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Diário da China

20 de agosto de 2011 0

Coisas pequenas

Os mais de 80 centros atacadistas da cidade de Yiwu formam o maior complexo de venda de “coisas pequenas” do mundo. Foi essa a expressão usada pela vice-diretora da prefeitura local, Monica Huang, ontem, quando recebeu a missão da Fecomércio/SC. Segundo ela, um terço da produção é feito no município; um terço, na província; e a outra parte vem de fora. Monica convidou o Estado para as feiras de turismo e florestas. Coincidência: tanto SC quanto Yiwu destacam o turismo de aventura. O grupo catarinense segue hoje para Pequim.

 



Precária

Apesar dos avanços, as condições de trabalho continuam precárias para os chineses, constatou o vice-presidente de Serviços da Fecomércio, Paulo Roberto dos Santos, ao visitar uma metalúrgica, ontem, em Yiwu, a convite de empresário local. Segundo ele, faltam equipamentos de segurança, climatização e outros confortos para um calor em torno de 35ºC.

 



Golpe do yuan

Os chineses não usam violência, mas são experts em enganar por dinheiro. É preciso ficar de olho nos taxistas para não trocarem uma nota de 100 yuan (cerca de R$ 25) verdadeira por uma falsa na hora de pagar a corrida. Se ele consegue trocar, diz que o dinheiro é falso e pede outra cédula, deixando o prejuízo com o cliente.

 



No Brasil

Questionada se prefere morar na China ou no Brasil, Iara, chinesa que faz tradução ao grupo de SC, diz preferir o Brasil. Isto porque nossos salários são maiores, a jornada é menor e há mais férias. Aqui, o salário médio é de 800 yuan (R$ 206) e a jornada, das 7h às 19h.

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