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Posts de fevereiro 2012

Reajuste do mínino regional é votado na Assembleia

29 de fevereiro de 2012 0

O reajuste do salário mínimo regional de Santa Catarina, que foi aprovado em acordo entre entidades empresariais e centrais sindicais no início do ano, está sendo aprovado hoje na Assembleia Legislativa. No turno da manhã foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação e, à tarde, deve ser votado no plenário. Segundo o deputado Gilmar Knaesel, a lei do reajuste do mínimo é um avanço para a discussão do pacto federativo.

- Este é o ponto de partida para que os estados passem a exercer sua autonomia, legislando em matérias de seu interesse. Inclusive, sugiro que os projetos de encaminhamento do Executivo que deliberem sobre esta matéria sejam encaminhados até dezembro para o Legislativo evitando que a Assembleia aprove a matéria um ou dois meses após a entrada da lei em vigor, criando um clima inseguro para empregadores e empregados – argumentou o parlamentar.

Lojas Tida apostam em inverno sofisticado

29 de fevereiro de 2012 0

As lojas Tida entram nas estações de outono e inverno com foco na sofisticação. As empresárias Tida e Marcelle Zanatta fazem o lançamento da nova coleção na loja multimarca do Beiramar Shopping, em Florianópolis, hoje, das 14h às 22h. Segundo Tida, a prioridade nas escolhas das marcas foi a qualidade e o luxo em alfaiatarias. Isto porque, apesar de ser moda, permite o uso das peças por alguns anos. Para o inverno, entre os pontos fortes estão muito brilho e metalizados.

Um dos diferenciais, tanto da loja Tida quanto da Dudalina Double, no Beiramar, é a nova coleção da Dudalina Feminina, que inclui camisas de seda com detalhes em cristais swarovski e outros tecidos de luxo. A modelo da coleção é a catarinense Dayane Mello (foto), que atua no exterior e fez até ensaio interpretando Sophia Loren, ícone de beleza.

O lançamento na loja Tida no Iguatemi Florianópolis será sexta-feira, a partir das 12h.


Eletrosul faz parceria com o banco alemão KfW

29 de fevereiro de 2012 0

A Eletrosul e o banco de fomento alemão KfW estão negociando dois contratos para pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) no complexo São Bernardo, no interior de Santa Catarina. O contrato pode chegar a 24 milhões de euros, informou a estatal brasileira. A empresa já tomou emprestado do KfW 13 milhões de euros para outros projetos. Além da discussão de contratos segunda-feira, executivos do banco visitaram os projetos, no interior do Estado, no último final de semana. O KfW empresta, atualmente, 1,4 bilhão ao Brasil.

Sul unido pela infraestrutura

29 de fevereiro de 2012 0

O Fórum Industrial Sul, integrado pelas federações das indústrias de SC, PR e RS, realizou ontem reunião com o Fórum Parlamentar Sul, na Câmara, em Brasília. Segundo o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, o objetivo foi antecipar informações aos parlamentares sobre o estudo Sul Competitivo, iniciado em setembro do ano passado, que vai apontar soluções a gargalos que prejudicam a competitividade regional. Estão sendo feitas análises detalhadas sobre o impacto da logística na produção.

Compromisso

O encontro dos fóruns contou com participação expressiva dos parlamentares, incluindo os senadores Luiz Henrique, Casildo Maldaner e Ana Amélia Lemos. Eles se comprometeram a transformar em projetos os principais pleitos que serão levantados a partir das avaliações. Entre as cadeias produtivas avaliadas estão as do frango e motocompressores. A expectativa é de que as análises resultem em 70 projetos. Também participaram os presidentes da Fiergs, do RS, Heitor Muller, e da Fiep, do PR, Edson Campagnolo.

Reunião em SC

A Fiesc vai realizar sexta-feira, às 14h, a primeira reunião do ano do Fórum Industrial Catarinense. Segundo o presidente Glauco Côrte, o tema será a questão da infraestrutura e os resultados já apontados parcialmente pelo estudo, que deverá ser concluído em abril. O investimento para essa apuração e análise de dados estão sendo feitos pelas três federações industriais do Sul, com auxílio do BRDE, que atua na região.


