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Tensão volta à diretoria da Celesc

28 de setembro de 2013 0

Após um período de harmonia entre o governo catarinense e representantes dos acionistas minoritários, a diretoria da Celesc passa por período de tensão. O motivo principal é a pressão dos minoritários para que a companhia atinja metas de redução de custos e outros ajustes para garantir a renovação da concessão em 2015. Há informações de bastidores de que dois diretores podem ser substituídos e que o governo, que é acionista majoritário, até fez contato com o fundo de pensão Previ para comprar a parte dele na companhia, hoje avaliada em cerca de R$ 800 milhões. Os cotados para sair são o diretor Econômico-Financeiro José Carlos Oneda, da confiança do governo; e o diretor de Planejamento, Clairton Belém, indicado pela Previ. O conselheiro Jair Fonseca, em seu boletim, informou que o governo poderá usar seu poder de majoritário se não houver convergência na gestão.

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