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Posts de junho 2011

Tecnologia de SC para o estaleiro OSX

30 de junho de 2011 0

Enquanto a diretoria da OSX Brasil se concentrava na busca das licenças ambientais para instalar o estaleiro no Rio, a Fundação Certi, instituição que mantém parceria com a empresa do grupo do empresário Eike Batista, formou uma unidade no Sapiens Parque, com foco na oferta de tecnologia para construção naval.
– O principal objetivo do Sapiens Parque é desenvolver tecnologia para essa área, especialmente de solda a laser e robótica para ampliar a produtividade – diz o superintendente da Fundação Certi, José Eduardo Fiates.
Já foi constituído um convênio entre a Fundação Certi, a empresa Welle Laser e a OSX para solda a laser. O projeto poderá ser financiado pela Finep.

Formação de pessoal

A proposta de uma unidade do Instituto Tecnológico Naval (ITN) para formação de pessoal em SC também poderá acontecer, mas dependerá de uma negociação futura com a empresa, diz José Eduardo Fiates. Agora, com as licenças ambientais e recursos para financiamento, a OSX deve iniciar a estruturação do ITN. O Grupo EBX recebeu aprovação do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante para ter prioridade de financiamento ao estaleiro. O crédito, segundo a OSX, poderá chegar a R$ 2,7 bilhões.

Minoritários querem sair da Celesc

30 de junho de 2011 0

Grupo de acionistas minoritários da Celesc, integrado pelos fundos Previ, Tarpon e Geração Futuro, este último do empresário Lirio Parisotto, querem vender suas participações na Celesc Holding porque não estão conseguindo o retorno desejado do investimento. Como não há interessados na compra, seria necessário alterar o estatuto da empresa, tornando-o parecido com o da Cemig, a estatal de energia de Minas Gerais, informou para a coluna uma fonte próxima dos minoritários. A alteração atrairia o interesse de dois grandes grupos do setor, a própria Cemig e a paranaense Copel.
Tanto o governador Raimundo Colombo quanto o presidente da Celesc, Antonio Gavazzoni, prometeram a alteração até 120 dias após a posse, mas já se passaram 180 dias e ainda não foi promovida a mudança. Os minoritários querem que o novo estatuto defina para as três empresas _ holding, distribuição e geração _ apenas uma diretoria, um conselho de administração e um conselho fiscal. Além disso, querem vincular o plano diretor com as metas. A Previ detém 14,46% do capital total da empresa; o Tarpon, 13,43% e o Geração Futuro, 11,64%. Os minoritários têm cinco das 13 cadeiras do conselho da estatal.
 
Falta de controle
Um dos problemas que preocupam os minoritários da Celesc é a falta de controles financeiros. Atualmente, a companhia está com dificuldades para localizar R$ 51 milhões em depósitos judiciais para custear ações na Justiça, informou a fonte. O recomendável seria ter uma conta vinculada para cada depósito. Outra crítica envolve os investimentos feitos com recursos da Fundação Celos, o fundo de pensão dos funcionários da Celesc que também deve ser monitorado pelos conselheiros da companhia. Na próxima reunião do conselho de administração, dia 7 de julho, o presidente da Celos, Milton Garcia, terá que explicar a provisão de R$ 60 milhões em função de aplicações feitas em CCBs (Cédulas de Crédito Bancário) que não foram honrados pelas empresas que tomaram os recursos. 
 
 

Brandili lança campanha com Duda Bündchen

30 de junho de 2011 1

A marca Brandili, de Apiúna, no Vale do Itajaí,  lançou nova campanha com a top infantil Eduarda Bündchen, 4 anos, sobrinha da modelo Gisele Bündchen, que envolve aventuras divertidas dentro de um jogo de videogame. No novo comercial criado pela agência e21, de Porto Alegre, Duda contracena com Pedro Vítor, vencedor do concurso Fã Clube das Crianças do Brasil 2. O objetivo do joguinho é vestir roupas da grife catarinense das coleções inverno e primavera. O filme já está sendo exibido em canais de programas infantis de TVs.
Fundada em 1964, a Brandili tem dois parques fabris, um em Apiúna e outro em Otacílio Costa, SC. Fabrica cerca de 15 milhões de peças ao ano e uma das suas estratégias é criar coleções para regiões do Brasil. Uma delas é para o Norte e o Nordeste. A empresa tem loja virtual e blog de moda infantil.
A propósito, Gisele, a tia da Duda famosa mundialmente, está em São Paulo nesta quinta-feira para gravar nova campanha para a Sky.

