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Posts do dia 1 agosto 2014

Triplex em Palhoça

01 de agosto de 2014 0

O empresário Rodrigo Brillinger, da Construtora Angra, vai construir o primeiro triplex de Palhoça. Será lançado no 21º Salão do Imóvel e Construfair/SC, que acontece de 13 a 18 de agosto, no CentroSul. O luxuoso prédio será no bairro Pagani,

Anjo abre nova fábrica em Criciúma

01 de agosto de 2014 0

A Anjo, de Criciúma, uma das principais fabricantes de tintas, solventes e complementos do país, vai inaugurar mês que vem sua quinta fábrica na cidade. O projeto visa continuar o crescimento da empresa que faturou R$ 352 milhões em 2013. A meta é crescer 8% neste ano e triplicar o valor nos próximos 10 anos. O investimento na nova planta é de R$ 9 milhões. A unidade vai fabricar  resinas para os segmentos automotivo, imobiliário, industrial e flexográfico.

"Os produtos mudam quase todo o dia, mas a marca não pode envelhecer"

01 de agosto de 2014 0

RosaEstrellaO Sindicato das Agências de Propaganda de Santa Catarina (Sinapro-SC) lançou ontem campanha pela valorização da propaganda criada por agências do Estado. Segundo a presidente da entidade, Rosa Estrella (foto), o valor do trabalho do setor está no conhecimento sobre como projetar marcas e fazer lançamentos.

O objetivo é mostrar para empresas que ainda não contratam serviços de agências profissionais que a propaganda feita com inteligência traz resultados melhores para os negócios.

A campanha foi criada pela agência Fórmula Comunicação, explora o humor e usa ovelhinhas como personagens. As peças começam a ser veiculadas pela mídia de SC nesta sexta-feira.

Qual é a linguagem e o tom da campanha?

Rosa Estrella –  A campanha não é soft no seu conteúdo, mas é muito consistente na forma. A gente escolheu trabalhar com humor, animação, com uma linguagem metafórica, usando animais para falar um pouco da relação entre agências e anunciantes. Com todo esse tom leve, a gente toca em temas muito importantes como confiança, estratégia e a importânica do trabalho profissional das agências.

Ainda existem empresas que optam por soluções caseiras para criar propagandas e decidir sobre investimentos publicitários?
Rosa Estrella –  Tem muita gente que ainda opta por solução caseira, sim. O  objetivo é conscientizar o empresário, o anunciante, sobre a importância de um trabalho de comunicação bem feito, por quem entende de comunicação, quem é capaz de fazer a recomendação certa com o objetivo de cada empresa. Hoje, com a facilidade em tecnologias e ferramentas, prescindem de um parceiro estratégico de comunicação, acreditam que podem fazer em casa. Isso é um erro grave que pode representar o insucesso de uma estratégia, de um lançamento, de uma marca.

É muito perceptível a diferença de resultados quando há um trabalho profissional de propaganda ou nâo?

Rosa Estrella – Sim. Temos muitos exemplos não só em Santa Catarina, como também no Brasil e no mundo. Num Estado como o nosso que é tão rico industrialmente, a gente percebe claramente a diferença de visibilidade das marcas que investem numa propaganda bem feita, bem elaborada, das que não se preocupam com isso, que acham que comunicação não é um ativo importante. Por mais que uma indústria seja focada em produto, o valor de uma marca é o maior ativo que uma empresa pode ter. Os produtos mudam quase todo dia, mas a marca não pode envelhecer.

Como está sendo o impacto da mídia digital na propaganda?

Rosa Estrella – Mudou bastante. Hoje, as agências não têm mais a sua visão focada apenas nas mídias tradicionais. A totalidade das estratégias têm que levar em conta a mídia online.

Como está o mercado publicitário catarinense?

Rosa Estrella – O nosso mercado cresce todos os anos há 10 anos. Foi isso que mostrou pesquisa feita pelo trade de comunicação para medir o tamanho da receita real, excluindo o índice de inflação. É uma prova de que o nosso mercado tem muito potencial, que mesmo nos anos mais difíceis economicamente a gente teve crescimento. SC vive um momento importante e a comunicação é um espelho da sociedade.

Foto: Felipe Carneiro

Falta de fiscais agropecuários atrasa cargas em portos de SC

01 de agosto de 2014 14

Santa Catarina necessita de 60 novos fiscais federais agropecuários porque os 146 em atividade, hoje, são insuficientes para atender as demandas estaduais. A situação é mais crítica nos portos, que contam com apenas três engenheiros agrônomos para fiscalizar cargas vegetais e necessitam de mais 11. O problema está atrasando o movimento e exigindo o deslocamento de profissionais de outros Estados para fazer o trabalho nos terminais de SC, alerta o delegado sindical da categoria no Estado, Serafim Castro da Costa.Segundo ele, se houvesse número suficiente de profissionais, a movimentação poderia ser mais rápida.

A maior limitação ocorre no Complexo Portuário Itajaí, que reúne os portos de Itajaí e Navegantes e movimenta a maior parte das cargas no Estado. Dos seis engenheiros agrônomos que atuavam no local, quatro estão aposentados, mais um está se aposentando e apenas um segue trabalhando. A secretaria do Ministério da Agricultura (Mapa) em SC está trazendo três profissionais de fora, mas é uma solução temporária. O superintendente do Porto de Itapoá, Patrício Junior, informa que o terminal ainda não tem fiscais agropecuários e aguarda a contratação de três. Por enquanto, o único agrônomo que atende o Porto de São Francisco avalia cargas também em Itapoá. Para que isso seja possível, trabalhadores do porto ajudam na parte burocrática.

A falta de técnicos ocorre porque o Mapa ficou 21 anos sem fazer concurso público. Hoje, faltam 900 fiscais agropecuários no país. O último concurso aprovou mais de 200, mas apenas um está previsto para Itapoá, diz Serafim da Costa. Não foram oferecidas vagas para Itajaí. O ministério atua nos portos com engenheiros agrônomos, veterinários, zootecnistas, químicos e farmacêuticos. Os agrônomos liberam cargas de cereais, madeiras, bebidas e outros itens.