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Novos sócios da Karsten focam finanças e novos produtos

30 de setembro de 2014 1

KarstenA Karsten, de Blumenau, uma das maiores e centenárias indústrias têxteis brasileiras, há 132 anos no mercado, vendeu parte do seu capital para sair da crise. Os novos sócios são o empresário Armando Hess de Souza, ex-sócio da Dudalina e controlador da RenauxView; o irmão dele, Rui Hess; Márcio Bertoldi, também da RenauxView; e Alvin Rauh Neto, que presidia a Karsten.
Eles criaram a empresa A.M.A.R., com as iniciais dos seus nomes que adquiriu cerca de 25% do capital da companhia com aporte da ordem de R$ 40 milhões. A família Karsten ficou com mais de 50% do capital e 15% continuam com acionistas do mercado. O objetivo dos novos sócios é colocar a companhia em nova fase de crescimento. Segundo Armando Hess, uma das prioridades será equacionar o endividamento.Ele não revelou números, mas o balanço do segundo trimestre da Karsten informa que o passivo financeiro líquido estava em R$ 261 milhões.A Karsten tem matriz em Blumenau,filial no Ceará e 2,3 mil colaboradores.

Na diretoria
Na foto, os novos sócios da karsten, que também assumem diretorias da companhia, Rui Hess (e), Alvin Rauh Neto, Armando Hess e Márcio Bertoldi anunciaram a novidade ontem para os empregados. A propósito, Armando Hess gosta do desafio de recuperar empresas têxteis. Assumiu a Renauxview em 2006, com alto endividamento e dificuldades de mercado e a colocou na liderança de tecidos de moda no país.

Outro desafio
Entrevista com Armando Hess, novo presidente da Karsten

Por que vocês decidiram investir na Karsten?

Com a venda da Dudalina, estamos com capital para investir. A Karsten tem um grande potencial. É um colosso. Com sua equipe profissional vamos criar uma sinergia para reinventar a empresa, potencializar tudo o que ela tem de bom e lançar mais produtos. Ela tem quatro marcas, entre as quais a Trussardi, que é de luxo, de altíssimo valor agregado.

Como a empresa entrou em dificuldades?

Há 10 anos ela exportava 65% da produção. Entrou em crise em função da política macroeconômica equivocada, que depreciou o dólar.

Comentários

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Comentários (1)

  • Alcides FReiberger diz: 4 de outubro de 2014

    Acredito muito no Doutor Armando Hess de Souza. Conheço ele desde que presidiu a Dudalina S.A. É sem dúvida um grande administrador e com muita sinergia (palavra que aprendi o verdadeiro significado com ele) e com certeza a KARSTEN ganhou muito. Aqui vai a minha torcida. Sucesso a ele e sua equipe. Com certeza Santa Catarina e o Brasil vão ganhar.

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