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Posts de janeiro 2012

Líder em arquitetura chega a Florianópolis

31 de janeiro de 2012 1

O Grupo AW, de São Paulo, líder nacional em arquitetura; a incorporadora Alfa Realty, também de São Paulo; mais o Studio Domo, escritório de arquitetura de Florianópolis; se uniram para desenvolver projetos imobiliários com design diferenciado e sustentabilidade em Santa Catarina, aproveitando a boa fase do setor. O primeiro empreendimento é o DBeach – Design for living, à beira-mar, no Campeche, que será lançado em março. Segundo Roberto Simon, do Studio Domo, as três empresas têm DNA comum na arquitetura e iniciam trabalho peculiar, unindo conhecimento local com uma experiência extraordinária na maior cidade do país. A AW atua há 20 anos no Brasil e exterior com projetos arquitetônicos empresariais, residenciais, de logística e design. No país, assina cerca de 90% dos projetos de prédios de grandes grupos como Vale, Microsoft, BTG Pactual e EBX. Conforme o sócio Paulo Homem de Mello, a empresa foca funcionalidade, design e qualidade. Eudoxios Anastassiadis, da Alfa, diz que o foco não é a capitalização, por isso a companhia vende cerca de 70% do projeto em seis meses. Na foto, Mello (à frente), Anastassiadis e Simon, no Hotel Majestic.

Projeto de R$ 30 milhões

 O projeto do DBeach tem valor geral de venda (VGV) de R$ 30 milhões e terá 48 apartamentos, com um dormitório (tipo studio), dois e três dormitórios. Entre os diferenciais internos estão acabamento de alto padrão e flexibilidade nos espaços. Serão prédios de três pavimentos com área de lazer na cobertura, incluindo piscina com borda infinita. Os preços das unidades vão variar de R$ 240 mil a R$ 750 mil. A comercialização será com a Sotheby’s Realty SC e a Buzz. Toda a mão de obra vai ser contratada na cidade. As três companhias pretendem investir em outras cidades como Joinville, Itajaí, Blumenau e Balneário Camboriú.

Como o governo começa a mudar a gestão

31 de janeiro de 2012 0

Os trabalhos do empresário Jorge Gerdau na Câmara de Gestão e Competitividade do governo federal já provocam efeitos positivos na gestão do governo. A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que ontem cumpriu agenda na Grande Florianópolis, disse que a presidente Dilma Rousseff fez uma sucessão de reuniões com grupos de ministros com temas e projetos prioritários e delegou a tarefa de que, até a metade do ano, todos os ministérios tenham, nos seus projetos e programas prioritários, aquilo que ela determinou que seja um monitoramento online, com acompanhamento de metas, de desenvolvimento do trabalho e dos problemas. Em entrevista ao editor de Política do Diário Catarinense, Fábio Gadotti, a ministra falou que os ministérios que já iniciaram essa prática são os da Previdência e da Educação.

– Tivemos a oportunidade de acessar dados. No caso do ministério da Previdência, por exemplo, foi escolhido um Estado e uma cidade e o ministro, na reunião, apresentou como aquela agência estava funcionando no dia. Quantas pessoas tinham sido atendidas, o que elas reivindicaram, o tempo que elas demoraram para ser atendidas, se tinha algum problema. Inclusive, havia uma demora um pouquinho além e a gente descobriu o motivo. Um dos médicos peritos tinha faltado – contou.

 Sem gás liquefeito

 A ministra Ideli Salvatti também foi questionada sobre o projeto do terminal de gás natural liquefeito (GNL), em São Francisco do Sul. Segundo ela, a reigaseificação é um processo muito caro e, no momento, não é prioridade. Quando entrar na ordem do dia, Santa Catarina entra na fila, afirmou. Esse é um pleito antigo da indústria, que teme a falta de oferta de gás devido à limitação do Gasbol e, também, vê a necessidade de uma outra fonte de gás para dar mais segurança ao abastecimento.

Passarela global

31 de janeiro de 2012 0
 

O Sul Fashion Week, evento de moda realizado em Florianópolis de quarta-feira até sábado, com desfiles no Museu de Arte do CIC e showroom e palestras no Hotel Majestic, teve como ponto alto a apresentação de criações de moda de diversas partes do mundo. Os desfiles intercalaram coleções de marcas catarinenses e de outros estados, com grifes da Espanha e Argentina.