Na foto acima, da 8588 Creative Studio, Duda é preparada para a filmagem.

Luciano Hang recebe título da ADVB

29 de junho de 2011 0

O empresário Luciano Hang, fundador e presidente da rede Havan, recebe amanhã à noite, na Sociedade Beneficente de Brusque, o título de Personalidade ADVB. Antes, a partir das 16h30min, a presidente da associação, Maria Carolina Linhares, lidera o 9º Fórum das Personalidades de Vendas ADVB/SC 2011 com a participação de empresários catarinenses que já receberam o título, entre os quais, Vicente Donini, da Marisol, Natanael Santos de Souza, do Grupo First e Leonardo Zipf, da Duas Rodas. O Fórum será na Associação Comercial e Industrial de Brusque e a participação é livre para interessados.

Celesc em evento do Safra

29 de junho de 2011 0

A Celesc é a primeira concessionária de energia convidada para evento do Safra Lunchtime Equity Forum, que promove debates entre um grupo restrito de investidores e os CEOs de grandes companhias, especialistas setoriais e representantes de agências reguladoras. O encontro é hoje, em Paulo. A estatal, que trabalha para se projetar mais no mercado, será representada pelo presidente Antonio Gavazzoni e pelo diretor de Relações com Investidores, André de Rezende.

O "Google" de empresas avança

29 de junho de 2011 0

A empresa catarinense de tecnologia Paradigma deu mais um passo para difundir o seu portal ClicBusiness, que funciona como um Google para empresas localizarem fornecedores com foco em qualidade e preços mais acessíveis. Fechou parceria com a Totvs, maior empresa de software empresarial do Brasil, que vai utilizar soluções de procura e serviços. O ClicBusiness conecta grupos de fornecedores já estabelecidos, com operações autônomas e personalizadas para a realização de negócios. O cadastro de potenciais fornecedores de uma empresa metalúrgia, por exemplo, pode ser utilizado por outra empresa do mesmo setor, permitindo melhores negociações de compra e venda. Segundo o presidente do conselho de administração da Paradigma, Gérson Schmitt, a expectativa é de que o portal, em poucos anos, tenha mais de 500 mil empresas assinantes, o que colocará para ser um dos maiores negócios do do setor de tecnologia da informação no Brasil.

Tecnologia de SC

O projeto do ClicBusiness foi totalmente desenvolvido em Florianópolis, e as primeiras usuárias foram a Docol e a Teka, duas grandes empresas catarinenses. Agora, a Totvs vai oferecer os serviços para os seus 26 mil clientes e para um número estimado de 2,5 milhões de empresas que fazem parte da cadeia de valor desses clientes.Com isso, a Paradigma poderá faturar entre R$ 100 milhões a R$ 300 milhões nos próximos anos, estima o presidente do conselho da empresa, Gérson Schmitt.

Exportações de autopeças crescem 42,7%

29 de junho de 2011 0

Apesar do dólar baixo e outros problemas, as exportações catarinenses de autopeças vão de vento em popa. Cresceram 42,7% no período de janeiro a maio deste ano frente ao mesmo período do ano passado, atingindo US$ 256,6 milhões. No país, as exportações do setor cresceram 23,3% no período, atingindo US$ 4,28 bilhões. O saldo catarinense foi positivo em US$ 175 milhões, informa o presidente da Câmara de Autopeças da Fiesc, Hugo Ferreira. As vendas do setor, de janeiro a maio, cresceram 19,5% em SC. No país, a expansão ficou em 10,4%.

