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Entidades cobram duplicação da BR-282 já

21 de outubro de 2014 3

A atenção maior de políticos ao projeto da Ferrovia do Frango nos últimos dias, com a assinatura do contrato para a realização do projeto, causou apreensão entre as lideranças empresariais do Estado. Isto porque a obra mais urgente para o desenvolvimento do Oeste, Meio-Oeste e Serra catarinense é a duplicação da BR-282, que liga o Estado de Leste a Oeste. Entidades como a Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), a Federação das Associações Empresariais de SC (Facisc) e a Associação Empresarial de Chapecó (Acic) cobram investimentos na duplicação da rodovia.

– A ferrovia, entre o projeto e a execução, é uma obra para 10 anos ou mais. O Oeste catarinense não pode aguardar tudo isso. A BR-282 precisa de duplicação já – alertou ontem o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte.

No evento de assinatura do contrato da ferrovia, semana passada, Glauco Côrte disse que encontrou empresários aflitos em função da falta de expectativas de melhoria da logística. Eles acham que vai haver uma migração de empresas para outras regiões do país em função da oferta insuficiente de milho. Conforme o presidente da Fiesc, é importante a outra “perna” da ferrovia, ou seja, a ligação Norte-Sul, para trazer o milho do Centro-Oeste do Brasil para o Oeste do Estado.

A Federação das Associações Empresariais do Estado (Facisc), presidida por Ernesto Reck, cobra há tempos a duplicação da 282. Até agora, somente alguns trechos estão recebendo obras. Falta um projeto total para duplicar a via, com atenção a obras de arte. O ideal seria que as pontes e viadutos tivessem atenção especial. A falta da duplicação na rodovia que liga o Oeste às demais, dando acesso ao Litoral, especialmente aos portos, atrasa toda a economia de boa parte do Estado. E a insegurança prejudica o turismo no interior.

Comentários

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Comentários (3)

  • Pedro de Medeiros diz: 21 de outubro de 2014

    Gostaria de ter conhecimento se estas entidades estão solicitando a duplicação de todo o trecho da BR 282 que inclui o trágico trecho entre Aguas Mornas e Palhoça, onde as filas são diárias e quilométricas, além de não usar o seu trajeto original. Também não vimos nenhum político defender esta obra na região.

  • Adelino Renuncio diz: 21 de outubro de 2014

    Querida Estela!
    Enquanto existirem contas secretas na Suissa, Paraísos fiscais, impunidade de engravatado, não me diga que existe empresário preocupado com estradas….
    Enquanto a governança do estado for feita por Secretarias Regionais, qual o Sec. regional se sentirá responsável com o estado???
    O mundo já foi melhor, querida!
    Volta D. Pedro II!

  • É cada um que aparece… diz: 22 de outubro de 2014

    Até aqui, em um blog voltado para a iniciativa privada, para o empreendedorismo e para o empresariado em geral, aparece um bolivariano para falar mal da classe empresarial.

    Mostrou toda a sua cultura e conhecimento escrevendo “Suíça” como “SUISSA”.

    Deve ser mais um coitado que nunca trabalhou na vida e vive pendurado em alguma teta estatal ou sindical. E como ele, existem MILHÕES.

    E, enquanto existirem e tiverem vez e voz, nosso país nunca deixará de ser o LIXO que é.

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