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Posts de janeiro 2014

Domínio Sistemas, de Criciúma, é vendida para a Thomson Reuters

31 de janeiro de 2014 0

Uma das maiores empresas de software do país, a Domínio Sistemas, de Criciúma, especializada em soluções para escritórios de contabilidade, está sendo comprada pela Thomson Reuters, multinacional dos EUA que é líder mundial de soluções e informações inteligentes para empresas e profissionais, e também é dona da conceituada agência de notícias Reuters. A conclusão do negócio está prevista para as próximas semanas e depende do cumprimento de algumas condições. O valor da aquisção não foi revelado. Segundo Adrian Fognini, diretor da Thomson no Brasil, as duas empresas juntas têm oportunidade singular para reunir recursos fortes em territórios complementares e criar uma liderança regional que ofereça soluções tributárias e de contabilidade inovadoras e integradas a todos os segmentos de clientes no Brasil.
Fundada pela família Balsini, de Criciúma, a Domínio tem 653 colaboradores, 15 filiais e 19 revendas no Brasil que atendem a 16,5 mil clientes. No ano passado, faturou cerca de R$ 60 milhões. Seus principais software são o Contábil Plus (gestão contábil de empresas); O Contábil (solução compacta para a gestão contábil de empresas menores de contabilidade); O Empresarial (para micro e pequenas empresas); e o Ponto Eletrônico, uma solução para o controle das jornadas de trabalho de funcionários, interagindo com os relógios eletrônicos. Os Balsini também são sócios majoritários da Betha Sistemas, empresa que tem quase o mesmo porte da Domínio e derivou de serviço de informática de carboníferas criciumenses.
Com sede em Nova York e operações nos principais países do mundo, a Thomson combina experiência mundial com tecnologia inovadora para informação ao mercado financeiro e profissionais da área econômica. A companhia emprega mais de 60 mil pessoas e opera em cerca de 100 países. As ações da Thomson Reuters estão listadas nas bolsas de valores de Toronto (TSX: TRI) e Nova York (NYSE: TRI).

Japonês da BR-101 fará shopping como as galerias francesas

31 de janeiro de 2014 3

EstelajpalllsA Empreendimentos Japonês, de Sombrio, que atende a milhares de pessoas por dia em restaurante às margens da BR-101, lançou ontem o Shopping Outlet Japonês. Será inspirado nas Galerias Lafaiette, de Paris, com lojas internas sem paredes. O plano prevê 70 lojas, das quais 50% já estão vendidas.Terá hotel anexo e deve abrir em janeiro do ano que vem.

A localização será junto ao tradicional restaurante. Vito Basso, diretor da empresa investidora, o shopping vai atender necessidades dos fabricantes de moda de SC e de outras regiões que precisam de um espaço diferenciado para comercializar seus excedentes. Ele avalia que essa demanda é grande em função do número de empresas do setor no Estado.

O conceito, planejamento e comercialização é da empresa Empreteca Brasil, do Rio Grande do Sul, e o projeto é da arquiteta Priscila Barreto. De acordo com o diretor da Empreteca, Glenn de Carvalho, será o primeiro shopping aberto do país a exemplo das galeras, onde as lojas não tem barreiras como vitrines e paredes. Os clientes podem circular livremente em todo o espaço, o que facilita as compras. A área total do Shopping Japonês será de 21.800 metros quadrados, com lojas de 50 a 350 metros quadrados. O prédio de sete andares abrigará um hotel, centro profissional, garagem com 2,5 mil vagas rotativas e o Restaurante Japonês.

Crise argentina e o futuro do Mercosul

31 de janeiro de 2014 0

Em função da falta de gestão eficaz da política econômica, a Argentina, mais uma vez, está mergulhada em crise econômica que afeta exportações brasileiras e catarinenses. As decisões do governo de Cristina Kirchner sobre o uso de dólares, por exemplo, dificulta a vida dos argentinos que vêm ao Estado, por isso a rede hoteleira de SC registrou recuo da ordem de 30% frente ao verão passado. A presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maria Teresa Bustamante, estima que desde que foram iniciadas as barreiras nas importações do Brasil, há cinco anos, as exportações de SC ao país vizinho recuaram cerca de 70%. Esse espaço foi ocupado por produtos chineses. Como as regras do Mercosul não são respeitadas,
Maria Teresa defende a continuidade do mercado comum com mudanças políticas que permitam a cada país fazer acordos comerciais com outros de fora do bloco. Para ela, seriam interessante ao Brasil fazer acordos com os EUA, China e com a União Europeia.