Jaimes Almeida faz palestra na Austrália

29 de fevereiro de 2012 0
O empresário Jaimes Almeida Junior, CEO da Westfield Almeida Junior, empresa de shopping centers, foi convidado para falar sobre a economia brasileira e as oportunidades do varejo do país a um grupo seleto de 50 executivos globais da Westfield, CEOs e presidentes das grandes redes de varejo do mundo.
A apresentação será durante a WEL Conference promovida pela Westfield, em Sydney, Austrália, de terça a sexta-feira da próxima semana. Na avaliação do empresário catarinense, o Brasil, atualmente, é o celeiro de oportunidades para as grandes redes de varejo do mundo e os shoppings centers são a principal porta de entrada para essas companhias.No ano passado, o grupo de shoppings Almeida Junior firmou joint venture com a australiana Westfield, maior empresa do setor no mundo, formando a Westfield Almeida Junior. A companhia é dona dos shoppings Neumarket, de Blumenau, Balenário Camboriú Shopping, Joinville Garten Shopping e está construindo, em São José, na Grande Florianópolis, o Continente Park Shopping. Além disso, começa a desenvolver projetos na Grande Porto Alegre e em São Paulo.


O lado bom da seca: preços altos aos agricultores

29 de fevereiro de 2012 0

Depois de sofrer com a falta de chuvas, os agricultores vivem, agora, a animação dos preços mais elevados causados justamente pela seca na Região Sul. É o efeito da lei da oferta e da procura: menor produção significa escassez e alta de preços, o que é bom para o produtor e difícil ao consumidor. O vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado (Faesc), Enori Barbieri, afirma que todos os preços agrícolas estão bons. Inclui na lista milho, soja, arroz, fumo, leite e outros. A perda de dois milhões de toneladas de arroz no Rio Grande do Sul já aumentou o preço da saca de 50 quilos do produto de R$ 22 para R$ 27 ou R$ 28, 27%. O preço do milho, que estava em R$ 20, chega, agora, até a R$ 27, um aumento de 35%. É claro que uma boa parte dos produtores teve elevadas perdas com a ausência de chuvas. Mas como o sobe e desce dos preços agrícolas são comuns, o importante seria a maioria dos agricultores poupar este ano para fazer uma reserva para períodos mais difíceis.

Um Oscar para SC?

28 de fevereiro de 2012 0

Não foi desta vez, mas está sendo produzido no Sapiens Parque, em Florianópolis, o filme de animação Minhocas, da empresa Animaking, que poderá colocar uma produção de SC entre as indicadas para o Oscar de 2014. O filme, orçado em R$ 10,6 milhões, está com um ano e meio de atraso em função da falta de recursos. Os produtores apresentaram, no ano passado, uma solicitação de verba de R$ 1,6 milhão ao Fundo de Cultura do Estado, administrado pela Secretaria de Turismo Cultura e Esporte e até agora não tiveram uma resposta. O projeto foi aprovado em todas as etapas para a liberação de recursos. Até agora, a produção só recebeu verbas da União e do governo de São Paulo.

Steve Jobs homenageado
Entre as perdas do mundo cinematográfico do ano passado lembradas na entrega do Oscar, domingo à noite, estava Steve Jobs. Embora estrela do mundo tecnológico por ter fundado e liderado a gigante Apple, Jobs brilhou no cinema quando foi afastado da empresa nos anos de 1980. Em 1986 ele fundou a Pixar, estúdio cinematográfico de animação gráfica.

Nova empresa de SC lança clareador dental

28 de fevereiro de 2012 0

Acaba de entrar em operação, em Palhoça, a BM4, indústria de empreendedores catarinenses que lançou o seu primeiro produto, o clareador dental Powerbeaching, feito à base de peróxido de carbamida. Entre os diferenciais do produto estão o uso de uma seringa avaliada durante três anos para não haver perda de oxigênio com o meio externo. O gel clareador foi testado durante três anos pelo professor Luiz Narciso Baratieri, do curso de Odontologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o que revelou baixo índice de sensibilidade trans e pós-tratamento. A distribuição do produto da BM4 está sendo feita pela TDV, de Pomerode, que atua no Brasil e exterior.

