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Posts de maio 2013

Mais lanchas dos EUA

31 de maio de 2013 0

Lanchas da empresa americana California Boats começam a ser vendidas no Brasil. A representação nacional é dos empresários Fernando Solon e André Larson. Ontem, eles realizaram evento no Taikô, em Jurerê Internacional, para o lançamento da lancha Four Winns.

Para investir R$ 8 bilhões em logística no Estado

31 de maio de 2013 0

Projetos relevantes de logística, licenciados ou não, para as regiões Norte do Estado e área litorânea do Vale do Itajaí somam orçamento de aproximadamente R$ 8 bilhões. Para que não fiquem apenas em promessas para as próximas décadas, o setor privado começa a se mobilizar. A empresa OTM Logística e a Associação Empresarial de Joinville (Acij) vão realizar quinta-feira, uma reunião-almoço no V12, em Joinville, com o tema A infraestrutura logística como fator determinante para o desenvolvimento de Santa Catarina. O presidente da OTM, Osvaldo Moreira Douat Filho, um dos defensores da mobilização, afirma que a logísitica é fundamental para o desenvolvimento acelerado e o objetivo é unir os setores privado e público para viabilizar as obras. A lista de projetos inclui duplicação de rodovias, ferrovias, um novo porto e um grande aeroporto regional.

O presidente da Acij e presidente da Câmara de Logística da Fiesc, Mario Cesar Aguiar, e Douat Filho falarão sobre o Projeto Mobilidade Santa Catarina. O ex-secretário de Assuntos Estratégicos do Estado, Alexandre Fernandes, abordará os desafios para que SC continue sendo importante no cenário mundial. A diretora da BMW Gleide Souza fará palestra sobre a importância da logística para a BMW e o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Paulo Bornhausen falará sobre a visão do governo sobre a logística SC. Na plateia, líderes de grandes grupos empresariais do Estado.

O maior navio para contêineres levará 18 mil unidades

30 de maio de 2013 0

A companhia de navegação Maersk espera inaugurar este ano o maior navio de contêineres do mundo, o Triple-E (imagem), que poderá levar 18 mil TUs (contêineres de 20 pés). Em fase de construção, o gigante terá 400 metros de comprimento, 59 de largura e 14,5 de profundidade. Com esse porte, pode atracar em SC nos portos de Itapoá, São Francisco e Imbituba. Essa tendência de navios gigantes para ganhar em escala e sustentabilidade foi abordada ontem, na reunião da Câmara de Logística da Fiesc, presidida pelo primeiro vice-presidente da entidade, Mário Aguiar. Essa nova realidade exige portos bem estruturados e bons acessos. Atualmente, o maior navio de contêiners tem capacidade para pouco mais de 16 mil TEUs.

Plano de dragagem prevê R$ 470 milhões a portos de SC

30 de maio de 2013 0

Com uma das melhores infraestruturas portuárias do Brasil, Santa Catarina deverá receber de investimentos federais para dragagem de portos R$ 470 milhões durante os próximos 10 anos. A informação foi transmitida ontem, durante a reunião da Câmara de Lojística da Fiesc, pelo executivo Marcelo Salles, da Secretaria Nacional de Portos. Esses recursos serão apenas para manutenção da maioria dos atuais calados (profundidades) dos portos de São Francisco do Sul, Itajaí e Imbituba.

Conforme o presidente da Câmara de Logística da Fiesc, Mário Aguiar, ao atender os três portos públicos, o governo atende também os privados porque a bacia de evolução do Porto de Itajaí é a mesma da Portonave e, no Norte, a dragagem do acesso ao Porto de São Francisco contempla, também, o porto privado de Itapoá. Ele observou que a União está mais atenta às necessidades de ampliação dos investimentos em infraestrutura no Brasil.

1 bilhão de toneladas

O diretor do Porto de São Francisco, Paulo Corsi, observou que o atual ritmo de crescimento da movimentação de cargas está mais elevado nos últimos anos. Em 2012, os portos brasileiros carregaram 650 milhões de toneladas e a projeção é de que, para 2017, o país alcance 1 bilhão de toneladas. Isso mostra que o setor deverá movimentar um pouco menos do dobro até lá, o que é um grande desafio.