Uma das catarinenses presentes na passarela foi a MarcusSoon (foto), de Blumenau, dos estilistas Marcus Marquetti, de SC, e Sang Soon Kim, da Coreia do Sul. Eles apresentaram uma retrospectiva das criações recentes. A empresária e jornalista Patrícia Lima, promotora do evento, afirma que essa integração mundial de designers ajuda a promover a moda catarinense e brasileira no exterior.

A lista de grifes que desfilaram inclui Maria Garcia, Ésh, Iriá, Zazo&Brull (Espanha), MarcusSoon, Anna Karenina, Brix, Orbitato, as argentinas Teresa Calandra, Marcelo Senra e Jorge Ibañez, e a associação de novos estilistas espanhóis (ANDE).Designers da entidade deixaram de participar da Madri Fashion Week para estar no evento de Santa Catarina. A estilista Sara Ostos, uma das maiores promessas da moda espanhola, apresentou sua coleção (fotodo meio) com peças suaves, inspiradas no romantismo. Kamola Rustamova, natural do Urbequistão mais radicada na Espanha, apresentou uma coleção inspirada em pássados. A designer cria produtos com matéria-prima totalmente artesanal (última foto).  

























Erva mate, saúde e novo produto

31 de janeiro de 2012 0

Erva mate até contra câncer

Tradicional bebida catarinense e gaúcha, o mate sinaliza que vai muito além de um gostoso chá amargo. Estudo recente da Universidade de Illinois, EUA, mostrou que células de câncer de cólon humano morrem quando expostas a compostos bioativos da bebida e que a cafeína do mate também reduz marcadores de inflamação. E na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisadores avaliaram que três doses de 300 ml diários reduzem em até 13% o colesterol ruim e aumenta o bom. O farmacêutico-bioquímico Edson da Silva pesquisou cem voluntários que incluíram a bebida nas refeições por 60 dias.


Concentrado do chá para diluir

Atenta às evidências dos benefícios do mate à saúde, empresas do setor já desenvolvem produtos diferenciados. Com a colaboração de pesquisadoras da UFSC, a Matebras, indústria de Catanduvas, acaba de lançar o MateBrasil (foto), líquido concentrado que pode ser usado quente, frio ou com leite. Duas colheres rendem uma xícara ou copo. Segundo o sócio da empresa, Anselmo Zanellato, as pesquisas identificaram um processo produtivo sem a toxina gerada pela secagem da erva com vapor de lenha. O produto é 100% natural e não tem conservantes.

Sabores do mate

A Matebras, que lançou o mate verde de garrafa, está iniciando a distribuição no Estado. Um dos pontos de vendas é a loja Mundo Verde, no Shopping Iguatemi, em Florianópolis. Segundo a responsável técnica da empresa, Jozeane Caldartt, há diferença entre o sabor do mate verde e do chá de mate feito com a erva, consumido principalmente na cuia. Ela observa que o mate de chimarrão, apesar da secagem a vapor, tem toxidade mínima, que não prejudica a saúde.

Gás natural, sonho que virou rombo

30 de janeiro de 2012 0

Industriais catarinenses sonharam, desde o final dos anos 1980, com o gás natural, uma energia limpa e segura, com preço acessível, para poderem fazer produtos melhores e mais competitivos. Fundaram a Infragás, em 1990, com 111 sócios, e ajudaram a constituir a SCGás, atual concessionária de gás natural do Estado. Só que, nos últimos anos, a cada pressão da empresa para aumento de tarifa, há uma reação contrária muito forte das empresas consumidoras. É que o preço do gás aumentou muito mais do que os demais custos das empresas, especialmente das cerâmicas, que são as maiores consumidoras. Para se ter ideia do rombo atual, quando a Eliane, uma das maiores fabricantes de revestimentos cerâmicos do Estado, começou a usar o insumo, em 1999, ele representava 9% do seu custo de produção. Hoje, alcança 25% e é o maior da empresa.