SC vai expor carne suína em feira de alimentos no Japão

30 de janeiro de 2014 0

Como está difícil avançar no mercado japonês de carne suína, a Abipecs, associação brasileira do setor, junto com a Fiesc e o Sindicarnes, vai expor na Foodex Japan 2014, de 4 a 7 de março. Todas as agroindústrias catarinenses que exportam ao país asiático estarão com seus produtos na mostra. SC conseguiu abrir as portas do mercado japonês à carne suína, mas diante da elevada concorrência e perfil da demanda do país asiático, a expansão está lenta. Apesar disso, o setor segue confiante porque o Estado é o principal fornecedor de carne de frango ao Japão, que compra no Brasil 90% das importações do produto. A expectativa é, num futuro não muito distante, conseguir uma fatia maior também na carne suína.

Porto de Itapoá acelera expansão de 300%

30 de janeiro de 2014 0

Um exemplo do salto de Santa Catarina em logística é o Porto de Itapoá. Privado, demorou quase 18 anos para sair do papel devido à burocracia, mas atingiu capacidade máxima de movimentação de cargas – 500 mil TUs por ano – em cerca de 2,5 anos. Em função disso, tem projeto para aumentar em 300% a atual capacidade, para 2 milhões de TEUs/ano (contêineres de 20 pés). As obras devem começar no terceiro trimestre deste ano,, informa o presidente do terminal, Patrício Junior.
– O Porto de Itapoá movimenta tudo, apesar de operar com contêineres. Estamos embarcando madeira, cargas frigorificadas (30% do total), equipamentos, máquinas e até granel em contêineres como açúcar, soja, milho e fubá. Mais recentemente, passamos a receber os carros da BMW, o que significa um alto padrão de qualidade. Esses carros são o xodó de Santa Catarina – afirma Patrício.
O porto, que tem como sócios a Portinvest (Batistella e Logz) com 70% do capital e a Aliança Navegação (Hamburg Süd) com 30%, está investindo R$ 500 milhões na expansão. A expectativa é de que seja concluída no final de 2015 ou inicio de 2016. Conforme Patrício, serão gerados 600 novos empregos, o que dará um novo dinamismo ao município de Itapoá, que tem 16 mil habitantes. Daqui a três anos, o impacto do porto na cidade será de 2 mil pessoas. Hoje, Itapoá é o segundo maior porto do Estado, atrás apenas do Complexo Itajaí. Para Patrício, o terminal não está tirando clientes de outros portos porque o mercado é grande. O Brasil movimentou 8.186.896 TEUs em 2012. No ano passado, atingiu 8.583.345, um acréscimo de 4,84%. Ele avalia que o pontencial do país é maior pelo tamanho da economia brasileira diante da média de movimentação de carga de outros países.

Personalidades da moda no Preview da Renner

29 de janeiro de 2014 1

GlorinhaPersonalidades da moda e formadores de opinião como Gloria Kalil (foto), Maria Prata e Paulo Martinez participaram do Preview Outono Inverno Renner 2014, terça-feira, em São Paulo. Segundo Luciane Franciscone, gerente geral de marketing da empresa, e Gabriela Cirne Lima, gerente geral de estilo, o evento surpreendeu os convidados pela beleza da nova coleção.Vale observar que a Renner, além de ter forte presença com lojas em Santa Catarina, produz no Estado boa parte das suas coleções de moda, especialmente de têxteis. A empresa também é forte varejista na Bovespa e boa parte dos seus acionistas são do exterior.

 

Foto: Renner, divulgação

 

Planos da SCGás para garantir fornecimento ao Estado

29 de janeiro de 2014 0

O presidente da SCGás Cósme Polêse apresentou ao presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, plano para ampliar a oferta de gás natural até após 2019. Na primeira fase, de 2014 a 2015, a meta é otimizar o contrato atual adotando projetos de eficiência energética a indústrias para redução dos contratos atuais e inclusão de novos, e negociação de contratos com sobredemanda de 20% para 5%.

