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Audiência sobre estaleiro em SC durou quatro horas

03 de dezembro de 2014 2
CMO, Divulgação

CMO, Divulgação

A audiência pública para apresentar o projeto do estaleiro naval CMO à comunidade de São Francisco do Sul, realizada ontem à noite no auditório Ypiranga Futebol Clube, em São Francisco, teve duração de quatro horas, sem tumultos e protestos e os representantes da empresa conseguiram responder a todos os questionamentos. Segundo a assessoria de imprensa da CMO, uma das principais perguntas dos representantes pescadores foi sobre o impacto da dragagem na Baía da Babitonga e o risco de afetar a atividade. De acordo com a companhia, a dragagem do canal de acesso ao empreendimento será superficial e, por isso, não deverá causar grande impacto no canal da baia.
A CMO foi representada pelo seu presidente, o executivo José Pedro Mota, e por Fernado Diehl, diretor da Aquaplan, a empresa responsável pelo EIA-Rima do empreendimento. Participaram cerca de 400 pessoas que representaram comunidades de pescadores, moradores, organizações ambientais e acadêmicos. Além dos questionamentos ambientais, líderes perguntaram sobre as oportunidades de novos empregos para o município. O projeto prevê a geração de 2,5 mil empregos diretos durante a fase de operação e será priorizada a contratação de trabalhadores locais. Para desenvolver profissionais, a empresa firmou parceria com a Universidade de Joinville (Univille) mês passado.
A Fatma, promotora da audiência, ainda receberá questionamentos sobre o projeto nos próximos sete dias e encaminhará à empresa. A fundação tem prazo de até 90 dias para conceder a licença ambiental prévia.
O plano da CMO é construção e integração de módulos a plataformas, estruturas modulares de produção onshore e offshore, e fazer reparos e manutenção de embarcações. O projeto ocupará área de 500 mil metros quadrados na Baía da Babitonga, afetando apenas 4% da área de mangue para fazer um canal de acesso.

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Comentários (2)

  • Wilson Miranda diz: 3 de dezembro de 2014

    Não é proximo a Jurere internacional, ai não sai, aliás só se foz barzinho para atrair mais …

  • Beaco diz: 3 de dezembro de 2014

    Interessante, Não tem a licença Ambiental (Fatma), mas já firmou parceria com a Univille, para formar ” profissionais “. Sugiro que assinem uma parceria com a colônia de pesca, para que a CMO possa DOAR um eficiente e moderno barco de pesca para a comunidade pesqueira qualificar seus produtos, que vão certamente alimentar os novos profissionais .

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