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Novo pacto público e privado

24 de setembro de 2011 0

Com a assinatura do Pacto pela Competitividade, ontem, na sede da Federação das Indústrias (Fiesc), o governador Raimundo Colombo e as federações empresariais do Estado selaram o propósito de fazer esforços conjuntos para tornar a economia catarinense mais dinâmica. Isto porque, apesar de o Estado ser um dos mais desenvolvidos do país, a economia local vem perdendo força diante da maior concorrência da indústria da Ásia no mundo, dólar baixo e nível de inovação inferior aos dos concorrentes externos. Para inovar é preciso ter profissionais qualificados em todos os níveis, por isso uma prioridade dessa sinergia público-privada é o avanço na educação técnica e profissionalizante.
O principal programa conjunto será o aumento da oferta de ensino profissionalizante, previsto no programa SC@2022, Estado Máximo da Inovação, apresentado na Fiesc, ontem, pelo secretário de Desenvolvimento, Paulo Bornhausen.

Haverá sintonia?

O Estado tem, hoje, cerca de 240 mil alunos no segundo grau e a intenção é oferecer cursos técnicos para 40% desses estudantes, isto é, 96 mil. O objetivo é usar a estrutura física das escolas estaduais para que o Senai, Senac, Senat e outras instituições que ministram ensino técnico. Os detalhes não estão definidos, mas os professores da rede pública também poderão ministrar aulas nesses cursos. A expectativa é de que esse pacto garanta resultados efetivos na educação e em outros setores. Isto porque, nos bastidores, fala-se da falta de sintonia entre as secretarias de Educação e Desenvolvimento do governo.

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