, o mesmo que no ano passado, 25% planejam gastar mais e 18%, gastar menos. Para o Dia das Mães, 58% pretendem gastar o mesmo do que em 2010, 18% pensam em gastar mais e 14%, gastar menos.  

O presidente do Instituto Mapa, José Nazareno Vieira, afirma que a pesquisa é feita com pessoas que decidem as compras familiares. O Mapa entrevistou, de 22 de fevereiro a 4 de março, 630 famílias distribuídas em 19 municípios com população acima de 60 mil habitantes. Envolveu as regiões da Grande Florianópolis, Sul, Norte, Serra, Meio Oeste, Vale do Itajaí e Oeste. Carolina Linhares diz que o levantamento visa a dar subsídios para as empresas traçarem suas estratégias de mercado para o período que envolve Páscoa e Dia das Mães.

A diretoria da ADVB está animada com as oportunidades de análise do mercado que se abrem com essa nova pesquisa, que foi realizada pela segunda vez. A primeira foi para o período de Natal e final de ano. Também participaram da entrevista os diretores Glauco Côrte Filho e Octavio Lebarbenchon Neto.

Udo Döhler vai suceder Schneider na Acij

29 de março de 2011 0

O empresário Udo Döhler voltará à presidência da Associação Empresarial de Joinville (Acij) em junho, sucedendo Carlos Rodolfo Schneider. Na reunião de ontem, a diretoria da entidade definiu que Döhler vai liderar a chapa de consenso para o próximo mandato de um ano. A eleição será dia 6 de junho e a posse, na segunda quinzena do mesmo mês. Após a confirmação do seu nome, o empresário disse que trabalhará, mais uma vez, na defesa dos interesses das empresas de Joinville e da cidade, especialmente junto aos governos estadual e federal. 

Maior cidade catarinense, Joinville detém, também, a maior economia do Estado.

Grupo hoteleiro Wyndham investe R$ 80 milhões no Estado

29 de março de 2011 1

O grupo hoteleito americano Wyndham, maior do mundo em número de unidades, com 7 mil hotéis, acaba chegar ao Estado. Em parceria com a administradora Vert Hotéis, está investindo R$ 80 milhões na reforma de dois hotéis, o Bavária Mar Hotel, de Garopaba; e o Praiatur, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis, para lançar a bandeira Ramada na Região Sul. As obras deverão durar dois anos. Os hotéis continuam sob o controle dos mesmos empresários locais, o que muda é a bandeira, com o padrão de serviço do grupo internacional.

O Ramada estreia no Brasil por Minas Gerais, onde inaugura, dia 5 próximo, o Ramada Airport Lagoa Santa. A rede tem planos para atuar em todo o Brasil.

Rede de móveis e decoração abre loja na Capital

29 de março de 2011 0

A rede de produtos para o lar Tok&Stok, conhecida por oferecer design diferenciado a preços justos, vai abrir as portas da sua primeira unidade em Santa Catarina quarta-feira, na SC-401, antes do Floripa Shopping. Fundada no Brasil em 1978, a empresa soma 31 unidades no país e investe R$ 10 milhões na unidade.

Com 3 mil metros quadrados em dois pisos, a loja terá ambientes decorados com produtos de setores de estar, jantar, cozinha, banheiro, dormitórios e office. No piso inferior, expõe a linha garden, com ambientes decorados com palmeiras de até cinco metros de altura. O diretor de expansão da rede, Paul-Edouard Dubrule, está confiante no sucesso porque a empresa já tem clientes da Capital em lojas de outras cidades. A Tok&Stok oferece mais de 12 mil itens.

O melhor ano do Costão

29 de março de 2011 0

O empresário Fernando Marcondes de Matos afirma que 2011 deverá ser o melhor ano do Costão do Santinho Resort.

_ Fechamos o Carnaval com 100% de ocupação, aplicando tarifas de Réveillon e esperamos, também, alcançar 100% na Páscoa _ afirmou Marcondes.

Segundo ele, a previsão de receita para este ano é de R$ 90 milhões, a maior entre todos os resorts de praia do Brasil. O resultado operacional deverá ficar em torno de R$ 9 milhões. O empresário diz os boatos de que o Costão estaria com dificuldades de receita não procedem.

