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Posts de novembro 2011

Döhler em ritmo de comemoração dos 130 anos

30 de novembro de 2011 0

Marca forte do setor têxtil catarinense, a Döhler, de Joinville, chega aos 130 anos. A data história é 6 de dezembro. Uma das homenagens será da Câmara de Vereadores do município, em sessão especial, dia 9, às 17h. Presidida por Udo Döhler, um dos descendentes dos fundadores, a empresa atua nos segmentos de cama, mesa, banho e decoração. Já chegou a exportar 50% da produção mas, agora, foca o mercado interno em função do câmbio e acirrada concorrência dos asiáticos lá fora.

Nova sede do Grupo RBS permite mais interação

30 de novembro de 2011 0

A nova sede do Grupo RBS em Santa Catarina, baseada na SC-401, ao lado do complexo Primavera Garden, facilita a interação da comunidade com os veículos da empresa, entre os quais os jornais Diário Catarinense e Hora de SC. O novo endereço pode ser acessado mais facilmente por estar na principal via do Norte da Ilha. Nos ambientes internos, há mais espaços para entrevistas, fotos, outras produções jornalísticas e demais atividades do grupo. A inauguração para autoridades será hoje à noite.

Crise de fora afeta o turismo catarinense

30 de novembro de 2011 0

A próxima temporada de verão promete ser boa para o turismo catarinense, mas a crise no exterior, especialmente na Europa, reduz os preços por lá e facilita aos brasileiros viajar para fora. Segundo o presidente da Santur, Valdir Walendowsky, essa tendência prejudica o Estado, que poderia ter uma receita maior no setor.  

_ Tem muita gente que viaja para fazer compras aos EUA ou Europa. Uma parte vai pela primeira vez, para conhecer, outros buscam status. Conheço pessoas que não conhecem Treze Tílias, mas já foram para Buenos Aires, Miami e Nova York _ diz o presidente da Santur, que ontem fez palestra para a equipe do parque Beto Carrero para ensinar como receber bem e surpreender os visitantes.

A Santur também segue pressionando a Anac, para liberar espaço a mais vôos charter no aeroporto de Florianópolis. Segundo ele, 450 estão autorizados, mas faltam 150.

Continente Shopping entrega espaços a lojistas

30 de novembro de 2011 0

O Continente Park Shopping, do Grupo Westfield Almeida Junior, entregará os espaços aos lojistas em janeiro para que realizem as obras nas suas lojas. Segundo a empresa, o novo empreendimento está com 60% do cronograma cumprido e, desde que começou as obras, há 351 dias, não registrou acidentes de trabalho. A inauguração do maior shopping do Estado está prevista para o primeiro semestre do ano que vem.

 Cinema VIP

Entre as operações inéditas do Continente Park Shopping estão a Me Move e a rede de cinemas Cinépolis. O novo complexo de cinemas terá sete salas, sendo duas VIP, com serviço de garçom e gastronomia diferenciada.

Ar comprimido vira combustível

29 de novembro de 2011 0

Vem aí mais uma invenção ecológica para o transporte. O estudante Dean Benstead, do curso de Desenho Industrial da Universidade RMIT, em Melbourne, Austrália, criou a 02 Pursuit, uma moto movida a ar comprimido, que pode atingir velocidade de até 100 quilômetros por hora. O veículo é a estrela do salão internacional da motocicleta, que acontece no país. O motor pesa 10 quilos. A propósito, a maior fabricante de compressores de ar da América Latina é a Schulz, de Joinville, presidida por Ovandi Rosenstock. Novo mercado pode se abrir.

O 13º e as dívidas

29 de novembro de 2011 0

Até amanhã, empregados, aposentados e pensionistas vão receber a primeira parcela do 13º salário. Pesquisa da Associação de Executivos de Finanças (Anefac) apontou que 60% vão pagar dívidas, contra 57% no ano passado. A dica é pagar primeiro as dívidas mais caras, aquelas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, que têm os juros mais altos do mundo. O importante, também, é negociar com os credores, pedindo perdão da parte dos juros, descontos e, quando necessário, um parcelamento que caiba no bolso. A negociação também é válida para dívidas junto a lojas e outras.

