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Presidente da Audaces à frente do SCMC

11 de fevereiro de 2014 1

O empresário Claudio Grando, presidente da empresa de tecnologia para moda Audaces, de Florianópolis, é o novo presidente do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), sucedendo Cristiano Buerger, da Tecnoblu, de Blumenau. A vice-presidente é Amélia Malheiros, gestora de comunicação institucional da Hering. A eleição da diretoria foi sexta quando as 21 empresas associadas também trataram de planejamento estratégico.

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Comentários (1)

  • Taylor T. Wisbeck diz: 24 de fevereiro de 2014

    Parabéns, principalmente àqueles que, nos bastidores, viabilizaram essa real situação.

    Para reflexão das empresas que prezam pela boa gestão de pessoas em seus planejamentos estratégicos, segue antigo texto abaixo bastante interessante.

    Publicado em 23 de junho de 2007 por João Mattar
    Uma organização tem obviamente liberdade para demitir os funcionários que desejar.

    Entretanto, a demissão como retaliação a pessoas que se propõem a questionar o status quo é não só uma atitude em desacordo com as mais modernas políticas de gestão de pessoas, como um ato de pura covardia.

    Aprender com o erro é um lema das organizações que aprendem e, por isso, conseguem se manter competitivas no mercado. E quem pode contribuir mais para mostrar a uma organização os erros que ela está cometendo do que seus próprios colaboradores?

    Punir com a exclusão quem decide correr o risco e exercitiar seu senso crítico é não só uma mostra de que a organização não admite enxergar seus erros (sinal de fracasso iminente), como um reforço no clima de mordaça, porque deixa claro para o grupo que ninguém pode questionar nada, que todos devem obedecer o general como cabeças de gado.

    Mas, além disso, do ponto de vista de relacionamento pessoal e respeito ao próximo, a demissão como retaliação a críticas é uma mostra de que algumas pessoas absolutamente não dão valor ao ser humano, apenas a si próprias, à posição que ocupam e ao poder que exercem. De que não possuem compaixão nem respeito pelas outras pessoas, e precisam reforçar sua autoridade pelo uso da força, já que não possuem liderança natural sobre sua equipe.

    O “chefe” que age assim pensa que está reforçando a sua autoridade sobre o grupo, quando na verdade está contribuindo para miná-la um pouco mais, já que no fundo a demissão por retaliação a críticas apenas demonstra com mais clareza para o grupo que o “chefe” realmente não tem autoridade nenhuma, ao contrário, tem sim uma enorme insegurança, e só consegue se impor através da força.

    A demissão como retaliação a críticas deixa escancaradas tanto a imensa insegurança de quem planeja as demissões quanto a extrema cegueira da instituição que permite esse comportamento. E entramos em um círculo vicioso, porque quem poderia coibir os abusos dos “chefes” autoritários ou está cego, ou é obrigado a fingir que é, senão também está fora.

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    http://joaomattar.com/blog/2007/06/23/demissao-como-retaliacao/
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