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Presidente da Fiesc propõe novo pacto federativo a presidenciáveis

30 de julho de 2014 0
GlaucoPaCTO

Foto: Miguel Ângelo Pinheiro, CNI/divulgação


O presidente da Federação das Indústrias de SC, Glauco José Côrte, foi um dos empresários que sabatinaram os presidenciáveis nesta quarta-feira, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Ao questionar o candidato  Aécio Neves, defendeu a simplificação do sistema tributário brasileiro.

- A indústria não quer favores, quer apenas isonomia com os países com os quais compete. E isso não é pedir demais – afirmou o presidente da Fiesc.

Côrte argumentou ainda que a competitividade da indústria brasileira depende, em grande parte, de um novo pacto federativo, que reduza a carga tributária sobre investimentos, exportações e atividades industriais, além de ampliar o prazo para recolhimento de tributos.

 

Leia síntese das propostas dos candidatos divulgada pela Fiesc:

Eduardo Campos
O candidato disse que as reformas política e tributária terão prioridade em seu eventual governo. Ele garantiu que não aumentará a carga de impostos e prometeu que, caso seja eleito, enviará ao Congresso na primeira semana de governo uma proposta de reforma tributária, focada na simplificação, na desoneração dos investimentos e das exportações e na eliminação da cumulatividade dos tributos. Veja aqui a íntegra do texto.

Aécio Neves
O candidato afirmou que a política externa será alinhada à agenda comercial brasileira, com a retomada de negociação de acordos comerciais com parceiros no mundo. Ao falar à plateia de empresários, ele assegurou apresentar, no início de um eventual governo, a proposta para simplificar o sistema tributário brasileiro, mediante a unificação de tributos indiretos e com a compensação horizontal de créditos tributários. Veja aqui a cobertura completa.

Dilma Rousseff
A candidata à reeleição disse que é “capaz de fazer” as mudanças almejadas pelo setor industrial. Apontou a educação como o melhor caminho para o aumento da competitividade da indústria brasileiro e afirmou ser difícil aprovar uma reforma tributária integral, embora tenha admitido que, no primeiro ano de um eventual novo mandato, o governo poderá ter mais força política. Dilma defendeu ainda a política do governo para a indústria e criticou aqueles que conspiram contra o financiamento do setor. Leia o texto na íntegra.

 

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