Para poupar mais

O levantamento da Anefac também apurou que os brasileiros vão poupar pouco. Apenas 3% pretendem fazer aplicação financeira com o 13º salário. Nesse caso, as alternativas melhores, para quem quer resgatar o dinheiro no curto ou médio prazo (até três anos) são os fundos DI (com taxa de administração de até 1,5% ao ano), caderneta de poupança, fundos de renda fixa e Tesouro Direto. As opções de fundo de previdência e ações são para longo prazo.

Planos do novo presidente da Malwee

28 de novembro de 2011 8

O Grupo Malwee, de Jaraguá do Sul, um dos gigantes do setor de moda e vestuário do Brasil, trocou discretamente de comando. No dia 3 do mês passado, em uma cerimônia interna, o empresário Wandér Weege passou a presidência da companhia para o seu filho mais jovem, Guilherme Weege, que desde os 12 anos estava se preparando para o desafio. Além de começar cedo a trabalhar na empresa, nos útimos anos presidiu a LMG Roupas e fundou a Desa, firma de energia renovável. O patriarca empreendedor assumiu a presidência do conselho, que tem como membro, também, o filho Martin Weege.
Uma das primeiras medidas de Guilherme no novo cargo foi levar a marca Malwee para o varejo, com a abertura de seis lojas em uma semana, em shoppings de São Paulo e Belo Horizonte. Em planejamento há três anos, esse projeto recebeu parte dos R$ 80 milhões que a companhia está investindo este ano. Outra parte foi para o setor fabril, com destaque para a segunda etapa de unidade no Ceará. Companhia de capital fechado, a Malwee não revela faturamento mas, este ano, vai crescer 22% e projeta expansão de 25% para 2012.

Guilherme Weege

Diretor-presidente e conselheiro do Grupo Malwee, de Jaraguá do Sul, uma das maiores empresas verticalizadas de moda e vestuário do Brasil. Guilherme Weege também foi fundador e é o presidente do conselho da Dobrevê Energia (DESA), uma das líderes nacionais em geração de energia renovável, e é conselheiro da Fundação Educar para Crescer, capitaneada pelo Grupo Abril. Com 31 anos, casado, é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP-SP) e fez cursos executivos em Harvard e Wharton (nos EUA), e no Insead (França).

Como foi a transição que levou o senhor à presidência do grupo?
Guilherme Weege –
A transição começou, de fato, em 2004, quando fiquei encarregado de algumas áreas da parte têxtil e, principalmente, responsável pela diversificação dos negócios do grupo. Após iniciar novas empresas e dar continuidade a outras já existentes, o foco voltou a ser 100% Malwee, que é também controladora da LMG Roupas. A transição foi muito pensada, e vários anos se passaram até esta recente formalização. Queríamos ter a certeza de que a cultura deste grupo familiar centenário seria mantida e fortalecida em todos os seus pilares.

 O que mudou na alta diretoria das empresas e quais serão as funções do seu pai, Wandér Weege?
Weege –
A nova administração começou a ser formada há três anos, e agora, em 2011, finalizamos todas as mudanças gerenciais e estruturais dos negócios, estamos com a equipe 100% profissional e motivada para todos os desafios. Vamos continuar investindo forte porque acreditamos muito no potencial do país, apesar das dificuldades que enfrentamos nos diferentes setores da economia. O meu pai (Wandér) continuará no conselho de administração da Malwee. É um ser humano iluminado, tanto pelas habilidades empresariais quanto pela responsabilidade social. Tento me espelhar no seu estilo de administrar e na sua visão todos os dias. Ele é responsável também pela Vinícola Pericó, de São Joaquim, que vem sendo premiada sucessivamente pela qualidade de seus vinhos.

A Malwee acaba de inaugurar lojas próprias? Quais são os planos para o varejo?
Weege -
Nosso principal objetivo é ser o melhor parceiro do canal multimarca. Com a visibilidade que as lojas próprias proporcionarão para a marca Malwee e seu mix, queremos oferecer mais possibilidades de bons negócios para os lojistas multimarca.Inauguramos seis lojas em uma semana, sendo três lojas adulto (Malwee um Abraço Brasileiro) e três infantis (Malwee para Brasileirinhos). Quatro lojas estão em São Paulo e duas em Belo Horizonte, todas em shoppings. Este investimento reforça nossa longa parceria com o canal multimarca que trabalha conosco. Queremos, também, oferecer aos nossos consumidores a possibilidade de, em apenas um lugar, encontrar todo o nosso mix de produtos.

