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Ajuda a elétricas poderia ser menor

11 de agosto de 2014 1

Se o governo federal tivesse viabilizado a continuidade de dois projetos de usinas térmicas a carvão da região Sul que estão na gaveta há mais de 10 anos, o rombo da energia cara seria bem menor. Pelos cálculos da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), os empréstimos de R$ 17,8 bilhões contratados agora junto a bancos poderiam ter custado R$ 6 bilhões a menos, ou seja, R$ 11,8 bilhões.

Os projetos foram adiados por decisão política, em 2008, ainda no segundo governo Lula, sob a alegação de que seria geração de energia mais poluente. Na época e nos anos que se seguiram, o governo acatou pressões de ambientalistas.

Para o presidente da ABCM, Fernando Zancan, diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carvão de SC, a questão energética deve ser tratada de forma técnica e não política. A estimativa dos R$ 6 bilhões a menos foi feita com base na diferença do preço da energia cara, de R$ 800 por MW/h, gerada por térmicas a óleo, também poluentes, com o preço do MW/h a carvão, de R$ 130.

Leilão
Dia 30 de setembro haverá leilão para compra de energia térmica. Há 10 projetos inscritos. Um é a Usitesc, de SC, para gerar 300MW, e três são do RS. A propósito, uma usina de 300MW gera CO2 equivalente a 30 mil automóveis.

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Comentários (1)

  • Schell diz: 11 de agosto de 2014

    Cara Colunista, passar apenas a visão de um dos lados, sem dar ao outro as suas razões – aqui, editadas de forma vaga – não faz bem à imprensa democrata. Sabem as ostras que as decisões governamentais, por mais técnicas que pareçam ser – na visão dos interessados, sempre será política e, pelo visto, o governo federal adota a política menos poluente no setor. Por vezes o “barato” sai caro. Muito caro.

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