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Inflação e ajustes na economia

22 de outubro de 2014 0

A inflação desacelerou um pouco nas últimas semanas segundo o IPCA-15 divulgado ontem. Ficou em 0,48%, abaixo do que o mercado esperava e menor, também, do que o último IPCA, que teve alta de 0,75%. Em 12 meses, o IPCA-15 subiu 6,62%. Apesar do pequeno recuo em função da crise econômica, há pressão de alta de alimentos em função da seca, da maior cotação do dólar e de outras decisões de mercado.

Um dos principais desafios do novo mandato presidencial, independentemente de quem vencer a eleição, será a redução da inflação. A taxa atual está prejudicando a economia e o Brasil conta com excessiva indexação de preços administrados ou não. Uma das mudanças necessárias será na política de expansão de crédito via bancos públicos que impede um efeito melhor da política do Banco Central, que procura conter a inflação por meio da taxa básica Selic, hoje em 11% ao ano.

Além disso, o novo governo deverá tomar medidas que animem os investimentos para melhorar a oferta. Só assim, a atual estagnação – combinação de crescimento próximo de zero com preços altos – poderá ser revertida. O combate à inflação alta é fundamental porque está provocando perdas principalmente para as pessoas de menor renda.

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