Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de maio 2014

Associação de Jurerê elege diretoria

31 de maio de 2014 2

O bairro Jurerê Internacional, que ainda vive a polêmica do funcionamento dos beach clubs, foi às urnas eleger a nova diretoria da associação dos moradorres, a Ajin. Nos próximos 12 meses, a entidade será liderada por empresários. O novo presidente é José Michelli Vasques e o vice, Paulo Cezar Silva, do grupo Santa Fé e Shopping Iguatemi. A chapa de oposição venceu com 56% dos votos. E o novo conselho tem entre os integrantes também as empresárias Anelise Dal Zotto, Fabiana Muller e Karin Verzbickas. Tudo indica que haverá menos oposição aos beach clubs.

A propósito, na coluna do jornal impresso, escrevi que a nova diretoria assumiria no próximo ano. Na verdade, é nos próximos 12 meses.

Vidro espelhado de prédio traz o céu para a praça, diz arquiteto

31 de maio de 2014 0

OfficesdO prédio espelhado Office Green (foto), no coração da Cidade Criativa Pedra Branca, em Palhoça, é o primeiro empreendimento comercial de SC a obter a pré-certificação LEED, reconhecimento internacional de sustentabilidade. Na Mostra Casa&Cia 2014, exposição promovida pelo Diário Catarinense, os arquitetos terão nesse prédio 10 espaços disponíveis, com tema livre, para criarem projetos. Segundo o arquiteto André Schmitt, responsável pelo projeto do Office Green, o vidro espelhado predominante na fachada do imóvel traz o céu para dentro da praça central da Pedra Branca.

Devedor de imposto pode ter nome no SPC

31 de maio de 2014 0

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) implantará o protesto em cartórios dos débitos tributários inscritos na dívida ativa. O objetivo é apertar o cerco aos devedores, principalmente de ICMS. Um dos modelos a serem seguidos é o de São Paulo. Lá, se a dívida não for quitada em 30 dias, os cartórios enviam os nomes dos contribuintes ao Serasa e SPC

PIB perde ritmo e cresce apenas 0,2%. SC foi melhor

30 de maio de 2014 1

A expansão do PIB brasileiro deu uma desacelerada no primeiro trimestre do ano, com crescimento de apenas 0,2% no período frente ao trimestre anterior. Pesou para esse resultado pífio a queda de 2,1% na taxa de investimentos (formação bruta de capital fixo) e os recuos de 0,8% da indústria e de 3,3% das exportações de bens e serviços. Segundo o IBGE, que fez o levantamento, o agronegócio cresceu 3,6% no período, os investimentos de governos aumentaram 0,7% e os serviços, 0,4%. As importações de bens e serviços tiveram alta de 1,4%.

A expansão do agronegócio era esperada porque é nesse período em que é colhida a safra de grãos. A queda de investimentos é preocupante porque esse é um dos grandes gargalos do país. Sem investimento, a economia não cresce. Vale observar que indicadores sobre Santa Catarina no período de janeiro a março deste ano indicam que o Estado teve desempenho acima da média nacional. A principal referência é o índice do Banco Central por Estados, mas os empregos, vendas e produção industrial e exportações também indicaram números mais elevados em SC. A propósito, o PIB por Estados sai um ano depois.

Sesi de SC faz parceria com Universidade de Harvard e Niosh

30 de maio de 2014 0

HarvardSanta Catarina vai sediar no Sesi, do Sistema Fiesc, um núcleo de inovação na área de qualidade de vida do trabalhador da indústria. O projeto integra iniciativa do Sesi nacional em parceria com duas instituições americanas que são referência mundial na área, a Universidade de Harvard e o Instituto Nacional de Saúde Ocupacional (Niosh). Quarta-feira e ontem, executivos das duas instituições visitaram a sede da Fiesc e empresas de Joinville para conhecer o trabalho do Sesi. Só no Estado, as inovações do novo núcleo vão beneficiar cerca de 800 mil trabalhadores da indústria e seus familiares.
Segundo o gerente executivo do Sesi nacional na área de qualidade de vida, Sérgio Motta, os núcleos adotarão inovação aberta, o que permite diversos parceiros, incluindo pesquisadores de universidades num sistema de co-participação na busca de soluções para qualidade de vida no trabalho.
A diretora de colaboração global do Niosh, Andrea Okun, avalia que essa parceria será uma via de mão dupla.O instituto tem pesquisas sobre saúde em setores tradicionais da indústria, na área de serviços e começa a dar atenção maior aos efeitos das tecnologias do futuro, como a nanotecnologia.
O Centro de Promoção de Saúde e Bem Estar no Trabalho da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard pesquisa a saúde total do trabalhador, diz a pesquisadora Deborah McLellan, que atua no Instituto de Câncer Dana-Faber, da universidade. Integra a parte de segurança e saúde com a questão do estilo de vida e bem-estar, incluindo doenças crônicas e metabólicas.