Gisele divulga o Banco do Brasil no exterior

28 de fevereiro de 2012 0

O Banco do Brasil, com 200 anos de história, lançou sua primeira campanha de comunicação no exterior para reforçar seu posicionamento. A estrela escolhida para os comerciais é a modelo gaúcha Gisele Bündchen, que participa de anúncios em jornais (foto), revistas e televisão da Europa, EUA e Ásia. O valor do cachê para a top mais bem paga da história não foi revelado. O título da campanha é “Banco do Brasil. Do Brasil para o mundo. Do mundo para o Brasil”. O objetivo é mostrar que o BB pode ser o principal elo para negócios com investidores internacionais. Os anúncios já estrearam na mídia impressa e começam dia 6 de março na TV.

_É uma campanha de muita responsabilidade porque vamos divulgar a imagem do Brasil e como o brasileiro é visto lá fora _ divulgou Gisele em nota.

A instituição atua no exterior há 70 anos e investe para crescer no mercado internacional. Comprou o Banco da Patagônia, na Argentina, e o EuroBank, na Flórida, EUA, que terá o nome alterado para Banco do Brasil Americas. O Banco do Brasil está em 23 países, com 48 unidades.

Vem aí a Seara Foods, nova unidade operacional da Marfrig

27 de fevereiro de 2012 0

O grupo Marfrig, que comprou a catarinense Seara em 2009 - na época era a terceira maior empresa de carnes de frango e suíno do país - anunciou hoje uma reestruturação que cria a Seara Foods, nova unidade operacional que vai integrar as operações de aves, suínos e alimentos processados das três empresas do grupo, Seara, Moy Park e Keystone Foods, que continuarão operando com identidades próprias. As informações são do Valor online. Em comunicado à CVM, o grupo explicou que o objetivo é garantir uma maior integração e, consequentemente, a criação de mais sinergias operacionais no segmento de aves, suínos e alimentos processados. Segundo o presidente do grupo Marfrig, Marcos Molina, ao criar a Seara Foods a Marfrig espera atingir ganhos de sinergia entre R$ 230 milhões e R$ 330 milhões. As mudanças deverão ser implementadas em três anos.

Crescimento galopante

A Marfrig obteve crescimento galopante nos últimos anos e, em dezembro do ano passado, incorporou, também, as unidades da Sadia que foram vendidas por exigência do Cade em função da fusão com a Perdigão, criando a Brasil Foods. Duas dessas unidades ficam em SC. A decisão do grupo em criar uma nova empresa liderada pela sua marca mais forte, a Seara, é natural. Aproveita o fato de a empresa catarinense ter o maior conhecimento de mercado. Como a sinergia gera redução de custos, significa que haverá redução de serviços desenvolvidos hoje por essas empresas, com impacto no mercado catarinense. A expectativa é de que isso não seja muito forte porque a economia do país está crescendo, embora em menor ritmo do que o desejado.

Desenvix inicia venda de energia de PCH no Oeste

27 de fevereiro de 2012 0

A Desenvix Energias Renováveis, empresa ligada ao grupo Engevix que tem forte atuação em SC, comunicou hoje ao mercado que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início das operações comerciais da pequena central hidrelétrica (PCH) Victor Baptista Adami, situada no rio Chapecó, município de Passos Maia, Oeste de Santa Catarina.

A usina tem potência instalada de 25,0 MW e garantia física de 13,57 MW médios. Por meio da  Sociedade de Propósito Específico Passos Maia Energética S.A., a Desenvix detém 50% de participação no empreendimento, informa o presidente da Desenvix, José Antunes Sobrinho. A energia já foi negociada com o mercado livre do setor.

Superoferta na Ceasa reduz preços de alimentos

27 de fevereiro de 2012 1

Se depender da oferta de produtos na Ceasa de Santa Catarina, em São José, a inflação não vai subir nas próximas semanas. Após enfrentar uma certa escassez de banana há mais de 15 dias, a central, que é a principal fornecedora de frutas, verduras e legumes do Estado, está com uma superoferta de produtos. A informação é do presidente em exercício da companhia, Elmar Thiesen. Entre os itens que tiveram queda de preços, nos últimos dias, estão a banana e o tomate. Atualmente, uma caixa de 25 quilos de  banana branca sai por R$ 25 e uma de tomate, com 22 quilos, custa R$ 10, preço inferior a média de semanas anteriores. Conforme Thiesen, a falta de banana foi em função  de menor oferta dos produtores,  concentrados, principalmente, no Norte do Estado.  

