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Posts de dezembro 2011

Que 2012 seja melhor

31 de dezembro de 2011 0

Um 2012 maravilho aos leitores, com muita saúde e realizações pessoais e coletivas, para que o nosso Estado e o país sejam cada vez melhores.

Feliz 2012!



O ano novo será gêmeo do ano velho?

31 de dezembro de 2011 0

Apesar de o Brasil estar vivendo o seu bônus demográfico, com a maioria da população economicamente ativa, o que impulsiona a economia, a crise nos países ricos está limitando o otimismo de lideranças empresariais catarinenses. Para elas, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012 ficará em torno de 3%, mais parecido com o de 2011, que também fechará em torno de 3%. Para o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, 2011 foi difícil para o setor, no Estado, e o quadro é de incerteza para o novo ano, o que inibe investimentos e crescimento. O vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alcantaro Corrêa, diz que a indústria catarinense está em recessão, mas ele acredita que a economia do país vai crescer mais em função da Copa e Olimpíadas. Na avaliação do presidente da Federação das CDLs (FCDL-SC), Sérgio Medeiros, 2012 vai ser parecido com 2011 na expansão do PIB porque a crise externa está impactando negativamente na economia brasileira. A incerteza lá fora também preocupa o presidente da Federação da Agricultura do Estado (Faesc), José Zeferino Pedrozo. Mas ele confia na capacidade de reação do governo brasileiro por meio da taxa de juros, controle da inflação e oferta de crédito. Para o presidente da Federação das Empresas de Transporte do Estado (Fetrancesc), Pedro Lopes, o setor está muito atrelado ao desempenho da economia, mas sofre com a falta de infraestrutura rodoviária e com a crescente informalidade.

  • Glauco José Côrte

    Presidente da Fiesc

    – O ano de 2011 foi difícil para a indústria brasileira e, especialmente, ao setor em Santa Catarina. O que podemos esperar para 2012?As últimas pesquisas que temos do setor empresarial apontam para um quadro de incerteza econômica. E quando a expectativa é pouco otimista, a tendência é de postergação de investimentos. Isso em função do cenário externo, que é sombrio e promete uma duração mais longa dessa situação, de três a cinco anos, o que afetará o Brasil pelas dificuldades para exportar mais.

    Apesar da Copa do Mundo e das Olimpíadas, as projeções são pessimistas para o crescimento do nível de investimentos no país. O consumo interno será o responsável por induzir a economia de um lado, com a ajuda do salário mínimo maior. Deveremos ter um crescimento de PIB da ordem de 3%, muito parecido com o de 2011, com, provavelmente, uma contenção no nível de emprego. Talvez esta seja a pior notícia. Outro fato preocupante é que o país não avançou em relação a eliminação dos obstáculos para se tornar mais competitivo, especialmente no mercado externo.

  • Alcantaro Corrêa

    Vice-presidente da CNI

    – O quadro da indústria catarinense, especialmente com base nos números dos dois últimos trimestres, mostra recessão. Estamos vendendo menos do que produzimos e teremos que encontrar alternativas. Mas em todo o Brasil temos muita coisa a ser feita, especialmente para a Copa do Mundo e Olimpíadas, o que vai exigir obras, por isso eu estou otimista para 2012. A gente não imagina o tecido que é a infraestrutura para esses eventos. Eles exigem investimentos, vão acontecer, não tem outra saída. O ano começa com a privatização dos três maiores aeroportos: de Brasília, Rio e São Paulo. Além disso, nós temos um lastro grande de reservas cambiais. Se tomarmos cuidado, isso dá um folego por muito tempo. Também contamos com juros e inflação sob controle. A Europa e os Estados Unidos têm problemas financeiros, mas terão que se ajustar. Na minha opinião, o problema da indústria é a importação. Isso está tirando os empregos do país.Não podemos fechar as porteiras das compras externas, mas é preciso dar condições melhores para competir, reduzir o custo Brasil.

