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Posts de outubro 2011

Randon compra a Folle, de Chapecó

31 de outubro de 2011 1

Agora é oficial. A Randon Implementos e Participações, de Caxias do Sul, comprou a Folle, fabricante de carrocerias frigoríficas de Chapecó. A aquisição foi oficializada em reunião das diretorias das empresas de Caxias do Sul e do Oeste de SC com o governador Raimundo Colombo, no final da tarde de hoje. A Randon vai transferir toda a sua produção de semirreboques frigoríficos para Chapecó. O investimento entre a aquisição e ampliação da produção será da ordem de R$ 100 milhões. Segundo o governador Raimundo Colombo, a produção da Folle será quintuplicada.

A Randon vê um mercado crescente para o segmento no Brasil porque país poderá transportar muitas cargas refrigeradas que hoje são movimentadas em caminhões comuns, como é o caso de frutas, verduras e vinhos. Na foto, a partir da esquerda,o diretor executivo da Randon Implementos, Norberto Fabris; o vice-presidente da empresa, Erino Tonon; o secretário da Fazenda de SC, Nelson Serpa; o presidente das empresas Randon, David Abramo Randon; o governador Raimundo Colombo; Nilso Folle, fundador da Folle; seu filho Nilson Folle Junior; e o prefeito de Chapecó, José Caramori.

A Randon assume a gestão da Folle nesta terça-feira, 1 de novembro. Nilson Folle Junior continuará atuando, por um tempo, como executivo da companhia fundada por seu pai. Um dos motivos pelos quais a empresa gaúcha decidiu centralizar a produção de semirreboques frigoríficos em Santa Catarina é que o Estado consome 30% desses produtos em função da sua dinâmica agroindústria de carnes e de frutas.

Presidente do BNDES fará palestra na Fiesc

31 de outubro de 2011 0

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, fará palestra na Fiesc, durante o Seminário Sul Competitivo e o evento BRDE 50 anos: Economia e Desenvolvimento, que serão realizados quinta-feira à tarde, a partir das 13h30min. A programação inclui assinatura do termo de apoio BRDE e Fiesc, ao projeto Sul Competitivo, a abordagem de Coutinho e mais três palestras. O economista João Randolfo Pontes falará sobre o impacto do petróleo e gás no desenvolvimento de SC, o presidente da SCPar, Ênio Branco, abordará o tema O estado em parceria com o desenvolvimento, e Olivier Gerard e Renato Pavan, da Macrologística Consultoria, falarão sobre o Projeto Sul Competitivo. O evento é aberto a interessados, que devem fazer inscrição no endereço carolina.oliveira@brde.com.br.

Bombeiro, socorrista e empresário

31 de outubro de 2011 0

Se os EUA sofrem com furacões, e a Ásia, com tufões, Santa Catarina e o Brasil enfrentam, com certa frequência, chuvas, alagamentos, enchentes, deslizamentos, secas e outras catástrofes climáticas. Foi logo após a enchente de 2008 que o jovem industrial Adriano Bornschein Silva, no trabalho como bombeiro voluntário de Joinville, identificou a necessidade de criar uma central de emergência, que atendeu a 14 municípios. No início deste ano, reativou a central para socorrer vítimas do Rio de Janeiro e de SC. Para difundir esse modelo que acelera a ajuda logo após catástrofes, ele acaba de criar a ONG Força Empresarial para Emergências, a FEE (lê-se fé), que tem como slogan União das forças pelo bem. O trabalho, que tem apoio do Conselho das Federações Empresariais do Estado (Cofem), vai começar em SC e, depois, será expandido para o Brasil e até ao exterior, se necessário. Por isso haverá a FEE Brasil e a FEE World. O serviço voluntário, incluindo uma noite por semana como socorrista dos bombeiros, é exercido por Adriano paralelamente à função de vice-presidente do Laboratório Catarinense, o maior e mais tradicional fabricante de medicamentos de Santa Catarina.

Adriano Bornschein Silva

Vice-presidente do Laboratório Catarinense, socorrista dos Bombeiros Voluntários de Joinville e fundador da ONG Força Empresarial para Emergências, a FEE Brasil e FEE World. Adriano Bornschein Silva, 33 anos, casado, é administrador de empresas formado pela Universidade de Mackenzie, de São Paulo. Quando fazia graduação, trabalhou para agência paulista que atendia o Laboratório e, ao retornar para Joinville, assumiu como assistente de informações e mercado da empresa. Depois, foi para a gerência de produtos, de marketing, diretoria comercial e, este ano, assumiu a vice-presidência. É o filho do meio dos empresários Ney Osvaldo Silva Filho, presidente do Laboratório Catarinense, e Karin Bornschein Silva. É bombeiro voluntário e socorrista há oito anos.

