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CNDL defende juro dentro da média internacional

01 de junho de 2013 0

A decisão do Banco Central de aumentar a taxa básica de juros Selic para 8% ao ano, quarta-feira, desagradou especialmente o varejo brasileiro. Em função disso, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) reduziu a projeção de crescimento do setor de 6% para 5% este ano. Mas o presidente da entidade Roque Pellizzaro Junior alerta que, para a economia brasileira crescer de forma consistente, precisa resolver um problema estrutural de juros porque hoje a taxa efetiva cobrada do consumidor brasileiro fica em torno de 6% a 7% ao mês, dez vezes acima da média mundial. Segundo ele, o juro efetivo (real) do Brasil é absurdo. O país precisa expandir a oferta de crédito, hoje em mais de 40% do PIB, alongar prazos e reduzir os juros.

Segundo o empresário, o governo deveria reduzir os gastos públicos para baixar a inflação e não apenas usar a elevação da taxa de juros Selic com esse objetivo. Essa redução de gastos poderia ser nos moldes do que defende o Movimento Brasil Eficiente, isto é, o setor público poderia aumentar gastos, mas somente o correspondente a 50% da alta do PIB. Assim, o gestor público pode administrar uma pequena elevação de custos, mas garantindo um controle que permitiria, no futuro. mais investimentos públicos e maior crescimento do PIB.


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