  • Sérgio Medeiros

    Presidente da FCDL

    – Eu não estou muito otimista para 2012, em termos de aumento de crescimento para o varejo catarinense. Acredito que o novo ano será muito parecido com 2011, quando o setor deve ter registrado crescimento de 4% a 5% no máximo, o que já é um bom número. Vamos ficar longe de 2010, quando crescemos 8,5% após a estagnação de 2009, em função da crise global. Esse cenário de crise longa na Europa e EUA deixa as pessoas com muitas dúvidas para consumir. Outra coisa que preocupa é a inflação, que tira o poder de compra.

    Quanto ao PIB, acredito que no ano que vem terá expansão muito parecida com a deste ano, em torno de 3%. E o comércio vai crescer um pouco mais, ficando em 4% ou 4,5%. Entre os fatores que ajudarão para esse desempenho está a oferta de crédito, que vai continuar, até porque o governo federal deu sinais de redução da taxa básica de juros Selic. O varejo catarinense não tem tanta inadimplência, ficou em 3,5% em novembro, segundo o SPC. Um diferencial do mercado, no Estado, é a oferta de crédito próprio por parte do varejo, o que facilita as vendas.

  • José Pedrozo

    Presidente da Faesc

    – Apesar dos elevados custos de produção, o ano de 2011 foi bom para os setores de grãos, carnes e leite em Santa Catarina. Mesmo assim, muitos segmentos não conseguiram se capitalizar adequadamente e estão vulneráveis. Os últimos anos foram de mercado crescente e de preços satisfatórios, panorama que pode mudar já que o setor trabalha com margens estreitas e o grau de risco da atividade é muito elevado. Acredito que teremos mais um ano de crescimento, porém, com alguns sobressaltos, porque há, hoje, no mercado mundial, algumas incertezas econômicas. Temos, no país, uma política com maior disciplina macroeconômica, que tem reagido rapidamente não só à inflação, mas, também, ao nível de atividade econômica. A crise na Europa e na América do Norte pode durar um longo período, resultando em crescimento baixo. Os efeitos disso se farão sentir na Ásia e na América Latina, enfraquecendo a demanda pelo que nós produzimos. Os mercados futuros de commodities agrícolas podem ficar voláteis em função das turbulências do mercado financeiro.

  • Pedro Lopes

    Presidente da Fetrancesc

    – O setor de transportes depende muito do ritmo de crescimento da economia porque quase toda movimentação de cargas, no Brasil, é por rodovias. Por isso nossa expansão será parecida com a do PIB em 2012. Mas os problemas de infraestrutura que enfrentamos em 2011, especialmente os gargalos nas rodovias, vão se agravar no novo ano.Também preocupam as constantes tentativas de limitar o nosso trabalho com restrições ao tráfego de caminhões bitrem, entrada de veículos em cidades ou limitação de tráfego em feriados.

    No Estado, nossos principais gargalos rodoviários estão nas BRs. O problema da BR-101 Sul já tem projeto para solução, mas temos outros, nas BRs 470 e 280, mais na 282, no Oeste, e a 163, em Dionísio Cerqueira, onde há problemas na aduana, o que limita o deslocamento de cargas de importação e exportação. O crescimento da frota tem sito natural, mas precisamos de mais integração entre as montadoras e os transportadores porque os caminhões estão cada vez mais modernos, o que requer treinamento para os motoristas usarem as novas tecnologias.

  • Minas de ouro, diamante, rubi...em SC. Falta explorar

    30 de dezembro de 2011 55

    Com pouco mais de 1% do território brasileiro, Santa Catarina abriga verdadeiros tesouros em seu território. Há minas de ouro em Gaspar e Ilhota e no Litoral Norte, mina de diamante em Lages, de rubi em Barra Velha, mármores e granitos em Jaraguá do Sul, bauxita em Correia Pinto, e muitos outros minerais.