Por que a vinda da GM e de outras empresas ao Norte de SC

24 de fevereiro de 2012 0

O anúncio oficial do investimento de R$ 710 milhões da segunda unidade da GM para Joinville, confirmando projetos de R$ 1 bilhão da montadora no Estado, foi comemorado especialmente pelas dezenas de empresários que participaram do evento, ontem, no Centro Administrativo do Estado.  O presidente da Associação Empresarial de Joinville, Udo Döhler, após participar da cerimônia na Capital, voltou a afirmar para o blog que a economia do município vai duplicar nos próximos 10 anos. Segundo ele, outras empresas de porte, além da montadora de carros de luxo BMW, já estão negociando a instalação de unidades na região.

Conforme o empresário, esse polo automotivo que está nascendo teve suas bases plantadas  em 1958, quando a Fundição Tupy iniciou as vendas de autopeças para a Volkswagen. No ano seguinte, em 1959, a empresa criou a Escola Técnica Tupy (ETT), instituição particular, inspirada em modelo alemão, que permitiu diferencial à qualificação de mão de obra. O que está garantindo um novo salto industrial ao município, além da tradição do setor, é o avanço da formação de pessoa, avalia Döhler. Ele cita o caso da Sociesc, que a partir da ETT se tornou uma instituição de cursos superiores com foco na área técnica, a abertura do campus da UFSC no município com o curso de Engenharia da Mobilidade e a chegada da PUC, que começou com pós-graduação e, no ano que vem, abrirá seis cursos de engenharia em nova sede, baseada na antiga fábrica da Wetzel, no Centro da cidade. A Univille também aprimorou seus cursos da área técnica e o mesmo aconteceu com a Udesc local. Em função disso, a região está preparada para receber indústrias mais sofisticadas, da área médica, de fármacos e de outros setores, que virão nos próximos anos.

Embrapa recomenda frutas e hortaliças para alimentação durante o Carnaval

19 de fevereiro de 2012 0

A Embrapa, uma das empresas de pesquisas agrícolas mais respeitadas do mundo, recomenda, em seu site, o consumo de frutas e hortaliças para as pessoas terem uma alimentação saudável para poder desfilar nos blocos e escolas de samba durante o Carnaval. Alerta que esses produtos devem ser consumidos diariamente, mas, no período de folia, quando ocorre maior gasto de energia, eles garantem benefícios extras para o organismo ao evitar desidratação e intoxicações.

A pesquisadora Patrícia Carvalho, da Embrapa Hortaliças, de Brasília, especialista em Ciência dos Alimentos, aconselha o consumo de hortaliças porque são leves, nutritivas e de fácil digestão.

- As pessoas que festejam o Carnaval acabam perdendo água e sais minerais por meio da transpiração e, como a maioria das hortaliças possuem cerca de 90% de água e são ricas em minerais, elas colaboram com a reposição do que foi perdido _  explica.

Ela alerta que o modo de preparo é importante. Recomenda que as hortaliças devem ser preferencialmente consumidas cruas, cozidas ou batidas com sucos. Quando se frita uma batata, por exemplo, o excesso de gordura prejudica o organismo que, devido ao desgaste físico e ao provável consumo de bebida alcoólica, já se encontra debilitado. Observa que a batata, essa hortaliça (e outras como mandioquinha-salsa, batata-doce e cará), por ser rica em carboidratos e de fácil digestão, pode ser uma boa aliada do folião que necessita repor o gasto energético. Frutas como melancia, melão e morango e hortaliças folhosas, como alface, rúcula e agrião, que são alimentos ricos em água, colaboram com a hidratação do organismo. Após os dias de Carnaval, para desintoxicar o organismo, as verduras brássicas como couve e brócolis são indicadas porque possuem componentes que auxiliam o organismo a produzir enzimas detoxificantes.

A pesquisadora Neide Botrel, também da Embrapa Hortaliças, inclui nesta cesta de alimentos a cenoura porque ajuda a alcalinizar o estômago e contribui para a desintoxicação.

