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Indústria debate o seu futuro

26 de outubro de 2011 0

Nesta fase de cenário mais difícil para a produção industrial, com recuo de 6,3 pontos em setembro frente a agosto, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), realiza, hoje e amanhã, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o 6º  Encontro Nacional da Indústria (ENAI). O tema central é o fortalecimento da competitividade do setor e, Santa Catarina, contará com uma delegação de 70 industriais, liderada pelo presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.

O evento contará com a participação de lideranças influentes para o setor como os ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Aloízio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Fernando Haddad (Educação), e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Da ala privada, além do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, estarão André Gerdau (Grupo Gerdau), José Rubens de La Rosa (Marcopolo), Cledorvino Belini (Fiat) e Josué Gomes da Silva (Coteminas). Na lista de temas polêmicos está o aumento da taxação de importações de alguns produtos, o que beneficia a indústria mas encarece a vida do consumidor.

 Com Larry Summers

A estrela do Encontro Nacional da Indústria, este ano, é o ex-secretário do Tesouro dos EUA no governo de Bill Clinton e ex-diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca na gestão de Barack Obama, Larry Summers. O economista fará a primeira palestra do evento, às 10h30min, sobre os rumos da crise internacional e seus efeitos no Brasil. Será ouvido antentamente pelos cerca de 1,5 mil participantes porque, apesar do deslocamento gradativo do eixo econômico para a Ásia-Pacífico, os EUA ainda respondem por mais de 20% da economia mundial. Resta saber até que ponto ele vai abrir o jogo sobre o seu país.  

Falta demanda

Conforme sondagem feita pela CNI, uma das maiores preocupações é a falta de demanda. Entre as pequenas empresas ouvidas, 24% apontaram falta de demanda no último trimestre. Das grandes empresas, o problema atinge 26,2%. Apesar dessa dificuldade, as indústrias esperam manter estável o número de empregos nos próximos seis meses. Foram ouvidas 1.737 empresas, em todo o país, entre 3 e 18 deste mês.  

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