Estaleiro Biguaçu que virou Açu

28 de junho de 2011 1

Agora está definido. A OSX, empresa do setor naval do bilionário Eike Batista, que chegou a escolher inicialmente Biguaçu para sediar o seu estaleiro, vai construir a unidade na região do Porto do Açu, em São João da Barra, Rio de Janeiro. Ontem, a OSX divulgou fato relevante informando que obteve a licença ambiental de instalação no dia 22, cerca de um ano após o início do licenciamento ambiental, e de ter recebido a licença ambiental prévia em fevereiro. Com essa autorização emitida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Fatma do Rio de Janeiro, a companhia pode iniciar as obras da unidade de construção naval (UNC), o que fará no mês que vem. A diretoria da OSX voltou a reforçar que será o maior estaleiro das Américas, com geração de 14 mil empregos, sendo 10 mil na fase de operação e os demais na implantação. Boa parte da equipe que trabalhará no estaleiro será treinada pelo Instituto Técnico Naval, que está em desenvolvimento pela OSX. O know how virá da líder mundial na produção de navios sonda e plataformas para a exploração de petróleo, a coreana sócia da unidade, Hyundai. Entre as vantagens está a integração logística.

Contrapartidas socioambientais

Para instalar o estaleiro no Rio com preservação do meio ambiente e apoio ao desenvolvimento local, o Grupo EBX, por meio da OSX e LLX, se comprometeu a realizar contrapartidas socioambientais de R$ 71 milhões e mais uma série de ações. Vai destinar R$ 34 milhões em obras de saneamento em São João da Barra e medidas de proteção à biodiversidade, investir cerca de R$ 37 milhões par a implantação e manutenção de unidades de conservação ambiental, capacitação de pessoas das comunidades vizinhas, implantação de plano de investimento social da pesca e agricultura na região, difusão de gestão integrada do território e criação da reserva ambiental Caruara, com 3.845 hectares de área protegida.

SC perdeu?

O projeto do estaleiro cresceu no Rio de Janeiro e Santa Catarina perdeu não só o que seria o maior investimento privado já anunciado para o Estado com a geração de milhares de empregos, mas também elevadas cifras em preservação ambiental e desenvolvimento social. Sem a empresa, a Baía Norte segue com a mesma paisagem, mas quase nada vem sendo feito para preservar o meio ambiente local.
Mais discussões sobre alternativas de preservação ambiental e menos radicalismo por parte dos ambientalistas talvez pudessem ter viabilizado o projeto na Grande Florianópolis, com ganhos maiores a pessoas da região que não contam com os empregos públicos. Afinal, o meio ambiente da região segue afetado por imóveis e pequenas empresas.

Hering, notável na Bovespa

28 de junho de 2011 0

A virada da Cia Hering no mercado, com foco em moda rápida, preços mais acessíveis, marketing diferenciado e melhores condições de pagamento transformou suas ações nas mais desejadas da BM&FBovespa, com ganhos extraordinários aos investidores que compraram os papéis há dois anos. Quem investiu R$ 10 mil no dia 30 de abril de 2009, tinha ontem cerca R$ 118 mil. Isto porque as ações tiveram valorização de 1.183,1% entre abril de 2009 e ontem, quando fecharam em   R$ 34,90 (considerando o efeito do desdobramento dos papéis realizado em 2010). A Cia Hering atua com a marca Hering, a rede de lojas e franquias Hering Store, mais as marcas PUC e dzarm. No primeiro trimestre, o lucro da companhia, que no ano passado fez 130 anos, cresceu 74%.