SCMC reúne 20 empresas que, juntas, faturam mais R$ 4,1 bilhões

30 de maio de 2013 1

O movimento que visa a colocar o Estado entre os principais centros de design de moda, o Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), entra no oitavo ano com 20 associados, sete a mais do que no ano passado. A mais nova participante é a Círculo, fabricante de linhas do Grupo Lince, de Gaspar. Juntas, essas empresas representam faturamento de R$ 4,1 bilhões e empregam quase 25 mil pessoas. Para o presidente do SCMC, Cristiano Buerger, isso mostra que o associativismo das empresas que buscam uma identidade de moda e design para SC está crescendo.
– SC é conhecida por ter as maiores indústrias, os melhores fornecedores. Agora buscamos ser reconhecidos como polo de tendências e criatividade – diz.
Buerger avalia que o cluster de moda do Estado tem potencial para se tornar competitivo no mercado internacional, quando as condições macroeconômicas melhorarem. As sedes das companhias participantes estão em Blumenau, Camboriú, Florianópolis, Gaspar, Jaraguá do Sul, Joinville, Pomerode, Rio do Sul e São José.
A interação das empresas e instituições de ensino para que estudantes criem coleções conceituais tem direção criativa dos estilistas Jackson Araujo e Luca Predabon. Os alunos desenvolvem coleções que são apresentadas em evento especial no final do ano. As instituições de ensino parceiras são Udesc, Uniasselvi, Uniasselvi-Assevim e Univali, além das unidades do Senai Blumenau, Criciúma, Jaraguá do Sul, Joinville e Rio do Sul.

Expansão acelerada

A Fakini, uma das associadas do SCMC, produtora de moda infantil(foto), cresceu 30% em 2012, e para este ano ampliou a capacidade instalada para 1 milhão de peças por mês. A empresa oferece 600 empregos diretos e o mesmo tanto de indiretos. Até 2006, atuava para produção de terceiros e agora trabalha com marcas próprias e licenciados. O foco são produtos qualificados com preço acessível.

Um pibão com crescimento pífio

29 de maio de 2013 3

Os dados divulgados hoje pelo IBGE mostram o que os agentes econômicos sentem na prática, que a economia brasileira está um tanto “amarrada” para crescer. O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre avançou 0,6% frente aos três meses anteriores. Ficou na projeção mais baixa feita pelo mercado, que indicou alta entre 0,6% e 1,1%. Assim, o PIB totalizou R$ 1,110 trilhão a preços de mercado.

A agropecuária puxou o crescimento, com expansão de 9,7% e a taxa de investimento também colaborou, com alta de 4,6%. A indústria teve queda de 0,3% e os serviços cresceram 0,5%. Um dos dados preocupantes foi a expansão de apenas 0,1% do consumo das famílias, apesar do alto nível de emprego e da baixa taxa de poupança, que ficou em apenas 14,1% frente a 15,7% no mesmo período do ano passado.

O economista Raul Veloso afirma, com razão, que o Brasil tem um pibão que cresce pouco. É a sétima maior economia do mundo, podendo subir, novamente, para a sexta posição ainda este ano. Entre as razões que limitam o crescimento estão a alta carga tributária, os excessivos gastos públicos sem os investimentos públicos necessários e o dólar alto, que afasta, cada vez mais, o setor transformação do mercado externo. Além disso, o excessivo controle do governo em projetos de infraestrutura está afastando investidores. O que preocupa é que no curto e médio prazo não há perspectivas de mudança desse quadro agravado pela inflação alta. A maioria dos países cujas economias competem com o Brasil está crescendo a taxas maiores.


Como produtores de suínos pretendem tornar a atividade mais sustentável

29 de maio de 2013 0

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) tem projeto que prevê a geração de energia via biogás e a produção de biofertilizantes em propriedades. A medida é positiva por ser sustentável (evita o lançamento de dejetos na natureza) e econômica. O presidente da associação, Losivanio Luiz de Lorenzi, detalhou o plano ao governador Raimundo Colombo ontem. O orçamento apresentado pela entidade para a implantação do projeto é de R$ 900 mil. Segundo Lorenzi, o foco serão as médias e grandes propriedades. A ACCS e a Secretaria de Estado da Agricultura devem fazer reunião sobre o tema na próxima semana.

Celesc explica questões sobre qualidade da energia no Oeste

28 de maio de 2013 0

Em resposta às críticas divulgadas por esta coluna, segunda, sobre queda de energia no Oeste informadas pela Fiesc, a Celesc explica que o problema não acontece de forma generalizada. São quedas pontuais, que estão sendo tratadas pela estatal caso a caso. A empresa informou, também, que está agilizando licitações para duas subestações (Santa Cecília e Mondaí) e tem assinado um contrato para subestação de 138.000 Volts em Curitibanos. Segundo a Celesc, a reclamação do sindicato dos moveleiros sobre  muitas quedas de energia não diz respeito a empresa porque o problema acontece em área que não é concessão sua.

Leia a íntegra das explicações da Celesc:

Com relação à nota “Quedas de Energia”, referente a reclamações de empresários das regiões Oeste, Meio-Oeste e Planalto Serrano, durante reunião na FIESC, ocorrida na sexta, 24, esclarecemos que:

 - As reclamações não acontecem de forma generalizada e decorrem de problemas pontuais, que estão sendo tratados pela Celesc caso a caso;

 - conforme informado na reunião, a Celesc está agilizando a realização de processos licitatórios para a construção de duas novas subestações na região (uma em Santa Cecília e a segunda em Mondaí). Também já foi assinado contrato para execução de uma nova subestação em tensão de 138.000Volts, no município de Curitibanos;

 - a reclamação do sindicato dos moveleiros de Chapecó e região, referente às constantes faltas de energia, não dizem respeito a unidades consumidoras na área de concessão da Celesc;

