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Posts de março 2012

Portobello e Eliane ainda estudam fusão

31 de março de 2012 0

A Portobello e Eliane, empresas catarinenses que lideram a fabricação de revestimentos cerâmicos no Brasil, informaram ontem ao mercado que as tratativas visando a realizar a união dos seus negócios e a integração das suas operações continuam em curso. A comunicação à Comissão de Valores Mobiliários foi necessária porque, na divulgação de informação anterior, as duas empresas anunciaram que concluiriam as diligências hoje, 31 de março de 2012. No fato relevante, o presidente da Portobello, Cesar Gomes Jr., e o presidente da Eliane, Edson Gaidzinski Jr. informaram que manterão o mercado informado sobre o avanço das avaliações. O objetivo das duas companhias é fazer a fusão para aproveitar a sinergia de um negócio maior, diante da maior concorrência internacional no mercado interno e redução das exportações. Enquanto o negócio não é fechado oficialmente, ambas devem manter suas atividades independentes.


Mailson alerta que não haverá redução da carga tributária

31 de março de 2012 1

Mais de 300 empresários do Norte do Estado participaram da palestra do ex-ministro Mailson da Nobrega, quinta à noite, na Associação Empresarial de Joinville, na comemoração dos 15 anos da Martinelli Advocacia Empresarial. Mailson chamou a atenção para a falta de competitividade da indústria brasileira, causada pela alta carga tributária, falta de infraestrutura e outros custos elevados. Mas alertou que não haverá redução da carga tributária porque os custos do setor público seguem altos. Com matriz em Joinville e 10 escritórios no país, a Martinelli vai promover outras palestras para marcar seus 15 anos. Na foto, o ex-ministro Mailson (E) fala com o presidente da Tupy, Luiz Tarquínio (D), enquanto o fundador e presidente da Martinelli, João Martinelli (C), recebe convidados.

Foto de Peninha Machado

Brasileira no MIT, a melhor universidade de engenharia do mundo

31 de março de 2012 1

A jovem Ana Lopes (foto), que trabalhou no Escritório de Transferência de Tecnologia do MIT por cinco anos e, agora, atua como estrategista de negócios na E Ink, empresa líder mundial em leitores digitais para o mercado, foi a única palestrante brasileira no Challenge Innovation, evento de incentivo à inovação que se encerrou ontem, no Costão do Santinho, em Florianópolis.

Ela falou sobre a parceria da instituição com empresas para desenvolver inovação e a forma como são registradas as patentes dessas invenções.Segundo ela, 20% das patentes registradas pela instituição são financiadas pelo setor privado.

Todas as patentes pertencem ao MIT, mas as empresas têm o direito de um licenciamento exclusivo ou não-exclusivo (o que é chamado de right of first refusal). Ana Lopes nasceu Brasília, fez graduação em Astrofísica na Universidade de Toronto, no Canadá, se mudou para Boston (EUA) e ingressou no MIT em vaga na área de Ciências Físicas. Em setembro último, assumir novo desafio na E Ink.

Fotos do Challenge Innovation são da Imagem e Arte

Eólicas no mar e Opep para florestas, recomenda professor do MIT

31 de março de 2012 0

O Brasil poderia gerar energia eólica no mar para atender o Rio de Janeiro durante as Olimpíadas de 2016 e liderar a criação de uma Opep para florestas. Esses conselhos futuristas são do renomado professor Alexander Slocum, do laboratório de Engenharia Mecânica do MIT, o Massachussetts Institute of Technology, que fez palestra sobre inovação em energia, ontem, no segundo dia do Challenge Innovattion, evento de inovação promovido pela Fundação Certi com o MIT, no Costão do Santinho.Slocum, conhecido pela sua excentricidade e por gostar de roupas coloridas, especialmente as camisas com motivos da natureza fabricadas pela empresa da sua mulher, disse que o mundo tem muito petróleo no subsolo, ainda, mas defendeu a geração eólica. Disse que entre SC e o RJ é possível instalar aerogeradores a 100 quilômetros do litoral para gerar 100 GW de energia. Ele também disse que estão sendo feitos muitos medicamentos a partir da biodiversidade e que o Brasil poderia liderar a criação de uma organização forte, a exemplo da que reúne os produtores de petróleo (Opep), para defender e taxar a biodiversidade das florestas.

