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Como atender bem o turista

29 de dezembro de 2012 1

Nesta fase de disputa global por consumidores, lojas físicas e virtuais, a qualidade do atendimento pode garantir vendas no longo prazo. Por isso, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL-SC) faz uma série de recomendações para empresários do Estado surpreenderem os clientes que vêm de outras regiões do Brasil e do exterior. O presidente da entidade, Sergio Medeiros, além do tradicional bom atendimento, recomenda a contratação de profissionais que falem mais de um idioma.

Outras providências consistem em oferecer cardápios e orientações sobre produtos em diferentes idiomas, facilitando o entendimento dos clientes sobre o que é oferecido. Para visitantes brasileiros, os lojistas podem disponibilizar, inclusive, crediário porque, hoje, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) é totalmente conectado no país, o que facilita a liberação de crédito. Um conselho importante é que o restaurante e a loja não queiram ganhar uma margem muito maior do que trabalham normalmente só porque é um turista. Não devem explora o turista, mas, sim, o turismo. Aí, o visitante vai ficar satisfeito e voltará recomenda Medeiros.

Trocas evoluem

O varejo de SC está aprimorando as trocas de produtos. Segundo o presidente da FCDL, Sergio Medeiros, quando há defeito em um eletrônico ou numa confecção, por exemplo, muitos lojistas estão preferindo trocar por um produto novo. As redes sociais ajudaram nesse avanço, e, quem ganha é o mercado.

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Comentários (1)

  • Lia/Fpolis diz: 30 de dezembro de 2012

    Bobagem! A França recebe milhões de turistas e pouco se importa com os idiomas deles. Quem chega é que tem de se virar no francês porque mesmo um falante fluente de inglês, língua internacional de comércio, turismo e tecnologia, é mal atendido, torcem o nariz se o turista falar em inglês e não francês. No Japão idem, com a diferença que aceitam bem falantes de inglês embora nem tudo seja informado em inglês/bilíngue. Não tem ninguém lá traduzindo nada para turista nem nos metrôs, nem nos restaurantes, nem nos lugares de visitação. Empregados bilíngues ou trilíngues, aqui? Ganhando salário de fome? Explorado pelos ‘empresários’ do turismo? Nessa cidade que fede a fezes? Isso aqui nunca será uma Paris, uma Londres, uma Genebra, uma Toronto ou Tóquio. Precisa pinga-pinga de ar-condicionado por toda parte, tudo favelizado e mal-acabado: muros, calçadas, varais de cortiços classe média até na Beira-Mar Norte. Lá fora não falam português para agradar aos brasileiros, salvo certos camelódromos de Miami e NY. Nem Buenos Aires, decadente que só com seus miseráveis em pencas, se importa em falar outras línguas para agradar turista.

    Se enxerga, Medeiros! Pocotó tupiniquim é só o que você é.

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