Lucro da WEG cresce 10,4% no quarto trimestre

17 de fevereiro de 2012 0

O Grupo WEG, multinacional catarinense de Jaraguá do Sul, fechou o quarto trimestre de 2011 com lucro líquido de R$ 156,2 milhões, 10,4% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. A receita operacional líquida do período alcançou R$ 1,468 bilhão, 17% superior em relação aos mesmos meses de 2011. O Ebitda alcançou R$ 258,2 milhões, com margem de 17,6% e crescimento de 15,2% frente ao ano anterior. Durante 2011, companhia investiu em ativos fixos R$ 187,9 milhões. No último trimestre do ano passado, a WEG comprou a Electric Machinery (EUA), Watt Drive (Áustria) e fez parceria com a Cestari (Brasil) em motorredutores.

Em 2011

A WEG encerrou 2011 com lucro líquido de R$ 586,9 milhões, 13% superior ao obtido em 2010. Ao longo do ano passado, a companhia obteve receita líquida de vendas de R$ 5,12 bilhões.

Pedágio na BR-101 sobe de R$ 1,40 para R$ 1,50 quarta

17 de fevereiro de 2012 1

A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) aprovou o reajuste do pedágio para as praças da BR-101 em Santa Catarina, que entrará em vigor a partir da zero hora do dia 22 de fevereiro, a próxima quarta-feira. O valor para automóveis, nas praças de Porto Belo e Palhoça, sobre de R$ 1,40 para R$ 1,50, com reajuste de 7,14%. Nas praças de Garuva e Araquari, a tarifa de R$ 1,20 passará para R$ 1,30. Este valor menor é um função de liminar da Justiça Federal de Joinville de 4 de novembro de 2011. A tarifa de São José dos Pinhais também subirá de R$ 1,40 para R$ 1,50.

Confira o texto da ANTT, com os preços para os vários tipos de veículos:

A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT autorizou, por meio da Resolução 3.783, o reajuste para a tarifa básica de pedágio das rodovias Rodovias BR-116/376/PR e BR-101/SC, trecho Curitiba – Florianópolis, explorado pela Autopista Litoral Sul S.A.

 
A tarifa reajustada, após arredondamento, passa de R$ 1,40 (um real e quarenta centavos) para R$ 1,50 (um real e cinquenta centavos), nas praças de pedágio P1, em São José dos Pinhais/PR; P2, em Garuva/SC; P3, em Araquari/SC; P4, em Porto Belo/SC e P5, em Palhoça/SC, com um acréscimo de 7,14% (sete inteiros e quatorze centésimos por cento).
 
O reajuste entra em vigor a partir da zero hora do dia 22 de fevereiro de 2012.
 
 
TABELAS DE TARIFAS
 
 
Veículo                                                      Número de eixos          Valores (R$)
 
- Automóvel, caminhonete e furgão                 2                         1,50
———————————————————————————-
 
- Caminhão leve, ônibus,
 caminhão-trator e furgão                           2                               3,00
———————————————————————————–
 
- Automóvel e caminhonete
com semi-reboque                                             3                           2,25
————————————————————————————-
 
- Caminhão, caminhão-trator,
caminhão-trator com
semi-reboque e ônibus                                  3                               4,50
————————————————————————————-
 
- Automóvel e camionete
com reboque                                                       4                          3,00
————————————————————————————–
 
-Caminhão com reboque e
caminhão-trator com semi-reboque         4                          6,00
————————————————————————————
 
-Caminhão com reboque e
caminhão-trator com semi-reboque                  5                          7,50
————————————————————————————–
 
-Caminhão com reboque e
caminhão-trator com semi-reboque          6                          9,00
—————————————————————————————-
 
-Motocicletas, motonetas e
bicicletas motorizadas                                          2                        0,75
————————————————————————————–

De férias

06 de fevereiro de 2012 0

Olá!

A partir de hoje estou de férias. A coluna Informe Econômico, do Diário Catarinense, também estará “de férias” e voltará a ser publicada dia 28 deste mês. Aqui no blog, eventualmente poderei postar algo interessante.