Crise europeia piora cenário para exportações

27 de junho de 2011 0

Empresas exportadoras catarinenses estão preocupadas com a situação da Comunidade Europeia, um dos mais sólidos mercados mundiais. Enquanto a Grécia segue com elevado risco de moratória, duas grandes economias do continente, a Alemanha e a França, estão crescendo menos do que o esperado. Outros países que integram os PIIGs (Portugal, Irlanda Itália, Grécia e Espanha) também enfrentam profunda crise. O impacto da Europa, mais a recessão no Japão e o crescimento aquém do estimado nos EUA, acendem uma luz amarela para a economia brasileira. Isto porque o país não consegue exportar mais manufaturados devido ao dólar baixo ao mesmo tempo em que o Banco Central precisa manter os juros altos para conter a inflação. 
Entre os produtos catarinenses mais exportados para a Europa estão carnes, motores elétricos, compressores, autopeças, móveis de madeira, cerâmicas e têxteis. A Portobello, por exemplo, que já vendeu mais no exterior em outras épocas, voltará a expor na Cersaie 2001, na Itália, em setembro, visando a ampliar vendas. A crise preocupa especialmente o setor de carnes, que enfrenta barreiras não-sanitárias para ampliar vendas porque o agronegócio europeu procura defender seu mercado.

Eike tem plano para cem hotéis

27 de junho de 2011 0

O empresário Eike Batista informou ontem, via Twitter, que tem projeto para cem hotéis no Brasil. O diretor de Turismo da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Ernesto São Thiago, perguntou sobre o plano pelo microblog e o bilionário confirmou.
O primeiro projeto de Eike no setor é o Hotel Glória, do Rio, que comprou e está restaurancedo para ser o primeiro seis estrelas do país. O plano inclui um teleférico para o transporte de hóspedes. Como Santa Catarina tem vocação turística, seria interessante ao Estado atrair alguns dos empreendimentos hoteleiros do empresário.

"Receita de sucesso é o cliente feliz"

26 de junho de 2011 0

O publicitário Wilfredo Gomes lança nesta segunda-feira uma campanha especial, a que vai comemorar os 25 anos da sua agência, a OneWG. O sucesso da maior agência de propaganda de Santa Catarina e uma das maiores da região Sul, com faturamento superior a R$ 50 milhões por ano e quase 50 empregados, foi pavimentado com muito trabalho, confiança e ousadia. O jovem Wilfredo estreou no setor aos 16 anos e teve que ser emancipado pela família aos 17 anos para abrir a agência, em setembro de 1986. Queria fazer sucesso e tinha aprendido com a mãe, descendente de alemães, que era preciso lutar. A empresa teve vários nomes, suportou a série difícil de planos econômicos, teve sócios nacionais e internacionais, assinou campanhas políticas vitoriosas e finaliza duas décadas e meia com solidez e maturidade. O foco maior é no setor privado, mas empresas públicas e cliente no exterior também têm participação importante.

Wilfredo Gomes

Fundador e presidente da agência de propaganda OneWG, de Florianópolis. Após enfrentar os desafios de um negócio que começou pequeno e se consolidou em 25 anos, Wilfredo Gomes, 41 anos, está numa nova fase. Seu trabalho atual é voltado ao planejamento estratégico, geração de novos negócios e ideias aos clientes. A parte operacional fica com o sócio José Netto. Filho do meio de uma servidora pública e de um deputado estadual, Wilfredo perdeu o pai com dois anos, foi alfabetizado com três anos e ingressou na Esag/Udesc aos 15 anos. Não concluiu o curso de Administração e se formou em Controladoria. Seu irmão mais velho é professor universitário, e o mais novo, um chef de cozinha premiado. O foco maior nos negócios o impediu de constituir uma família. Agora, diz estar preparado para dar mais saltos na vida pessoal, quer casar e ter dois filhos.

Como a OneWG está comemorando os 25 anos?
Wilfredo Gomes – Com a felicidade de realização de um sonho. Quando a gente começa um negócio, tem um sonho. Eu consegui transformar um sonho na maior e melhor agência de propaganda de Santa Catarina, ser respeitado e reconhecido aqui, no Brasil e no exterior. É um momento de muita alegria, mas de cansaço também porque foi muito trabalho. Somos uma agência moderna e ágil. Vamos fazer uma campanha grande, que começa segunda, pela qual vamos contar a história da agência homenageando nossos clientes. Criamos um slogan que tem a ver com esse longo desafio: Coragem de fazer diferente. As comemorações incluem a festa dos aniversários meu e do meu sócio José Netto, em julho, com a presença do filho mais velho do presidente Nicolas Sarkozy.