Além de SC, a empresa tem projetos no Nordeste? Como está distribuído o parque fabril?
Weege –
A Malwee opera sete plantas industriais em uma cadeia bastante verticalizada. Cinco estão em SC e duas no Nordeste (Bahia e Ceará). A planta do Ceará é a mais nova, acabou de completar um ano de operação da primeira etapa. Estamos finalizando as obras de ampliação desta unidade, e ampliando outras unidades também. Dos nossos 9,5 mil colaboradores, apenas 15% estão no Nordeste. Os demais atuam em SC, mas o Nordeste está aumentando a participação no total. Este ano contratamos mil novos funcionários, e temos previsão de contratar outros 1,5 mil em 2012.

Quais são as marcas e linhas de produtos do grupo?
Weege –
Com a pulverização das informações, o mercado está mais exigente e nos leva a desenvolver produtos para atender diferentes estilos de consumidores. A Malwee tem duas grandes marcas, a Zig Zig Zaa, primeira e única grife de roupas que contribui com o desenvolvimento saudável das crianças; e a Malwee, que tem subdivisão em 14 linhas: Malwee Adulto, Malwee Teen, Malwee Infantil, Malwee Cores do Brasil, Malwee Action, Malwee Action Teen, Malwee Fitness, Malwee Grandes Abraços, Malwee Pijamas, Malwee Licenciados, Malwee Projeto Arte Livre, Malwee Forças do Brasil, Malwee Flora e Malwee Abrace o Brasil. Temos, também, a LMG Roupas, empresa que assumi integralmente, em 2005 com a aposentadoria da minha mãe (Laurita Weege), presidente até então. Na LMG, temos as marcas Carinhoso e Enfim.

Notas

Centenário

Com vocação industrial, a Malwee é uma das empresas centenárias de Santa Catarina. Nasceu em Jaraguá do Sul em 1906, como fábrica de laticínios e açougue fundados pelo casal Wilhelm e Bertha Karsten Weege.
Em janeiro de 1948, a denominação foi alterada para Indústria e Comércio W. Weege SA, sob a direção de Wolfgang Weege, pai de Wandér. Em 1967, colocou em operação um engenho de arroz e, em 1968, Wolfgang decidiu instalar uma malharia. Foi assim que nasceu a Malwee.

Abraço

Atento à importância do marketing o grupo mantém, há anos, o slogan Malwee, gostosa como um abraço. Uma das campanhas foi a colocação desta frase, durante seis anos, nos relógios de 23 aeroportos do Brasil.

– Nossas ações de marketing estarão sempre em sintonia com o objetivo da nossa corporação, reforçando nossa qualidade e comprometimento para com nossos clientes _ Guilherme Weege.

Por alguns anos, a Malwee teve time de futsal.

Brasil

O novo presidente da Malwee diz que o Brasil é um país cheio de oportunidades, mas há entraves políticos e fiscais difíceis. Segundo ele, o mercado nacional tem alto índice de informalidade entre os pequenos produtores de vestuário, fator que dificulta a competição em nível regional de uma empresa nacional. A carga tributária também é outro fator preocupante. Já o crescimento da classe C oferece novos campos a serem explorados.


Quanto paga o mundo fashion?

27 de novembro de 2011 1

O crescimento da economia e a maior ênfase no desenvolvimento do design nacional fez com que o setor de moda, definitivamente, entrasse na moda no país. São dezenas de cursos que foram profissionais. Mas, afinal, quanto o mercado está pagando? A empresa de recursos humanos Carreira Fashion, de São Paulo, fez a primeira pesquisa nacional sobre os salários pagos pelo setor, ouvindo 306 empresas de todos os segmentos do setor, incluindo 43 áreas de atuação. Uma das atividades que mais pagam, atualmente, é a de modelagem. A pesquisa revelou que um profissional iniciante, no cargo de assistente, ganha, em média, no país R$ 1.704; o profissional pleno recebe R$ 2.961 e o gerente ou supervisor, R$ 4.648. Em alguns casos, profissionais experientes recebem em torno de R$ 10 mil.
Já a área de criação e estilismo, a mais glamourosa e mais procurada pelos profissionais, para R$ 1.346 para o assistente; R$ 2.860 para o profissional pleno; e R$ 5.189 para o supervisor ou gerente.

