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Posts do dia 11 maio 2014

Poupança na sua vida

11 de maio de 2014 0

Toda segunda-feira, na  coluna do Diário Catarinense e aqui no blog vou divulgar uma pequena entrevista com pessoas do mundo econômico e  e também de outras áreas sobre como administram suas finanças. A estreia do espaço é com o professor de Finanças Pessoais da UFSC e consultor do banco Itaú, Jurandir Macedo. E especialmente nesta segunda coincidiu que ele vai ministrar uma palestra sobre o tema a voluntários da Fifa, em São Paulo.

Quando começou a poupar?
Com 23 anos, quando fui trabalhar na Eletrosul e meu salário triplicou. Eu era almoxarife e me tornei analista financeiro. Aí passei a viver com o salário de almoxarife e poupava a diferença. Fiz isso durante um ano e oito meses. Depois, em 1984, investi o dinheiro poupado. Me associei com Antonio Westrup e José Luiz Monn e abrimos uma fábrica de reciclagem industrial de plástico. Vendemos empresa em 1989.

Como aplica seus recursos hoje?
Divido em três partes: um terço em ações, um terço em títulos públicos (Tesouro Direto e fundos) e um terço em reflorestamento.

Qual é a gestão ideal de finanças pessoais?
Gastar um pouco menos do que se ganha e diversificar a sobra. Para a maioria das pessoas eu recomendo investir um terço em imóveis, um terço em fundos ou títulos públicos e um terço em ações. Minha esposa investe tudo em imóvies, por isso não incluí na minha carteira. Somos servidores públicos, o que dá uma estabilidade. Mesmo assim poupamos para o futuro porque sempre há risco, mesmo com aposentadoria do setor público. É claro que a gente não espera que isso aconteça, mas diversos países da Europa tiveram problemas para pagar aposentadorias anos atrás.

O professor cita frase de Shakespiare,  na obra Antonio Mercador de Veneza, para mostrar que a diversificação de investimentos  vem de séculos atrás:

- Nem todas as minhas cargas estão confiadas a um só navio, nem todos os navios se dirigem a um só porto, não são pois as especulações do presente ano que me fazem ficar triste – diz o célebre personagem.

Florianópolis mostra seu potencial turístico em feiras

11 de maio de 2014 1

Uma nova ação da prefeitura de Florianópolis, por meio da sua Secretaria de Turismo, é a apresentação do diversificado potencial turístico do município e região em feiras nacionais e internacionais. Vai marcar presença em 16 mostras do setor este ano, sendo seis internacionais. Desde quinta participa em Madri, Espanha, na convenção anual da IGLTA (Internacional Gay and Lesbian Travel Association), evento voltado ao turismo GLBT que já sediou. Esse é um dos potenciais da cidade que foi citada pela revista Forbes como o destino gay mais popular do país.
A secretária de Turismo, Maria Cláudia Evangelista, diz que o objetivo é alcançar um crescimento gradativo do número de visitantes que optem pela região como destino o ano todo e não só no verão. Além de praias e infraestrutura para eventos, ela afirma que a região está se consolidando em opções gastronômicas, no ecoturismo com trilhas de observação, canoagem, raffting, kitesurf, montanhismo e sandboard. Florianópolis recebeu 1,5 milhão de turistas na temporada 2012/2013. A meta é atrair mais visitantes da América Latina, diz a secretária.

Força dos serviços diferencia arrecadação da Capital de SC

11 de maio de 2014 0

Florianópolis é uma das quatro capitais brasileiras que obtém maior arrecadação própria do que de transferências da União e Estado. As outras são Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. A conclusão é de novo estudo sobre municípios feito pela Fundação Brava e Insper, informou o site da Folha de S. Paulo hoje. Esse diferencial ocorre em função da forte participação de dois tributos municipais, o IPTU (sobre imóveis) e o ISS (sobre serviços) quando a expansão imobiliária, software, turismo ou outros segmentos dessa categoria estão mais presentes.

Em municípios onde o peso da indústria, comércio ou agricultura é grande, impostos como o ICMS e o IPI incidem mais. Esses tributos são arrecadados pelo Estado e a União, consequentemente, as prefeituras recebem o percentual de retorno devido que no caso de ICMS é de 25%.
Por ter um polo de software desenvolvido, Florianópolis arrecada mais ISS desse setor do que com o turismo, por isso ganhou espaço nas mídias nacional e internacional sendo apontada como o Vale do Silício do Brasil. Isso em função de pesquisa feita em 2007, segundo a qual empresas de tecnologia arrecadaram R$ 9,9 milhões, o que correspondeu a 11% do total de ISS, tributo que representava 37% da arrecadação. A cifra foi duas vezes maior que a do turismo, setor tradicional na Ilha de SC.