    Quem alerta sobre essas riquezas e a falta de uma maior exploração sustentável para incrementar a economia é o engenheiro civil e estudioso do tema, Fernando Camacho. Ele acredita que o recente curso de Geologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalho de reunião de publicações e pesquisas sobre o tema pela Fapesc vão ajudar a chamar a atenção para esse potencial.

     Minerais e riqueza

    O engenheiro Fernando Camacho cita como investimentos de ponta com base na exploração mineral do Estado a Cebrace, indústria de vidros de Barra Velha, que utiliza areia do município de Balneário Barra do Sul, e a Buschle&Lepper, de Joinville, que produz magnésio, produto utilizado em medicamentos, extraído da água do mar de Barra do Sul.

    Segundo ele, entre os potenciais a serem explorados estão os granitos e mármores, que podem ser processados e utilizados na construção civil. Graduado na Escola Nacional de Engenharia do Rio, Camacho trabalhou na construção da BR-101 em 1969 e, depois, na sua duplicação, a partir de 1996. Ex-diretor da SDR de Joinville, hoje é consultor.

    BMW busca mudança tributária

    30 de dezembro de 2011 0

    O presidente da BMW no Brasil, Henning Dornbusch, aproveitou o baixo ritmo de atividade do governo federal, neste intervalo entre o Natal e o Réveillon, para reafirmar o interesse da empresa em mudança na política do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis importados. Ontem, ele se reuniu com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para explicar a necessidade dessa alteração para empresas que têm planos de instalar unidade fabril no Brasil. O projeto da BMW gera interesse especial em Santa Catarina porque o Estado é um dos cotados para receber a unidade da montadora, que detém tecnologia de ponta na produção de automóveis de luxo. Dornbusch afirmou que a empresa já procura locais para sua unidade, mas a decisão ainda não foi tomada porque aguarda a definição de uma política com relação às montadoras que estão entrando comnovos investimentos no país. A ministra respondeu ao empresário que o governo ainda está estudando o tema.

    O grande entrave

    Henning Dornbusch disse que a decisão de instalar unidade no país não está 100% tomada em função do IPI. Segundo ele, primeiro a empresa precisa da definição do governo sobre a política para novos investimentos. Depois, vai informar sobre onde será a unidade.

    – A questão básica é: os novos investimentos que entram no Brasil têm prazo de maturação para gerar receitas. Durante esse período, como você lida com esse fluxo operacional? Esse é o grande entrave hoje que as empresas têm no Brasil quando vêm se instalar – disse o executivo.
    Mas o presidente mundial da BMW, Norbert Reithofer, disse que a decisão de montar uma unidade no país está tomada.



    Réveillon de carro rumo ao litoral

    29 de dezembro de 2011 0

    A Autopista Litoral Sul, empresa da OHL, concessionária das BRs 376 e 101, que ligam Curitiba a Florianópolis, informa que o fluxo de veículos cresceu esta semana em direção ao Sul, na praça de pedágio de São José dos Pinhais, um dos termômetros de movimento da rodovia. Em média, passam pelo local 39.500 veículos por dia. Mas ontem, da meia-noite até às 18h, haviam passado 36.286, cerca de 23% mais. No período das 17h às 18h, foram 2.987 veículos, enquanto a média é de 1.230 por hora. Segundo a concessionária, o fluxo rumo ao Litoral está acontecendo um pouco por dia. A expectativa é de uma concentração maior para o retorno, domingo à tarde e segunda-feira.


    Arrecadação de impostos chegará a R$ 1,51 trilhão

    28 de dezembro de 2011 0

    O total de impostos arrecadados pelo país vai alcançar R$ 1,5 trilhão hoje, às 17 horas, segundo o Impostômetro. O medidor da Associação Comercial de São Paulo estima o total de tributos federais, estaduais e municipais. Este ano deve encerrar com arrecadação de R$ 1,51 trilhão, 17,1% a mais do que no ano passado em valores nominais e 11% maior em valores reais (descontada a inflação). O ano de 2010 se encerrou com registro de R$ 1,29 trilhão no Impostômetro.

