Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posse na Agricultura e rumos para ampliar renda do campo

03 de fevereiro de 2015 1

Neste ano de seca no Sudeste e chuvas abundantes no Sul, o agronegócio catarinense pode avançar com maior produção e qualidade. Ações sobre o que deve ser feito ganharam evidência ontem, em Florianópolis, com duas posses importantes no setor. O deputado Moacir Sopelsa assumiu a Secretaria de Estado da Agricultura, sucedendo Airton Spies que reassumiu o cargo de secretário adjunto da pasta. Houve troca de comando também na Associação Catarinense de Criadores de Bovinos (ACCB), que faz trabalho de projeção internacional no aprimoramento de genética bovina. Rose Effeting passou a presidência para Nelson Ziehlsdoff.
É consenso entre os líderes do setor que a agricultura e a pecuária do Estado podem crescer mais e gerar maior retorno de renda ao produtor por meio do avanço da sanidade e da qualidade, melhores condições para produzir, melhor logística e comunicação.
De volta à Secretaria de Agricultura, Sopelsa disse que dará continuidade a programas importantes já consolidados como a oferta de sementes, calcário e juros para investimentos em estrutura de armazenagem. Mas enfatizou que outras prioridades precisam ser atendidas também como melhoria da energia elétrica, telefonia e internet.
– Uma das coisas que precisamos melhorar é a oferta de energia elétrica no interior. Nossas linhas de transmissão no meio rural são muito antigas, a maioria monofásica e bifásica. Precisamos da trifásica porque hoje as unidades produtoras de avicultura, suinocultura e de leite usam equipamentos sofisticados que requerem energia de melhor qualidade – explicou o secretário.
Prova dessa mudança foi o crescimento de 10,2% no consumo de energia no meio rural do Estado no ano passado. Outras prioridades da Secretaria da Agricultura são a continuidade dos trabalhos pela sanidade animal e pesquisa agrícola.

Comentários

comments

Comentários (1)

  • paulo diz: 4 de fevereiro de 2015

    Sr. secretário e sra jornalista, e a questão da AGUA, da recuperação das florestas, da recargas dos lençois freáticos, das nascentes e por aí vai. Ou vamos seguir o exemplo de São Paulo, que desmatou aos milhares, para depois colher a desgraça de hoje!

Envie seu Comentário