 - com relação ao atendimento dos municípios de Peritiba e Alto Bela Vista, destacados na matéria, a Celesc já providenciou investimentos para automação da operação do sistema local, que consiste na instalação de religadores automatizados (com possibilidade de comando remoto), na rede elétrica de cada um dos municípios. Tal investimento evitará deslocamentos para o restabelecimento da energia em caso de desligamentos e que as ocorrências de um município interfiram no atendimento do outro impactando, efetivamente, na redução do tempo médio de atendimento;

 - sobre a captação de recursos para novos investimentos, previstos em R$150 milhões,a Celesc esclarece que tal aporte se dará por meio do Governo do Estado, uma vez que se destina à viabilização de obras em regiões com perfil de baixa demanda, considerados investimentos não prudentes pela Aneel. O Governo já avaliou proposta da Celesc para investimentos de ampliação do sistema em áreas consideradas “vazios elétricos” e para a transformação de sistemas monofásicos em trifásicos, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento socioeconômico nessas regiões dando força a novos investimentos e ao agronegócio;

 - sobre a relação entre problemas de quedas de energia com ninhos de joão-de-barro, o presidente não atrelou o fato ao atendimento em Santa Cecília. O presidente atribuiu, sim, parte dos problemas de queda de energia verificadas nas diversas regiões a questões ambientais, como o fato de Santa Catarina ser um dos Estados com maior frequência de ventos fortes e com maior população de João-de Barro, entre outros.

- Quanto ao atendimento do estaleiro Schaefer, de Palhoça, temos o seguinte a expor:

Mudanças no nível de tensão de atendimento de unidades consumidoras seguem, necessariamente, trâmite específico regulamentado por resolução da Aneel (414/2010). No caso em questão, o consumidor reclamou sobre problemas na qualidade do fornecimento em outubro de 2012, quando se verificou que a unidade consumidora apresentava carga acima do permitido para seu perfil, estando conectada em baixa tensão, quando deveria ser em média.

 Após ser notificado sobre a situação, o cliente apresentou o devido projeto elétrico para adequação da entrada de energia da unidade consumidora à mudança do nível de tensão no mês de janeiro, que não foi aprovado pela área técnica, e reapresentou com as devidas alterações em fevereiro, quando contou com a aprovação da Celesc.

 Por outro lado, para ligação definitiva do consumidor, havia necessidade de alteração da rede da Celesc, o que também exige projeto específico. Pelos prazos da Aneel, a Celesc tem 30 dias para elaborar o projeto e outros 45 dias para dar início à obra, após aprovação pelo cliente. A obra está programada para ser executada no dia 5 de junho.

 Agradecemos sua atenção e nos mantemos a disposição.

 Atenciosamente,

 Sidney Luiz Correa

Chefe do Departamento de Planejamento e Construção do Sistema Elétrico – DDI/DPPC

Chapecó fará a próxima convenção dos lojistas em 2015

28 de maio de 2013 0

Cidade que tem tradição no turismo de eventos, Chapecó foi a eleita para sediar a próxima Convenção Estadual do Comércio Lojistas, que agora passa a ser bienal e será em 2015. A decisão foi dos 110 presidentes de CDLs na Assembleia Geral da Federação das CDLs em Blumenau, no último fim de semana. A mudança para a realização a cada dois anos é para permitir mais tranquilidade para participar da convenção nacional dos lojistas, que também passou a ser bienal.

Intelbras envolve 1,4 mil no Dia do Desafio

28 de maio de 2013 0

Empresa fabricante de aparelhos e centrais telefônicas, computadores e sistemas de segurança, a Intelbras, de São José, realiza hoje o Dia do Desafio, envolvendo 1,4 mil colaboradores. Criado no Canadá, o evento é difundido mundialmente pela The Association For International Sport for All (Tafisa), entidade de promoção do esporte para todos, sediada na Alemanha. A empresa comemora a data em duas etapas. Às 10h foi na filial da SC-407, com 100 participantes; e às 14hs na matriz da empresa, na BR-101 em São José, com 1.300 participantes.

Construtoras focam clientes do exterior para ampliar vendas

28 de maio de 2013 0

Construtoras do Estado, diante do menor ritmo de vendas, voltam a dar atenção maior a clientes do exterior, tanto para quem é de SC e trabalha lá fora, quanto para estrangeiros que querem ter um imóvel para veranear aqui.O empresário Rogério Cizeski, presidente da Criciúma Construções, a maior empresa do setor em edificações em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, diz que os catarinenses do Sul do Estado que moram nos EUA e Europa respondem por 20% das compras de imóveis da empresa. A preferência é por apartamentos que custam entre R$ 100 mil e R$ 200 mil, ou por terrenos, explica o empresário. No futuro, pretendem voltar a residir no Estado. Na Grande Florianópolis, a maioria que compra é da Europa ou da América Latina, informa o presidentedo Sinduscon da Capital, Helio Bairros. Ele diz que 1% a 2% do total de imóveis são vendidos a estrangeiros da Europa, EUA e América Latina. Eles investem em função das belezas naturais e o clima.