Na última semana, a SCGás sugeriu mais um aumento tarifário de 9,8% para compensar a alta do dólar no gás importado. A reação contra foi geral entre os usuários e, sexta-feira, o governador Raimundo Colombo disse que não permitirá o aumento. É que o Estado detém 17% do capital da empresa e controla a presidência, por isso pode vetar. A Gaspetro (controlada da Petrobras) tem 41%, a japonesa Mitsui, 41%, e a Infragás tem a participação simbólica de 1%. Segundo o presidente da Infragás, que representa os usuários, Cláudio Ávila da Silva, os clientes querem discutir pelo menos duas coisas: o cumprimento do contrato e a distribuição de dividendos.

Cláudio Ávila da Silva

Presidente do conselho de administração da Infragás e vice-presidente da Cerâmica Portobello. Nascido em Florianópolis, Cláudio Ávila é graduado em Administração de Empresas pela Esag/Udesc. No início da carreira, foi um dos fundadores do Badesc. Estreou na política em 1983 como deputado estadual, em mandato até 1987, período em que foi prefeito da capital por pouco mais de um ano. Depois, foi deputado federal constituinte de 1987 a 1991 e, logo após, foi trabalhar na Organização dos Estados Americanos (OEA), nos EUA, até 1993. Voltou a Florianópolis para presidir a Eletrosul e, em 2001, assumiu a presidência da Eletrobras. Em 2003, ingressou na diretoria da Portobello. Ávila tem 58 anos, é casado com Flavia e tem dois filhos, Cláudio Ávila Junior e Maria Izabel.

Por que a tarifa do gás não deve aumentar agora?
Cláudio Ávila da Silva –
Nossa discussão é em relação ao cumprimento do contrato. Estamos conversando com o governo do Estado e a SCGás. Tivemos avaliação de duas consultorias contratadas pela Infragás, a Martinelli, de Joinville, em 2009, e a Price (PwC) em 2011. O contrato de concessão é de 1994. Não estamos discutindo se ele é justo ou não. Nessa avaliação, foram apresentados 10 pontos em que a interpretação dada pela SCGás ao contrato, ao longo desses 11 anos, resultou em aumento tarifário. Nós pegamos esse trabalho, que é fruto de uma solicitação do governador do Estado, e apresentamos ao presidente do conselho da SCGás, Antonio Gavazzoni, no sentido de se achar uma solução. Os números precisos estão sendo discutidos, mas indicam que a SCGás deve aos seus clientes milhões de reais, em função da má aplicação do contrato. Então, nós queremos esse encontro de contas primeiro. O trabalho foi entregue em dezembro do ano passado, está com a Agesc, a agência reguladora do Estado, e ainda não tivemos resposta. Enfrentamos, em novembro, um aumento de 7,5% e ficou acertado que esse aumento seria compensado em cima do valor devido. E veio mais uma proposta de reajuste de 9,8% em fevereiro e mais 9,8 em julho. Queremos saber quem deve para quem, a SCGás ou seus clientes.

Qual é a outra divergência da Infragás com a SCGás?
Ávila –
A Infragás, como acionista, tem um assento no conselho da SCGás. Lá, temos uma divergência em relação à política de dividendos. Nos últimos seis ou sete anos, temos defendido que a empresa atenda o que está previsto na lei das SAs, com uma média de retenção de 25% a 35% e a outra parte faça um fundo para que a SCGás invista no Estado parte da sua rentabilidade, do seu lucro. Nós, pela condição minoritária, temos sido vencidos na assembleia geral nessa decisão. E todas as decisões da SCGás têm sido de distribuir 100% dos dividendos, retendo apenas 5% de reserva legal.

Quanto já foi distribuído de dividendos pela empresa?
Ávila –
Ao longo desses 10 a 11 anos, já foram distribuídos dividendos em valores correntes presentes de quase R$ 400 milhões para um investimento realizado inicialmente de R$ 32 milhões pelos acionistas. Em 12 anos, esse valor corrigido está perto de R$ 80 milhões. Eles estão distribuindo 100% do lucro. Nós entendemos que uma empresa monopolista, concessionária de uma infraestrutura do Estado, que é o gás, deveria ter uma política de que parte do seu lucro fosse reinvestido. A taxa de reinvestimento da SCGás é zero. Hoje, quando se discute recursos necessários para a SCGás investir, ela está fazendo e planejando só com os recursos dos seus clientes. O resultado que ela gera vai todo para os acionistas. Em 2010 foram R$ 80 milhões de lucro.

