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Líderes de SC opinam no Encontro Nacional da Indústria, em Brasília

06 de novembro de 2014 0
Foto: Elmar Meurer/Fiesc

Foto: Elmar Meurer/Fiesc

Entre os painelistas do Encontro Nacional da Indústria, ontem, em Brasília, estavam três líderes empresariais de SC. O presidente do Sistema Fiesc, Glauco José Côrte (E), que defendeu menos burocracia no ambiente de negócios; o ex-ministro e conselheiro da BRF, Luiz Fernando Furlan (C), que defendeu a eleição de prioridades como os investimentos em infraestrutura; e o presidente do conselho da WEG, Décio da Silva (D), que cobrou mudanças na legislação trabalhista para algo mais parecido com o que é feito nos EUA, onde a relação entre as partes tem mais inteligência e credibilidade.

Propostas
Ao falar em painel sobre Estratégia Tributária e Fiscal no Encontro da Indústria, ontem, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte defendeu uma ampla reforma tributária porque o modelo fatiado não melhorou o ambiente de negócios. Ele também foi enfático na recomendação de corte de gastos em todas as esferas do setor público para que a carga tributária possa ser reduzida. Recomendou a redução da burocracia para abrir empresas.

No lucro
Décio da Silva, da WEG, ao falar sobre razões do sucesso da multinacional catarinense que comandou por 18 anos, citou a criação da escola técnica da empresa em 1970 e o programa de participação nos resultados PPR, no qual a empresa distribui 12,5% do lucro as seus trabalhadores.

Prioridades
Na avaliação do ex-ministro e conselheiro da BRF Luiz Fernando Furlan uma das prioridades imediatas para retomar o crescimento deve ser a redução da burocracia. Para ele, isso pode reduzir em 6% os custos. Durante o painel sobre competitividade, ele lamentou que foi punido ao reduzir custos quando estava no ministério de Desenvolvimento. Ao invés de receber mais recursos por isso, passou a receber menos.

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