Centenas de empregos

Com atuação nas principais cidades de SC, a Criciúma Construções tem 400 vagas abertas para interessados em trabalhar. Segundo o presidente da companhia, Rogério Cizeski, o principal pré-requisito é disposição para atuar no setor porque a empresa oferece treinamento. Dessas vagas, 300 são em Criciúma e 100 nas demais cidades.

Capital terá fundo de turismo

28 de maio de 2013 0

A secretária municipal de Turismo, Maria Cláudia Evangelista Pereira (foto), por meio do executivo municipal, enviou à Câmara o projeto que visa a criar o Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis. O novo fundo poderá receber recursos públicos e privados para financiar parcial ou totamente programas, atividades, eventos e serviços para impulsionar o setor, que é uma das duas maiores fontes de renda do município. A instituição poderá receber recursos de fontes públicas e privadas. O foco será o financiamento de projetos e atividades pra desenvolver o potencial turístico da cidade. O projeto deverá ser analisado e aprovado pelos vereadores.

Confira a íntegra do projeto enviado à Câmara:

O presente Projeto de Lei destina-se a criação do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis. O turismo vem obtendo, cada vez mais, o reconhecimento de sua importância para o desenvolvimento econômico e social de nosso Município. 

A expansão do turismo requer, entretanto, uma clara percepção de suas peculiaridades, no que diz respeito à disponibilidade de infraestrutura adequada à qualidade dos recursos humanos essenciais ao seu bom desempenho.

Por esta razão, é fundamental a criação do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis como estratégia de fomento para o desenvolvimento do setor turístico, com a finalidade de prover recursos à implantação de programas e manutenção da qualidade de oferta e dos serviços turísticos do Município de Florianópolis.

 O Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis se tornará importante aliado da Secretaria de Turismo na captação de recursos orçamentários para obtenção de aumento na possibilidade de financiar ações voltadas ao desenvolvimento do setor turístico de Florianópolis, considerando ainda:

 A importância econômica e social do turismo para Florianópolis, tendo em vista geração de renda, empregos e impostos;

 A notável variedade de projetos direcionados ao incremento do setor turístico que não transpõem a esfera do planejamento em razão da carência do aporte financeiro;

 O universo de ações possíveis e competentes para o desenvolvimento do turismo, considerando que Florianópolis é um dos mais importantes destinos turísticos do Estado;

 O crescimento significativo do setor e da competitividade entre os diferentes destinos, elevando a necessidade de qualificação da infraestrutura e dos serviços turísticos;

 A importância do turismo no desenvolvimento de projetos voltados à criação de um ambiente favorável à inclusão social.

 Diante do exposto, contamos com a atenção dos nobres Vereadores para apreciação e deliberação positiva da matéria apresentada.

Artigo 1o Fica instituído, de acordo com a Lei Federal n. 4.320 de 1964, o Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis (FUMTURF), vinculado à Secretaria Municipal de Turismo de Florianópolis, visando o planejamento, desenvolvimento e o estímulo ao setor turístico local e regional.

Artigo 2o O Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis é um fundo de natureza financeira e orçamentária vinculado à Secretaria Municipal de Turismo de Florianópolis e será gerido pelo Secretário Municipal de Turismo.

Parágrafo único.  A gestão administrativa e financeira do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Turismo de Florianópolis, por meio de seu Secretário.

 Artigo 3o  São atribuições do gestor do Fundo Municipal de Turismo Florianópolis:

I – Representar o Fundo Municipal de Turismo ativa e passivamente, tanto em juízo, quanto  em qualquer instância;

II – Prever e prover os recursos necessários ao alcance dos objetivos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis;

III – Responsabilizar-se pela guarda e boa aplicação dos recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis;

IV – Autorizar as despesas e pagamentos dentro das disponibilidades financeiras e em conformidade com o Plano de Aplicação dos recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis;

V – Movimentar as contas bancarias do Fundo Municipal de Turismo.

 Artigo 4o Constitui receita do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis:

I – Créditos orçamentários ou adicionais que lhe sejam destinados;

II – Doações, legados e contribuições de qualquer natureza de pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, nacionais e internacionais;

III – Transferência de recursos, mediante convênios ou ajustes com entidades de direito público ou organismos privados, nacionais e internacionais;

IV Os rendimentos provenientes de aplicações financeiras de recursos disponíveis;

V – A totalidade da receita arrecadada pelo Município de Florianópolis de todas as taxas cobradas referentes a atividade turística;

VI – 1% (hum por cento) do valor arrecadado em multas de trânsito pelo município de Florianópolis;

VII – 1% (hum por cento) do valor arrecadado pelo município de Florianópolis referente ao serviço “Zona Azul”;

VIII – A venda de espaços promocionais, tais como faixas, murais, placas de sinalização turística, folheteria e seus similares;

IX- O resultado de bilheteria relativo a eventos cuja receita seja administrada pela Secretaria Municipal de Turismo;

X – A venda de publicações turísticas, como vídeos, livros, camisetas e demais materiais promocionais;

XI – Toda a receita arrecadada com a cobrança da taxa estabelecida pelo artigo  4o AS da Lei Complementar 034 de 1999;

XII – Receitas provenientes de cessão de espaços públicos municipais para eventos de cunho turístico, negócios, esportivos e culturais;

XIII – Os rendimentos provenientes de aplicações financeiras de recursos disponíveis;

XIV –  Outras rendas eventuais legalmente permitidas;

XV -  Saldo positivo apurado em balanço do exercício anterior.

