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Governo anuncia segunda como escolherá o projeto da quarta ligação à Ilha

27 de julho de 2012 14

O projeto de construção da quarta ligação Ilha-Continente, na Grande Florianópolis, entra em nova fase. Segunda-feira, às 10h, o governador Raimundo Colombo, o secretário de Infraestrura, Valdir Cobalchine, e o presidente da SCPar, Paulo Cesar da Costa, vão falar sobre as 12 propostas apresentadas e anuncial qual será a tramitação para escolher a mais viável.

Do jeito que estão os engarrafamentos para entrar na Ilha, o interior do Estado não ficaria frustado em pagar pedágio. Quem vem de Joinville, por exemplo, demora duas horas para chegar a Florianópolis e mais cerca de duas horas para entrar na cidade. O problema é o mesmo para quem vem do Sul e de Blumenau. Já as pessoas do Oeste ficam ainda mais frustradas porque a viagem de lá é bem mais longa.

Comentários

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Comentários (14)

  • Rita de Cássia Gonçalves Vieira diz: 27 de julho de 2012

    Não acredito! E o metrô de superfície, quando será que será implementado?

  • Giovani Della Rocca diz: 27 de julho de 2012

    É necessário além de escolher a proposta mais vantajosa aos cofres públicos, analisar também sob a ótica da agilidade, a situação é de extrema emergência para quem transita diariamente no local, e devemos pensar já em construir duas pontes, sendo uma com pedágio automático via câmera com cobrança pré ou pós pago, e outra de forma gratuita, cada uma apontando para uma direção (norte e sul) com suas devidas ligações (Estreito e Coqueiros). Mas nada disso adiantará para a metade dos usuários se a BR 101 em São José do Shopping até o Trevo de Forquilhinhas não for triplicado, pois o local é um gargalo devido a ausência da terceira pista de rolamento (erro de projeto) para os veículos lentos, e ali não há Anel Viário que resolva, pois só o fluxo que sai da ilha já gera congestionamento. Precisamos de ação rápida para estes dois pontos. Grato.

  • Leonardo Nunes diz: 27 de julho de 2012

    E o transporte público nada…

  • tito diz: 27 de julho de 2012

    Se cada governo que assumir o estado fizer uma ponte, com certeza vai faltar mar.
    O nosso problema não é ponte, mas a quantidade de carros circulando e surgindo a todo o momento.Todos sabem, é a solução,transportes públicos decente.Temos varias alternativa, só faltam pessoas corretas,decentes, fazerem acontecer.Tenho certeza que quando tivermos transporte público decente, a maioria vai deixar o carro em casa.
    Afinal quem vai tomar esta atitude, ação, fazer acontecer, vergonha na cara, cumprir sua obrigação, estão sendo pagos e bem pagos.Se não tem competência, caia fora…

  • EVPF diz: 27 de julho de 2012

    Deveria existir mais 03 acessos (ponte ou túnel) para a ilha:
    - Primeiro para suprir a necessidade atual para entrada da ilha ao lado das atuais pontes, principalmente para quem tem que ir ao centro;
    - Segundo por Governador Celso Ramos ligando o norte da Ilha (Perto da praia da Daniela), para quem tem que ir as praias do norte ou vem do norte;
    - Terceiro por Palhoça ligando na altura da praia da Pinheira / Sonho a parte sul da Ilha, para que vem do sul ou vai para as praias do sul da ilha.
    Tem que dar opção aos turistas para ir direto as praias sem ter que enfrentar a via expressa e o centro de Florianópolis congestionados por carros e ônibus.

  • Salésio miiller diz: 27 de julho de 2012

    Na minha opinião esta nova ligação já está atrazada, não adianta empurrar adiante uma obra que tôdos sabem a sua importância para facilitar a mobilidade no acésso ao centro de florianópolis, alem do mais, permitirá abertura de nóvas vias de acésso rápido, isso se for usado o trajeto ligando a avenida beira mar ao estreito, fugindo do gargalo existente entre as pontes
    pedro ivo e a colômbo sales.

  • Joffrãn da Silva diz: 27 de julho de 2012

    Boa noite,
    Tem que construir o anel viário para tirar os caminhões da BR101 no trecho entre Antônio Carlos e Palhoça. Mesmo que o governo faça uma quarta ponte na Beira Mar noite caindo na Beira Mar continental, o trânsito vai parar no Estreito, onde o congestionamento também é grande. Ninguém sabe também se o número de carros que vão utilizar essa quarta ponte vai para o Estreito, porque a informação sobre a origem e destino das pessoas não existe.

  • Herminio S. Guardiano diz: 27 de julho de 2012

    Qualquer nova ligação entre o continente e a ilha que priorize o transporte
    individual em detrimento ao coletivo será um grande equívoco.