Troca de comando no MCE

30 de março de 2012 0

O Movimento Catarinense para a Excelência (MBE) troca de comando hoje à noite. O empresário Adré Gaidzinski, da Eliane Revestimentos Cerâmicos e Iara Empreendimentos Imobiliários passa a presidência para Amandio dos Santos, do setor de comércio de telefonia celular empresarial, de Rio do Sul, que acabou de deixar a presidência do Conselho Estadual dos Jovens Empreendedores (Cejesc).

Fundação Certi lança fundo de capital semente

30 de março de 2012 0

Com o propósito de fomentar empresas inovadoras de base tecnológica nas áreas de energia, ciências da vida, tecnologia da informação e economia criativa, a Fundação Certi está lançando o CVentures Primus, fundo de capital semente (Seed Capital) que já conta com R$ 50 milhões e pretende somar R$ 80 milhões. Segundo o diretor da Fundação Certi, José Eduardo Fiates, R$ 35 milhões vêm da Finep, R$ 7 milhões do BID e a outra parte vem de empreendedores pessoas físicas e jurídicas. Cada empresa receberá de R$ 3 milhões a R$ 5 milhões. A gestão será feita pela CVentures, empresa criada pela Certi e a CRP, Companhia Riograndense de Participações, uma das empresas de venture capital mais antigas do Brasil. A metodologia dos investimentos será a americana, em que os fundos entram como parceiros dos negócios.

Fundo de Parisotto cobra solução de rombo da Monreal na Celesc

30 de março de 2012 1

O fundo Geração LPar, do empresário Lirio Parisotto, aproveito a assembleia extraordinária realizada pela Celesc, ontem, para cobrar solução ao rombo causado à companhia pelo contrato com a empresa de cobrança Monreal, que vigorou de 2003 a 2008. Uma investigação do conselho fiscal da empresa, em dezembro de 2010, com levantamento feito pela empresa de auditoria KPMG, apurou que de maio de 2006 a dezembro de 2009 foram pagos à Monreal R$ 51,7 milhões sem registros ou documentos que comprovam a equivalente prestação de serviços de cobrança de faturas inadimplentes.

O Geração LPar apresentou, por escrito, sua manifestação de voto e protesto sobre a falta de solução do problema, levantado há mais de 15 meses. Solicitou análise dasinvestigações relativas ao contrato de prestação de serviços e demais aditivos realizados em 17 de dezembro de 2003 com a Monreal, delimitação dos prejuízos sofridos pela companhia e sua subsidiária Celesc Distribuição e responsabilização dos seus administradores.

 

Confira as cobranças do Geração LPar:

Em vista do exposto, o signatário manifesta seu voto no sentido de que:

a)     O Relatório da KPMG, que analisa a celebração do Contrato Monreal, seja imediatamente divulgado, por meio do sistema eletrônico mantido pela Comissão de Valores Mobiliários CVM, em sua página da Rede Mundial de Computadores;

b)    O Relatório da KPMG e o parecer do Conselho Fiscal da Companhia, datado de 28 de abril de 2011, sejam imediatamente encaminhados à Deloitte Touche Tohmatsu, auditores independentes da Companhia, para a adoção das medidas que considere necessárias, relativamente às demonstrações financeiras da CELESC; 

c)     A Companhia tome, imediatamente, todas as medidas, inclusive preparatórias, judiciais ou de cunho arbitral, visando à responsabilização civil e administrativa de administradores, ex-administradores, funcionários e ex-funcionários, por atos praticados entre os anos de vigência do Contrato Monreal (2004 a 2009), em violação da legislação aplicável ou em detrimento dos melhores interesses da Companhia, na celebração e execução do Contrato Monreal, aplicando-se, também, o disposto no artigo 159 e §§, todos da Lei 6.404/76; e, 

d)    O inteiro teor da presente manifestação seja anexado à Ata da AGE, para que produza todos os efeitos. 