Planos para o gás (2)
Na segunda fase, de 2016 a 2018, o plano é renegociar o contrato de fornecimento com a Petrobras, adicionando 170 mil metros cúbicos aos 2,07 mil que estarão sendo usados e uso de biogás. Na terceira fase, a partir de 2019, a meta é ampliar a oferta com um gasoduto Araucária-Mafra, recompressão do Gasbol, e instalação de um terminal de gás natural liquefeito ou gasoduto submarino com gás da Petrobras.

Beach clubs de Jurerê Internacional ofereceram festa e limpeza

29 de janeiro de 2014 0

Relatório divulgado pela empresa Ambiens Consultoria Ambiental, que fez a limpeza nas áreas dos beach clubs de Jurerê Internacional na virada do ano revela que os trabalhos atingiram 30% da praia, garantindo um alívio ao pessoal da Comcap, a empresa municipal responsável pela coleta de resíduos. Os cinco estabelecimentos – Café de la Musique, Donna, Quiosque do Pirata, Simple on the Beach e Taikô – geraram direta e indiretamente 923 empregos na organização dos eventos, obtiveram receita média de R$ 251 e um ganho total de R$ 232 mil.
Conforme a Ambiens, o Réveillon de Jurerê Internacional foi mais sustentável do que nas demais praias de Florianópolis. A participação dos postos de praia na limpeza e a oferta de estrutura ao público ajudou a reduzir os impactos causados pelas grnades concentrações de pessoas.
A propósito, a exigência de colaboração por parte da Justiça foi positiva a todos porque os beach points são importantes para impulsionar o turismo no Litoral catarinense no verão.

Brasileiras têm menos filhos e isso afeta a economia

29 de janeiro de 2014 1

O mundo moderno, com mais mulheres no mercado de trabalho e o alto custo de vida derrubaram rapidamente a taxa de natalidade no Brasil, a exemplo do que ocorreu no exterior. Isso significa, no futuro, menos profissionais jovens no mercado de trabalho, mais custos com aposentadorias e risco de menor crescimento econômico. A situação do Brasil é mais preocupante, porque aqui a produtividade do trabalho vem crescendo menos do que a média dos países de Primeiro Mundo e em desenvolvimento que competem conosco.

Segundo dados do IBGE, em 1970 cada mulher brasileira tinha em média 5,8 filhos. Hoje o número caiu para 1,77 filho e, em 2034 vai estabilizar em 1,5. Em Santa Catarina, a exemplo dos demais Estados do Sul e Sudeste, a taxa já está em 1,6 filho e cairá para 1,45 em 2034. Muitas mulheres da classe média brasileira que estão no mercado de trabalho dizem que terão apenas um filho porque é muito caro oferecer educação de qualidade em escolas particulares. Esse é o principal entrave, apesar de crianças também exigirem dedicação em casa.
Com menos jovens, a saída para o Brasil seria oferecer ensino público gratuito de alta qualidade para todos, desde a pré-escola. Assim, os futuros trabalhadores seriam mais inovadores e produtivos. Mas a evolução da educação está aquém do desejado frente a outros países.

Produtividade maior compensaria

Na economia, produtividade significa o quanto de riqueza cada trabalhador pode gerar. Para se ter ideia, nos anos de 1980, a produtividade do trabalho nas nações mais ricas era de 180% a 200% superior à brasileira. Atualmente, está em cerca de 200%.

Tema preocupa países asiáticos

O baixo número de filhos preocupa diversos países, especialmente da Ásia. Na Coreia do Sul, a média é 1,3 filho por mulher. Elas fogem do casamento porque, além de trabalhar fora, precisam cuidar dos filhos, da casa e dos sogros idosos. Outra agravante da Ásia é que lá a vida civil segue conservadora. Para ter filhos as mulheres têm que casar. Não fazem produção independente como no Ocidente.