Festa sustentável

28 de março de 2011 0

 O Clube do Champanhe, de Florianópolis, intensifica preparativos para a sua festa anual, que será quarta-feira, no Floripa Music Hall. A jornalista Adriana Althoff, diretora do clube e âncora do programa de mesmo nome na TVCOM, e a âncora Natália Casassola, estarão de plantão hoje e amanhã, em horário comercial, no Floripa Music Hall, para atender quem quiser fazer o cartão Platinum ou comprar ingressos para a festa.

Uma das principais novidades desta edição é a compensação das emissões de gases que causam efeito estufa, com o plantio de árvores pelo Instituto Mãos da Mata. A empresa inventariante é a Econsciente. Conforme Adriana, se cada um fizer a sua parte na preservação ambiental, a nova geração vai viver em um mundo muito melhor.

 

Embraco inventa ar-condicionado pessoal

28 de março de 2011 0

Maior fabricante mundial de compressores para refrigeradores e freezers, a Embraco, de Joinville, controlada da Whirlpool, dos EUA, acaba de desenvolver um microcompressor com múltiplas utilidades, que pode ser usado inclusive como ar-condicionado pessoal, em roupas. A sugestão inicial é para vestes de bombeiros, forças armadas, mineração e corridas automotivas, mas pode ir além. A versão menor do aparelho pesa 100 gramas, tem o tamanho de uma caneta e seis centímetros de diâmetro. A maior pesa 1,1 quilo, tem o mesmo diâmetro e 15 centímetros de comprimento. A capacidade de refrigeração pode variar entre -5°C e 20°C.
_O meu objetivo é vender roupa refrigerada. Quando se começa abordar o cliente pela solução e não pelo produto, ele paga mais por isso _ disse João Carlos Brega, presidente da companhia, ao O Estado de S. Paulo.
Para mostrar o produto na roupa, a Embraco mandou confeccionar um colete de refrigeração, no qual aparece a caixinha do compressor (foto).
Como funciona
O aparelhinho é semelhante ao usado em refrigeradores, que transforma o ar quente em frio e vice-versa. Pode ser usado, também, para caixas de transporte de órgãos para transplantes, mantas para reduzir sangramentos e telões de LCD. Recebe energia de uma bateria de 12 ou 24 volts. As pesquisas iniciaram em 2005, a pedido de uma empresa que queria solução para refrigerar CPUs de computadores. A Embraco investe de 3% a 4% da receita bruta em pesquisa e desenvolvimento e tem mais de mil patentes mundiais.

Para avançar como "Vale do Silício"

28 de março de 2011 0

A cidade de Florianópolis, já reconhecida internacionalmente como o Vale do Silício da América Latina, precisa se projetar como polo-grife desse segmento para se consolidar nessa liderança. Alcançará esse estágio se conseguir atrair o grande capital internacional de risco, avalia o empresário Rui Luiz Gonçalves, presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), entidade que completa 25 anos quarta-feira. Ela foi criada para unir as forças de sete empresas instaladas na primeira incubadora de base tecnológica do Brasil, a Celta, fundada com a articulação do professor Carlos Alberto Schneider.
– Se conseguimos tudo isto do nada em 25 anos, imagina o que poderemos avançar nos próximos 25 anos – pergunta Rui Gonçalves.
Ele diz que SC tem o que é mais importante para desenvolver o setor, os empreendedores. E os governos podem contribuir fomentando tecnologias. O empresário defende, também, a instalação de banda larga de ponta no Estado, mais formação de mão de obra e eventos para ajudar a enfrentar a desindustrialização.

Rui Luiz Gonçalves

Presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e fundador, sócio e diretor da AltoQI, empresa líder nacional no segmento de softwares para engenharia civil. Rui Gonçalves, 46 anos, é natural de Ilhota, SC, e preside a entidade há três anos. Além da atividade associativa, que define como empreendedorismo cívico, faz palestras para estudantes, nas quais os incentiva a fundarem empresas de tecnologia. É separado e tem um filho.

 

 

Por que Florianópolis pode ter o título de Vale do Silício da América Latina?
Rui Luiz Gonçalves – Nós Temos aqui na Capital mais de 500 empresas de tecnologia (software e hardware). Só para fazer uma comparação, o governo do Chile anunciou a criação de um Vale do Silício (alusão à região da Califórnia, EUA, que é líder em empresas de tecnologia no mundo). O plano era, em 2010, chegar a 10 empresas de tecnologia, e em 2014, a mil empresas. SC tem hoje cerca de 1,5 mil empresas do setor. Das mais de 500 que temos em Florianópolis, cerca de 300 têm atividades intensas, com marcas fortes. Se nós arrancamos com uma diferença desse tamanho, não podemos deixar o Chile passar na nossa frente. Já formos reconhecidos pelo jornal Corriere de la Serra, da Itália, e pela BBC, de Londres, como Sillicon Valley da América Latina. O polo de Recife não fatura o que uma empresa nossa fatura. São Paulo é maior, mas é tudo disperso, não tem essa característica regionalizada.