O início da agência como foi?
Wilfredo – Eu passei no vestibular com 15 anos e entrei na universidade com 16, depois de estudar no Colégio Catarinense. Nessa época eu comecei a tocar guitarra e queria fazer sucesso. Nossa banda se apresentou num festival organizado pelo publicitário Daniel Araújo, da agência D/Araújo.Fizemos sucesso e ele quis empresariar a gente. Comecei a fazer a nossa divulgação e, então, ingressei na propaganda. Abri a empresa em setembro de 1986, com 17 anos. Comprei uma máquina de escrever e, junto com o colega de banda Mauro Goedert, abrimos a MW Propaganda. Dividíamos uma sala com outra empresa no edifício Apolo. O primeiro cliente foi a lanchonete King Dog, de um amigo. Criamos um spot para rádio. O começo foi um aprendizado, meio de erro e acerto.

Quanto da receita vem de governos e de empresas?
Wilfredo – Hoje, cerca de 60% a 70% da nossa receita vem de clientes privados. Temos uma extensa carteira de clientes, entre os quais o estaleiro Azimut-Benetti, governo de Barbados (Caribe), grupo Portobello (Portobello Shop), Sebrae, Fecomércio, RBS TV, prefeitura de Joinville, Makenji, Floripa Shopping, governo de SC (Celesc e Casan, Secretaria de Turismo), Goldsztein Cyrela e Sistema de Ensino Energia. Muitos associam a gente ao governo, mas o nosso sucesso não está ligado a isso. Atendo o governo há oito anos e a empresa tem 25 anos.

Você fez várias campanhas para o ex-governador e senador Luiz Henrique. Foi um trabalho técnico ou mais ideológico?
Wilfredo – Não sou filiado ao PMDB. Mas a gente acaba tendo uma relação profunda com os clientes. Fiz duas campanhas para o Luiz Henrique para a prefeitura de Joinville, em 1996 e 2000. Não foram fáceis, mas a grande marca foi a campanha de 2002, quando ele se elegeu governador. Ninguém acreditava que venceria. A vitória gerou uma euforia. Eu era quase um secretário sem pasta, opinava muito.


Como você avalia o avanço das redes sociais?
Wilfredo – Essas mídias têm dois lados, um é de informação. Temos cases fantásticos, de poder ter contato direto com usuários ou possibilitar a participação deles na definição de produtos. Mas ainda não são veículo de massa. Na publicidade, é fundamental saber onde você quer chegar e definir a dose certa de uso de cada mídia. Cada caso é diferente. A receita de sucesso é: se o cliente está vendendo, está ganhando dinheiro, está feliz. Se não está, a receita está errada.

Você tem muitos contatos no Brasil e exterior. Como isso ajuda o seu trabalho?
Wilfredo – Eu sempre entendi que, para uma agencia moderna como a OneWG, o network é fundamental. Sempre cultivei isso, embora com muito trabalho. Essa rede permite conhecer o mundo, trocar ideias rapidamente e converter contatos em negócios.

Notas

Propaganda

Na avaliação de Wilfredo Gomes, o mercado publicitário, no Brasil, está cada vez mais competitivo, o que exige mais ideias e movimentos rápidos e precisos. Segundo ele, há poucos anos, havia poucos canais de TV. Hoje há uma série na TV a cabo, mídias digitais e outras. O aquecimento da economia exige que as agências fiquem mais antenadas.

 Nomes


Desde que foi fundada, a OneWG teve vários nomes conforme os sócios. O primeiro foi MW publicidade, depois se tornou a Portavoz, durante a sociedade com o publicitário Juarez Beltrão. Mais tarde, o sócio foi Stalimir Vieira, de São Paulo. Na sequência, se tornou WG, apenas com as iniciais de Wilfredo Gomes. Logo, se tornou EugênioWG e, na sociedade com Nizan Guanaes virou EugênioWGDDB. Desde 2002, o nome é OneWG.

