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Queda de preços no fim da linha

12 de dezembro de 2014 3

Uma das principais responsáveis pelo crescimento econômico perto de zero, a inflação começa a dar trégua, embora siga acima do centro da meta. Foi isso que disse o Comitê de Política Monetária (Copom) na ata publicada ontem. A avaliação dos técnicos do Banco Central considerou a nova taxa de juros Selic em 11,25% ao ano e o dólar em R$ 2,55.

A inflação seguirá acima do centro da meta (4,5% ao ano) no ano que vem e terá queda maior no início de 2016. Considerando os efeitos cumulativos da alta de juros, o BC disse que novas altas da taxa de juros serão decididas “com parcimônia”, o que significa que a próxima alta da Selic deverá ficar em 0,25 ponto percentual.

Uma das coisas que chamam atenção é que os preços livres sobem mais. No último mês, a pressão veio da seca no Sudeste, que elevou a carne e preços de serviços. O mercado prevê inflação de 6,43% ao ano para 2014 e 6,49% para 2015. O Copom, de 6% em 2015 e 5,2% para 2016. A alta de preços é pressionada pelo aumento da gasolina (0,3%), gás de cozinha (3,8%) e alta de 17,6% da energia elétrica.

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Comentários (3)

  • rogerio cardozo diz: 12 de dezembro de 2014

    Eu não sou formado em economia , mas essa receita de aumentar taxas de juros , com a desculpa que é para conter o consumo vem desde o tempo de Delfin Neto. O Governo diz que tem 260 ou 270 bilhões de dolares de reserva , poderia ao longo de 2 meses vender 500 milhões de dolares no mercado , o que daria uns 10 bilhões de dólares , com essa oferta o dolar tende a cair e os preços se estabilizarem, por se alta do consumo gera-se infração os EUA que estão com economia crescendo aumentariam juros também.O que não acontece. Precisamos mais de produção e vendas e menos especulação financeira.

  • Beto diz: 13 de dezembro de 2014

    A ideia principal deste modelo é tornar oficial o repasse de recursos do Estado para os bancos. Sempre haverão propostas mirabolantes sobre controle dos juros pelo Estado. Se fosse apenas pensar como qualquer ser mortal pensa sobre sua economia pessoal, e lhe dessem a oportunidade de pagar mais ou menos juros sobre os financiamentos que fizestes, qual seria sua escolha? Desejo pagar uma taxa de juros de 11% ou de 2%?
    Ahhh mas a economia do Estado é diferente. É, de fato é. Se escolher pagar menos juros o Estado consegue pagar os juros e amortizar alguma coisa. E isto é um grande problema para o país. Um país que paga suas contas não é um país sério. Este é o modelo econômico que querem que você aceite como o ideal.

  • joselito diz: 13 de dezembro de 2014

    Falou tudo rogerio, você definitivamente não é economista

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