 §1 o O orçamento da Secretaria Municipal de Turismo deverá prever recursos anuais para o Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis.

§2 o Entre as receitas previstas no inciso V deste artigo, ficam incluídas àquelas provenientes de taxas pagas por permissionários da prefeitura que prestem serviço em locais turísticos, tais como praias, parques, eventos, e assemelhados.

§ 3 o Os recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis serão depositados em instituição financeira oficial, em conta especial, sob a denominação de Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis – FUMTURF.

§ 4 o Os recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis deverão estar em consonância com as diretrizes do Plano Municipal de Turismo.

Artigo 5 o A existência do Fundo Municipal de Turismo não impede que a Secretaria Municipal de Turismo desenvolva, patrocine, apóie, realize, incentive ou divulgue projetos, programas, ações, atividades e parcerias relativas ao turismo, por meio de outras dotações orçamentárias e/ou políticas públicas, para o bom cumprimento de suas atribuições.

 Artigo 6 o Os recursos do Fundo Municipal do Turismo de Florianópolis serão utilizados:

I – No financiamento total ou parcial de planos, programas, projetos, atividades, eventos e serviços de turismo desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Turismo;

II – No financiamento total ou parcial de projetos, eventos, atividades e programas voltados ao apoio, incentivo, desenvolvimento e fomento do turismo em parcerias com pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas;

III – Na aquisição de material permanente, de consumo e de outros insumos necessarios ao desenvolvimento e aperfeiçoamento dos programas, projetos, serviços, ações e atividades turísticas, bem como, dos instrumentos de gestão, planejamento, administração, divulgação e controle de ações de turismo;

IV – Na construção, reforma, ampliação, aquisição ou locação de bens móveis ou imóveis para a prestação de serviços turísticos;

V – Na execução de programas de capacitação e aperfeiçoamento de recursos humanos na área do turismo, e em programas, consultorias, assessorias, e projetos de qualificação e aprimoramento para o setor turístico e para os profissionais da área;

VI – Em viagens e missões diplomáticas de interesse do setor do turismo;

VII – No apoio e promoção de eventos culturais, artísticos, esportivos e sociais, que contribuam para desenvolvimento, disseminação e divulgação do turismo no município;

VIII – Nas despesas eventuais dos Conselheiros do COMTUR relativas a viagens, locomoção para reuniões, atividades de aperfeiçoamento, capacitação e dentre outras, no exercício de suas atividades e desde que referidas despesas sejam aprovadas previamente em Assembléia;

IX – Nos programas ou atividades do Plano Municipal de Turismo.

 Artigo 7 o O Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis poderá receber recursos do Poder Público ou da iniciativa privada.

  Artigo 8 o Poderão receber recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis, de acordo com a disponibilidade orçamentária do Fundo, observada a legislação vigente:

I – Instituições sem fins lucrativos;

II – Órgãos públicos da administração direta e indireta;

III – Pessoa física;

IV – Pessoa juridica.

 Artigo 9 o O estatuto do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis será elaborado pela Secretaria Municipal de Turismo e disporá sobre os procedimentos a serem observados quanto a utilização dos recursos do Fundo e será aprovado pelo Prefeito, mediante decreto.

Artigo 10. O município, observados os princípios da conveniência, oportunidade e razoabilidade, buscará participar de políticas Estaduais e Federais ao fomento do turismo como fator de desenvolvimento sustentável.

 Artigo 11. O Executivo Municipal enviará a Câmara Municipal de Florianópolis relatório sobre a gestão do Fundo Municipal do Turismo de Florianópolis.

 Artigo 12.  Serão aplicadas ao Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis as normas legais de controle, prestação e tomada de contas pelos órgãos internos da Prefeitura Municipal de Florianópolis, sem prejuízo da competencia específica do Tribunal de Contas do Estado.

 Artigo 13.  Os recursos do Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis serão depositados em conta corrente, em nome do Fundo, junto aos estabelecimentos bancários oficiais.

 Artigo 14. O orçamento oficial da Prefeitura Municipal de Florianópolis consignará anualmente dotação específica para fazer face a sua participação no Fundo Municipal de Turismo de Florianópolis a que se refere esta Lei.

Artigo 15.  Revogam-se as disposições em contrário.