Salários no Sul
A executiva de inovação e novos negócios da empresa Carreira Fashion, Angela Valiera, afirma que, segundo a pesquisa, a convicção de que o Sudeste paga mais não se confirmou. O levantamento apontou que os salários do Sul e Sudeste estão no mesmo nível. Outro detalhe da pesquisa é que empresas menores, em média, pagam mais do que as maiores a profissionais de estilo. Uma das conclusões é que nas menores, concentram mais atividades. A pesquisa apontou que, no país, a média de auxílio para estágio é de R$ 836 e o tempo médio para conseguir uma vaga é de 2,8 meses. 

Avanço das importações de têxteis preocupa Mantega

26 de novembro de 2011 0

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, mostrou preocupação com a situação do setor têxtil em reunião com industriais do setor têxtil, ontem, em São Paulo, especialmente com o excessivo crescimento das importações.

-Todo o crescimento do consumo foi abastecido por importações em 2011 _ disse o ministro, segundo o jornal Valor.

Conforme os números da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), entre janeiro e outubro o consumo subiu cerca de 14% e as vendas da indústria caíam 16%. Nesse mesmo período, as importações subiram 38%.

Segundo Mantega, algumas medidas devem ser anunciadas até o fim deste ano para reaquecer a atividade do setor. Entre as ações já adotadas pelo governo, o ministro citou o aumento do capital de giro, com linhas do BNDES, e a desoneração da folha de pagamento de confecções. Ele admitiu, no entanto, que essas medidas não são satisfatórias. Conforme Mantega, o governo vai estudar outras medidas para garantir que a indústria continue gerando empregos.

- Não podemos permitir que a indústria têxtil deixe de produzir e se torne importadora _  afirmou Mantega.

 Segundo ele, o governo também vai prestar mais atenção às operações de triangulação e combater a importação legal com preços rebaixados, para o que foi alertado pelos empresários da Abit.

A propósito

Este blog publicou semana passada que o avanço dos importados têxteis não só está usufruindo de todo o crescimento do mercado brasileiro do setor, mas ocupando espaço que antes era de empresas brasileiras. Uma grande prestadora de serviços para a indústria têxtil do Vale do Itajaí, por exemplo, está com apenas 33% da sua capacidade ocupada. Até pouco tempo, produzia com quase todo o seu potencial. Isso significa que toda a cadeia têxtil da região está produzindo menos.

 

Comper abre loja em São José

25 de novembro de 2011 0

O Bairro Forquilhinhas, de São José, na Grande Florianópolis, ganhou ontem nova loja da rede Comper de supermercados, do Grupo Pereira, que
nasceu no Estado, mas, agora, atua também no Centro-Oeste e Sudeste do país. Baseada na Rua Vereador Arthur Manoel Mariano, a unidade tem 4
mil metros de área construída, gerou 100 postos de trabalho diretos e recebeu investimento de R$ 5 milhões. O grupo já oferece 8,5 mil empregos diretos.


Gerdau convenceu sobre eficiência da máquina pública

24 de novembro de 2011 2

Lideranças catarinenses compareceram em peso, na manhã de hoje, na Fiesc, para ouvir o empresário Jorge Gerdau e o governador Raimundo Colombo, sobre as propostas do Movimento Brasil Competitivo para a gestão pública. Segundo Gerdau, em 10 anos, o movimento já gerou mais de R$ 14 bilhões, resultado de gestão eficiente,  para governos estaduais, municipais e até para o judiciário. Trata-se de um projeto em que o setor privado investe para o setor público ficar mais eficiente. De cada R$ 1 investido, em média, são gerados mais de R$ 190.

Entre os empresários presentes na reunião, além do anfitrião, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, estavam os presidentes da Federação da Agricultura, José Zeferino Pedrozo; da Federação das Empresas de Transportes, Pedro Lopes; da Federação do Comércio, Bruno Breithaupt e da Federação das CDLs, Sérgio Medeiros. O programa será desenvolvido em parceria, no Estado, pelo Movimento Brasil Competitivo, fundado por Gerdau, e pelo Movimento Catarinense pela Excelência (MCE), presidido por André Gaidzinski.