    Solda naval para a OSX

    28 de dezembro de 2011 0

    O Sapiens Parque vai abrigar o braço catarinense do Instituto Tecnológico Naval (ITN), da empresa OSX, de Eike Batista. O ITN firmou parceria com a empresa Welle Laser, dos gêmeos Rafael e Gabriel Bottós, e com a UFSC, para pesquisa de solda a laser para plataformas de petróleo. O projeto terá investimento de quase R$ 3 milhóes. A Welle é uma empresa da Incubadora Celta, baseada no Parque Tecnológico Alfa, em Florianópolis.

     Empresa da EBX avança

     A companhia OSX, do grupo EBX, de Eike Batista, que concentrou atuação no Rio após abandonar o projeto do estaleiro em Santa Catarina no final de 2010, encerra 2011 com avanços. Em julho, começou as obras da unidade de construção nava no Açu, o maior estaleiro das Américas, em parceria com a Hyundai Heavy Industries e, além disso, obteve financiamento da Marinha Mercante de R$ 2,7 bilhões para a unidade fabril. Também constituiu o Instituto Tecnológico Naval e inaugurou, em outubro, a sua primeira unidade de produção, a FPSO OSX-1, que vai extrair o primeiro petróleo da OGX, empresa do mesmo grupo, em breve.

    A companhia avançou também nos outros projetos para extração de petróleo. O FPSO OSX-2, obteve financiamento de US$ 850 milhões junto a um sindicato de bancos nacionais e internacionais. A empresa ainda assinou o contrato para a construção do FPSO OSX-3 e divulgou seu plano de execução 2011-2015.  

    A carteira de encomendas da cliente OGX para a OSX foi ampliada, com a confirmação de cinco FPSOs (Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência de Óleo e Gás) e duas WHPS (plataformas fixas), o que garante contratos de US$ 5 bilhões.

    Apesar dos investimentos elevados em outras alternativas energéticas, o petróleo vai continuar como uma das fontes principais do mundo, especialmente para veículos, por isso o setor segue com amplos projetos como este e o pré-sal brasileiro.

    A "Disney" brasileira faz 20 anos

    28 de dezembro de 2011 0

     Beto Carrero World, parque temático que é uma das maiores atrações turísticas de Santa Catarina, completa hoje 20 anos. O empreendimento, que está nos planos de viagens da maioria das crianças brasileiras, comemora aniversário com atrações culturais. A partir das 19h30min, a diretoria do empreendimento vai liderar festa com o parabéns, revoada de balões e fogos de artifício. Uma novidade dos 20 anos é o Blum, novo espetáculo de magia circense. Idealizado pelo empresário Sérgio Murad, o Beto Carrero, baseado em Penha, hoje é dirigido pelo seu filho, Alex Murad. A projeção nacional e internacional foi alcançada com investimentos permanentes em marketing. No ano passado, 1,2 milhão de pessoas visitaram o empreendimento no Litoral do Estado. Na foto, montanha russa do parque, um dos brinquedos mais radicais.

    Walmart inaugura duas lojas em SC

    28 de dezembro de 2011 2

    O grupo Walmart abre duas novas lojas amanhã, em Santa Catarina. Estreia, no Estado, a primeira unidade da rede TodoDia, em Joinville, que tem formato de loja de vizinhança. Investiu R$ 5,4 milhões e abriu 50 novos empregos diretos. No mesmo dia, estreia em Brusque com um hipermercado BIG, um projeto de R$ 38 milhões, que gerou 300 novos empregos. O grupo destinou este ano R$ 83 milhões ao Estado, onde criou 620 empregos. Abriu mais um BIG em Blumenau e centro de distribuição em Balneário Camboriú.

    Marisol fará oferta para fechar capital

    27 de dezembro de 2011 0

    A Marisol informou hoje que a sua acionista GFV Participações apresentou à CVM pedido de registro de oferta pública de aquisição de ações visando ao cancelamento do seu registro de companhia aberta (OPA).

