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Diário da China

17 de agosto de 2011 0

Efeitos da crise

As turbulências nas Bolsas e outros sinais de crise nos Estados Unidos e Europa, estão provocando poucos efeitos na economia chinesa que cresceu 10% ano passado e, este ano, pode ter expansão em torno de 9%.Segundo o embaixador Marcos Caramuru, Cônsul Geral do Brasil em Xangai, muitos empresários chineses estão dizendo que a crise está péssima, a recessão já começou, apesar de enfrentarem uma leve queda de demanda no exterior. O executivo da mesa de negócios do HSBC Brasil em Xangai, Henrique Vianna, observa que apesar das dificuldades no Primeiro Mundo, as exportações da China seguem crescendo. Ambos tiveram encontro com integrantes da missão da Fecomércio.

HSBC Brasil em Xangai

Atento aos crescentes negócios de empresas brasileiras na China, o presidente do HSBC Brasil, o catarinense Conrado Engel, criou uma mesa de negócios em Xangai, para atender empresas brasileiras no país e, também, chineses que investem no Brasil. Segundo o executivo responsável, Henrique Vianna, entre os clientes atendidos aqui estão a Ciser, de Joinville, e a Weg, de Jaraguá.

De derreter

Integrantes da missão da Fecomércio enfrentaram calor superior a 30 graus centígrados ontem, em Xangai. O maior sufoco foi durante breve visita ao histórico Jardim da Felicidade, no centro da cidade, antes de almoço típico com a participação de executivos do HSBC Brasil.

Motos

Apesar de moderníssima, a cidade de Xangai, que segundo informações daqui já tem 22 milhões de habitantes, conta com trânsito de motos intenso. Mas há poucos acidentes porque a velocidade do tráfego é baixa e os motociclistas andam sem capacete.

Sob praças

O vice-presidente da Fecomércio e diretor do Angeloni, Atanázio dos Santos, gostou do bom uso das praças em Xangai. Quase todas têm estacionamentos subterrâneos.

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