Um abraço

Estela Benetti

Software da Ilha para todo o Brasil

06 de fevereiro de 2012 1

A Softplan Poligraph é uma das empresas que projetam o setor de tecnologia da informação (TI) da Ilha para todo o Brasil. A crescente informatização do Judiciário, tanto para agilidade dos trabalhos, quanto para transparência, foi a principal razão do crescimento de 40% da companhia no ano passado. Fundada por Moacir Antonio Marafon, Carlos Augusto de Matos e Ilson Stabile, graduados pela UFSC e ex-servidores do Centro de Informática e Automação do Estado (Ciasc), a Softplan também cresceu nos outros segmentos em que atua: sistemas para infraestrutura e obras, gestão pública, projetos financiados por organismos internacionais e indústria da construção.
– Com a tecnologia no Judiciário, tem muito juiz trabalhando em casa. Hoje, as instituições estão disponíveis 24 horas por dia, 365 dias do ano – diz Marafon, orgulhoso da contribuição da companhia à sociedade.
Nascido no interior de Xavantina, Oeste de SC, Marafon saiu de casa aos 14 anos para estudar na sede do município. Seu sonho, na época, era ter uma fazenda de gado. Mais tarde, como engenheiro, no Ciasc, sonhava em ter um escritório para projetar estruturas. Os trabalhos extras na área de software com os colegas deram origem à Softplan, uma empresa que oferece cerca de 900 empregos diretos, 96% a pessoas que têm curso superior ou estão na universidade. Ao mesmo tempo em que trabalha intensamente na empresa, na qual divide a gestão com os dois sócios fundadores, sonha com um novo hobby, uma vinícola. Ao completar 20 anos, em 2010, a Softplan projetou dobrar de tamanho em cinco anos. Um dos passos será a construção de nova sede no Parque Sapiens, no Norte da Ilha de SC.

Moacir Antonio Marafon

Sócio fundador e diretor da Softplan Poligraph, uma das maiores empresas de software de gestão do Brasil, baseada no Parque Tecnológico Alfa, de Florianópolis, e vice-presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia. Moacir Marafon é engenheiro civil graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, onde também cursou pós-graduação em Planejamento Econômico e em Ciência da Computação. Seus filhos Thiago Antônio Marafon e Diego Luiz Marafon cursaram Ciência da Computação na UFSC e atuam na Softplan.

Como vocês fundaram a Softplan Poligraph?
Moacir Antonio Marafon – A fundação foi quase acidental. Eu, o Ilson Stabile, hoje nosso diretor da Unidade de Justiça, e Carlos Augusto de Matos, o Guto, diretor da Unidade Indústria da Construção, trabalhávamos no Ciasc e fazíamos trabalho free lancer, além do expediente. Isso nos aproximou. Surgiu um trabalho para uma construtora e nos unimos para fazer o projeto. Aí surgiu o projeto de uma empresa. Fizemos sistemas para diversos setores e começamos a ter demanda durante o dia. Daí, decidimos que tinha chegado a hora de pedir demissão e cuidar da empresa. Ingressamos no Judiciário porque eles compraram um supercomputador da IBM e nos contrataram para desenvolver um primeiro sistema no computador. Aí veio o know how para o Judiciário.

Quanto a empresa cresceu 2011 e qual é a projeção para 2012?
Marafon – Nossa receita cresceu 40% puxada, principalmente, pelo segmento de software ao Judiciário. Mas os outros setores também cresceram dentro da meta. O ano foi de inúmeras mudanças para a empresa. Anunciamos a nova sede, no Sapiens Parque, estruturamos as áreas de marketing e desenvolvimento humano e organizacional e criamos uma nova unidade de negócios, a Unidade de Gestão Municipal. Para este ano, projetamos crescer 20%.

Por que a nova sede no Sapiens Parque?
Marafon – Quando a empresa completou 20 anos, fizemos um planejamento estratégico para os próximos 5 anos, com apoio da Fundação Dom Cabral. Nossa meta é crescer em cinco anos o que crescemos em 20. Precisamos de mais espaço físico. Hoje, a sede em que estamos (no Parque Alfa) está com capacidade esgotada e temos mais duas unidades, uma em outro prédio do Parque Alfa e outra em prédio no Centro. Seremos a primeira empresa privada a ter sede própria no Sapiens Parque. Nosso investimento lá é estimado em R$ 23 milhões. Esperamos mudar para lá em cerca de três anos. Temos 877 colaboradores dos quais 642 trabalham em Florianópolis e 235 fora. O novo prédio está sendo projetado para 1,5 mil pessoas.