KBW, sócia de construtora, contrata executivo nacional

28 de janeiro de 2014 4

O príncipe da Arábia Saudita Khaled bin Alwaleed Al Saud (foto) acelera investimentos no Brasil e em Santa Catarina. A sua holding, a KBW, anunciou ontem a abertura de filial em Florianópolis. O registro da empresa foi feito em contrato bilíngue na Junta Comercial de Santa Catarina. A KBW também informou que o seu CEO no Brasil será José Roberto Barbosa da Silva, do Espírito Santo, que tem ampla experiência como executivo nos setores público e privado e já preside o projeto Petrocity Portos, daquele Estado, do qual o príncipe é sócio majoritário. Em SC, a holding é sócia da Arcádia Engenharia e vai instalar filial da Raimondi Cranes, fábrica italiana de gruas para a construção cujo controle acionário foi adquirido há poucos dias pelo príncipe Kahled bin Alwaleed.
Segundo o deputado estadual Renato Hinnig, que recepcionou o príncipe em outubro de 2013, o nobre planeja nova visita a SC em breve. Sua equipe avalia dois terrenos para a instalação da unidade de gruas no Norte do Estado. Um é no município de São João do Itaperiú, próximo de rodovia, portos e de polos do setor metalmecânico.A Raimondi, que está finalizando uma fábrica no Ceará, vai investir cerca de US$ 100 milhões, nos próximos anos, no Brasil, Arábia Saudita e Índia.

Construção e infraestrutura
Os ramos de construção e infraestrutura concentram investimentos do príncipe Khaled bin Alwaleed Al Saud no Brasil. Discreto nos negócios, ele já tem empresa atuando no Estado. É um dos sócios da Arcádia Engenharia, que tem também sócios europeus. A empresa pode fazer obras rodoviárias, escolase outros projetos públicos.

Têxteis promovem turnê de negócios em fevereiro

28 de janeiro de 2014 0

Para impulsionar as vendas, 10 indústrias nacionais de têxteis para o lar promovem a 1ª Turnê do Mercado Têxtil (TMT), de 2 a 6 de fevereiro. De Santa Catarina, vão participar a Altenburg, Atlântica, Bella Janela, Bouton, Buettner, Buddemeyer, Hedrons, Karsten, Lepper e Teka. Os convidados para visitar as empresas são os 100 maiores clientes do setor no país. Em SC, a iniciativa é do Sintex.

Estrangeiros visitarão fábricas de SC após o Carnaval

28 de janeiro de 2014 0

Para promover a indústria brasileira, a Apex-Brasil realiza mais uma edição do Projeto Carnaval. Este ano, vai trazer visitantes de 50 países para assistir ao Carnaval e, depois, visitar indústrias. Cinco companhias catarinenses vão receber visitantes: Tigre, Hering, Cecrisa, Confecções 2 Rios e Prodapys (de mel).

Toalha antiformiga é inovação de empresa catarinense

27 de janeiro de 2014 0

sweetA Karsten, indústria têxtil de Blumenau, inovou mais uma vez com o lançamento de toalhas de algodão com acabamento antiformiga. As fibras de algodão do tecido são processadas com um produto que libera odor que evita a aproximação de formigas ou faz com que elas permaneçam por pouco tempo na mesa. Assim, não transportam micróbios para os alimentos o que previne doenças. Segundo a empresa, a toalha suporta 30 lavações sem cloro ou peróxido. O cheiro é perceptível só pelas formigas, e não altera o produto. A Karsten também fez análises antes e depois das lavações, além de testes práticos. Ficou comprovado que o produto é inofensivo, não usa elementos químicos com restrição à saúde humana e ao meio ambiente.
Anos atrás, a Karsten foi pioneira no lançamento da toalha sempre limpa, que pode ser limpada com um pano quando atingida por manchas de alimentos. Com mais de 100 anos de atuação, a companhia possui matriz em Blumenau e filial em Maracanaú, no Ceará.

Holding de príncipe abre sede brasileira em Florianópolis

27 de janeiro de 2014 1

A KBW, holding do prícipe da Arábia Saudita, Khaled bin Alwaleed Al Saud, abriu filial brasileira em Florianópolis. De acordo com o deputado estadual Renato Hinnig, a unidade foi registrada na Junta Comercial de Santa Catarina com um contrato bilíngue, em português e inglês. A KBW já atua no Estado com a empresa Arcádia, do setor de construção civil, e tem planos para instalar uma filial da sua fábrica de grua (equipamentos para a construção civil), a italiana Raimondi Cranes. Segundo Hinnig, um dos municípios avaliados para sediar a unidade de gruas é São João do Itaperiú, no Norte do Estado. Khaled bin Alwaleed fechou, há poucos dias, a compra do controle acionário do grupo italiano que tem sede em Milão e anuciou investimento de Us$ 100 milhões. A vinda da KBW foi em função do projeto Invest in SC.

