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Presidente promete medidas "drásticas" na economia

23 de dezembro de 2014 0

Em contraste com o discurso de campanha quando dizia que tudo estava bem na economia e que seus adversários causariam desemprego se vencessem o pleito, a presidente Dilma afirmou ontem que tomará medidas drásticas na economia no ano que vem. Em conversa com jornalistas, ela não adiantou as mudanças que adotará.

Na prática, desde a eleição os brasileiros já enfrentam uma série de medidas negativas. Entre as aprovadas estão o reajuste dos combustíveis, aumento da taxa de juros Selic, alta das tarifas de energia, corte nos recursos para obras de infraestrutura e a postergação de pagamentos de fornecedores por estatais.

Fato positivo é que ela sinaliza com medidas duras de uma vez. Isso facilita a retomada do crescimento econômico mais do que a adoção de doses homeopáticas. A lista inclui redução da “bolsa empresário”, que são os juros subsidiados do BNDES para uma série de investimentos. O Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do banco será reduzido de R$ 80 bilhões para R$ 50 bilhões e os juros de 4% a 8% ao ano passarão para 6,5% a 11% ao ano. Há previsão de redução de investimentos, mais exigências para conceder seguro-desemprego, volta do IPI para veículos, volta da Cide e o desejo de aprovação de uma nova CPMF. 

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