Empregados

É grande o número de currículos que a OneWG recebe diariamente. Segundo Wilfredo Gomes, o sonho de muitos jovens publicitários é trabalhar na agência. Não é uma questão de salário, mas o desejo de atuar na maior agência do Estado.

Mídia

Numa fase de alta competição, Wilfredo Gomes entende que as marcas devem mostrar seus diferenciais, por que agregam valor ao consumidor. Para isso, devem usar a comunicação. Como dizia o Chacrinha, quem não se comunica se trumbica, lembra o publicitário.

Obs.

Quem vem para o aniversário dos sócios Wilfredo e José Neto, dia 8 do mês que vem, é  Pierre Sarkozy, o filho mais velho do presidente francês, Nicolas Sarkozy, e não o mais novo, como publiquei na edição impressa desta entrevista.

Arquitetura para milionários

26 de junho de 2011 2

O crescente mercado de imóveis caros no Estado, com unidades de R$ 2 milhões a mais de R$ 10 milhões, fortalece a profissão de arquiteto de interiores. Segundo José Abreu Júnior, curador da mostra Casa Nova e que também atua com arquiteto nesse segmento, os investimentos em decoração variam de 50% a 100% do valor do imóvel. Os que mais atendem esse grupo são os profissionais que se destacam no ranking de vendas do Núcleo Catarinense de Decoração, como Robson Nascimento, Giovani Bonetti, Alcides Theis, Rosane Girardi e Kátia Menezes.

A arquiteta de Florianópolis Roberta Zimmermann Buffon (foto), que também atua no segmento de arquitetura de luxo, foca moda internacional nos projetos. Cria almofadas, cabeceiras de camas e outros itens inspirados em peças famosas de grifes como Chanel, Prada, além de tecidos Missoni e Pucci. Em grandes projetos em Balneário Camboriú, trabalhou em parceria com arquitetos do exterior.


Harley-Davidson com Berlanda em SC

25 de junho de 2011 5

As lendárias e sofisticadas motos Harley-Davidson, dos EUA, serão revendidas em Santa Catarina pelo empresário Wanderlei Berlanda (C), dono da concessionária Hai Toyota, na Capital. Berlanda venceu uma disputa acirrada pela concessão, que interessava outros três grupos. Pesou o fato de a Toyota ter índice de satisfação dos clientes de 9,56%, enquanto a média do Brasil é de 8.02%.
O contrato foi assinado esta semana com o superintendente comercial da marca no Brasil, Longino Morawski (E), e o gerente de desenvolvimento da rede de concessionárias, Antonio Carlos Cantero (D). O empresário vai construir loja às margens da BR-101, na Grande Florianópolis e, em oito meses, espera iniciar as vendas. No futuro, instalará outra concessionária em Chapecó para vender para o Oeste do Estado e as regiões próximas dos estados vizinhos.
Os preços das Harley variam de R$ 40 mil a R$ 120 mil. A nova loja venderá também produtos da marca, como camisetas, jaquetas, mochilas e outros.

A matriz da Harley-Davidson é em Milwaukee, estado de Wiscousin, EUA, e a filial no Brasil fica em Manaus, onde a produção será ampliada a partir de meados deste ano. O perfil dos compradores da Harley-Davidson normalmente são homens jovens, bem de vida, que gostam de fazer passeios com motos sofisticadas. Há, também, os que preferem levar a vida com menos estresse e mais viagens. A empresa americana é apontada como um caso de sucesso de uso do marketing radical. Tem legiões de seguidores fiéis à marca, que se encontram em várias cidades do mundo para passeios de motocicleta em conjunto. Para muitos, ser seguidor da Harley chega a ser uma religião. A propósito, a próxima reunião mundial da empresa será em Los Angeles, dia 16 de julho e Wanderlei Berlanda vai participar.