 Artigo 16 .  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

MARIA CLÁUDIA EVANGELISTA PEREIRA

Secretária Municipal de Turismo

Empresários defendem início imediato do contorno viário da Grande Florianópolis

27 de maio de 2013 0

Lideranças de entidades empresariais da Grande Florianópolis defendem autorização do Ibama para o início imediato das obras do contorno viário para a região, começando pela parte já aprovada pelo órgão ambiental. Enquanto um trecho é realizado, os técnicos ambientais avaliam e concedem a licença para a extensão do traçado necessária em função de condomínio feito onde estava prevista a estrada.

Esta posição foi defendida hoje pelo presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de SC (Fetrancesc), Pedro Lopes, que disse ter o apoio, também, dos presidentes da Facisc, Alaor Tissot; Fecomércio-SC; Bruno Breithaupt, além da Associação de Fretamento em Turismo, Seção de Cargas da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), NTC e Logística, ABTC, Fetcesp, Setcesp, Fetranspar, Fetransul, CNTT, Fecam RS/SC e Federação dos Autônomos de Santa Catarina.

Em entrevista coletiva, Pedro Lopes explicou que defende a continuidade da concessão da BR-101, BR-116 e BR-376 além do contorno viário para a OHL por uma questão de prazo e custo. Segundo ele, o novo contorno viário que deverá ser feito, com seis túneis e seis quilômetros a mais vai encarecer o pedágio e incidir sobre todas as praças.

Quem foi responsabilizado por autorizar a construção de um condomínio residencial no caminho do contorno? pergunta Lopes ao observar que o usuário não foi avisado dessa conta.

A propósito, o condomínio em questão é o Nova Palhoça, da empresa paulista Rodobens, e foi autorizado na gestão do prefeito Ronério Heiderscheidt.

RenauxView realiza festival das cores para lançar coleção

27 de maio de 2013 0

Conhecida no mercado de moda do Brasil e exterior como uma das fabricantes de tecidos mais ousadas no uso de cores, a RenauxView, de Brusque, realizou sábado o primeiro festival de cores no Brasil, nos moldes do indiano Holi, para divulgar a coleção inverno 2014. Clientes da marca tomaram “banho” de pó colorido ao som de DJ britânico. A empresa reuniu cerca de 300 executivos e profissionais dos seus dez maiores clientes brasileiros, entre os quais a Hering, Malwee, Dudalina, Lunender, Brooksfiel, Richars e Farm, além de marcas do Bom Retiro, de São Paulo. Segundo o presidente da companhia, Armando Hess de Souza, a empresa quer seguir nessa linha e ditar moda com muita cor. A proposta da coleção do inverno de 2014 é fazer com que os clientes decidam ir além do que as passarelas europeias propõem em termos de cores. Por isso a coleção, inspirada nas cores africanas, foi denominada Umbala, que significa cor em dois idiomas da África do Sul.A RenauxView projeta crescer este ano de 20 a 25% frente a 2012. Atualmente, oferece 720 empregos diretos e deverá fechar o ano com mais 80, totalizando 800 pessoas.

- Nós somos apaixonados por cores. Isto se reflete no entusiasmo dos nossos colaboradores. Uma profissional de criação de um cliente, em visita à nossa fábrica, deu uma declaração que traduz a nossa proposa – aqui é melhor do que a Disneylândia, tudo o que a gente imagina é possível – afirmou Armando Hess.

Rede Schumann, de móveis e eletros, projeta crescer 35% este ano

27 de maio de 2013 0

Entre os empreendedores catarinenses que estrearam muito jovens no mundo dos negócios e conseguiram desenvolver uma grande empresa está André Schumann. Aos 17 anos foi um dos dois sócios de uma loja de móveis em Seara e, três anos depois, em 1997, fundou a rede Schumann de móveis e eletrodomésticos que hoje tem 76 lojas, oferece 1,2 mil empregos diretos e projeta crescer 35% este ano. A expansão inclui o Vale do Itajaí e Rio Grande do Sul.

Quando abriu sua primeira empresa?

André Schumann – Eu me tornei empresário em 1994.Começamos numa garagem de carro, vendendo estofados em Seara, minha cidade natal. Eu tinha 17 anos e fui emancipado pelo meu pai para poder abrir o negócio, a De Prá Schumann. Meu sócio era conservador, mais velho, e eu arrojado ao extremo. Quando terminamos a sociedade, três anos depois, tínhamos três lojas e eu fiquei com uma. Abri com a marca Schumann. Decidi ficar com o nome porque já era bastante conhecido na cidade e região.

Qual foi o momento mais difícil?

Schumann - Em 1998 eu quase quebrei. Com o arrojo de guri resolvi ampliar. Afinal, a Casas Bahia estava avançando. Mas valeu a pena. Naquela época eu pude errar. Aí voltei a estudar gestão empresarial, fiz três cursos de pós-graduação e comecei a colocar didática no negócio. Aí as coisas começaram a ficar consistentes, consegui oportunidades de mercado e bons pontos comerciais. Fui comendo pelas beiradas, como se diz.

Como está a Schumann hoje?