Um programa para o Estado sobrar R$ 1 bilhão e investir melhor

24 de novembro de 2011 0

O governo catarinense vai comunicar na manhã de hoje às lideranças do Conselho das Federações Empresariais (Cofem) que está adotando programa de melhoria da gestão pública para sobrar R$ 1 bilhão por ano. O evento, às 9h, na Fiesc, contará com a participação do governador Raimundo Colombo, do fundador do Movimento Brasil Competitivo, Jorge Gerdau Johanpeter, do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e outras lideranças. O Programa Modernizando a Gestão Pública no Governo de Santa Catarina tem convênios com o Movimento Brasil Competitivo e o Movimento Catarinense pela Excelência (MCE).Segundo o secretário de Estado de Assuntos Estratégicos, Paulo Costa, uma avaliação prévia feita em maio pelo INDG – Instituto de Desenvolvimento Gerencial, que já aplicou a metodologia nas administrações de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, com excelentes resultados, o Estado poderá economizar R$ 1 bilhão por ano. Esses recursos serão investidos na melhoria da educação, saúde, segurança, ciência e tecnologia e infraestrutura. O governo precisará do patrocínio empresarial para implantar as metodologias do INDG que, depois, serão desenvolvidas pelos próprios servidores.

Para gastar melhor

As economias serão obtidas em melhorias de processos, resolução de gargalos e gestão financeira. Os direitos dos funcionários públicos são todos mantidos, observa o secretário Paulo Costa. Segundo ele, em média, onde o programa foi adotado, para cada R$ 1 investido, houve retorno de R$ 185. No melhor caso, o investimento de R$ 1 resultou em R$ 500.

Gerdau em Criciúma

Após a reunião na Capital, o empresário Jorge Gerdau, presidente do conselho do Grupo Gerdau, fará a palestra O desafio da gestão pública, às 11h, na Sociedade Recreativa Mampituba. A promoção é da Acic, CDL e prefeitura municipal. Sempre atento à gestão pública, o empresário defendeu, esta semana, em Brasília, a redução do número de ministérios, que hoje somam 40. Segundo ele, a globalização exige uma eficiência da competitividade que há anos não existia. O problema do Brasil é competir com a Ásia, disse, segundo o jornal Valor.

 

PIB de SC em 2009 refletiu a crise

23 de novembro de 2011 0

No ano de 2009, quando o crescimento econômico do Brasil derreteu em função da crise financeira global de 2008 e o Produto Interno Bruto (PIB) do país teve queda de 0,3%, o PIB de Santa Catarina, sem descontar a inflação) cresceu 5,3% frente ao ano anterior. Considerando a inflação do período, o Estado teve queda de 0,1% do PIB. Os dados foram repassados hoje pelo IBGE para a Secretaria de Estado do Planejamento. O produto catarinense alcançou R$ 129,8 bilhões no ano e representou 4% do PIB brasileiro. (Os números desta nota foram ajustados nas primeiras horas deste dia 24 de novembro).

 

Confira a notícia da Secretaria do Planejamento, abaixo, sobe o tema:

 Santa Catarina apresentou um crescimento de 5,3% no PIB – Produto Interno Bruto em 2009, em relação ao ano de 2008, segundo dados repassados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) à Secretaria de Estado do Planejamento. Com valor estimado em R$ 129,8 bilhões, passa a representar 4% do PIB brasileiro em 2009, enquanto em 2008, o PIB de Santa Catarina apresentou um valor de R$ 123,3 bilhões. O crescimento foi acima da média nacional, que em 2009 teve um acréscimo de 0,6% em relação a 2008. O PIB do Brasil de 2009 apresentou um valor de R$ 3,24 trilhões.
O PIB per capita do Estado foi estimado em R$ 21.214,53, sendo o maior da Região Sul e o quarto maior do Brasil.
O secretário de Estado do Planejamento, Filipe Mello, avalia que os números são reflexo de que Santa Catarina, tendo a união de esforços da iniciativa privada e o setor público, através do Governo do Estado, está gerando frutos economicamente positivos. “Isso certamente refletirá em avanços ainda maiores quando da avaliação do PIB nos anos de 2011, 2012, 2013 e 2014”, enfatiza.
A Agropecuária do Estado cresceu 3,5% em termos reais, reflexo do crescimento, em volume, do valor adicionado bruto da agricultura em 5,2 pontos percentuais, uma vez que a produção animal variou somente 0,7% em termos reais de 2008 a 2009.
O resultado da produção agrícola catarinsense deve-se ao bom desempenho das atividades de outros produtos da lavoura temporária, num total de 17,6%, e da silvicultura e exploração florestal, que representa 12,7%.
Na atividade da lavoura temporária, o resultado foi impactado pelo incremento nas produções de fumo e cebola, que tiveram expansão de 7,4% e 20,5%, respectivamente. A expansão de 13,8% na produção do produto da silvicultura, madeira em tora para papel e celulose, foi a responsável pelo resultado alcançado nessa atividade.
No que se refere à produção animal, com volume de 0,7%, a atividade de criação de bovinos, que representa cerca de 77,4% do valor adicionado bruto da pecuária e pesca, cresceu em volume 2,5%, enquanto a atividade de criação de suínos com 11% de participação, apresentou retração de 3,8% em relação a 2008.
Na Indústria, com volume de -5,8% em seu valor adicionado bruto, somente a atividade da indústria extrativa apresentou resultado positivo no ano, 7,6%, impulsionado pelo crescimento em volume da atividade de extração de carvão mineral.
A atividade da indústria de transformação, representando quase 70% do setor industrial do Estado e cerca de 5,4% da atividade nacional, fechou o ano com retração de 8%, refletindo a queda nas produções de peças e acessórios para veículos automotores (-54,5%), artigos de borracha e plástico (-21,2%) e máquinas e equipamentos (-12,2%). A construção civil e a produção e distribuição de eletricidade, gás, água e esgoto e limpeza urbana, tiveram quedas de -1,2% e -1,6%, respectivamente.
Destaque – Com volume de 2,5% em 2009, a atividade de Serviços respondeu por 59% da economia no ano, um incremento de 1,5 pontos percentual de participação no valor adicionado bruto do Estado. O setor é o grande responsável pelo PIB de Santa Catarina. O Comércio e serviços de manutenção e reparação contribuíram com crescimento em volume de 2,5%, e participaram com 16,7% do valor adicionado bruto estadual em 2009; o Transporte, armazenagem e correio, acompanhando a evolução das atividades produtoras de bens, tiveram retração de -2,8%; e os serviços de intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados, crescimento em volume de 8,8%.
Em 2009 Santa Catarina apresentou uma retração de -0,1% de seu PIB na participação nacional, num total de 4%. Em 2008, a participação foi de 4,1%. O Estado passou a ocupar a 8ª posição no ranking nacional em 2009, ante a 6ª posição em 2008.

 


 




Brasil vai passar a China na produção de frango

23 de novembro de 2011 0

O aumento da renda em países da Ásia e da África vai permitir ao Brasil exportar mais frango e superar a China no ranking de produção mundial de aves, alcançando o segundo lugar em 2012. Ficará atrás, apenas, dos Estados Unidos. A projeção é do consultor do setor avícola, o engenheiro Fábio Gonçalves Nunes, que ministrou o minicurso Escola de Processamento Avícola, no Senai de Chapecó, ontem. A iniciativa integra o Workshop Internacional de Alimentos, que acontece hoje e amanhã no município.

O Brasil produz, atualmente, 12,3 milhões de toneladas de frango por ano, 300 mil a menos do que a China. Conforme o consultor, essa diferença será superada em 12 meses. Os EUA lideram esse ranking, com produção de 16,5 milhões de toneladas/ano. As agroindústrias brasileiras já lideram as exportações mundiais do produto, com 3,8 milhões de toneladas anuais. Em segundo lugar estão as americanas, com 3 milhões. Embora segunda maior produtora, a China precisa importar o produto para atender a sua população gigantesca. Situação semelhante ocorre com a carne suína. Os chineses lideram a produção, mas começam a importar porque está faltando no mercado interno.

Por que o automóvel brasileiro é um dos mais caros do mundo

23 de novembro de 2011 0

 Os altos preços dos carros no Brasil serão debatidos hoje em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Federal. O objetivo é discutir as razões desse preço bem mais alto que nos outros paises, informa o deptuado Luis Tibé (PT do B-MG) que solicitou a audiência. O argumento da maioria é o de que o custo Brasil é elevado, incluindo a carga tributária. Mas estudos apontam, também, que os lucros das empresas são bem acima do que os da média mundial do setor. Há, também, falhas no controle de mercado e regulação obsoleta.