    Para isso, o Bradesco BBI fez avaliação do valor das ações da companhia, apurando que o preço justo dos papéis deve ficar entre R$ 2,80 e R$ 3,10. Com base nesse laudo, a GFV confirma sua intenção de fazer a OPA pelo preço de R$ 3,05 por ação.

     O laudo de avaliação das ações foi colocado à disposição para exame por acionistas nos endereços da Marisol e GFV Participações, em Jaraguá do Sul, e nos sites da CVM e BMF&Bovespa, www.cvm.gov.br e www.bmfbovespa.com.br.

    Governo quer mudar tributação de têxteis importados

    27 de dezembro de 2011 2

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje que o governo vai mudar o regime de tributação para produtos têxteis importados. O objetivo é adotar o modelo ad rem (tributação específica sobre produtos) e não mais o ad valorem (sobre o valor do bem) para combater o subfaturamento de itens importados. Para adotar essa alteração, o Brasil deverá apresentar uma petição junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

    Mantega, que foi homenageado de manhã pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), disse que o projeto de lei já foi aprovado e depente, agora, da autorização da OMC. Pelo novo modelo, cada classificação de mercadoria terá um tributo fixo. Segundo o ministro, o governo estuda mudança para outros produtos, mas não informou quais. As informações são do Valor Online.

    Mais rigor nos portos

    Além do subfaturamento de produtos para pagar menos impostos de importação, alguns portos brasileiros não fazem a fiscalização como deveria, o que ainda permite a entrada de produtos contrabandeados, prejudicando a indústria e a geração de empregos no país. Um dos segmentos mais atingidos é a indústria de confecções de Santa Catarina. Segundo informações da Abit, a cadeia têxtil e de confecções já gera mais empregos no Brasil do que a indústria automotiva.

    Produção recua 10%

    O setor têxtil e de confecção deve fechar 2011 com uma queda de 8% a 10% no faturamento frente ao ano passado. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho, e foi feita durante evento na manhã de hoje, em São Paulo.

    Planos da nova gigante de cerâmica

    27 de dezembro de 2011 0

    A nova empresa resultante da fusão das indústrias cerâmicas catarinenses Portobello e Eliane, ainda sem denominação definida, tem planos ousados de crescimento no mercado brasileiro, além de consolidar a posição atual. Segundo o vice-presidente da Portobello, Cláudio Ávila da Silva, após concretizada a associação, a intenção é avançar não só com crescimento orgânico, incluindo nova fábrica em São Paulo, mas com aquisiçõesde indústrias já estabelecidas.
    Isso porque o setor, no Brasil, é um dos mais pulverizados do mundo, e a união da Portobello e Eliane resultará numa companhia com 10% da produção e 20% do faturamento do setor, o que está longe, ainda, de uma participação que comprometa a concorrência. A expectativa é de que o Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, não faça objeção à fusão anunciada sexta-feira.

     Avaliação recíproca

    A fusão foi muito bem recebida pelos executivos de nível gerencial das duas companhias, ontem, após comunicado feito pelos diretores das duas empresas, informou o vice-presidente da Portobello, Cláudio Ávila. Segundo ele, as comunicações, com números detalhados ao mercado, serão feitas somente após o mês de março, quando serão concluídas as auditorias recíprocas que começam a ser feitas nas empresas, para apurar, com mais exatidão, os números gerais, incluindo endividamento. O objetivo é confirmar números, porque as duas empresas foram transparentes durante as negociações, diz o executivo.

     As duas marcas

    A decisão de manter as duas marcas, conforme Cláudio Ávila, é porque são complementares. A Portobello atua mais no segmento premium, e a Eliane, mais junto à classe média. Nas últimas décadas, as empresas investiram na projeção das mesmas no país, junto ao público especializado e até em TV aberta. Pesquisa inédita feita pela Editora Empreendedor, no final do ano passado, sobre as 21 marcas de SC que vão brilhar no século 21, colocava a Portobello e a Eliane.

