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Desafios de Monteiro na pasta do Desenvolvimento

02 de dezembro de 2014 4

O empresário e senador Armando Monteiro, ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi confirmado ontem pela presidente Dilma Rousseff como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O quarto nome da equipe econômica do segundo mandato da presidente agradou a indústria e a expectativa é de que “santo de casa”, ao contrário do ditado popular, “faça milagres”.

Para o presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, o novo ministro conhece bem os desafios do setor, o que pode colaborar nas soluções. Ele acredita que uma das medidas mais importantes será a criação de condições para a indústria ser mais competitiva nos mercados interno e externo. Isso significa aumento da produtividade, maior desenvolvimento de inovação, esforço pela redução da carga tributária e a realização de acordos internacionais para o país poder se inserir nas grandes cadeias globais de valor.

- Não há nada que justifique o país não ampliar seus acordos comerciais, isso facilitaria o aumento da participação da indústria no mercado internacional – afirma Côrte.

Como a indústria é fundamental para o desenvolvimento e o crescimento econômico, Côrte acredita que o setor vai ganhar atenção especial do governo. O empresário gostou da defesa de mais produtividade pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Segundo ele, também a expectativa é de um câmbio mais favorável para exportações em função da nova realidade econômica dos EUA, que está atraindo mais capitais. A Fiesc espera que o governo arrume as contas públicas cortando despesas e não aumentando a carga tributária. Ela defende ainda políticas horizontais de incentivo porque elas permitem um ambiente melhor para todas as empresas.

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Comentários (4)

  • Ubirajara Menezes diz: 2 de dezembro de 2014

    Diz o ditado:”Quem sabe faz, quem não sabe ensina.” O que é que esse Armando Monteiro vai fazer no ministério? Trata-se de um empresário falido. Quebrou o Banco Mercantil, a Noraço, tem mais de 100 processos trabalhistas pendentes,etc. Vai pra lá só pra mamar.

  • Ubirajara Menezes diz: 2 de dezembro de 2014

    Quando Garrincha jogava na seleção brasileira, ouvia uma preleção de Feola (o técnico) explicando a movimentação dos jogadores e o caminho para chegar ao gol. Aí Garrincha com sua ingênua sabedoria perguntou:” Você já combinou isso com o adversário?” Eu pergunto: o governo já combinou com a China essa estratégia de tornar os produtos brasileiros mais competitivos? Cortar gastos? O que o governo pode fazer é cortar investimentos, paralisar obras e afundar ainda mais a indústria. Colocar essa tarefa nas mãos de quem? Armando Monteiro? É piada.

  • rogerio cardozo diz: 2 de dezembro de 2014

    Estela o que diferencia o trabalhador brasileiro dos trabalhadores de países desenvolvidos ? Acho que o nível de escolaridade,Hoje todos temos computadores com peças da China e Formosa , vídeos games do Japão , TVs da Coreia do Sul e carros de quase todos países desenvolvidos .Precisamos investir em educação e criar condições para nossas empresas entrarem nesses mercados que falei com seus próprios produtos.

  • Mário Afonso diz: 2 de dezembro de 2014

    Como politico profissional que é, e atual senador, NADA fez ou procurou FAZER pela Industria Nacional em resumo NADA vai Fazer como ministro. Da mesma forma que a Fiesc nada vem fazendo a não ser discursos através de seu presidente ou ainda fazendo o que é obrigação constitucional dos Governos como pro exemplo Educação a jovens e adultos, chega de discursos e conversa fiada quem lidera Federações tem que atuar com Postura em defesa da Produção e sobrevivência das empresas, os governos não querem discutir reformas tributarias, trabalhistas e contenção dos gastos públicos, as Federações deveriam promover movimentos de suspensão de pagamentos de TRIBUTOS E geração de EMPREGOS até o Governo sentar para dialogar, é a única forma de fazer os políticos sem capacidades que temos dar valor a quem gera os recursos através dos impostos que paga.

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