Qual é o nosso diferencial?
Rui
– Temos uma natureza empreendedora maior do que todos os outros estados do Brasil. Foi aqui que foram fundadas indústrias fortes em diversos setores da economia. Em muitos locais criam polos tecnológicos, mas falta empreendedor. O Facebook, para virar grife, foi ao Vale do Silício, na Califórnia. Temos também esse objetivo, criar o ambiente estrela de tecnologia. Para virar grife vai ter que estar em Florianópolis.

Investidores de fora virão?
Rui
– Quando descobrirem que SC tem as melhores empresas de tecnologia do Brasil e baratas, os investidores globais vão aparecer. Outro diferencial nosso são marcas próprias. Somos o único polo do Brasil que não é ancorado por uma grande multinacional. Contamos com pessoas e qualidade técnica. A única coisa que falta aqui é dinheiro, investimento em massa. Fui para a Califórnia conhecer o setor. O Facebook recebeu da Microsoft, por 1, 28% dela, US$ 300 milhões. Eu falei para um executivo da Silicon Valley que com US$ 6 milhões você entra em boa parte das nossas empresas, com participação de até 40% de negócios consolidados e potencial para ser empresa mundial.

Como governos podem ajudar?
Rui
– Precisamos utilizar o poder de compra do Estado para fomentar a indústria tecnológica. Quem criou o Google Map foi a Nasa e deu para o Google. A internet nasceu para atender a uma demanda do exércio americano. O governo pode ajudar contratando serviços necessários. Enfrentamos falta de 180 mil profissionais no setor no país, mais de mil em Florianópolis, e perdemos talentos para o exterior. Precisamos de incentivos para retê-los.

O que a Acate prioriza?
Rui
– A Acate foi fundada pelos sete primeiros empresários que fundaram a primeira incubadora tecnologia do Brasil, com o professor Carlos Alberto Schneider. O José Fernando Faraco, da Dígitro, foi o idealizador da Acate e primeiro presidente.Uma das principais lutas foi pela política de isenção ou redução de impostos. Hoje, ela é uma coordenadora de um arranjo produtivo, com atuação em núcleos regionais, como Criciúma, Chapecó, Lages, Tubarão, Jaraguá do Sul. Busca soluções ao setor, especialmente nas áreas de recursos humanos e capital.

Como fundou a AltoQI?
Rui
– Sou exemplo de como a educação muda a vida das pessoas. Vivi até os 13 anos no interior de Ilhota, sem energia elétrica. Vi o primeiro computador aos 18 anos, quando entrei no curso de Computação da UFSC. Meu sonho era ser engenheiro, mas precisava trabalhar durante parte do dia. Tive propostas de emprego, mas minha mãe me incentivou a abrir a empresa, o que fiz com um sócio engenheiro, há 22 anos. Hoje, todos os prédios de Florianópolis são feitos com um software da AltoQI. Em SC, mais de 90% dos edifícios são projetados com nossos sistemas e cerca de 50% dos que são feitos no Brasil também. Temos perto de 25 mil clientes, entre os quais a Petrobras e a Vale. Empregamos 120 pessoas, boa parte para vendas.
 

Notas

Acate

A Acate tem cerca de 270 empresas associadas no Estado, a maioria em Florianópolis. Nos últimos anos, tem criado verticais de empresas (núcleos por segmentos) para impulsionar negócios. Além disso, criou a Universidade Acate para aprimorar mão de obra, trabalho que tem apoio, também, da prefeitura da Capital. O setor é o maior arrecadador de impostos de Florianópolis, onde fatura mais de R$ 1,2 bilhão por ano.Com matriz no Bairro Trindade, próximo da UFSC, a Acate tem dois condomínios, um junto a sua sede e outro no Corporate Park, na SC-401. O terceiro será na Pedra Branca, em Palhoça. Além disso, a associação abriga o Midi Tecnológico, incubadora com 15 empresas na unidade e mais 10 incubadas virtualmente. O Sebrae/SC é o mantenedor. Florianópolis conta, também, com o Celta, condomínio administrado pela Fundação Certi, e o Sapiens Parque, que precisa de mais infraestrutura e atrativos a empreendedores.