    Vem aí o segundo tablet de SC

    27 de dezembro de 2011 1

    A IlhaService, empresa de São José que já atua na produção de desktops, informa que vai lançar o seu tablet em 2012. O sistema utilizado pelo equipamento será o Android 2.3 e irá contar com versões 3G e Wi-Fi, além da opção de memória interna de quatro à 16 GB. Um dos focos de mercado será o produto para uso profissional e para entretenimento, com vendas no varejo. Mas a IlhaService aposta no uso dos tablets com fins educacionais - segmento em que tem ampla atuação na oferta de equipamentos de informática. No segundo trimestre deste ano, a oferta de tablet teve crescimento de 88,9% no mundo rem relação ao primeiro trimestre do ano. Em Santa Catarina, a empresa Aiox, de Caçador, já lançou no mercado o seu tablet Braox, que está à venda no varejo.

    O mercado gostou da fusão Portobello-Eliane

    26 de dezembro de 2011 1

    Os investidores da BM&FBovespa aprovaram a fusão Portobello-Eliane, formando a maior indústria de revestimentos cerâmicos do Brasil e uma das maiores do mundo. As ações da Portobello, empresa que está listada no Novo Mercado da Bolsa, registravam alta de 11,56%, para R$ 1,64, às 14h50min da tarde de hoje. O crescimento é um dos maiores já registrados pelos papéis da companhia.

    Fusão das cerâmicas e custo Brasil

    26 de dezembro de 2011 1

     Acomunicação da fusão, sexta-feira, da Portobello e da Eliane, duas das maiores indústrias de revestimentos do Brasil, que formarão a empresa número um do país e uma das maiores do mundo no setor, foi uma novidade por incluir as cerâmicas no já dinâmico mercado de incorporações e fusões do país. Mas não surpreendeu quem acompanha de perto as dificuldades enfrentadas pelo setor em função dos custos brasileiros de produção frente à concorrência asiática. Na última década, passou a ser crescente a importação de produtos cerâmicos da China pelas indústrias do setor e, mais recentemente, a situação ficou mais difícil para elas porque o varejo, que revende materiais de construção, passou a importar diretamente dos chineses, reduzindo mais os preços ao consumidor.
    A lista de obstáculos à produção cerâmica no país inclui alta carga tributária, alto custo da mão de obra, dólar baixo e o elevado custo do gás natural, que fica em torno de 18% das despesas totais das empresas e supera os valores destinados aos salários. Pelo acordo, a Portobello vai incorporar a Eliane e assumirá dívidas, por isso terá 80% do capital da nova empresa, que fecha este ano com faturamento de R$ 1,1 bilhão.

     Repensar o setor

     É preocupante quando um setor como o de revestimentos cerâmicos tem grandes dificuldades para competir num mercado continental como o brasileiro. A cerâmica é um produto de peso e volume elevados, envolvendo uma logística cara, por isso deveria ser feito regionalmente. Além disso, o Brasil tem matéria-prima abundante e muitos precisando de emprego. Há, também, o controle de qualidade, que aqui é mais rigoroso. Estas questões deveriam ser avaliadas pelo Planalto e governos estaduais para que o nosso parque fabril não seja todo transferido para a Ásia.

    Natal em dobro

    26 de dezembro de 2011 0

    Quem festejou muitas conquistas neste Natal foi o empresário e professor Emílio da Silva Neto, sócio da Arco-Íris Alimentos, de Jaraguá do Sul, e professor da PUC-SC. Após redesenhar as embalagens dos produtos e fortalecer presença no segmento minivarejista, a Arco-Íris, que produz pão de mel e outros itens, fecha o ano com crescimento de vendas físicas de 25% frente a 2010. E o engenheiro mecânico Emílio Silva, além de realizar o sonho de descer de bicicleta, na Bolívia, a Estrada da Morte, entre La Paz (4,7 mil metros) e Coroico (1,2 mil metros), foi aprovado para fazer doutorado em Engenharia na UFSC, no qual defenderá a tese Sistema de Gestão do Conhecimento em Pequenas e Médias Empresas Brasileiras.