Animais também precisam de vida confortável

25 de junho de 2011 0

As constantes cobranças de consumidores do primeiro mundo sobre a qualidade de vida dos animais utilizados para produção de carnes, como bovinos, suínos, aves e outros, levou o Ministério da Agricultura a criar a Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal. O objetivo é intensificar iniciativas na área, como a difusão de normas e recomendações técnicas de boas práticas nas cadeias produtivas.
Santa Catarina foi um dos estados pioneiros a treinar profissionais pelo Programa Nacional de Abate Humanitário (Steps), que já preparou cerca de 2,5 mil técnicos no país. Essa iniciativa é em parceria com a Sociedade Mundial de Proteção Animal. A Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia, tem atividades em conjunto com o ministério. O conceito de bem-estar animal inclui satisfatória qualidade de vida como saúde, ambiente adequado, dieta e longevidade. O animal deve ser livre de fome e sede, desconforto, dor, lesões ou doenças, desimpedido para expressar os seus comportamentos normais e isento de medo e aflição.

Para melhorar a logística do Mercosul

24 de junho de 2011 0

As federações das indústrias de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, por meio do Fórum Industrial Sul e com apoio da CNI, vão iniciar, em breve, o maior estudo já realizado sobre modais logísticos no Mercosul. A intenção é melhorar a interligação com a Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

Projeto Sul

A iniciativa das federações industriais é denominada Projeto Sul Competitivo e visa a fazer uma radiografia do que há e apresentar soluções integradas para o transporte de cargas por meio de portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias, rodovias e dutovias. A interligação desses modais pode reduzir custos e permitir maior rapidez à circulação de mercadorias, garantindo maior competitividade. O estudo será feito pela Macrologísitca, que fez o Projeto Norte Competitivo para a região amazônica.

Fim da novela Embraco e Banco Safra

24 de junho de 2011 2

Acordo entre a Whirlpool, controladora da Embraco, de Joinville, e o Banco Safra, que prevê o pagamento de quase R$ 1 bilhão à instituição financeira, encerra uma das novelas judiciais mais longas e caras entre empresas brasileiras. A Whirlpool informou ao mercado, no final da tarde de quarta-feira, que pagará R$ 958,4 milhões, em duas parcelas, a primeira, de R$ 468,9 milhões, dia 15 de julho próximo, e a segunda, de R$ 489,6 milhões, em 16 de janeiro do ano que vem, para liquidar a dívida discutida há 22 anos.
Em junho de 1989 a Embraco foi atingida, indiretamente, pela quebra das bolsas de valores do Brasil, causada pelo especulador libanês Naji Nahas, que provocou um dos maiores escândalos financeiros da história do país. Na época, o então presidente da multinacional Embraco, o executivo paulista Rodolfo Bertola, tomou um empréstimo pessoal da ordem de US$ 15 milhões, em nome da empresa, para pagar dívida da Distribank, distribuidora do seu filho, Roldolfo Bertola Filho, atingida pelo rombo de Najas. Como ele não tinha autorização do conselho da Embraco e não poderia fazer empréstimo em nome dela, a companhia levou o problema para a Justiça que deu ganho de causa ao Banco Safra.
Se a empresa não fizesse o acordo, correria o risco de ter de pagar R$ 1,9 bilhão. A Whirlpool informou que usará a provisão de R$ 268 milhões e dedução fiscal, implicando em impacto líquido menor do que o valor total do acordo. Ano passado, a empresa americana, que também é dona da Consul e Brastemp, teve lucro de R$ 620 milhões.
 
Origem do rombo 

O especulador Naji Nahas tomava empréstimos bancários para comprar e vender ações. Comprava e vendia para si por meio de corretoras e laranjas, lucrando a diferença. Chegou um momento em que os bancos desistiram do jogo e Nahas quebrou causando um rombo da ordem de US$ 400 milhões. Após o empréstimo, Rodolfo Bertola foi demitido da Embraco, chegou a ser diretor da Wetzel e, depois, voltou para SP. Morreu em Atibaia, em 2007, aos 80 anos.