Como se tornou um gestor de doações após catástrofes?
Adriano Bornschein Silva – Em 2008, no sábado da enchente que atingiu SC, eu estava em Garopaba e fiquei ilhado lá. Cheguei em Joinville na segunda, fui ajudar na sede dos Bombeiros Voluntários e, ao atender ligações, percebi que a maioria era de pessoas que queriam saber como ajudar e não tinham um local para fazer entregas. Aí falei para os meus pais, que em 1983 tinham trabalhado o atendimento a vítimas da enchente, que precisava criar uma central para receber e distribuir doações. Eles aprovaram. Pedi ajuda para a Amanda Pickler, presidente da Associação Joinvilense de Obras Sociais (Ajos), e ela trouxe o Rotary. Conseguimos criar a central no Expocentro Ingo Doubrawa. Na quarta já estávamos recebendo doações. Após 15 dias, tínhamos 5 mil pessoas trabalhando na central e entregamos mais de 140 caminhões para 14 municípios, incluindo Joinville. O fluxo de doações e distribuições foi muito rápido.

E a ajuda ao Rio e Rio do Sul?
Adriano
– Com a enchente do Rio, em janeiro, minha mãe sugeriu abrir a central de novo. Liguei para a mesma turma e, dois dias depois, estávamos com a central montada. Tivemos várias grandes doações. A Embraco doou R$ 200 mil em produtos. Enviamos sete caminhões ao Rio, com kits organizados. Nesse período, choveu em Joinville e distribuímos mais cinco carretas no município. Nossa organização foi elogiada pela defesa civil e Rotary do Rio. No alagamento de Rio do Sul, em setembro, eu estava na França de férias, logo retornei, mas não deu para montar a central em Joinville porque o expocentro estava ocupado. Decidimos ir até Rio do Sul e ver como estavam organizados. Como já havia uma estrutura, optamos por acelerar o processo da FEE.

 Por que fundou a FEE?
Adriano – Meu pai assumiu a vice-presidência Estratégica da Fiesc e eu queria lançar um projeto amplo, que pudesse ajudar mais pessoas com o nosso modelo de central de emergências. Isto porque o setor público atende, mas demora de 15 a 30 dias. Então, criamos a Força Empresarial de Emergêncais (FEE). Temos o apoio do Conselho das Federações Empresariais (Cofem), que vai nos ajudar a custear uma estrutura mínima. A FEE terá sede em Joinville e, inicialmente, centrais regionais em Brusque e Rio do Sul. Depois, o Dr. Glauco, presidente da Fiesc, disse que vai ajudar a difundir a ONG no país, com apoio da CNI.

Há quanto você atua como bombeiro voluntário?
Adriano -
Eu estou há oito anos como socorrista de ambulância. É a minha paixão. Já atendi mais de 800 acidentes, a maioria, hoje, com motociclistas. Trabalho uma noite por semana, entro às 18h30min e saio às 6h30min. Para ser socorrista voluntário, fiz um curso durante um ano, todos os domingos. A primeira vez que entrei no Hospital Municipal como socorrista foi um choque. Muita gente no corredor. E continua tudo igual. Acho que o problema é mais de administração do que falta de recursos. Há muitos profissionais na área que são heróis.

Como estão as vendas do Laboratório?
Adriano -
A gente vem mantendo uma média anual de 15% a 20% de crescimento nos últimos três anos. Produzimos fitoterápicos (produtos à base de plantas) mas, também, medicamentos alopáticos e similares. São mais de 60 produtos e estamos fazendo pesquisas para criar outros. A marca Melagrião é líder, temos o xarope, pastilhas e spray, que respondem por 20% do faturamento da empresa. Em SC, são fortes no mercado a Camomila Catarinense, o Bálsamo Branco e o Elixir Paregórico. Com o Melagrião, em 2008, atingimos o primeiro lugar em vendas no Brasil, segundo o instituto de pesquisa da IMS Health.

Notas

Força

Adriano Silva explica que a sigla FEE (fé) foi uma coincidência e não a escolha de uma palavra religiosa, embora seja preciso fé para trabalhar após uma catástrofe. A intenção era incluir no nome da nova ONG as palavras força e empresarial. Atualmente, o grupo trabalha no registro da ONG, que será um instituto. Depois, será transformado em Oscip, organização que permite receber doações públicas, embora esse não seja o foco. O objetivo é fazer trabalho temporário após os problemas climáticos e, também, difundir medidas de prevenção.

Empresa

O trabalho voluntário é um dos pontos fortes da gestão de pessoas do Laboratório Catarinense. Companhia que já tem administradores da quinta geração do fundador, desenvolve projetos como jardins cultivados por funcionários e programa de inclusão social que envolve a empresa, a prefeitura e o Exército, para formação de meninos.

Pesquisas

Entre os parceiros do Laboratório Catarinense para pesquisar novos medicamentos está a USP. A partir do produto Catuama, ela pesquisa um desfibrilador cardíaco e um antidepressivo.Outra instituição estuda, a partir do Catuama, um suplemento para pessoas com câncer. Segundo Adriano, o Laboratório é a maior empresa do setor em Santa Catarina.

SC convida argentinos para visitar o Estado

30 de outubro de 2011 0

O presidente da Santur Valdir Walendowsky e outras lideranças dos segmentos público e privado do turismo marcam presença na FIT, a Feira Internacional de Turismo da América Latina, que vai até terça-feira, em Buenos Aires. A mostra conta com 1.769 expositores, 45 países participantes, 33 mil profissionais de turismo e 89 mil visitantes. O foco dos catarinenses é o turismo o ano inteiro, mas a preferência dos hermanos é pelas praias, no verão. A disputa pelos visitantes é grandes porque a maioria dos estados brasileiros está na mostra.

