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No futuro, renda no campo será maior

25 de março de 2014 0

A transformação que começa a atingir o trabalho no meio rural, tanto no Estado quanto no Brasil, sinaliza que o profissional do campo terá maior remuneração e os alimentos devem ficar mais caros. A coluna ouviu dos especialistas sobre o tema, o secretário adjunto de Estado da Agricultura, Airton Spies, e o vice-presidente da Federação da Agricultura (Faesc) e presidente da Cidasc, Enori Barbieri, que concordam e discordam em alguns pontos. Spies, pesquisador da Epagri com doutorado em Economia dos Recursos Naturais na Austrália, prevê que o trabalho no campo será cada vez mais qualificado em 10 ou 15 anos porque só ficará no interior quem tem vocação e as propriedades serão geridas como empresas. Para isso, o país terá que aprovar uma lei. Ele diz que haverá mais serviços no interior e o preço dos alimentos não serão caros. Já Barbieri diz que a transformação no campo já está acontencendo. Jovens graduados só voltam para as propriedades quando essa remunera bem. Mas a produção de alimentos está cara e vai ficar ainda mais cara porque o campo enfrenta três custos elevados: de mão de obra qualificada, energia e combustíveis.

Formação rural
Tanto a Epagri quanto a Faesc oferecem uma série de cursos de gestão de propriedades rurais e outros para agricultores e seus filhos. Enori Barbieri, da Faesc, alerta que os salários estão altos. Um profissional qualificado na área rural ganha, no início, a partir de R$ 2 mil por mês.

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