Qualidade de vida
Um dos temas prioritários da Fiesc, atualmente, é a qualidade de vida do trabalhador. Por isso, ontem, o presidente da entidade, Glauco José Côrte, conversou com os executivos e pesquisadores da Universidade de Harvard e do Niosh sobre a parceria para o núcleo de inovação do Sesi. Além disso, em maio de 2015, SC vai sediar o Encontro Mundial de Qualidade de Vida do Trabalhador. Na foto, a partir da esquerda, o superintendente do Sesi-SC, Fabrizzio Pereira; Dawn Castillo e Hongwei Hsiao, do Niosh; gerente nacional do Sesi, Sérgio Motta; diretora do Niosh, Andrea Okun; pesquisadora de Harvard, Deborah McLellan, Jack Dennerlein, também de Harvard, e o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.
Foto: Fillipe Scotti, divulgação

Dinheiro e vida em equilíbrio

29 de maio de 2014 0

Dimensão4Muitos discordam da expressão Dinheiro não traz felicidade, mas nem todos que têm dinheiro sabem fazer uso dele para ter harmonia e paz na vida. Com o livro 4 dimensões de uma vida em equilíbrio, os renomados profissionais de educação financeira Jurandir Macedo, Martin Iglesias e Denise Hills indicam a importância dos capitais físico, social, intelectual e financeiro na vida. A editora é a Insular e a obra é interessante para todos os que fazem gestão de recursos familiares, especialmente aos que já têm um bom patrimônio. Os autores, que também atuam na área de consultoria em ativos e finanças pessoais do Itaú Unibanco, lançam a obra nesta sexta-feira, a partir das 19h, na Saraiva do Iguatemi de Florianópolis.

Trem turístico entre São Francisco e Corupá pode voltar

28 de maio de 2014 0

A Instância de Governança do Norte de Santa Catarina, com o objetivo de fomentar a infraestrutura e divulgação da região como destino turístico, planeja reativar o trem de passageiros que ligava Corupá a São Francisco. Conforme o presidente da entidade, Augusto Kolling, o estudo de viabilidade deve ser concluído até o final do ano. Nos anos de 1990, o trem estava em operação. Os principais usuários eram os moradores do Norte do Estado, que as belas paisagens do trajeto, incluindo florestas, campos e a bucólica cidade de Corupá, cercada por montanhas. A propósito, uma das maravilhas da região é o Parque Emílio Battistella, com 14 cachoeiras.

http://www.rppncatarinense.org.br/hp/assoc_battistella.asp

Por Karine Wenzel

OIE renova certificado de SC como livre de aftosa sem vacinação

27 de maio de 2014 0

Santa Catarina segue como o único Estado do país livre de aftosa sem vacinação. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) renovou a certificação catarinense e reconheceu mais oito estados brasileiros livres da doença com vacinação. A entrega dos certificados internacionais ocorreu ontem em Paris, onde também acontece a 82ª Assembleia Anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e o diretor de Defesa Agropecuária, Roni Naschenveng Barbosa, representaram Santa Catarina no evento.

Louça lavada, tempo livre e preservação ambiental

26 de maio de 2014 4

Tecnologia na cozinha ajuda a preservar água, ganhar tempo e economizar. Testes feitos pelo Instituto Falcão Bauer, em São Roque, São Paulo, apontaram que o uso de lava-louças na comparação com a lavagem manual permite economizar 17% de água por família de quatro pessoas, o equivalente a 27 mil litros (55 caixas d’água de 500 litros cada) por ano. E quem lava louça terá cerca de 4,5 horas de trabalho a menos por semana, podendo usar esse tempo em outras atividades ou para descansar. O custo de energia em cada lavagem pela maquina é de R$ 0,15 e a economia de 17% de de água reduz a conta desse insumo. 

