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Agroindústrias de SC pedem subsídio ao milho

27 de dezembro de 2013 0

A instalação de usinas de processamento de milho para a fabricação de etanol preocupa a agroindústria catarinense. É que a escassez do grão pode inviabilizar a produção industrial de aves e suínos a médio e longo prazo. É o que diz Ricardo De Gouvêa, diretor-geral da Associação Catarinense de Avicultura (Acav) e do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de SC (Sindicarne).

Segundo ele, a ração de milho é fundamental para a operação das cadeias produtivas de avicultura e suinocultura. Atualmente, a produção do grão no Estado é insuficiente para atender às necessidades do mercado de aves e suínos. Tanto que cerca de 3 milhões de toneladas de milho são trazidas anualmente para abastecer o mercado de Santa Catarina.

O alto custo do frete é outro grave problema. Enquanto no Centro-Oeste do país a saca de milho custa entre R$ 11 e R$ 13, em território catarinense ela é vendida a R$ 26, ou seja, praticamente o dobro do preço. Nesse sentido, as agroindústrias de SC reivindicam ao governo federal a adoção de uma política de incentivo ao comércio interno de milho e, a curto prazo, um programa de subsídio ao frete para os Estados que não são autossuficientes e produzem proteína animal.

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