As empresas pretendem questionar o contrato?
Ávila –
Quando esses problemas de dividendos e cumprimento de contrato estiverem superados, vamos querer discutir a concessão. É por um período de 50 anos, foi obtida sem licitação pública. Foi até uma aspiração dos estados do Sul que o gasoduto Bolívia-Brasil tivesse um ramal Sul. Tinha o monopólio da Petrobras com o seus gasodutos. Não há competição na distribuição do insumo. Nós entendemos que deve haver competição. Entendemos que o Estado, junto com a Petrobras, deve buscar uma concorrência. Isto porque os atuais clientes não têm alternativa. Todos nós, lá atrás, tínhamos os nossos combustíveis, GLP, lenha... É evidente que o uso do gás trouxe benefício para a qualidade dos produtos, melhorou a questão ambiental e todas as empresas tiveram que fazer investimentos para usar o gás. Então, não há alternativa, é comprar deles ou não usar.

Notas

Infragás

As negociações para trazer o gás natural ao Estado começaram em 1989, com um seminário promovido pela Petrobras em Curitiba. Depois, a Fiesc iniciou mobilização e empresas e pessoas físicas de SC e do Paraná constituíram a Infragás, que tem 111 associados. Quando veio a formação da SCGãs, a Infragás associou-se à formação da empresa para ajudar na constituição e entrou com uma participação.

Preço

O principal concorrente da indústria catarinense é a chinesa, especialmente no setor cerâmico. E o gás natural no país do dragão é 17% mais barato do que aqui. Essa diferença reduz bastante a competitividade, avalia o presidente da Infragás, Cláudio Ávila. Segundo ele, o gás catarinense é o mais caro do Brasil. Aliás, todos os principais competidores de cerâmica com o Brasil, que são a Itália, Espanha, Turquia e México, têm gás natural mais acessível do que aqui. O custo médio do gás natural no total de custos das empresas está, hoje, 25%. A folha salarial custa 16%, e as matérias-primas superam 20%, menos do que o gás.

Insumo

Outro problema que ronda o setor é a limitação da oferta do insumo. É que a SCGás compra 2 milhões de metros cúbicos da Bolívia e esse volume está, praticamente, todo vendido. SC tem se mobilizado para ter um terminal de regaseificação, mas a unidade prevista para São Francisco do Sul foi para a Bahia, por questões políticas. O tema será retomado em 2013 na Petrobras, observa Ávila. O temor é não ter o insumo para novos investimentos.

Seara vai mudar presidente

30 de janeiro de 2012 0

A Seara informou que David Alan Palfenier, 55 anos, será o novo presidente-executivo da empresa. Palfenier, que atuava como presidente da ConAgra Foods Consumer Foods International, vai substituir Mayr Bonassi, 62, que afirmou que pretende se aposentar no fim deste ano. Comprada há poucos anos pela Marfrig, a Seara é a principal marca do grupo e tem sua base principal de produção de suínos e aves em Santa Catarina. A sede da empresa fica em Itajaí.

Colombo espera abertura do Japão e Coréia à carne suína

30 de janeiro de 2012 0

Em Videira, tradicional região criadora de suínos e aves, o governador Raimundo Colombo afirmou, sábado, que com a abertura do mercado americano à carne suína catarinense, aguarda para breve, em até dois meses, a abertura dos mercados japonês e coreano. O Japão é o maior importador mundial e compra, anualmente, US$ 4 bilhões do produto. Segundo Colombo, as empresas catarinenses já estão se movimentando para ampliar a produção visando atender esses novos mercados. Vale destacar que, em Videira, 75% do movimento econômico resulta das atividades de suinocultura e avicultura.