A pesquisa foi encomendada pelas empresas Rickett Benckiser, fabricande da marca de detergente de lavar louças Finish, e pela Whirlpool Latin America, dona das marcas Consul, Brastemp e Embraco, que têm fábricas em Joinville. O cálculo foi feito para máquina de 12 serviços, que consome 16 litros de água. A lavagem manual da mesma louça ocupa 91 litros em média. No Brasil, apenas 2% das famílias têm lava-louças. Nos EUA e na Alemanha, chega a 80%.

A era dos carros silenciosos chegou

26 de maio de 2014 1

BMWi3A apresentação do BMW i3 no Brasil, o primeiro carro elétrico feito em série pela BMW, foi no auditório da Expogestão, sexta-feira, em Joinville. O presidente da companhia no país, Arturo Piñeiro, aconselhou aos interessados que podem entrar na fila agora porque vai ter fila de espera. A única dúvida é que o governo brasileiro ainda não definiu taxas e impostos para carros ecológicos, que têm as maiores isenções no Primeiro Mundo. Nos EUA, o i3 custa a partir de US$ 34 mil e na Europa, o menor preço é 34 mil euros.Ele trafega 160 quilômetros com uma carga de baterias, o que é suficiente para trajetos urbanos.
O principal impacto para as ruas é que esses carros elétricos não têm ronco de motor, são silenciosos, o que exige maior atenção de pedestres, ciclistas e também de motoristas.

Ícone da marca é o esportivo i8BMWi81
O modelo elétrico mais sofisticado da BMW é o i8, um híbrido movido por propulsão elétrica e gasolina, que faz nada menos do que 47 quilômetros por litro de gasolina. Com 360 cavalos, ele acelera de zero a 100 quilômetros em 4,4 segundos, tem tração 4X4 e as portas abrem para cima (foto). Seu preço ao consumidor europeu é 120 mil euros. A empresa ainda não informou quando chegará ao mercado brasileiro. Os i3 e o i8 são fabricados na fábrica sustentável da BMW, em Leipzig, Alemanha.

BMW produz carros cada vez mais verdes

25 de maio de 2014 1

ArturoO grupo BMW, fabricante de carros de luxo, vê o futuro do setor com produtos totalmente sustentáveis. Foi isso que sinalizou o presidente e CEO no Brasil, Arturo Piñeiro, ao entrar no auditório da Expogestão, na sexta-feira, no BMW i3 (foto), modelo elétrico que será vendido no Brasil a partir do segundo semestre. Ele explicou como a empresa cria produtos tecnológicos e sustentáveis. Na entrevista que concedeu com exclusividade à coluna e ao blog, ele falou sobre a fábrica em Araquari, que será concluída em setembro, e sobre outros temas.

Como a BMW está preparando o início da produção em Araquari?

Arturo Piñeiro – A previsão é ter a fábrica pronta no final de setembro para produzir o primeiro carro em outubro. Estamos preparando uma cerimônia para a inauguração da fábrica.

Vocês estão tendo de importar trabalhadores com experiência em linha de montagem de automóveis?

Piñeiro – Não. Abrimos as contratações no Estado de Santa Catarina, estamos contratando mão de obra local. O mais importante é que o nosso projeto de contratação está muito ligado ao processo de formação que nós temos. Nós montamos uma linha de montagem de formação e estamos treinando todas as pessoas que estamos contratando.

Qual será o destino da produção de Araquari?

Piñeiro – Nossa capacidade instalada é de 32 mil unidades por ano. O aumento da produção vai ser progressivo. Nossa ideia é aproveitar a capacidade produtiva das nossas fábricas. Se o mercado brasileiro não absorver tudo o que nós estimamos, temos de buscar alternativa e a exportação é uma delas.

Como a BMW está fazendo os carros ecológicos do futuro?

Piñeiro – Nós estamos lançando no mundo inteiro a nossa submarca, a BMW i, com dois produtos, o BMW i3 e o BMW i8. São dois produtos que foram concebidos elétricos. Hoje há uma preocupação muito grande no mundo inteiro de buscar novas fontes alternativas de propulsão ao petróleo e uma delas é a propulsão elétrica. A BMW investiu muito fortemente para criar dois veículos concebidos e nascidos elétricos, que é a primeira vantagem frente às demais marcas do setor, e a segunda vantagem é que esses dois veículos são produzidos na nossa fábrica de Leipzig, Alemanha. Ela é abastecida por três usinas eólicas, consome 50% menos água e explora a luz natural. Ela realmente busca essa combinação do bem estar do empregado e harmonia do entorno.