Portal em 10 idiomas para ampliar negócios com o Exterior

27 de janeiro de 2014 0

A tecnologia digital pode ser uma aliada ainda maior na atração de negócios e investimentos para Santa Catarina. É por isso que a Fiesc vai reforçar o portal Business & Investiments in SC (businessinsc.com.br). Até momento, as informações estão disponíveis em três idiomas: português, inglês e alemão. Mas, ainda este ano, serão incluídas também em espanhol, árabe, italiano, francês, japonês, mandarim e russo, informa o diretor de Relações Industriais da entidade e responsável pelo projeto, Henry Quaresma. Estão cadastradas 45 empresas, 33 nacionais e 12 estrangeiras. Outras podem aderir.
Conforme Quaresma, os eixos do programa são a promoção comercial, atração de negócios e investimentos, capacitação e infraestrutura, fomento de parcerias e inteligência competitiva. No portal, estão disponíveis números sobre o Estado, com destaque para o PIB de US$ 86 bilhões em 2010, liderança no país em expectativa de vida e o segundo lugar em educação.
As informações em diversos idiomas facilitarão oportunidades com outros países. Quanto mais internacinalizada uma economia, mais dinâmica e competitiva é.

Vem aí vodka premium em garrafa iluminada com LED

26 de janeiro de 2014 0

DavideDavide Marcovitch teve uma passagem relâmpago por Florianópolis neste fim de semana. O italiano, que é presidente do grupo de bebidas de luxo Moët Hennessy na América Latina, África, Oriente Médio e Canadá, deixou um encontro em Garibaldi, na Serra Gaúcha, para aterrissar na Ilha na madrugada de sexta-feira para sábado. A empresa é líder mundial na venda de champanhe e dona de algumas das principais grifes do setor, como Veuve Clicquot, Moët & Chandon e Dom Pérignon.
À noite, o italiano que reside em São Paulo, jantou com sócios do Grupo ALL no restaurante Second Floor, em Jurerê Internacional, e por volta das 3h da manhã aportou na Posh Club. A intenção era conhecer a casa escolhida para o lançamento da Belvedere Night Saber no Brasil marcada para sexta-feira – o produto é a única vodca premium do mundo com garrafa toda iluminada com tecnologia de LED.

Colaborou Júlia Pitthan

Grupo catarinense projeta receita de R$ 4 bilhões

26 de janeiro de 2014 2

Fort2O Grupo Pereira, que nasceu a partir de um pequeno comércio em Itajaí fundado pelo casal Ignácio e Hiltrudes Pereira, em 1962, avança em SC e no país nos ramos de supermercado e atacado, com as bandeiras Comper, Fort Atacadista e Bate Forte. Dia 5 de fevereiro inaugura unidade do Fort Atacadista na SC-401, em Florianópolis. O vice-presidente de Património e Expansão, Manoel Pereira, revela que o grupo chegará este ano a 61 lojas em cinco estados, com receita anualizada de R$ 4 bilhões.

A Ilha de SC vai ganhar loja da bandeira Fort Atacadista, do grupo, dia 5. De quanto será o investimento?

Manoel Pereira – Será a sétima loja do grupo na Grande Florianópolis compreendendo as bandeiras Fort Atacadista e Comper. Nesta unidade (situada na SC- 401 próxima do posto desativado do pedágio) foram investidos cerca de R$ 25 milhões. A loja vai oferecer 9 mil itens, está abrindo 150 empregos diretos e 80 indiretos.

Quando o grupo foi fundado, quantas bandeiras de supermercados e lojas tem atualmente no Brasil?

Manoel – O grupo foi fundado pelos meus pais, Ignácio e Hiltrudes Pereira, em 1962, em Itajaí. Atualmente, atua em três canais de comércio: no varejo com a bandeira Comper, no atacarejo com o Fort Atacadista, e no atacado e distribuição, com a bandeira Bate Forte. Estamos em cinco estados, SC, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, mais o Distrito Federal. Temos 14 lojas do Fort Atacadista, 34 lojas Comper e 3 atacados Bate Forte.

Quais são os planos de expansão?

