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Experiências positivas atraem turistas

08 de dezembro de 2014 1
Foto: Fernando Villadino, Lide-SC, Divulgação

Foto: Fernando Villadino, Lide-SC, Divulgação

Belezas naturais, cultura local, serviços de alta qualidade e atendimento personalizado. Esses são diferenciais que podem oferecer experiências positivas únicas e consagram destinos que entram nos sonhos de viajantes globais. Pontos como esses e outros foram abordados ontem no primeiro Seminário Internacional de Turismo no Estado promovido pelo Lide Santa Catarina que reuniu lideranças de SC, Brasil e exterior para debater o tema no Il Campanario Resort, em Jurerê Internacional, Florianópolis.

O secretário de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz, afirmou que o turismo é um dos setores que pode trazer muito mais divisas ao Brasil, especialmente no segmento ecológico porque o país tem as maiores atrações naturais do mundo. Para ele, o país tem potencial para ser o terceiro maior destino mundial do setor, atrás apenas dos EUA e da China. Ele avalia que é possível crescer no turismo de eventos, usar mais os parques naturais e, na área cultural, é disse que é necessário um plano não só para recuperar o patrimônio histórico, como há hoje, mas para fazer manutenções periódicas.

Jeanine Pires, ex-presidente da Embratur e presidente da Advisory Board WTM Latin America, defendeu o turismo de eventos com forte enfoque nas atrações locais, aquelas que oferecem experiências positivas que fazem as pessoas exclamarem “Uau!”. São elas que difundem destinos e motivam o retorno dos visitantes.

O seminário do Lide, que teve cinco painéis, abordou também turismo de luxo, a influência do cinema no turismo, exposição dos potenciais turísticos de cidades de SC e projeções para o mercado náutico. Entre as autoridades presentes (a partir da esquerda), a secretária de Turismo de Florianópolis Maria Cláudia Evangelista; prefeito Cesar Souza Junior, senador Luiz Henrique da Silveira, presidente do Lide-SC Wilfredo Gomes, secretário de Estado de Turismo Felipe Mello e o presidente do Grupo Habitasul, Péricles Druck. A jornalista Adriana Krauss (E) foi a mestre de cerimônia.

 

Comentários

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Comentários (1)

  • Schell diz: 9 de dezembro de 2014

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Pelo texto, vê-se que os presentes são “representantes” do turismo de alto luxo: meia dúzia de endinheirados, e mais ninguém. Todas as proposições transitam por aí. Como incrementar o turismo num estado e numa cidade (Floripa) que detestam os turistas? Floripa não tem um terço dos leitos hoteleiros de Gramado (RS), por exemplo; não há mobilidade viária; os comerciantes só pensam na “safrinha” do veraneio e tascam a faca em qualquer incauto que aparecer pela frente; as tais programações visam apenas meia dúzia de migués com alguns trocados; a cidade (centro histórico) para no verão: sábado ao meio dia cessa tudo; as “inteligências” saturam as laterais da SC401 (da ponte, após o sufoco da Expressa, até Jurerê, por exemplo, são mais de hora); a imprensa só pensa nos riquinhos de sempre; não há qualquer atração de rua; nenhuma preocupação com a cultura (fossem os pagodes, axesistas et caterva representantes de qualquer lapso cultural); ou seja, tirando a beira mar (não a norte, nem a sul), não sobra nada de bom em Floripa: sujeira, preços altos, cerveja quente, comida fria e os flanelinhas… Daí, reunem essa “fina flor” para distribuirem as abobrinhas de sempre. De mais a mais, turismo é negócio privado: privadíssimo. Se os ditos empreendedores entendessem SC como diferencial turístico, tudo seria diferente; mas, não: só querem e querem ações e dinheiro governamental. E, fora do circuíto praiero, o que mais oferece SC? Algumas cantinas vinícolas elevadas no nível dos preços praticados (sem a contrapartida); alguns hotéis rurais; a neve inexistente na serra (nem pousadas existem) e o festival do pinhão em lages (onde a prefeitura e o governo do estado, sempre, gastam os tubos e alguns particulares de sempre embolsam tudo) e o da dança em Joinville (que sobrevive, também, graças ao beneplácito estatal – incluída a leniência do TCE). Sim, há a “verificação” das baleias e as baladas (num único local de BC e em alguns beach clubes irregulares sobre a areia de jurerê). Seriam os lances de tainha entre maio e junho eventos turísticos? Seriam os encontros pseudos-religiosos eventos turísticos (ou apenas o 171 aplicado sobre os ingênuos de sempre)? Pois é, SC pode ser tudo, menos local de turismo na acepção do termo. Quantos hoteis efetivamente turísticos existem em BC e Itapema? Ou em Porto Belo e Bombinhas (agora, trancada no afanar “farofeiros”? Pelo desabafo, agradeço.

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