Está mais difícil vender automóveis no Brasil. Quais são as expectativas?

Piñeiro – O mercado brasileiro não vem atravessando um bom momento. Isso está ligado um pouco com a confiança sobre o futuro da economia brasileira. Eu sempre fui da opinião de que o Brasil não está tão mal como todo mundo fala. Está passando por uma crise de confiança. O país tem uma base bastante segura de desenvolvimento futuro. Se as medidas corretas forem tomadas, esse padrão de desenvolvimento dos últimos anos, de crescimento e bem estar pode continuar no futuro de uma forma muito mais dinâmica. Hoje, o mercado está se retraindo e temos que nos adaptar.

Como está a BMW no mercado mundial?

Piñeiro – Nós estamos presentes em mais de 140 países, nossa atividade mundial é frenética. Nós comercializamos três marcas, a BMW, Mini e Rolls Royce e também as motocicletas Motorrad. O ano passado foi o melhor da nossa história. Este ano, para a BMW, está sendo melhor do que no ano passado.

Trajetória na companhia
Arturo2O presidente e CEO do BMW Group Brasil, Arturo Piñeiro tem 48 anos, nacionalidade brasileira e espanhola, é casado e tem duas filhas. É graduado em Economia pela Faculdade de Economia São Luiz e atua no grupo há 18 anos. Já trabalhou pela BMW na Espanha, EUA, Argentina e Brasil. Na foto, o executivo  é conduzido ao auditório da Expogestão no BMW i3.

O BMW Group
É um dos fabricantes de automóveis e motocicletas mais bem-sucedidos do mundo. Iniciou atividades em 1917 e atua com as marcas BMW, MINI e Rolls-Royce. Opera 28 instalações de produção e montagem em 13 países e vende em 140 nações. Em 2013, vendeu 1,96 milhão de veículos e 115.215 motocicletas no mundo e conta com mais de 110 mil colaboradores.
fotos André Kopsch, divulgação

JBS é convidada a investir mais em SC

24 de maio de 2014 0

16515174O governador Raimundo Colombo liderou recepção, quinta à noite, na ACM, em Florianópolis, em torno do empresário Joesley Batista (C), presidente do Grupo JBS, maior produtor de carnes do mundo, que é dono da Seara e de outras empresas de SC. Entre os convidados, fornecedores da JBS como o empresário Denison de Freitas (D), do Komgroup, dono da Kondelli, de pescados. Além dos R$ 60 milhões anunciados para unidades de SC, Colombo convidou Batista para investir ainda mais no Estado.

A propósito, foi o governador quem procurou Batista e sugeriu ao JBS comprar a Seara, quando sentiu que o grupo Marfrig, então proprietário, não estava disposto a continuar com o negócio. A aquisição foi finalizada em outubro. Nos dois últimos anos, a JBS comprou mais três empresas de carnes de SC que estavam em dificuldades porque foram afetadas pela crise de grãos devido a seca nos EUA: Agronêneto, Tramonto e Sul Valle. Assim, SC se tornou um polo produtivo de grande importância para o grupo paulista.

Batista foi a celebridade do evento na ACM. A maioria dos presentes fez questão de fazer foto ao lado dele. Mas tanto o empresário, quanto executivos do grupo como o catarinense Gilberto Tomazzoni, diretor para a área de mercado externo, não puderam dar entrevista porque a companhia está em período de silêncio no mercado financeiro. Na última terça, o JBS comunicou à BM&F Bovespa e à CVM que fará o IPO (abertura primária de ações) de uma nova empresa do grupo, a JBS Foods, que será integrada pela catarinense Seara e outras empresas de alimentos do grupo.

A primeira cerveja com ostras do país

23 de maio de 2014 1

Dois produtos que projetam a gastronomia de Florianópolis, a cerveja e a ostra, terão uma harmonização inédita neste sábado, em Santo Antônio de Lisboa. Será preparada a primeira cerveja com ostras do Brasil. A mistura será durante a elaboração de bebida no evento de comemoração do aniversário da Associação dos Cervejeiros Artesanais de SC (Acerva), informa o empresário Filipe Costa, que é o anfitrião no bar Sambaqui.