  • Edenir Silva diz: 28 de julho de 2012

    Prezada Estela – Ficou uma dúvida na informação repassada pela assessoria do governador: na segunda-feira será anunciado o projeto escolhido ou serão anunciados os critérios para escolha? De qualquer maneira, o governo precisa decidir mesmo o que vai fazer. Nos últimos dois anos apareceram alternativas das mais variadas: quarta ponte, reutilização da ponte Hercílio Luz, túnel. Se há demora neste aspecto, imagine como será a construção da obra a ser definida. Tenho a impressão que Raimundo Colombo não conseguirá entregar pronta a quarta ligação ainda no seu mandato, como já prometeu.

  • Flaris diz: 28 de julho de 2012

    Gostaria de saber qual a ligação ou seja a rua ou avenida de ligação em Florianopolis.
    Vamos ser honesto e projetar projrtos facveis e viaveis.

    Flaris
    Engenheiro

  • JonasPW diz: 28 de julho de 2012

    Está mais do que na hora de cumprir o art. 3 do ADCT da nossa Constituição Estadual e transferir a capital de SC para o planalto serrano. As razões são simples. O primeiro é o custo que os investimentos em Florianópolis exigem do contribuinte catarinense. Desde a construção da Ponte Hercílio Luz é assim (a ponte custou dois orçamentos estaduais na década de 20 e terminou de ser paga na metade da década de 70). Uma ilha, além da dificuldade de acesso, é um local com bioma delicado. Nossa Ilha de Santa Catarina deveria ser um santuário ecológico e focar sua vocação para o lazer e turismo. A insistência em manter a capital dentro da ilha implica em elevados investimentos por conta do crescimento exponencial da máquina pública, que contrata cada vez mais gente, o que por sua vez cria a demanda por outros serviços privados chamando mais gente ainda para um local cheio de gargalos logísticos. Em contrapartida, a construção de uma nova capital, planejada – aos moldes de Brasília – num planalto (por óbvio, terreno plano) possibilita a expansão de uma cidade sem barreiras naturais, com custo reduzido (inclusive pelo baixo valor do custo imobiliário). É claro que a transferência dos centros administrativos seria gradual. Com isso só temos a ganhar. Preservamos uma bela ilha, diminuímos os custos para os cofres de SC, e promovemos o investimento público no interior do estado, que ganharia uma cidade capaz de atrair investimentos privados a partir da instalação de uma capital.

    Em tempo, foi dito pela colunista: “Do jeito que estão os engarrafamentos para entrar na Ilha, o interior do Estado não ficaria frustado em pagar pedágio.”

    Eu acrescento: O interior do Estado também não ficaria frustrado em ver os moradores de Florianópolis pagando pedágios nas SCs 401, 402, 403, 404, 405 e 406, todas encravadas dentro da ilha, rodovias estaduais “ligando” Florianópolis à Florianópolis.

    Em tempo. Sou morador de Florianópolis.

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC diz: 28 de julho de 2012

    Que esse projeto seja exequível.
    E antes de tudo, compartilhado em favor das pessoas e não dos veículos e de interesses corporativos localizados.
    Deem uma olhadinha, no que foi feito de especial na Cidade de Porto, Portugal.
    Cuja topografia e aglomerado urbano, é mais intrincado do que o nosso.
    Antes de começa a execução da terraplanagem.
    http://www.facebook.com/gualberto.cesar.3

  • Marcos Borges diz: 28 de julho de 2012

    Não vejo o por quê de pedágio? Como se fosse resolver o trânsito com um pedágio próximo à ponte. A pergunta que fica é, por que não fazer como está no vídeo: com aterro e bancado pela iniativa privada? Santa iguinorância!!

  • Schell diz: 29 de julho de 2012

    Não entendi a parte final do comentário, já que não há como diminuir as distâncias. Quanto às 2 horas para “entrar na ilha”, nesses 12 últimos anos, por mais complicado que esteja o trânsito, nunca levei mais de 30 minutos, exceto, óbvio, quando de algum acidente maior. Cobrar ou deixar de cobrar pedágio, em si, não faria ninguém deixar de ir ou sair da ilha, todos são obrigados. De outro lado, sabem as ostras, outra ponte/túnel submarino/viaduto etc e tal não irá melhorar a mobilidade urbana na ilha, onde efetivamente está a “tranqueira”. Ainda, qualquer das “soluções” aventadas passarão pelo governo federal (mar, área de marinha, áreas de preservação), portanto, acredito que tais factóides apenas engrossam a série “me engana que eu gosto”, em função das eleições municipais. Ano que vem, ganhe quem ganhar, ninguém mais ouvirá falarem no assunto. Até porque, pelo chororô diário dos raimundianos, Santa Catarina está falida (ou esgotada em sua capacidade de investimento) e, mais, o sr. Raimundo é governador de SC e não prefeito/alcaide de Florianópolis. Ainda, vi que o orçamento (mesmo que inicial) para a ponte estaiada na BR101 é de 650 milhões de reais e, no entanto, os raimundianos dizem que para terminar de restaurar a Hercílio Luz precisam mais de 200 milhões. Onde se “afoga” o dinheiro?

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