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Tecnologias para os alimentos durarem mais

29 de setembro de 2013 0

A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), por meio do Senai e em parceria com a Embrapa, realiza de hoje até quarta o workshop sobre tecnologias para alimentos na sua sede, em Florianópolis. Entre os palestrantes, pesquisadores dos Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Bélgica, Austrália, além do Brasil. O tema central é o processamento não térmico de alimentos que é uma tendência  mundial e alternativa aos tratamentos térmicos convencionais como a pasteurização para melhorar a qualidade microbiológica dos produtos, preservando as características sensoriais, além de promover o aumento da vida útil. 

Uma dessas tecnologias não térmicas consiste em submeter os alimentos embalados a alta pressão. O processo elimina os micro-organismos (inclusive da embalagem, o que representa um ganho adicional). O presunto cru, nesse processo, fica com o dobro do prazo de validade. O mesmo ocorre com a água de côco, que consegue chegar até mesmo no mercado internacional com maior vida útil. Alimentos que apresentam na sua composição vitamina C, como o suco de laranja, também têm suas características preservadas por meio do processamento não-térmico. 

Entre os palestrantes estará o pesquisador das forças armadas americanas Christopher Donna, que vai falar sobre os efeitos dos processamentos não térmicos de alimentos no combate à microrganismos. O PhD em química trabalha no Natick Soldier Systems Center, unidade das forças armadas americanas responsável por pesquisar, desenvolver, armazenar e gerenciar os alimentos destinados aos militares, além de vestimentas, abrigos e outros itens de suporte aos soldados. Nele são criados os suprimentos de ponta utilizados pelos militares do país.

Mais informações no www.nonthermalfood2013.com

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