 Ele explica que a cerveja será feita por um mestre cervejeiro a partir das 9h. Quando a bebida estiver na fase de fervura, serão colocadas as ostras temporariamente. Ao abrirem, serão retiradas para consumo. Filipe Costa explica que o calcário da casca das ostras dá um sabor especial para a cerveja preta. O modelo, segundo ele, vem do exterior e o processo todo demora cerca de seis horas. A Irlanda se destaca nisso. Durante a confraternização dos cervejeiros, o bar Sambaqui ficará aberto ao público.

SC se destaca na arrecadação aduaneira em portos

23 de maio de 2014 0

Gavazzonie

O superintendente da Receita Federal, Luiz Bernardi (E), que responde por SC e PR, se reuniu ontem com o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni (D). Bernardi elogiou o desempenho do Fisco catarinense. Informou que o Estado responde por 20% de toda a arrecadação aduana nacional, relativa a importação e exportação. Eles falaram sobre ações futuras em conjunto para coibir sonegação e falsificação.

 

Foto: SEF Divulgação

No topo do ranking de coachs

23 de maio de 2014 2

Coach7O coach Vinícius Carvalho (foto), de Florianópolis, foi eleito o top 1 do mercado empresarial para a América Latina e Península Ibérica (Portugal, Espanha e Andoha) pela ActionCoach. O profissional atende, atualmente, 48 empresas por meio de programas de coaching empresarial. O mais novo cliente é a Trend Foods, representada pelas marcas China in Box e Gendai, que totalizam 115 franqueados em 21 estados brasileiros.

Marketing imobiliário com entrega de flores

23 de maio de 2014 0

FloresImovelA empresária Luise Deschamps, sócia da Rodes Engenharia, gosta de ações diferenciadas de marketing. Depois de oferecer uma subida de balão ano passado para divulgar o residencial Amaryllis, no Estreito, ela optou pela distribuição de flores para comemorar a chegada do empreendimento Caminho das Flores, no Abraão. Quem passou pelo Parque Coqueiros, sábado, ganhou vasos floridos. Este é o sexto residencial da Rodes e todos têm nomes de flores. Na foto, promotora leva flores em bicicleta.

SC Rural pode se tornar programa permanente

23 de maio de 2014 1

Equipe do Banco Mundial (Bird) liderada pelo economista sênior do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da instituição, Diego Arias, veio a Santa Catarina supervisionar projetos e avaliar os avanços do programa SC Rural. Ontem, esteve com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucia Dellagnelo. Esta semana, conversou ainda com o secretário de Agricultura, Airton Spies. Um plano é transformar o Programa SC Rural em política pública permanente.
O secretário executivo do SC Rural, Julio Cezar Bodanese, também esteve na reunião com Lucia, na qual foram definidos os encaminhamentos de ações para o alcance das metas estabelecidas pelo programa. Segundo ela, o foco agora é avançar mais rápido na aplicação dos recursos, pois o programa deve aplicar ainda dois terços do total de recursos, US$ 189 milhões, até o final de 2016.

Brasil cai quatro pontos em ranking de competitividade

23 de maio de 2014 0

O Brasil só tem recuado em um dos rankings mais relevantes do mercado mundial. Caiu quatro posições e ficou em 54º lugar no Índice de Competitividade Mundial 2014 (World Competitiveness Yearbook – WCY), divulgado ontem pelo instituto IMD, da Suíça, e a Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. Entre os 60 países analisados, o Brasil ficou à frente apenas da Eslovênia, Bulgária, Grécia, Argentina, Croácia e Venezuela. No ano passado, o país ficou em 51º lugar. Este ano, os primeiros do ranking, na ordem, são os Estados Unidos, seguido pela Suíça, Cingapura, Hong Kong, Suécia, Alemanha e Canadá.Quem analisou o ranking em palestra na Expogestão, ontem, em Joinville, foi o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, representante brasileiro do estudo global de competitividade. Ele falou sobre Estratégias e Inovação.
É preocupante o fato de o Brasil vir perdendo posição no indicador ano após ano. Em 2010, estava em 38º lugar. A pesquisa é baseada em indicadores de eficiência do governo, eficiência empresarial e infraestrutura. No caso do governo, houve piora nas finanças públicas, estrutura institucional e estrutura social. Na área empresarial, a produtividade e eficiência caiu de 58 para 59 e em mercado de trabalho, foi registrado recuo de 23 para 32. Na área de infraestrutura, a maior queda ficou no indicador saúde e meio ambiente, que estava em 35 e foi para 40.

