Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Industriais cobram condições para competir

27 de outubro de 2011 0

Grupo de 70 lideranças industriais catarinenses participa do Encontro Nacional da Indústria (ENAI) que abriu ontem e continua hoje, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Atentos a análises do atual cenário e projeções, os empresários acompanham o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte e o primeiro vice-presidente da entidade, Mário de Aguiar. O vice-presidente da CNI, Alcântaro Corrêa, também participa.

Segundo Glauco Côrte, as dificuldades para a indústria brasileira persistem. O que falta é ter condições isonômicas de competitividade em relação aos concorrentes internacionais. A carga tributária continua altíssima, a infraestrutura é deficiente e a legislação não favorece o ambiente de negócios.

Mais pressão por mudanças

A ausência da presidente Dilma Rousseff e do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, na abertura do Encontro Nacional da Indústria (ENAI), ontem, decepcionou a maioria dos empresários presentes, especialmente os de Santa Catarina, que esperavam pelo menos algumas medidas para impulsionar o setor. Mas o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, conclamou a todos que é fundamental o setor estar mais em Brasília para participar das decisões porque, quando deixam apenas nas mãos dos políticos, o país e a indústria ficam prejudicados, a exemplo do que ocorreu com a Constituição de 1988.

Segundo ele, a CNI monitora, hoje, mais de 130 políticas públicas e mais de 4,5 mil projetos de lei. Enquanto isso, confederação industrial da Grã-Bretanha, sua colega, monitora menos de 20 projetos. Conforme Andrade, essa avalanche de projetos revela importantes disfunções do sistema político e uma importante parte é puro combustível para a indústria do custo Brasil.

Comentários

comments

Envie seu Comentário