    Confirmado: Portobello e Eliane anunciam acordo para fusão

    23 de dezembro de 2011 24

    A Portobello e a Eliane, indústrias de revestimentos cerâmicos de Santa Catarina, acabam de divulgar fato relevante, no qual informam que celebraram memorando de entendimento para possível associação entre as duas empresas, que resultará na maior companhia de revestimentos cerâmicos do Brasil e uma das maiores do mundo. Esta notícia foi antecipada por esta colunista, no Informe Econômico de hoje do Diário Catarinense. A fusão ainda deverá ser aprovada pelo Cade. Se implementada, a associação permitirá o aproveitamento das complementariedades e sinergias existentes entre as operações, resultando na empresa líder do setor no Brasil.

    Veja a nota do DC de hoje:

    Namoro entre cerâmicas

    Duas indústrias de revestimentos cerâmicos de Santa Catarina estão “namorando” e, em breve, devem anunciar ao mercado uma fusão das atividades, seguindo tendência de agroindústrias. Até ontem, as duas companhias envolvidas não haviam anunciado o fechamento do acordo. Uma delas seria a Eliane. O objetivo é ganhar mais competitividade nos mercados interno e exterior para enfrentar a concorrência chinesa.


    Fundo de pensão da OAB já tem 4 mil adesões

    23 de dezembro de 2011 0

    O OABPrev-SC, fundo de pensão da OAB de Santa Catarina, atingiu a marca de 4 mil participantes, alcançando 21% do total de advogados regularmente inscritos no Estado. Primeiro fundo de pensão de advogados criado no Brasil, instituído pela Ordem dos Advogados de SC e a Caixa de Assistência dos Advogados, a entidade é a responsável pela previdência complementar dos advogados do Estado. O fundo tem parceria com a seguradora Mongeral Aegon para a cobertura dos riscos por morte e invalidez, e a comercialização dos planos em todo o Estado.

    Quem quer fabricar aviões em SC?

    22 de dezembro de 2011 0

    A Serra Catarinense ganhou notoriedade pela neve, produção de madeira, deliciosas maçãs e vinhos finos de altitude. Mas, em breve, poderá ser um polo aeronáutico. Segundo o governador Raimundo Colombo, grupo de ex-engenheiros da Embraer, com histórico técnico de altíssimo nível e habilitados a produzir aviões de pequeno porte, quer instalar uma fábrica na região de Lages. Sócios da empresa procuraram o governo porque acham que a região tem infraestrutura para abrigar a unidade e propuseram uma parceria.

    O foco é a produção de aviões pequenos, para um nicho de mercado que a Embraer não tem mais interesse em atender. São aeronaves para a Força Aérea Brasileira, para passageiros e uso na agricultura. A empresa também fará manutenção de aviões. Conforme o governador, o projeto foi uma surpresa, mas ainda não há decisão final sobre instalação.

    _ Temos dois aeroportos de excelente qualidade na Serra, espaço aéreo adequado e, em Urubici, há uma unidade do Cindacta II. São vantagens estratégicas importantes _ disse Colombo.

    O Cindacta é o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo do Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Ministério da Defesa.

    Sob investigação

    21 de dezembro de 2011 0

    A corretora de valores Geração Futuro contratou o criminalista Cláudio Gastão da Rosa Filho para atuar em inquérito policial que investiga o possível desaparecimento de R$ 51 milhões na Celesc. Segundo o advogado, a investigação é sobre o contrato com a terceirizada Monreal, que cobrava fatura atrasadas. A Geração Futuro tem posições da empresa e quer saber se houve problema e os acionistas foram prejudicados.