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Falta uma lei clara à terceirização

01 de setembro de 2014 0

Enquanto a maioria das empresas do país defende a terceirização sob o argumento de que aumenta a oferta de empregos, centrais sindicais se posicionam contra por entender que esse processo tira renda dos trabalhadores para remunerar intermediários. De cada quatro empregos no país, um é terceirizado, apontam dados do Ministério do Trabalho. A insegurança jurídica sobre o tema é discutida hoje em evento nacional em São Paulo, promovido pelas confederações nacionais do comércio, indústria e do sistema financeiro.

Entre as lideranças de SC presentes estão o presidente da Câmara Empresarial de Relações Trabalhistas e Assuntos Legais da Fecomércio-SC, Célio Spagnoli, e o diretor executivo da entidade, Marcos Arzua.
– Nós não temos uma legislação efetiva, transparente e compreensível, sobre o tema. Qualquer lei que venha limitar a liberdade de ação das empresas vai tolher investimentos – alerta Spagnoli.

Segundo ele, a terceirização aumenta a oferta de empregos e o mercado é que define o rendimento do trabalhador, não o fato de ser ou não terceirizado. Arzua alerta que a terceirização é uma das mais importantes pautas do setor produtivo.

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