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Nem tudo está perdido

06 de dezembro de 2014 0

Nestas últimas semanas os catarinenses tiveram muitas decepções com investigações policiais sobre suspeita de corrupção de políticos, depoimento de ex-diretor da Petrobras dizendo que há roubalheira no país que dá “nojo” e com a decisão do Congresso Nacional de aprovar mais uma contabilidade criativa para fechar as contas públicas federais.

Mas quem acompanhou eventos sobre tecnologia promovidos pela Fapesc Jurerê Internacional viu e ouviu exemplos de pessoas e empresas inovadoras, o que mostra que nem tudo está perdido.

O professor Álvaro Prata, ministro em exercício de Ciência e Tecnologia, relembrou a trajetória do professor Caspar Stemmer, que veio da UFRGS para instalar o melhor curso de Engenharia Mecânica do país na UFSC. Na época, pediu apoio das indústrias de de SC e convidou estudantes para fazer graduação na universidade.

Resultado: além de formar profissionais para empresas de SC, Brasil e exterior, o curso gerou o polo tecnológico de Florianópolis que hoje tem mais de 600 empresas de Tecnologia da Informação que faturam mais de R$ 1 bilhão e empregam cerca de 6 mil pessoas.

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