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Crise do milho gera denúncias no Alto Vale do Itajaí

22 de novembro de 2012 0

O preço do milho nas alturas está causando uma reação diferente em Apiúna, no Alto Vale do Itajaí. Agricultores integrados de uma empresa que produz marrecos foram orientados pela promotoria de Ascurra a registrar boletim de ocorrência. Na delegacia de Apiúna ninguém atendeu ao telefone para confirmar, mas a Polícia Ambiental de Blumenau recebeu duas denúncias anômimas revelando a falta de alimentos em aviários de Apiúna. Hoje, vai avaliar a situação. Uma empresa produtora de marrecos da região comunicou, por meio da sua assessoria, que não está se pronunciando sobre problemas relativos à crise do milho. Em Xaxim, o frigorífico Diplomata, que vai suspender atividades, já despertou o interesse da Aurora e de outro grande grupo. Segundo o vice-presidente da Federação da Agricultura e presidente da Cidasc, Enori Barbieri, o fato de o governo federal ter deixado claro, ontem, que não poderá ajudar o setor vai gerar mais vendas e fechamento de empresas médias e pequenas.<!– Para o vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, o que atinge as agroindústrias de carnes é uma crise financeira. A safra de milho 2012-2013 do Brasil, de 73 milhões de toneladas, é a maior da história e estão sendo exportadas 20 milhões de toneladas. O problema é que muitas empresas não têm recursos para comprar milho no atual preço no Sul.

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É financeiro

Para o vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, o que atinge as agroindústrias de carnes é uma crise financeira. A safra de milho 2012-2013 do Brasil, de 73 milhões de toneladas, é a maior da história e estão sendo exportadas 20 milhões de toneladas. O problema é que muitas empresas não têm recursos para comprar milho no atual preço no Sul.

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