Foram convidados para participar da audiência pública, às 11h, o Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Pinheiro Silveira; o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Luiz Moan Yabiku Junior; e o presidente do Banco Morgan Stanley, Daniel Goldberg.

Dudalina Double chega a Florianópolis

22 de novembro de 2011 0

Florianópolis vai ganhar, terça-feira próxima, no L3 do Beiramar Shopping, a primeira loja Dudalina Double, rede que oferece todas as marcas da companhia blumenauense no mesmo endereço. As araras terão as coleções da Dudalina Feminina, Dudalina Masculina, ternos e gravatas da marca, além das grifes Individual e Base, mais da Dudalina Petit, para meninas, e a Base Junior, para meninos. O investimento é dos sócios Tida Zanatta, Marcelle Zanatta e Dilson Zanatta.

Em Florianópolis, as camisas Dudalina masculinas serão exclusividade dessa loja, enquanto as femininas também estarão nas lojas Tida. Com mais de 50 anos no segmento de camisas, a empresa blumenauense conquista espaço no mercado nacional em função da alta qualidade e diversidade de modelos. Segundo a empresária Tida, a loja terá 350 modelos e 5 mil peças. Nas fotos, as últimas campanhas com os modelos Felipe Hulse e Fabiana Tambosi.

Pelo fim da tributação dos remédios

22 de novembro de 2011 1

Proposta de emenda constitucional pelo fim da tributação sobre medicamentos será apresentada, dentro de alguns dias, pelo senador catarinense Paulo Bauer. Na avaliação do parlamentar, a medida, além de reduzir os custos para os consumidores, representará um aumento indireto de recursos para a saúde porque hospitais e governos vão gastar menos na compra dos produtos. Bauer adiantou que já conseguiu apoio de 40 senadores e, pelos contatos realizados, a iniciativa tem a receptividade de mais de 90% dos parlamentares da Casa. Segundo ele, a carga tributária de aproximadamente 32% sobre o setor, no país, é uma das mais elevadas do mundo. Nos EUA e na Grã-Bretanha a tributação é zero e, na Alemanha, é de 6% a 8%, diz.

– Num país onde o dízimo da igreja não paga imposto, não se pode cobrar imposto sobre remédio. Nem Deus perdoa isso – afirma o senador.

Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) a carga tributária sobre medicamentos de uso humano é de 33,87% no Brasil. A medida, se aprovada, seria uma substituição da CPMF, avalia o senador. O Hospital Regional de Chapecó, por exemplo, pouparia R$ 10 milhões por ano sem esses impostos. Conforme o senador, o tempo de tramitação de uma emenda como essa, até a aprovação final, demora cerca de um ano.



Primeiro produto de SC com indicação geográfica

22 de novembro de 2011 0

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) acaba de aprovar a primeira indicação geográfica de produto catarinense: Vales da Uva Goethe, no Sul do Estado. Agora, basta a Associação Progoethe realizar as últimas formalidades e aguardar a emissão do certificado pelo instituto. Os associados da Progoethe buscaram apoio do Sebrae para diferenciar os seus produtos da forte competição global. Com essa certificação de origem, poderão difundir esse “terroir” que é único no mundo.

Gestão pública com o apoio de Gerdau

22 de novembro de 2011 0

O governo catarinense faz mais uma mobilização com foco na busca da eficácia da gestão pública. O desafio será lançado quinta-feira, às 9h, na Fiesc, com a participação do governador Raimundo Colombo e do empresário Jorge Gerdau Johanpeter. No evento, será apresentado para empresários o Programa Modernizando a Gestão Pública no Governo de Santa Catarina, em convênio com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e o Movimento Catarinense pela Excelência (MCE) e atuação do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG).

"Filhos, o seu melhor investimento"

21 de novembro de 2011 0
A palestrante da ExpoMoney e professora do Colégio de Aplicação da UFSC, Celina Ramos Macedo, vai lançar amanhã, às 19h, na Saraiva do Shopping Iguatemi, o livro Filhos, seu melhor investimento. Com foco em finanças comportamentais, a obra aborda, entre outros temas, a importância da educação e da definição de limites para os filhos.
Prova de que além de estudiosa do tema Celina conseguiu aplicar seus conceitos na prática, foi sua filha, a universitária Júlia, quem colaborou na divulgação dos convites para o lançamento do livro, por e-mail.