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Propaganda com alma digital

20 de outubro de 2014 0
Foto:  Betina Humeres / Agência RBS

Foto: Betina Humeres / Agência RBS

Renovada e afinada com a nova forma de comunicação de marcas em mercados cada vez mais impactados pelas redes sociais. É assim que a MDO.AG, agência de propaganda de Florianópolis chegou aos 25 anos este mês. Os sócios Ricardo Barbosa Lima (D) e Pedro Cherem (E) mantêm a sintonia desde o início, quando deixaram de trabalhar no Besc e focaram na propaganda. Entre os clientes estão marcas de peso como Chevrolet, Fiesc, APM Terminals, Unimed do Alto Vale e Água Mineral Imperatriz.

A agência MDO.AG chega aos 25 anos renovada. Como foi essa evolução?
Ricardo Barbosa Lima – A comunicação mudou muito nesse período. O que importa hoje é entender o comportamento das pessoas. As redes sociais têm cada vez mais influência. Nos transformamos numa agência de comunicação convergente, temos que entender a pessoa, a linguagem e isso exige que a gente seja multiplataforma. Essa questão de usar todos os meios convergentes fez a gente adotar esse conceito de MDO, que é uma contração do nome anterior, Mercado Propaganda e Marketing.

Como está a estrutura da agência atualmente?
Pedro Cherem – A nossa sede é Florianópolis, trabalhamos aqui com cerca de 45 profissionais e temos unidade em Curitiba. Operamos uma conta muito importante nos dois Estados, a da rede de varejo Chevrolet, da General Motors. Isso nos levou a abrir uma filial em Curitiba para atender também o Estado do Paraná, que é um mercado maior do que aqui. Mas toda a estrutura de planejamento de estratégia está em Florianópolis. Entre nossos clientes também estão a Fiesc, o Senai/SC, a APM Terminals, Água Mineral Imperatriz, Unimed do Alto Vale, Farol Shopping, de Tubarão, e Staffing Corporações.

O que mudou mais em função das redes sociais?
Barbosa – Hoje as pessoas gostam de interagir com as marcas, por isso estamos falando sempre em relacionamento, a pessoa quer interagir com aquela marca, estabelecer um relacionamento das marcas com as pessoas. Hoje, elas comentam o jogo enquanto assistem. Isso transforma o fato num foco muito maior. Outro exemplo são os shows. Eram restritos a 30 mil ou 40 mil pessoas, mas hoje, quando se vê, tem 400 mil pessoas twitando, cinco, seis, vezes mais do que as pessoas que estão na plateia. Então a repercussão é muito maior.

Tem algum trabalho especial da agência que vocês gostariam de citar?
Cherem – Um é o case Geração Tec. O cliente era a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável e o problema em questão era a falta de profissionais para tecnologia (TIC). Para atingir os estudantes, criamos um vídeo que brinca com aquela coisa do nerd que se dá bem e deu muito certo. Conseguimos conexão com o público alvo. Para atrair estudantes às faculdades do Senai, contactamos o produtor musical e DJ catarinense Lonczinski. Ele criou trilha musical inédita com sons de máquinas da indústria de SC.

As empresas estão investindo mais em suas marcas?
Barbosa – O investimento em marca é fundamental. Anos atrás havia pouca concorrência. Hoje temos uma oferta muito grande de marcas. Então, o que faz optar por A, B ou C? É o conceito de marca, que se traduz em qualidade e outros diferenciais.

Que marcas chamam a atenção de vocês pelo relacionamento com seus públicos?
Cherem – Acho fantásticos os casos da Apple, a Harley-Davidson e Disney. Sou fã de Walt Disney, que criou com seu público um relacionamento único.
Barbosa – Cabe citar a Unilever a Procter & Gamble, que entram na casa das pessoas e captam os anseios de cada um. Há cases de grandes marcas catarinenses como a Sadia, Tirol, Lilica (da Marisol) e outras.

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