O signatário se reserva o direito à adoção das medidas que lhes sejam facultadas em lei ou no Estatuto Social da Companhia, com o fim de que sejam apuradas as responsabilidades em todas as esferas legais que entender pertinente e sejam ressarcidos os prejuízos cabíveis.

MIT e Sociedade Fraunhofer em 2013

30 de março de 2012 0

No ano que vem, o evento Challenge Innovation vai contar com a parceria do MIT e, também, da Sociedade Fraunhofer, que reúne 60 institutos tecnológicos na Alemanha. Esse novo parceiro será anunciado hoje, no final do congresso, pelo presidente do conselho da Certi, Carlos Alberto Schneider. Segundo ele, ainda será feita uma avaliação se a opção será por um evento com a participação das duas instituições, ou serão congressos separados. Além disso, a intenção, também, é oferecer mais visitas a instituições tecnológicas e a empresas na Grande Florianópolis durante o evento, incluindo laboratórios da UFSC, incubadoras e outros.
A propósito, o peso do congresso que acontece no Costão do Santinho está nas participações de empresas e instituições. Além de empresas do Estado, estão presentes executivos de gigantes como a Petrobras, Embraer, Siemens e Natura. Técnicos do BNDES também participam.

Tecnologias para cidades

30 de março de 2012 0

A tecnologia pode ser uma importante agregada na melhoria da qualidade de vida nas cidades. Esse foi o recado do professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Assaf Biderman, que fez a palestra Desafios de Inovação nas Cidades - Smart Cities, ontem, no Costão do Santinho, durante o Challenge Innovation. Segundo ele, o uso de serviços de telefonia mostra o nível de integração das pessoas e relações entre cidades, o que permite oferecer serviços em função disso. Biderman mostrou como o MIT desenvolveu tecnologia para bicicleta lançada durante a conferência mundial do clima, em Copenhague, Dinamarca, cidade onde mais de 50% dos deslocamentos são feitos com bicicletas. Os técnicos da instituição criaram um motor na roda do veículo (foto) que acumula energia nas frenagens e libera na hora de demanda energética, para uma subida, por exemplo. A bicicleta ainda não é fabricada em série.

Para provocar mais inovação

30 de março de 2012 0

A iniciativa da Fundação Certi de retomar o debate global da inovação com o evento Challenge Innovation, em parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), que abriu ontem e se encerra hoje, no Costão do Santinho, mostra que esse é o caminho para despertar mudanças nas empresas visando maior competitividade. Os quatro palestrantes de ontem alertaram sobre a necessidade de inovar sempre e olhar para o futuro. Ao falar sobre competitividade global, Michael Schrage defendeu o intangível e disse que o preço da inovação ao consumidor está caindo. Também recomendou menos setor público na atividade inovadora. Andrew Mcafee disse que a atuação de cientistas de dados na gestão das empresas está vencendo os executivos tradicionais experientes, o que ele chama de hipopótamos.
O fundador e presidente do conselho da Fundação Certi, Carlos Alberto Schneider, disse que no final dos anos de 1990, a instituição promovia as semanas da qualidade e inovação. Outras organizações acharam que isso não deveria ser liderado pela Certi, prometeram fazer esses eventos, mas não deram continuidade. A sala lotada, ontem, com mais de 250 participantes, animou Schneider, que acredita numa nova fase de inovação mais intensiva nas empresas, especialmente de tecnologia, a exemplo do que ocorreu após as semanas da qualidade.