Para ajustar as contas públicas e iniciar ciclo de crescimento

22 de maio de 2014 0

RabelloPara sair do ciclo do pibinho e entrar em outro de crescimento maior, a alternativa do Brasil é controlar os gastos públicos, especialmente as despesas correntes e, também, conter os juros para não pagar R$ 248 bilhões nessa rúbrica, como ocorreu no ano passado. Os conselhos são do economista Paulo Rabello de Castro, doutor pela Universidade de Chicago e um dos coordenadores do Movimento Brasil Eficiente (MBE). Rabello esteve em Florianópolis, ontem, e fez a primeira palestra do ciclo de debates Cresce SC, ontem, numa iniciativa da Federação Nacional dos Engenheiros, Sindicato dos Engenheiros de SC e Diário Catarinense, com apoio da Fiesc. O Movimento Brasil Eficiente começou em SC em 2010, a partir de iniciativa do então presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij), Carlos Rodolfo Schneider, e hoje é apoiado por mais de 80 entidades empresariais do Brasil. Confira a entrevista do economista ao blog e à coluna.

O que o presidente (a) eleito deve fazer para melhorar os fundamentos da economia. O tripé não está sendo seguido da forma necessária?
Paulo Rabello de Castro
- O Brasil tem se enganado muito com o que um tripé pode entregar. Na realidade, eu diria que esse tripé está capenga, pecisa ser reformado. Você não vai ver nenhum economista fazendo a crítica que vou fazer. Quando se alinha a necessidade de se atender um superávit primário, que é o superávit fiscal, portanto um resultado de economia fiscal primária, quando se fala em flexibilização cambial e um regime de meta para inflação, não se tem uma fórmula perfeita de estabilidade econômica, muito menos na economia brasileira porque todas as fórmulas têm ser avaliadas para aplicação em condições específicas de cada país.

Onde está a falha?
Rabello
- Na regra do superávit fiscal primário, que é aceita por todos, inclusive pela esquerda porque é um conceito mais ou menos doméstico. Prevê que alguém que tem dívida pública tem que gerar uma economia suficiente pelo menos para cobrir os juros. Só que esse conceito doméstico, quando aplicado à economia nacional se torna contraditório. É que quem deve esta dívida é um intermediário, a dívida é publica, portanto, em última instância, quem honra a dívida é o cidadão contribuinte. E quando o contribuinte tem que fazer economia para pagar impostos, se supõe que uma outra regra implícita, uma quarta regra, é necessária, por isso eu falo em quadripé. Ela requer que a despesa pública total tem que estar totalmente controlada. Tem que haver uma regra rígida de controle de despesa total, principalmente a de despesa corrente, a que exclui o investimento, de forma que se abra espaço para o país não ser pressionado a fazer um esforço maior de arrecadação para cobrir parte dos juros. Na medida em que a despesa total esteja sempre crescendo e numa velocidade superior ao crescimento da economia, para a gente honrar o superávit primário é preciso que a arrecadação comece a crescer além da capacidade de pagamento da economia, portanto é uma regra sufocante, de forca. Se a despesa pública cresce demais, estou tirando o resto dos recursos que o setor mais produtivo e investidor tem para gerar caixa e investimento e trazendo para um setor menos produtivo e menos eficiente, que é o governo.

É por isso que as contas não fecham?
Rabello
– É por isso. Então não é surpresa que a presidente Dilma não tenha recuperado a taxa de investimento do país. Do jeito que está, com o tripé, ninguém vai conseguir. Não adianta trocar de presidente se o novo inquilino não decidir controlar as despesas públicas. Todo mundo está cobrando do ministro Guido Mantega um negócio equivocado, o superávit primário. Estão cobrando uma bobagem.

Como é a regra sugerida pelo senhor e pelo Movimento Brasil Eficiente, do qual é um dos coordenadores?
Rabello
- O que temos é que criar uma regra para controlar a despesa pública total. Isso não precisa ser um sacrifício para os governantes. Nos próximos cinco a 10 anos a despesa pública do Brasil teria que crescer abaixo do crescimento do PIB, poderia crescer um terço da alta do PIB. Se a inflação, por exemplo, sobe 4% e o PIB cresce 6%, os gastos públicos poderiam subir 4% (inflação), mais 2%( um terço do PIB). Se isso for feito, o país logo vai investir mais e entrar num círculo virtuoso. Se houver redução de gastos em 10 anos, será possível reduzir a carga tributária para 30% do PIB sem prejuízo da arrecadação projetada.