Atuação

Com matriz no Bairro Trindade, próximo da UFSC, a Acate tem dois condomínios, um junto a sua sede e outro no Corporate Park, na SC-401. O terceiro será na Pedra Branca, em Palhoça. Além disso, a associação abriga o Midi Tecnológico, incubadora com 15 empresas na unidade e mais 10 incubadas virtualmente. O Sebrae/SC é o mantenedor. Florianópolis conta, também, com o Celta, condomínio administrado pela Fundação Certi, e o Sapiens Parque, que precisa de mais infraestrutura e atrativos a empreendedores.

Banda larga

Rui Gonçalves assegura que a tecnologia digital vai trazer uma avanço fantástico, especialmente diante do potencial empreendedor catarinense e brasileiro. Por isso a Acate incentiva ao governo do Estado instalar banda larga de ponta em todos os 293 municípios. Segundo ele, se fizer isto, o governador vai ser convidado para dar palestra na ONU, em função dos avanços que serão alcançados. A tecnologia pode ajudar o Estado a resolver os problemas causados pela desindustrialização.

SCGás quer aumento de 10,36% para o gás industrial

26 de março de 2011 0

ASCGás, distribuidora de gás natural no Estado, protocolou na Agesc, agência reguladora de Santa Catarina, uma solicitação de reajuste de 10,36% nas tarifas do gás natural ao setor industrial. Esse pedido assustou a indústria, que não esperava aumento do insumo para este ano. O presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Alcantaro Corrêa, enviou um ofício ao governador Raimundo Colombo, ontem, fazendo um apelo para que sejam mantidos os atuais valores tarifários para evitar consequências negativas para o desempenho industrial e o desenvolvimento socioeconômico do Estado.
– Em face da estabilidade econômica e da política de controle de inflação, as indústrias não terão como fazer repasses adicionais ao produto final. Assim, este elevado índice ocasionará um grande impacto na produção, dificultando o crescimento industrial catarinense e diminuindo a rentabilidade das suas empresas, que já operam com margens reduzidas – argumentou Corrêa.
A Fiesc informa que a indústria responde por 80% do consumo de gás natural em Santa Catarina. O insumo representa 14,6% dos custos de produção do setor.

Preço será discutido

Apesar da solicitação à Agesc, o aumento do gás natural industrial ainda deverá ser discutido em várias instâncias. Segundo a assessoria de imprensa da SCGás, um dos motivos da solicitação do reajuste é que o insumo não tem aumento desde 2008. Outro fato é que o preço do gás depende de uma cesta internacional e o preço do petróleo e de derivados aumentou devido aos problemas políticos no Oriente Médio. Ainda de acordo com a assessoria, o reajuste é variável para cada cliente industrial porque depende do consumo.


Gastronomia da Itália

26 de março de 2011 0


Quem gosta de gastronomia e de viagens sobre o tema pode conferir hoje à noite, na TVCOM, a estreia de nova temporada do programa Momento Temperado, do jornalista Fernando Mansur. Ele inicia a série Expedições de Sabor, com reportagem feita em viagem ao Norte da Itália. O guia é o siciliano Paolino Bucca, campeão de pizza acrobática e as filmagens foram feitas pelo repórter cinematográfico Thiago Jasper. Segundo Mansur, serão mostrados a defumação do presunto tirolês Speck, agriturismo pelas regiões do Alto Ágide, Valpoliccela, Emilia Romagna e na maior feira gastronômica da Itália, a Sapore 2011, no Mar Adriático, na cidade balneária de Rimini. A exibição será às 21h30min, comemorando os seis anos de exibição do programa. 

Na foto, Mansur (C) com o casal Gisella e Luciano Ferriani, donos do Agriturismo I TRI Pini, em Varese, Milão

Curso de balanço social e ambiental

25 de março de 2011 0

O Ivisa, Instituto Vida Saudável, de Florianópolis, inicia hoje à noite e continua amanhã e domingo, na sede do CRC/SC, na Capital, o Curso de Balanço Social e Ambiental, com foco em gestão de auditoria e norma de responsabilidade social e ambiental. Visa a preparar os profissionais, o setor público e o terceiro setor e empresas para a realização de auditoria e certificação, abordando as normas de responsabilidade social e ambiental.

Inscrições e informações pelo fone 48-3247 0717 ou 8416-7477, com Jairo Kreusch. O investimento é de R$ 800 e são oferecidas condições para o pagamento.