Como foi a consolidação em diversos setores de software?
Marafon – O que tem projetado a empresa é o foco em segmentos específicos e solução abrangentes de gestão, que modernizam as instituições. A solução da Justiça informatiza, de forma integrada, todos os atores do Judiciário, incluindo tribunais, Ministério Público e as procuradorias municipais, principalmente na execução fiscal, ou seja, os processos totalmente digitais para cobrar as dívidas dos contribuintes. O sistema permite abrir processos totalmente digitais. É a maior unidade de negócios da Softplan.Com essa tecnologia, tem muito juiz trabalhando em casa. Hoje, as instituições estão disponíveis 24 horas por dia, 365 dias do ano. O grande projeto da Softplan é a modernização da Justiça brasileira, com atividades sem o uso de papel.

E nas outras áreas?
Marafon – Para o setor de construção, temos sistema que permite toda a programação de obras. Esse software já é usado por 1,3 mil empresas em todos os estados brasileiros. O sistema está em um datacenter e o cliente utiliza o serviço que se chama computação em nuvem. Também temos sistemas para o departamentos de infraestrutura de obras públicas e para projetos financiados por organismos internacionais. Esse último tem módulo até utilizado na sede do Banco Interameriano de Desenvolvimento (BID) em Washington.

Quais as razões do êxito da empresa?
Marafon – Uma delas foi o foco em software para setores específicos. Nossa forma de gestão também facilitou a continuidade da sociedade. Somos três sócios e diretores com personalidade diferente, mas com um princípio fundamental, a confiança.

Notas

Tribunais

Entre os clientes da Softplan estão nove tribunais estaduais de Justiça. Além de Santa Catarina, integram a lista o Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo e a 21ª Vara Cível do Paraná. Atende, também, os Ministérios Públicos de SC, Acre e Rio Grande do Norte; as procuradorias estaduais do Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro, SC e São Paulo; e as procuradorias de Florianópolis, Biguaçu, Manaus e Rio Branco.

Cultura

Um investimento cultural da Softplan, ano passado, foi o patrocínio ao documentário catarinense Um pedaço de terra cercado de histórias, exibido em novembro. O filme, dirigido por César Izurieta, mostra que Florianópolis abriga conteúdo maior do que belas praias e há uma nova cidade construindo a história que será contada no futuro.

Tem vagas

A exemplo das demais empresas de tecnologia de Florianópolis, a Softplan tem vagas para emprego não peenchidas. Atualmente, são 45 em aberto. Uma das razões principais é a falta de mão de obra qualificada para o setor. Embora a maioria tenha curso superior, algumas pessoas ingressam com curso técnico. O primeiro técnico contratado pela empresa ainda integra o seu quadro.

Foto de Guto Kuerten

Totvs lucra R$ 169 milhões

06 de fevereiro de 2012 0

A Totvs, líder nacional em software empresarial, que nos últimos anos incorporou duas empresas joinvilenses do setor, a Datasul e a Logocenter, encerrou 2011 com receita líquida de R$ 1,279 bilhão, 13,3% maior do que a obtida em 2010. O lucro líquido da companhia atingiu R$ 169,383 milhões no ano passado, 23,2% maior que o do ano anterior.

Liquidação da coleção verão e lançamento do inverno

05 de fevereiro de 2012 0

A maioria das lojas de vestuário e calçados está com liquidações da coleção verão, com descontos de até 70%, para logo ocupar as araras e vitrinas com os produtos da coleção inverno.

A Arezzo é uma das marcas com essa estratégia. Faz promoção das linhas de verão até finalizar o estoque e lançou a coleção inverno quinta-feira. O grupo Arezzo é líder no setor de calçados, bolsas e acessórios femininos no Brasil. Com quase 40 anos de atividades, atua com as marcas Arezzo, Schutz, Anacapri e Alexandre Birman. Em Florianópolis, quem detém as franquias do grupo nos shoppings Beiramar, Iguatemi, Floripa e Itaguaçu, além da rua Felipe Schmidt, no Centro, é o empresário Mauro Nomura. Por sete anos consecutivos, a marca foi considerada a melhor franquia de calçados, vestuário e acessórios do Brasil, segundo o anuário da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios. O modelo de franquia da Arezzo tem, desde 2004, o selo de excelência da Associação Brasileira de Francchising (ABF).