Assita ao vídeo feito sobre a FIP e o estande de SC pela gerente

de comunicação da Secretaria de Turismo, Tatiana Kinoshita:



Celta, a melhor incubadora do Brasil pela terceira vez

29 de outubro de 2011 0

O Celta, de Florianópolis, foi eleita a Melhor Incubadora do Ano de 2011 pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Aprotec). Esta é a terceira vez que o Celta, criado pela Fundação Certi, conquista a primeira colocação nacional. E a empresa Welle Laser, baseada na instituição, foi eleita a Melhor Empresa Incubada em função da oferta de tecnologia a laser para marcação de metais e polímeros.

Na foto acima, o diretor da Welle, Rafael Bottós (E); e o diretor do Celta, Tony Chierighini, com a diretora do InfoDev, do Banco Mundial, Valerie D’Costa, durante a premiação, no Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras, em Porto Alegre. Primeira incubadora no Brasil, a Celta, fundada em 1986, chega aos 25 anos com 35 empresas incubadas, que faturam juntas em torno de R$ 45 milhões por ano e empregam 750 pessoas.

Einsenbahn conquista três ouros na Inglaterra

29 de outubro de 2011 0

 A Eisenbahn, que foi desenvolvida em Blumenau e, em 2008, vendida ao Grupo Schincariol, é já é a cerveja brasileira mais premiada do mundo, com 26 medalhas internacionais. Ela acaba de ganhar três ouros no World Beer Awards 2011, na Inglaterra. A Baden Baden, outra marca premium da Schincariol, também conquistou uma premiação no mesmo concurso. Os rótulos vencedores são os Eisenbahn Pale Ale, Eisenbahn Rauchbier, Eisenbahn Weizenbier e Baden Baden Bock.

Como é o consurso

O World Beers Awards é composto por quatro etapas onde os juízes, por meio de testes cegos, avaliam o aroma, sabor, aparência, equilíbrio, características, complexidade e qualidade das cervejas. Os profissionais levam em conta quatro etapas, sendo a primeira a avaliação dos melhores estilos por região. As cervejas classificadas passam para a segunda etapa, onde são julgados os melhores estilos do mundo. A terceira fase consiste em avaliar as melhores bebidas por categoria, resultando na escolha da melhor cerveja do mundo, no grupo correspondente. O World Beers Awards é realizado pela revista inglesa Beers Of The World.

Empresário Aldo Silva será sepultado amanhã

29 de outubro de 2011 0

O empresário Aldo Silva, que faleceu ontem, em São Paulo, será sepultado às 10h30min deste domingo, no Cemitério Parque Jardim da Paz, em Florianópolis. O velório está previsto para começar às 20h deste sábado.



Morre o empresário Aldo Silva, da Casas da Água

28 de outubro de 2011 0

O empresário Aldo Silva, 48 anos, sócio da Casas da Água, rede de comércio de materiais de construção da Grande Florianópolis, faleceu hoje à tarde, em São Paulo, onde estava fazendo tratamento de saúde. Filho do fundador da empresa, José Nitro da Silva, Aldo deixa esposa, três filhos e uma filha. Até o momento, ainda não há definição sobre os horários do velório e sepultamento.

Com 16 lojas no Estado, a Casas da Água foi uma das pioneiras no conceito de rede de materiais de construção e eletrodomésticos em Santa Catarina. A companhia, da qual Aldo foi diretor, se destaca também em ações filantrópicas e de responsabilidade social nas cidades onte atua.    

 

Geada fora de época é bela, mas preocupa

28 de outubro de 2011 0

Uma das cidades mais frias de Santa Catarina, Urupema registrou na madrugada de hoje 0,9 graus centígrados por volta das 5h. O clima gelado formou geada, um belo espectáculo. Mas os fruticultores estão preocupados, porque a geada fora de época prejudica o desenvolvimento da maçã, diz o engenheiro agrônomo Alessandro Pereira.

Lições de exportação

28 de outubro de 2011 0

Um dos pioneiros das exportações catarinenses, o executivo e consultor Hans Kress, natural de Blumenau, acaba de escrever o livro Fascinantes viagens pelo mundo dos negócios, contando a sua trajetória de 51 anos de atividades no comércio exterior. A obra aborda informações e imagens sobre 126 países nos quais Kress trabalhou para desbravar mercados e fazer vendas para empresas catarinenses como a Embraco, Consul (hoje Whirlpool), Marisol, Duque e outras, indiretamente, por consultoria. Com abordagem sobre exigências para produtos, prazos, negociações e características de cada mercado, o livro de Kress será um importante guia, tanto para empresários e executivos de comércio exterior, quanto para estudantes da área. Kress está finalizando negociações para viabilizar a publicação. Hans Kress é um dos poucos profissionais de exportação ainda ativos após cinco décadas de trabalho na área.