Como pode ser feito esse controle de gastos públicos?
Rabello
– Precisa ser criado o novo conselho de gestão fiscal, incluindo as três esferas de governo: União, Estados e municípios. O Copom, é o comitê que zela pela inflação. Teríamos um Copom do lado fiscal, com regra clara, que não precisa mudar com frequência. A fórmula que sugerimos seria para liberar a economia, sem arrocho salarial. Recentemente, tivemos aumento de despesa de custeio que chegou a 25% sobre o período anterior, muito mais do que o crescimento do PIB. Este ano, já tivemos alta de custeio de 13%, quando deveria ser no máximo de 7%.

Na sua avaliação as taxas de juros devem cair?
Rabello
– Devem cair, mas em função da redução da despesa pública. A Dilma fez um movimento na direção correta, ao tentar convergir para uma taxa de juros compatível com as do resto do mundo. Uma das coisas que mais criticam na gestão de Alexandre Tombini à frente do Banco Central foi o que ele mais acertou.

Como reduzir essa taxa de juros que eleva a dívida pública?
Rabello
– Isso passa pela redução das despesas do governo. Como ele gasta além da sua receita, o Brasil tem uma despesa financeira cavalar que, lamentavelmente, é tratada apenas como um dado. O país gastou, no ano passado, R$ 248 bilhões de reais para cobrir os juros da dívida. Já tivemos despesas menores, mas isso é muito dinheiro que poderia ser investido em saúde, educação e em obras nas cidades brasileiras. O Brasil não precisa ter taxa diária de juro. O governo deveria decidir não pagar esses juros e informar ao mercado. Outra coisa, não precisa pagar todo mundo no dia 30 se não tem dinheiro. Vamos ver o que foi produzido com os bilhões que o povo paga ao setor público e que foi para a rua cobrar serviços de qualidade. Os professores estão ensinando bem? A saúde está progredindo. A revolução que precisa ser feita é esta. Se não for esta, o inquilino está comendo às nossas custas e não está entregando o que o povo brasileiro precisa. Por que pagar R$ 248 bilhões de juros? Vamos reduzir isso para pelo menos R$ 150 bilhões em breve.

O que o Movimento Brasil Eficiente vai fazer para pressionar por mudanças na próxima eleição?
Rabello
– Fizemos uma pesquisa Datafolha que inclui as ansiedades de 95% do povo brasileiro. Vamos entregar essa carta do povo brasileiro aos candidatos (a) à Presidência da República. Chega de carta de candidato ao povo brasileiro, o povo é que vai dizer para esses candidatos o que pretende. Eles vão dizer como cumprirão. Se arrumarem as contas, esses R$ 30 bilhões que foram usados para fazer as arenas em quatro anos, poderemos investir anualmente em todos os municípios brasileiros.

Como o Brasil pode avançar na inovação?
Rabello
– Com mais investimentos em inovação e avanços na qualidade da educação. Mas é preciso, também, desonerar os investimentos em inovação e deixar os recursos mais livres. Hoje, para investir, o empresário tem que ficar solicitando para um órgão público.

E como melhorar o ensino fundamental, cuja qualidade aquém da concorrência externa é apontada como maior obstáculo?
Rabello
– Precisamos preparar melhor os professores e adotar remuneração por resultado. Só assim será possível avançar. Quem tem que ser avaliado e cobrado é o professor. Deveríamos estabelecer metas, uma delas seria subir uns 10 pontos ou mais, em alguns anos, no teste de Pisa (principal teste internacional de avaliação de qualidade do ensino fundamental, que mede conhecimentos em matemática, ciências e leitura), feito pela OCDE.

Foto: Jessé Giotti

JBS anuncia hoje investimento na unidade de Lages

22 de maio de 2014 0

Diretores da JBS divulgam hoje à noite, em evento em Florianópolis com a presença do governador Raimundo Colombo, os planos de expansão da unidade de Lages. A fábrica era da Perdigão, foi comprada pela Seara, então sob o controle da Marfrig para viabilizar a fusão com a Sadia. Como o grupo JBS comprou a Seara, a unidade passou a fazer parte da maior produtora de carnes do mundo.