Schumann – Bem e crescendo. Estamos com 76 lojas e vamos inaugurar mais oito até o final do ano, além de duas que estão em negociação. As novas unidades serão em Timbó, Pomerode, Ibirama, Ipuaçu, Santa Sicília e Ponte Serrada (todas em SC) e Carazinho e Não Me Toque (no RS). Além disso, estamos transferindo para a nossa bandeira a rede Lojas Certo, de Mafra, que compramos em dezembro de 2011. A de Rio do Sul foi a primeira. Hoje, temos 55 lojas em SC, 17 no Norte do Rio Grande do Sul e quatro no Paraná, na região de União da Vitória. Temos 1,2 mil empregados e vamos contratar este ano mais 150 pessoas.

Quanto a empresa vai investir este ano e qual é a projeção de crescimento?

Schumann – Este ano, nós investiremos R$ 35 milhões. Em lojas são R$ 10 milhões, cerca de R$ 1 milhão por unidade. Também vamos construir um moderno centro de distribuição na região de Chapecó, no município de Cordilheira Alta. Compramos um terreno de 100 mil metros quadrados e vamos construir 20 mil metros quadrados. Este projeto é de R$ 25 milhões. Sobre o nosso crescimento, ele tem sido elevado todos os anos. Crescemos cerca de 50% ao ano durante 15 anos. Em 2012, tivemos ampliação de 46% da receita e, para 2013, projetamos 35% mais.

Vocês estão usando mais tecnologia ou a forma tradicional para vendas?

Schumann – Vendemos pela forma tradicional. Hoje, nossas vendas são presenciais e cerca de 75% são por carnê. Estamos investindo em novo sistema para contemplar venda por e-commerce. A gente comprou plataforma igual a do Walmart. Usamos sistema da Totvs.

Como vê o futuro do setor?

Schumann – Existe um processo de consolidação e de concorrência perfeita. A geladeira Brastemp, por exemplo, está em quase todas as lojas. A grande diferença são as estratégias de marketing de cada um.

Quais são as razões do sucesso da rede?

Schumann - Conseguimos manter nossa cultura original de vender sofá. O maior desafio é estar próximo do cliente para dar atendimento personalizado. A gente foi Top of Mind do Oeste catarinense. Além disso, há o preço e o ponto. Essa expansão da Schumann vem da necessidade de ter bom preço, com volume maior de compra que permite barganhar melhores preços com fornecedores. Eles estão dando maior atenção. Recentemente, recebi a visita do presidente da Whirlpool Eletrodomésticos, Enrico Zito. A empresa faz questão de estar com a Schumann, uma empresa regional.

Por que o senhor tem um time de futebol, o Juventus de Seara?

Schumann – Moro em Chapecó há quatro anos mas, ano passado, fui eleito o Empresário do Ano em Seara. Gosto de futebol e tenho um projeto social com o clube Juventus de Seara, com três pilares. No social, vamos atender 150 crianças com escolinha de futebol, apoio pedagógico e alimentação. Também temos 40 crianças de 15 anos ou mais na categoria de base, alojadas. E o time profissional vai estrear em 2014 na terceira divisão do Catarinense. A Schumann vai patrocinar a camisa.

Com MBA

André Schumann, 37 anos, descobriu sua vocação para vendedor aos 15, quando foi office-boy de uma loja de produtos agrícolas em Seara. Mais tarde, quando a sua nova rede de lojas teve dificuldades por crescer muito rápido, correu para os bancos escolares. Cursou MBA na FGV e na Furb, pós na UFSC e graduação em Administração na Unopar, em Concórdia. O conhecimento permitiu melhorar a gestão.

Em família

O empresário é casado com Mariele e tem dois filhos, André Schumann Junior(15 anos), que já começa a atuar na empresa, e Adriel (11 anos), que pretende ser jogador de futebol. – Meu filho menor já joga na categoria de base do Internacional de Porto Alegre. Por isso, temos residência em Chapecó e na Capital do RS. Ele joga na posição de meia e tem sido convocado com frequência – afirma Schumann.

Vocação

O êxito da rede de lojas Schumann está muito ligado à vocação do seu fundador pelo varejo. Embora fora da operação de vendas, quando pode ele faz questão de conversar com consumidores para ouvir suas opiniões e anseios. Na foto, o empresário (D) comemora a inauguração de uma loja. Mais acima, imagem de Schumann, quando jovem, dando entrevista para uma rádio de Seara.

As lições que o Brasil precisa fazer para crescer mais, segundo Sardenberg

26 de maio de 2013 1

Na palestra de encerramento da 45ª Convenção Estadual do Comércio Lojista, no sábado, em Blumenau, o jornalista e comentarista econômico da Globo, Carlos Alberto Sardenberg, alergou que o Brasil está na 130ª posição do ranking mundial sobre ambiente de negócios. Pesam contra o país os problemas de excessiva burocracia, desrespeito aos contratos, lentidão da Justiça e na tramitação dos processos de licenciamento ambiental, entre outros. Segundo ele, esse cenário afugenta investidores internacionais e contribui para travar os índices de crescimento econômico.