Fundo BRPar escolhe SC para investir

28 de janeiro de 2012 3

O fundo BRPar Participações, que conta com a participação de investidores brasileiros e estrangeiros _ de Omã e Qatar (países do Golfo Arábico), Alemanha, Índia e Hungria _ escolheu Florianópolis para basear a sua matriz e pretende investir, no Estado, mais de R$ 100 milhões em um ano e meio. De olho na boa fase da economia brasileira, pretende investir R$ 370 milhões nesse mesmo prazo, no país. O fundo assinou um termo de cooperação técnica com o governo do Estado, por meio da Secretaria Regional da Capital, para ter apoio institucional para acelerar os projetos. Ontem, o secretário regional de Florianópolis, Renato Hinnig, apresentou diretores e sócios BRPar ao governador Raimundo Colombo, em reunião na qual eles apresentaram projetos que incluem os setores de energia, infraestrutura, química fina, meio ambiente, turismo de luxo e finanças internacionais. Participaram do encontro Oberdã Santos, Fabrizzio Ferreira e Waldner Neves. Já está sob o guarda-chuva do fundo a empresa de química Gran Industrial, de Xanxerê, que iniciou operações e investirá em unidade de cosméticos no município. Xanxerê vai ganhar também uma fábrica de placas fotovoltaicas para geração de energia solar, de empresa europeia, um projeto de investimento de 36 milhões de euros. De acordo com Hinnig, o fundo pretende instalar, no Sapiens Parque, um centro financeiro que incentivará empresas a abrirem capital em bolsa de Londres. Na foto, Hinnig (E), Ferreira, Neves e Oberdã.

De Xanxerê a Omã

A Gran Industrial, de Xanxerê, que já está fabricando produtos químicos para limpeza automotiva (Gran Automotive) e tem tecnologia própria de ponta, será a primeira empresa catarinense a ter fábrica em Omã, no Golfo Arábico, em joint venture com investidores locais. Segundo o empresário Oberdã Santos, sócio da BRPar e da Gran, que reside na Capital, o objetivo é fornecer produtos para o setor petrolífero da região do Golfo. Mas os novos investimentos da Gran em Xanxerê vão somar R$ 40 milhões, gerar 600 empregos diretos e cerca de 2,3 mil indiretos.

Sem o estaleiro...

A decisão da OSX de levar o seu estaleiro naval para São João da Barra fez vários investidores mudarem de rumo. Foi o caso de Oberdã Santos, que mudou a Gran de Biguaçu para Xanxerê, onde recebeu atenção especial do setor público. Atrás de Eike, a Gran vai abrir fábrica, agora, também na região de São João da Barra, para atender o estaleiro. Seus produtos eliminam óleos o que, além de limpar, preservam o meio ambiente.  

Sobre a mudança do local da unidade da OSX,  Oberdã Santos disse que "foi um dos maiores prejuízos da história empresarial de Santa Catarina".

Vish!, da Ilha ao exterior

28 de janeiro de 2012 0

Com foco em design diferenciado, a marca Vish!, de moda feminina e masculina, de Florianópolis, conquista reconhecimento no Brasil e exterior. Além da presença em multimarcas das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, já exporta para a Espanha e Cingapura. A grife da dupla (foto) Andréia Schmidt Passos e Luiz Wachelke, participou até ontem da mostra do Sul Fashion Week, no Hotel Majestic, em Florianópolis, com uma instalação que sugere a próxima coleção em construção. Para o projeto, recebeu apoio da Vicunha e da Arte Laser. Segundo Andréia, a campanha da última coleção verão da marca foi considerada uma das mais inovadoras pelo site internacional de tendências de moda WGSN. Em função disso, uma empresa de Cingapura se interessou em comercializar a marca, as exportações já começaram e vão bem. Antes, a Vish! já havia iniciado vendas para empresa de Madri, Espanha. A nova coleção terá tecidos exclusivos feitos pela RenanuxView. Em SC, a marca está nas lojas Varal e Espaço Vies, na Capital, ou no site www.vishland.com.br.

Foto de Daniel Conzi

Exportadores de carne suína suspendem embarques à Argentina

27 de janeiro de 2012 1

A dúvida gerada pela exigência de licenças não automáticas para carne suína pela Argentina,  a partir de fevereiro, levou empresas exportadoras a suspender os embarques para o país vizinho. O temor é de que cargas fiquem paradas na fronteira à espera das licenças, explicou o presidente da Abipecs, Pedro Camargo Neto, ao jornal Valor. Quem orientou sobre a suspensão dos embarques foram os próprios importadores argentinos porque o governo local tem até 15 dias para autorizar a entrada do produto. No ano passado, a Argentina comprou 42.032 toneladas do produto brasileiro. Santa Catarina, pela proximidade e por sediar as principais agroindústrias, será um dos estados mais atingidos.