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Empolgação pela vinda da Mercedes diminui

27 de setembro de 2013 0

Nos bastidores do governo de Raimundo Colombo está diminuindo a empolgação pela vinda da fábrica da Mercedes-Benz para Joinville. A explicação seria um desejo do ex-presidente Lula, ratificado pela presidente Dilma, de colocar a montadora em São Paulo, onde a empresa já tem tradição e duas fabricas, uma de ônibus e outra de caminhões. Por trás do desejo do ex-presidente estaria a preservação do tradicional ABC, origem inclusive de formação do PT no país. Assim ficou mais difícil para SC disputar a fábrica, apesar de ter a melhor proposta técnica.
A localização da unidade de carros em São Paulo, mesmo fora do forte polo operário, permitiria à empresa transferir uma parte dos trabalhadores das atuais fábricas.Também poderia levar grupo para a unidade de caminhões de Juiz de Fora, em Minas. Assim, conseguiria uma redução de gastos com mão de obra porque a média salarial, hoje, no ABC, supera R$ 5 mil – é a maior do setor privado no Brasil. Em outras cidades paulistas e em Minas, o valor não é esse. Em Piracicaba, uma das cidades avaliadas para receber a fábrica, o piso da categoria (salário inicial) este ano, está em R$ 1.600. Em Joinville, o piso do setor mecânico ficou em R$ 900. É claro que uma montadora pagaria mais do que isso.

Montadora

Em colunas econômicas de jornais e sites pipocam informações sobre o assunto. O jornal O Estado de S.Paulo de quarta trouxe nota afirmando que a Mercedes deve se instalar em Iracemópolis. O site Auto Data informou que a empresa já teria falado com metalúrgicos de Piracicaba e Limeira, cidades vizinhas, para adotar o mesmo piso da Hyundai.

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