Sardenberg lembrou que, na América Latina, apenas Chile, Peru, Colômbia e México estão conseguindo combinar inflação baixa com crescimento do PIB na média de 5% ao ano e uma diplomacia comercial eficiente, o que atrai e fomenta negócios. Mesmo assim, ele disse acreditar na reversão do atual quadro porque a economia brasileira é superior à soma dessas quatro nações. A lição de casa, segundo ele, requer mais investimentos públicos em infraestrutura, educação e qualificação de mão de obra, e um novo sistema tributário.

Maior unidade de genética suína da América Latina inaugurada em SC

26 de maio de 2013 0

A Agroceres PIC inaugurou em Fraiburgo, no Meio-Oeste de Santa Catarina, a maior unidade de disseminação de genes de suínos da América Latina, com investimento de R$ 10 milhões. Ela segue o novo conceito mundial de genética líquida e terá capacidade para até 700 machos. Com a conquista do mercado japonês pela carne suína catarinense, haverá maior interesse na expansão da produção no Estado com genética avançada.

O aprimoramento genético tem permitido a produção de carnes mais magras, mais saudáveis para os consumidores e melhor resultado econômico aos produtores. Santa Catarina é o maior produtor de carne suína do Brasil, responsável por 25,1% da suinocultura, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 19,3% e Paraná com 17% da produção brasileira.

Eles empregam quase 20 mil trabalhadores

25 de maio de 2013 0

A indústria de SC teve ontem o seu dia mais festivo, quando a Fiesc reconheceu empresários que que aquecem a economia do Estado e de outras regiões. Na foto, os homenageados com a comenda do Mérito Industrial e um diploma. A partir da esquerda, Vilson Hermes, Carlos Biezus (Seta Engenharia), o presidente da Fiesc, Glauco Côrte, Carlos Rosa (Minusa), Cide Damiani (Damyller) Manoel Zaroni (Tractebel, representado pelo filho Renan), Vicente Donini (Marisol) e Vilson Hermes (Grupo Dass, pela CNI). As empresas que eles lideram, juntas, somam quase 20 mil empregos diretos.


Ops!

Na edição impressa do DC saiu um erro de concordância no título desta notícia. Estávamos fazendo o ajuste do tamanho do título e foi deletada uma letra sem a gente perceber. Corrigimos para uma parte da rodagem e peço desculpas pelo ocorrido.  


SC pode exportar 350 mil toneladas de carne suína ao Japão, prevê o governo

24 de maio de 2013 0

Com a abertura do mercado japonês à carne suína de Santa Catarina, o Estado poderá vender para aquele mercado cerca de 350 mil toneladas por ano. Maior importador do produto no mundo, o país asiático comprou, ano passado, 779 mil toneladas, 31% das aquisições internacionais, no valor de US$ 5,1 bilhões. 

Antes dos negócios acontecerem efetivamente, missões técnicas japonesas virão avaliar as plantas industriais do Estado. O presidente da Aurora, Mário Lanznaster, acredita que em 90 dias podem ser iniciados os primeiros embarques se os contatos comerciais tiverem êxito.

Para o ex-secretário de Agricultura, Felipe Luz, que, nos últimos 20 anos foi um dos principais articuladores das medidas que levaram à conquista desse mercado, o Estado poderá vender até 500 mil toneladas aos japoneses. Ele acredita que essa abertura pode compensar as reduções de vendas para a Ucrânia e Rússia.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Santa Catarina lidera as exportações de carne suína do Brasil. No ano passado, vendeu ao exterior 181 mil toneladas e alcançou receita de US$ 492 milhões.

Depois do Japão, a Rússia foi o segundo maior mercado mundial de carne suína, e comprou, no ano passado, US$ 2,5 bilhões. Os maiores exportadores do produto, no mundo, em 2012, foram os EUA (US$ 2,1 bilhões), União Europeia (US$ 1,4 bilhão), Canadá (US$ 1,1 bilhão) e o Brasil, US$ 1,3 bilhão.



O dia mais festivo da indústria catarinense

24 de maio de 2013 0

Todos os anos, a Fiesc escolhe uma sexta-feira de maio para o seu dia mais festivo, a hora de reconhecer empreendedores pelo impacto postivo, econômico e social, que geram para o Estado, país e mundo. Hoje, os homenageados com as comendas da Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foram: Carlos Alberto Biezus, da Seta Engenharia, de Concórdia; Carlos Kracik Rosa, da Minusa Autopeças, de Lages; Cide Damiani, da Damyller, de Nova Veneza; Manoel Arlindo Zaroni Torres, da Tractebel Energia, de Florianópolis;  Vicente Donini, da Marisol, de Jaraguá do Sul; e Vilson Hermes, presidente do Grupo Dass, de Saudades, que recebeu o mérito da CNI.

O trabalhador mais longevo do Brasil, Walter Hortmann, gerente de vendas da RenauxView, de Brusque, recebeu uma homenagem especial.