Vossko e Gomes da Costa firmam parceria

23 de junho de 2011 1

De olho no mercado brasileiro, duas multinacionais firmam acordo para produzir peixes empanados em Lages. A Gomes da Costa, empresa do grupo espanhol Calvo, que é líder brasileira no segmento de sardinha em lata e tem fábrica em Itajaí, será parceira da alemã Vossko, que produz frango empanado na cidade serrana. Essa aproximação resultou da viagem do governador Raimundo Colombo à Alemanha e Espanha, recentemente. Quarta-feira, o empresário Alberto Encinas, da Gomes da Costa, acompanhado do deputado Elizeu Mattos, foi recebido por Joachim Gerecht, executivo da Vossko. O início da produção de peixe depende de licença dos órgãos federais. A Vossko, que só atual com exportação, quer fornecer também carnes de bovino e suíno ao mercado interno. Os empresários participaram, em Lages, da Festa do Pinhão.

Cervejarias artesanais na ExpoSuper

23 de junho de 2011 0

Entre indústrias gigantes do setor de alimentos, três cervejarias artesanais do Estado, a Zehn Bier, de Brusque; a Bierland, de Blumenau, e a Opa Bier, de Joinville, se destacaram na ExpoSuper, feira para supermercadistas que se encerrou hoje, na Expoville, em Joinville. O empresário José Carlos Zen, de tradicional família de industriais de Brusque, aposta na cerveja artesanal pela sua qualidade superior, feita por mestre cervejeiro experiente, matéria-prima selecionada e sem conservantes. Sua mulher e sócia, Nádia Zen, também foi à feira colaborar na oferta de degustação. A Bierland levou para a ExpoSuper o seu somelier Paulo Bettiol e lançou a Imperial Stout, uma cerveja escura, ideal para harmonizar com ostras. Francisco Akira, da Opa, divulgou na feira a cerveja em garrafa de alumínio.  

Supermercados de SC vão rastrear alimentos

22 de junho de 2011 0

Supermercados catarinenses começam um programa de rastreamento de alimentos a partir do segmento de frutas, legumes e verduras. A iniciativa é da Associação Catarinense de Supermercados (Acats) para fornecedores de redes que são suas associadas. A empresa de tecnologia que vai executar o rastreamento é a PariPassu, de Florianópolis, que já presta o serviço para a maior rede supermercadista do Brasil, a Pão de Açúcar. Quem também estuda projeto semelhante é a Associação Brasileira de Supermercados, informa Giampaulo Buso.
O sistema do Pão de Açúcar controla 14 mil itens entre frutas, verduras, legumes, carne e ovos. O próximo passo será a rastreabilidade de pescados de água doce.
Conforme Buso, a iniciativa da Acats visa a dar mais segurança aos consumidores sobre a origem e a qualidade dos alimentos e atender exigências da Anvisa. Em SC, a rede Hippo está mais avançada. Em dezembro terá a origem dos produtos registrada, diz o sócio da empresa, Joseano Saqueti.

<!– Especializada em tecnologia para rastreamento de alimentos, a PariPassu começou no segmento com a identificação, via internet, da origem de mel da Encosta da Serra, em São Bonifácio, e de ostras da Enseada do Brito. Depois, foi convidada a prestar serviços ao Pão de Açúcar, programa que é o maior do mundo em número de fornecedores, que inclui orientação técnica. Segundo Giampaulo Buso (foto), a implantação é lenta. Na empresa paulista começou em 2002. O modelo da PariPassu já atraiu a curiosidade até pesquisadores do MIT, dos EUA.

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Maior do mundo

Especializada em tecnologia para rastreamento de alimentos, a PariPassu começou no segmento com a identificação, via internet, da origem de mel da Encosta da Serra, em São Bonifácio, e de ostras da Enseada do Brito. Depois, foi convidada a prestar serviços ao Pão de Açúcar, programa que é o maior do mundo em número de fornecedores, que inclui orientação técnica. Segundo Giampaulo Buso (foto), a implantação é lenta. Na empresa paulista começou em 2002. O modelo da PariPassu já atraiu a curiosidade até pesquisadores do MIT, dos EUA.