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Setores que perdem força com a desindustrialização em SC

24 de julho de 2012 1

A desindustrialização é uma realidade em Santa Catarina. Estudo liderado pelo professor de Economia da UFSC, Silvio Cario, a pedido da Federação das Indústrias, apontou que alguns setores enfrentam desindustrialização absoluta, como o madeireiro e de móveis; e relativa, em setores como alimentos, têxteis, máquinas e equipamentos, calçados e cerâmicas. De acordo com o levantamento da UFSC, entre 1996 e 2009, a indústria de transformação passou de 26,1% para 22,3% de participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. No mesmo período, houve, também, uma redução de 33% para 29% no percentual de trabalhadores na indústria em relação ao total de pessoas empregadas no Estado. Há empresas, no entanto, que são líderes mundiais em tecnologia nos seus setores e seguem se destacando, como a Embraco, Tupy e WEG. A desindustrialização precisa de atenção porque o Brasil tem matérias primas e tecnologia para competir. O problema são os altos impostos.

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Comentários (1)

  • Schell diz: 24 de julho de 2012

    Cara Colunista, o assunto pode ser apreciado sob vários aspectos; num deles, pode estar acontecendo – efetivamente – a tal desindustrialização porque as indústrias estão diminuindo em relação ao conjunto delas mesmas; de outro, o fato de a indústria estar perdendo terreno para outros setores (comércio e serviços, por exemplo) não demonstraria, em princípio – e por si só – a existência da desindustrialização. Afinal, o trabalho do professor universitário trabalha com quais variáveis, mesmo?

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