Manoel – Nosso plano de crescimento para este ano é muito agressivo. Em 5 de fevereiro, no mesmo dia e horário em que iremos inaugurar a loja Fort Atacadista em Florianópolis, também estaremos inaugurando mais uma loja Comper em Planaltina, no Distrito Federal. Em maio, inauguraremos mais uma em Cuiabá. Para este ano, teremos mais 4 lojas Fort Atacadista e 5 Comper. No canal atacado, abriremos filial no interior de São Paulo. Com mais essas unidades em funcionamento teremos um faturamento anualizado de R$ 4 bilhões.

Quantas novas lojas serão em SC?

Manoel – Das lojas que iremos abrir este ano cinco serão em Santa Catarina, entre as bandeiras do canal varejo e atacarejo. Com essa expansão, vamos fechar o ano com 61 lojas de todas as bandeiras.

Quando o grupo pretende investir em outros estados?

Manoel – Nossos planos são de crescimento nos estados onde já atuamos, mas nada impede de aproveitar alguma oportunidade que possa aparecer em algum outro estado. Queremos consolidar nossa liderança no Mato Grosso do Sul e Mato Grosso com a bandeira Comper, e em Santa Catarina no atacarejo, com a bandeira Fort Atacadista.

Que diferenciais impulsionam o sucesso do Grupo Pereira?

Manoel – Somos uma empresa muito enxuta, temos como valores o trabalho, a transparência e muita dedicação no que fazemos. Temos uma gestão com baixo custo, bons sistemas e uma equipe dedicada. Gente é o fator mais importante, damos muito valor à nossa equipe, que é composta por mais de 9 mil colaboradores.

Quem são os sócios do grupo e quantos atuam na empresa?

Manoel – Somos em 7 irmãos e seis trabalham na empresa. Não posso deixar de citar a nossa mãe, Hiltrudes que, com 83 anos, ainda faz visitas à loja quase que diariamente. Para nós, é um exemplo extraordinário.

A inflação afeta muito as vendas?

Manoel – A inflação afeta o poder de consumo das famílias. As pessoas passam a poupar mais e ficam mais cautelosas. Mas no segmento de produtos de consumo diário e que atuamos, não temos grandes oscilações.
Temos uma gestão com baixo custo, bons sistemas e uma equipe dedicada

Em família
Fort1Dos sete filhos do casal fundador, seis atuam no grupo. A matriarca Hiltrudes (E) visita lojas e participa de inaugurações, como a do Comper de Barreiros em 2011, quando esteve ao lado da filha Irani (D), diretora de Cliente da rede. Manoel, responsável pela expansão, começou a trabalhar na empresa quando menino. Sua jornada atual nunca termina antes das 20h. Para ter pique, caminha 45 minutos por dia. Nos finais de semana, adora pescar e receber amigos em casa.

Cresce o uso de corian na decoração

25 de janeiro de 2014 0

CorianO crescente uso do corian na decoração motivou a visita do presidente da DuPont Building Innovations, Timothy McCann, à fábrica da Infinita Superfícies, de Biguaçu. Ela processa o produto que se tornou uma alternativa bela e sofisticada para superfícies no setor de mobiliário porque permite variedade de cores em superfícies, substituindo outros materiais como granito, mármore e inox. Na foto, Deise Meinert (E), diretora da Infinita Superfícies, Timothy McCann (C) e Rodrigo Meinert do departamento de criação da Infinita Superfícies.

Foto: Lu de Moraes/divulgação

Woa lança o Opera House na Beira-Mar Norte

25 de janeiro de 2014 0

OperahouseO Opera House, último condomínio de alto padrão que integra o empreendimento Simphonia Woa Beiramar, da família Koerich, em Florianópolis, foi lançado quinta numa convenção para convidados especiais e corretores de imóveis. Foram recebidos pelos empresários Landinho Koerich (E), Antonio Koerich, Walter Koerich e Walter Silva Koerich. O Woa é um dos últimos projetos imobiliários na Avenida Beira-Mar Norte.

Foto: Koerich/divulgação

Atenções às economias dos EUA e Brasil

25 de janeiro de 2014 0

Tanto o ex-presidente dos EUA, Jorge W. Bush, quanto outros líderes americanos não mostraram muito otimismo com a economia do seu país. Foi isso que ouviu, em palestras na NRF, em Nova York, o vice-presidente da CNI, Alcantaro Corrêa. Na Europa, o presidente do Sintex, Ulrich Khun, ouviu analistas dizerem que, com tantas mudanças contábeis, o Brasil pode ser a Argentina amanhã.